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Em todas as aparições de Fátima, Nossa Senhora repetiu: "Rezai o Terço todos os dias", mostrando-nos que essa é a oração que mais lhe agrada e com a qual podemos obter "infalivelmente" as graças de que precisamos. CADA AVE-MARIA REZADA NO TERÇO É UMA ROSA QUE O CRISTÃO DEPOSITA AOS PÉS DA VIRGEM MARIA! A meditação dos santos mistérios faz com que nossa fé e nossa confiança em Cristo Jesus e Maria sejam aumentadas, dando-nos a certeza da sagrada presença. Temos a afirmação do próprio Cristo Jesus: "Onde uma ou mais pessoas estiverem reunidas em meu nome aí estarei EU no meio deles!" (Mateus 18, 20). Quem reza e medita o Rosário recebe uma chuva de Graças! “Maria SSMA é a estrela da nova evangelização”. Basta começar a rezar o Terço, que uma chuva de graças envolve a pessoa, a esperança renasce, os problemas mais difíceis se dissipam, quase por si, e a paz volta a reinar nos corações. É assim, com suavidade maternal, que Maria SSMA conduz os seus devotos para Cristo Jesus. Aqueles que rezam o terço ou rosário diariamente passeiam na verdade bíblica, o novo testamento contido em uma oração, que nos mostra a nossa redenção e salvação. O terço não é uma oração repetitiva, é mais que uma devoção: é um caminho que nos mostra a porta de entrada da salvação que é Cristo Jesus. Não passe um dia sem rezar o rosário e essa oração diária lhe dará uma reflexão sobre os mistérios da fé. Partilhem com os irmãos para que a compreensão atinja vossos corações e aqueles ainda que não são devotos do terço possam a partir desses comentários juntarem-se aos milhões de fieis devotos do Terço ou Rosário. A palavra Rosário significa ‘Coroa de Rosas’. A Virgem Maria revelou a muitas pessoas que cada vez que rezam uma Ave Maria lhe é entregue uma rosa e por cada Rosário completo lhe é entregue uma coroa de rosas. A rosa é a rainha das flores, sendo assim o Rosário a rosa de todas as devoções e, portanto, a mais importante. O Santo Rosário é considerado a oração perfeita porque junto com ele está a majestosa história de nossa salvação. Com o rosário, meditamos os mistérios de gozo, da luz, da dor e da glória de Jesus e Maria. É uma oração simples, humilde como Maria SSMA. É uma oração que podemos fazer com ela, a Mãe de Deus. Nossa Senhora em Fátima em cada uma de suas aparições nos convida a rezar o Rosário como uma arma poderosa contra o mal, para nos trazer a verdadeira paz.
Comentários sobre a importância da vidente Irmã Lúcia nas Aparições de Nossa Senhora em Fátima.
Fonte (texto/créditos): trechos retirados do Livro: APELOS DA MENSAGEM DE FÁTIMA da autoria da Irmã Lúcia.
Imagem (créditos): AdobeStock_319337594_Preview
Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima; Apostolado Mundial de Fátima - https://worldfatima.com/pt/
Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=KxRF2T6JrBw. Ave Maria - Enni Pöykkö
“Bem-aventurados os mansos porque possuirão a terra”. A Terra, o Reino de Deus, serão definitivamente dos não violentos, dos que aguentam as provações e não trocam violência por violência. Há quem sinta prazer na violência ativa, pressentida, assumida, praticada. O seguidor de Jesus põe a sua felicidade na não-violência proclamada, assumida, professada. “Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra”. Usamos aqui o termo “não violentos”, mas várias traduções da Bíblia oferecem também outras denominações diferentes ao referir-se aos afortunados desta bem-aventurança: “felizes os mansos”, “aqueles que são corteses, afáveis, acolhedores...”, “os de bom coração”, “os submissos, os sofredores”, etc. De qualquer modo, parece que a atitude que está sempre por trás é a “mansidão”. Uma atitude citada unicamente por Mateus e que, na verdade, não está na moda nos tempos atuais. Ou, por acaso, não a confundimos hoje com o abatimento, a falta de vontade de triunfar, a inércia e até como camuflagem da debilidade e covardia? Contudo, o certo é que Jesus não só́ declara afortunadas estas pessoas como lhes promete o domínio da terra inteira. Vejamos então ... Quem são os “mansos”? Não é a mesma coisa dizer “bem-aventurados os mansos” e “bem-aventurados os covardes”. Covarde é o que gostaria de se revoltar, que gostaria de responder, mas não pode, porque lhe é impossível ou porque as consequências serão piores. [...] A palavra grega que se traduz por “mansidão” aplica-se aos possuidores de várias qualidades, que vão da simplicidade ao sofrimento. Em todo o caso, os “mansos” não são os brandos nem os amorfos. A mansidão evangélica implica firmeza de caráter; não se trata de um determinado temperamento, de uma disposição natural feita de indiferença ou de apatia, nem tão pouco do costume de se render perante as razões ou as pretensões alheias para evitar incidentes. A mansidão é uma virtude e, portanto, um ato de fortaleza. Não nos equivoquemos sobre a sua exterioridade tranquila e, por vezes, sorridente, pois não se consegue mais do que severidade para consigo mesmo. Num mundo em que a força tem a última palavra, o Evangelho não anuncia ingenuamente a supremacia da debilidade, mas ensina a todos onde reside a força. A força, segura de si mesma, não tem de ser demonstrada como brutal: essa força, intransigente e serena, que acaba por triunfar sobre todas as violências, é o domínio de si próprio. Assim como os pobres, segundo o Evangelho, são os verdadeiros ricos, os mansos são os verdadeiros fortes. São muitas as pessoas que passam pelo cristianismo sem suspeitar que ser cristão é uma escola de energia. No entanto, Jesus, Que jamais fez o Seu autoelogio, considerou oportuno dizer aos que convidava a receber as Suas lições: “Eu sou manso e humilde” (Mateus 11, 29). Talvez tenha feito esta confidência porque as virtudes da humildade e mansidão têm pouca cotação na bolsa dos valores humanos. Mas vejamos de perto a mansidão de Jesus: paciente no que respeita à lentidão mental dos seus discípulos, acolhedor de todas as misérias, não vacila ao espancar os vendedores que profanam a santidade do templo, nem ao encarar os potentados que oprimem os humildes. Nas trágicas horas da Sua Paixão, o beijo de Judas só lhe inspira piedade para com o crime do traidor, mas, de imediato, ouvimos Jesus declarar altivamente ao governador que, com uma só palavra, O pode condenar ou livrar da morte. Disse Jesus a Pilatos: “Não terias qualquer poder sobre Mim, se não te tivesse sido dado do alto” (João 19, 11). A mansidão e a humildade, que são inseparáveis, são os indícios menos enganosos da fortaleza de caráter e da posse do próprio ser: são a condição da ação reflexiva, ardente e perseverante.
CRÉDITOS
Texto: https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf
Imagem: https://mundodasimagens.com/imagem-139
Trilha sonora: Acervo pessoal
À nossa volta, ao perto e ao longe, por tantos motivos, como a guerra, a carência de meios, o desemprego, a falta de meios para cuidar bem da saúde, a problemática sobre a eutanásia, entre tantas outras razões, há muitas lágrimas. Há lágrimas de dor, de revolta, de amor próprio ferido, de falta de pão e de amor, de sangue derramado, lágrimas de arrependimento, de tristeza, de depressão. Mas, como homens e mulheres de fé, podemos descobrir as lágrimas da esperança. Cristo é em nós fonte inesgotável de esperança. Lágrimas daquilo que a fé nos ajuda a acreditar com audácia, como o amor louco de Deus, a paixão de Jesus pela Humanidade, o cuidado do Bom Pastor e do Bom Samaritano, a loucura de Jesus se fazer Pão Vivo, para ser fonte de paz e de alegria, de esperança e de divinização. Lágrimas de esperança pois sabemos que temos Mãe, Maria Santíssima, que cuida de nós, que nos coloca em seu Coração e nos guarda com carinho. Lágrimas de esperança pois a Mãe nos garantiu que o seu Coração Imaculado é vencedor e, no final, ele triunfará. Todas estas e muitas outras razões que a fé nos dá leva a cada um de nós a chorar de esperança, ou a sorrir no meio das lágrimas que o coração derrama, pois sabemos que Deus cuida de nós e, no meio dos perigos, das doenças, da guerra, da destruição, a esperança não morre nunca. As experiências da vida podem ajudar a cada um de nós a perceber como as lágrimas de esperança, as do coração, quando o rosto sorri e confia, nos podem ajudar a perceber os momentos difíceis que a humanidade e a Igreja, e nós todos, estamos a viver. Quando vamos atravessar um túnel, comprido e escuro, há em nós há a esperança que no final encontraremos o Sol ou a Lua para iluminar nossos passos e nosso coração. Quando há uma noite tenebrosa de inverno, com vento, chuva, trovada, nasce em nós a esperança que chegará a manhã, um dia novo, talvez com sol e radiante. Quanto estamos em tempos de secura espiritual, de aridez, de desolação, sabemos que Deus Amor nos há de consolar com momentos ou tempos de consolação. É assim na vida quotidiana, como experiência de todos. A esperança nos anima o caminho, a alma, o coração, e se este sofre ou chora, são lágrimas embebidas em esperança, pois acreditamos no amor louco de Deus, no poder divino de Jesus, Rei e Salvador, na proteção e ajuda da Senhora, com seu Coração de Mãe. A esperança, no meio do atual sofrimento, vindo da guerra, dos ódios, dos crimes, da carência de alimentos, das dificuldades da Igreja por causa dos crimes de pedofilia, da crise vocacional, da falta de unidade, etc., etc., não nos deixa afogar no desespero, na angústia, pois acreditamos que o amor da Trindade nos assiste e nos vai ajudar a sair deste “inferno”. Vão surgir novos tempos, com mais paz e alegria. O Senhor Jesus prometeu-nos que estaria conosco, sempre, até ao fim dos séculos. Confiemos, mesmo no meio da dor e das lágrimas. Vivamos da esperança. Vamos esperar tempos melhores. Dêmos testemunho da esperança. A esperança passa pelo mesmo processo da semente: ela nasce das incertezas a partir de uma certeza maior. Nem sempre é fácil acreditar quando tudo parece ser tempestade e as ondas revoltas da vida parecem afundar as pequenas esperanças que ainda nos mantêm em pé. Em Jesus Cristo encontramos a certeza nas horas incertas. Diante do Autor da Vida toda semente é sempre uma possibilidade de esperança, que renasce a cada gota de fé que irriga o solo das tristezas. Enquanto houver uma semente de esperança haverá a certeza de uma nova vida a desabrochar.
Fonte (texto/créditos): https://redemundialdeoracaodopapa.pt/blog/388?utm_source=Apostolado&utm_campaign=63353a405a-EMAIL_CAMPAIGN_2022_05_04_03_55_COPY_01&utm_medium=email&utm_term=0_4b66a50f58-63353a405a-293624221 Autor: Pe. Dário Pedroso, SJ.
Imagem (créditos): AdobeStock_484757560_Preview
Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=uF9mxRs7n4Y. Heavenly Violin - Música Relaxante Prayer Pray
- Mestre, preciso lhe contar o que me disseram a respeito de uma pessoa... Antes mesmo de começar a contar, o mestre, em sua infinita sabedoria, indaga o homem: – Calma. O que tens para me contar já passou pelas “Três Peneiras da Sabedoria”?
- De que peneiras estás falando, senhor?
- Escute-me com atenção: tudo quanto te disserem de outrem, passe antes pelas três peneiras da sabedoria, sendo a primeira a da VERDADE.
- Então eu te pergunto: Tens certeza de que o que te contaram é realmente a verdade?
Meio sem jeito o homem respondeu:
- Bom, não tenho certeza, mas foi o que me contaram... O mestre continua:
- Então, se não tens certeza, suas palavras já vazaram pelos furos da primeira peneira e repousa na segunda, que é a peneira da BONDADE.
- E eu te pergunto: O que tens a me contar, gostaria que os outros dissessem a teu respeito?
- De jeito nenhum, mestre! Claro que não!
- Então a tua estória acaba de passar pelos furos da segunda peneira e caiu nas na terceira e última, que é a da NECESSIDADE.
- E te faço a seguinte pergunta: Achas mesmo necessário contar-me e passar adiante essa estória? Resolverá alguma coisa? Ajudará alguém? Vai melhorar algo? –
-Realmente, mestre, pensando com a luz da razão, não há necessidade...
- Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria me contar.
- E o sábio, sorrindo, conclui: Se o que tens a me dizer não é verdadeiro, não é bom ou necessário a ninguém, é melhor guardar apenas para ti.”
- Agora eu entendo, sábio mestre. Somente as boas palavras terão caminho em minha boca.
- Se praticares esses princípios, serás tu também um sábio. E lembre-se: “Pessoas sábias falam sobre ideias; Pessoas comuns falam sobre coisas; Já os medíocres falam sobre pessoas.”
Algumas pessoas falam mal das outras, geralmente, porque se acham melhores do que elas. O problema é quando agem fazendo fofoca e falando mal pelas costas, meio que se achando no direito de envenenar para se sentirem bem por um momento.
Moral da história das 3 peneiras: Se as pessoas usassem desses critérios, seriam mais felizes e usariam seus esforços e talentos em outras atividades, antes de obedecer ao impulso de simplesmente passá-los adiante.
Fonte (texto/créditos): https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=12176
Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=fa-mX3Vc9kw. Classical Music for Deep Focus - Calm and Focused
Imagem (créditos): AdobeStock_501768143_Preview
Continuemos a refletir juntos sobre a pergunta que a vidente Lúcia fez à Nossa Senhora:
– E eu também vou para o Céu?
O dia em que cada um de nós entrar na eternidade pode vir mais cedo do que pensamos . Em preparação para esse momento, nós precisamos conhecer esta verdade: nem todo mundo irá ao céu. Como podemos ter certeza de que somos um dos que passarão a eternidade no céu? Cerca de 2.000 anos atrás, os apóstolos Pedro e João estavam pregando o Evangelho de Jesus Cristo a uma grande multidão em Jerusalém. Foi então que Pedro fez uma declaração profunda que tem um grande impacto mesmo em nosso mundo pós-moderno: "E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos" (Atos 4, 12). Assim como era então, no clima atual de que "todos os caminhos levam ao céu", essa não é uma mensagem politicamente correta. Há muitos que pensam que podem ter o céu sem Cristo Jesus. Eles querem as boas promessas de glória, mas não querem ser incomodados pela cruz, e muito menos por Aquele que foi pendurado e ali morreu pelos pecados de todos os que n’Ele creem.
Muitos não querem aceitar a Cristo como o único caminho e estão determinados a encontrar outro caminho. Mas o próprio Cristo nos adverte de que não existe outro caminho e que as consequências de rejeitar essa verdade são uma eternidade longe de Deus. Ele nos disse claramente que "... Aquele que crê no Filho de Deus tem a vida eterna. Aquele, porém, que se recusa a crer no Filho de Deus não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele”. (João 3, 36). Alguns argumentam que é extremamente restritivo de Deus fornecer apenas um caminho para o céu. Entretanto, francamente, à luz da rejeição rebelde da humanidade contra Deus, é extremamente abrangente da parte d’Ele fornecer um caminho para o céu. Nós merecemos o julgamento e em vez disso Ele nos dá uma maneira de escapar ao enviar o seu Filho unigênito para morrer pelos nossos pecados. Quer alguém enxergue isso como restritivo ou abrangente, é a verdade, e os Cristãos precisam manter a mensagem bem clara de que o único caminho para o céu é por meio de Jesus Cristo. [...] Algumas pessoas querem acreditar em um Deus amoroso e sem julgamento que não requer nenhum arrependimento e nenhuma mudança em seu estilo de vida. Eles podem dizer coisas como: "Eu creio em Jesus Cristo, mas meu Deus não é um Deus que julga assim. Meu Deus nunca iria enviar uma pessoa para o inferno." No entanto, não podemos ter as duas coisas. Se professarmos que somos Cristãos, devemos reconhecer Cristo como Ele disse que é - o único caminho para o céu. Negar isso é negar o próprio Cristo Jesus, pois foi Ele quem declarou: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14, 6). Contudo a pergunta continua muito viva: quem vai realmente entrar no Reino de Deus? Como posso garantir o meu destino eterno? A resposta a estas perguntas é encontrada na distinção clara entre aqueles que têm a vida eterna e os que não a tem. "Aquele que tem o Filho de Deus tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida" (1 João 5,12). Aqueles que creem em Cristo, que aceitaram o Seu sacrifício como pagamento pelos seus pecados, e que O seguem em obediência, vão passar a eternidade no céu. Aqueles que O rejeitam não vão. Quem crê n'Ele não será condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho único de Deus. Ora, o julgamento consiste nisto: a luz veio ao mundo, mas as pessoas amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Pois todo o que pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, para que suas ações não sejam denunciadas. Mas quem pratica a verdade se aproxima da luz, para que suas ações sejam manifestadas, já que são praticadas em Deus. (João 3,18-21).
Texto (créditos): https://www.fatima.pt/pt/
Música: acervo pessoal.
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CONVIDO VOCÊ HOJE PARA REFLETIR CONOSCO SOBRE O TERCEIRO TÓPICO DA PRIMEIRA BEM-AVENTURANÇA: “Bem-aventurados os pobres em espírito porque deles é o Reino dos Céus.” TER DEUS POR NOSSO REI. 3º TÓPICO: TER DEUS POR REI - Depois Jesus explica a segunda parte desta Bem-aventurança: “ter Deus por Rei”, que é o que dá sentido à Bem-aventurança. É afortunado, pois ter Deus por Rei, porque se alguém simplesmente optasse por não ter nada, não poderia ser afortunado já que ficaria numa situação de inferioridade, de miséria e de dependência. É importante descobrir que nunca se fala a nível individual, mas sim a nível comunitário. [...] Portanto, estes ideais podem ser vividos em grupo, em comunidade, não individualmente, pois uma pessoa pode dizer: ”eu vou ter pouco, mas, se um dia me vem a fazer falta, o que faço? ” Claro! Se não está apoiado numa comunidade, morre de fome. Por isso, fala-se sempre no plural. É por isso que lhes diz: “não vos inquieteis quanto à vossa vida, com o que haveis de comer ou de beber; nem quanto ao vosso corpo com o que haveis de vestir. Porventura não é o corpo mais do que o vestido e a vida mais do que o alimento?” [...] Deus cuida dos pássaros e das flores. Se com eles, que valem tão pouco, Deus tem tanto cuidado, o que fará conosco? “Olhai as aves do céu: nem semeiam, nem recolhem em celeiros; no entanto, o Pai Celeste alimenta-as. Não valeis vós muito mais do que elas? E qual de vós, por mais que se preocupe, pode acrescentar um só côvado à duração da sua vida?” [...] Disse Jesus: “E porque vos preocupais com o vestuário? Olhai como crescem os lírios do campo, não trabalham nem fiam. E disse Jesus: Nem Salomão, em todo o seu esplendor, se vestiu como qualquer deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, como não fará muito mais por vós, homens de pouca fé?” A promessa está clara. É o mesmo que “felizes os pobres”, o que parece uma contradição, mas não é, já vimos o porquê; agora diz que, nesta comunidade, neste grupo onde está presente o amor do Pai, que se traduz no amor de uns pelos outros, não há porque se preocupar porque nunca irá faltar nada. “Não vos preocupeis dizendo: Que comeremos nós, que beberemos ou que vestiremos? Aqueles que não acreditam em Deus, esses sim, ficam cansados com tais coisas”. Esses têm de andar sempre preocupados com o futuro, os que não conhecem o amor de Deus, os que não têm essa experiência com Deus. A experiência do amor de Deus é dupla: interior e exterior. A exterior valida a interior. Uma pessoa pode estar cheia desse sentimento do amor que Deus nos tem, o que é ótimo, mas pode tratar-se de uma ilusão na qual crê. [...] A prática é o que valida a experiência interna. Embora não a ultrapasse, pois não podemos chegar a uma prática autêntica e profunda se antes não houver uma experiência. A experiência é absolutamente necessária. [...] Assim explica Jesus a primeira Bem-aventurança. Ser pobre quer dizer: (1º) não acumular dinheiro; (2º) partilhar, ser generoso e ter disposição para ajudar; (3º) ser fiel a Deus. Essa é a realidade do Reino de Deus entre nós. Ele sabe tudo o que nós necessitamos. Quando trabalhamos realmente na obra do Pai, procurando o bem-estar das pessoas, que as pessoas se sintam seres humanos, que sejam felizes, que se acabe com a injustiça, a opressão e tudo o que mutila o homem, então não nos preocupemos: se soubermos entregar-nos ao serviço de Deus, não haverá dificuldade para ninguém; estaremos vivendo a vida: “Felizes os que escolhem a pobreza, porque desses é o Reino dos Céus”.
CRÉDITOS
Texto: https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf
Imagem: https://www.nsdagloria.com.br/single-post/2017/11/02/bem-aventurados-os-pobres-em-esp%C3%ADrito-porque-deles-%C3%A9-o-reino-dos-c%C3%A9us
Trilha sonora: acervo pessoal.
FÁTIMA: UM NOME A RECORDAR
Fátima é um lugar importante no contexto da Igreja Católica. Foi nesta pequena aldeia que, em 1916, três pequenas crianças receberam a visita, primeiro de um Anjo e depois de uma “Senhora mais brilhante do que o sol” que se identificou como sendo Nossa Senhora do Rosário.
Este local, diz a lenda, tem um nome de origem árabe que significa “lugar elevado”, em homenagem a uma princesa moura de nome Fátima, que lhe fora atribuído em honra da filha de Maomé. Apaixonando-se pelo corajoso templário Gonçalo Henriques, a princesa converteu-se ao Cristianismo e recebeu o nome cristão de “Oureana”.
Esta cidade e Nossa Senhora ocupam um lugar especial na mente e no coração de muitos muçulmanos e de pessoas de outros credos. A história de como esta pequena aldeia se desenvolveu tornando-se destino para milhões de peregrinos é impressionante. Muitos sentem que a MENSAGEM DE FÁTIMA representa uma alternativa à vida agitada que domina o mundo de hoje. O Papa João Paulo II tinha um especial carinho por Fátima. Ele percebeu a Mensagem de Nossa Senhora entre outras coisas, como uma resposta às correntes materialistas dos tempos modernos, que cada vez mais vão criando um enorme fosso entre ricos e pobres, resultando inevitavelmente em distúrbios sociais e em guerras.
Na altura das aparições, Portugal era um país republicano onde se impunham restrições severas à Igreja Católica, tendo mesmo sido expulsas do país algumas ordens religiosas e figuras eclesiásticas.
Foi neste contexto que os três pequenos pastorinhos de Fátima receberam as manifestações sobrenaturais. Leia aqui mais sobre cada uma das APARIÇÕES DO ANJO e de NOSSA SENHORA e veja como estes acontecimentos mudaram a vida dos pastorinhos tal como podem mudar a sua vida.
Textos (créditos):
Apostolado Mundial de Fátima - https://worldfatima.com/pt/origens
Livro das Memórias da Irmã Lucia.
textos avulsos da Internet
Trilhas sonoras (créditos): trechos de remix de vários "samples" e de FX (efeitos especiais) gratuitos da Internet.
Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Sousa Lima e ao Apostolado Mundial de Fátima - https://worldfatima.com/pt/
Imagem (créditos): Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.
É sumamente importante traçarmos, nem que seja dum modo simples e breve, a união profunda entre Maria, que veneramos como Senhora do Rosário e a Santíssima Trindade, na medida em que Nossa Senhora é o modelo da nossa vida e união com a SSMA. Trindade. Ser cheia de graça, como lhe disse o Anjo Gabriel no dia da Anunciação, é ser cheia da vida de Deus, plena da comunhão com a Trindade Santa. Por isso, Nossa Senhora tem com a SSMA. Trindade, com cada Pessoa da SSMA. Trindade uma particular união. A Tradição da Igreja chama Maria com Louvor e encanto: Filha dileta de Deus Pai, Mãe de Deus Filho e Esposa de Deus Espírito Santo. A SSMA. Virgem Maria é a mulher trinitária é a criatura que mais viveu a comunhão interior, mística, profunda com a SSma. Trindade. Filha dileta de Deus Pai, pois Imaculada e sem pecado, pois Virgem fiel ao amor, Senhora da fidelidade e do sim. Mãe de Deus Filho, pois aceitou o convite de Deus, por intermédio do Anjo Gabriel, e foi Mãe do Salvador. Esposa de Deus Espírito Santo, pois entrou em comunhão e amor, em matrimônio místico com o Espírito que n'Ela gerou o Verbo de Deus, sem ter conhecido homem e continuando Virgem. Maria Santíssima é o modelo da nossa adoração á SSMA. Trindade da nossa comunhão pessoal e íntima com a SSMA. Trindade. Peçamos a Maria, a Mãe, a Senhora da SSMA. Trindade, que nos ensine a viver ao jeito dela a comunhão com a SSMA. Trindade, que tenhamos o sentido de adoração que Ela teve, que aprendamos com Ela a amar a Santíssima Trindade, e dizer sempre sim ao amor trinitário. Tomemos alguns compromissos práticos, simples, que nos façam viver em comunhão com a SSMA. Trindade:
1 - Sempre que nos benzermos, fazermos verdadeira oração, entrando em comunhão com a SSma. Trindade.
2 - Sempre que rezarmos o «Glória.. .», entrarmos em intimidade mais profunda com a SSma. Trindade.
3 - Devemos nos recolher com freqüência ao longo do dia, entrando dentro de nós, onde habita a SSma. Trindade, e adorando-A com reverência.
4 - Alguma vez durante o dia, procuremos reverenciarmos e adorarmos a SSma. Trindade, rezando a oração que o Anjo nos ensinou.
5 - Pensar que cada pessoa é templo da SSma. Trindade e olhá-Ia e tratá-Ia com respeito.
6 - Procurar louvar a SSma. Trindade através da natureza e do mundo que nos rodeia, vendo em tudo a sua obra de amor.
Fonte (texto/créditos): TRECHOS DO LIVRO: ORAI, ORAI MUITO DA AUTORIA DO PADRE DÁRIO PEDROSO SOBRE A SSMA TRINDADE e a SSMA. Virgem Maria.
Imagem (créditos): AdobeStock_247387728_Preview
Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima; Apostolado Mundial de Fátima - AMF - https://worldfatima.com/pt/
Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=j94YUdrQhRQ. Bach Brandenburg 4 - Barroca de Ensemble.
CONVIDO VOCÊ HOJE PARA REFLETIR CONOSCO SOBRE O SEGUNDO TÓPICO DA PRIMEIRA BEM-AVENTURANÇA: “Bem-aventurados os pobres em espírito porque deles é o Reino dos Céus.” NESTA PRIMEIRA BEM-AVENTURANÇA JESUS CRISTO NOS FORNECE 3 EXPLICAÇÕES E CONSELHOS. 2º TÓPICO: TRÊS EXPLICAÇÕES E CONSELHOS DE JESUS NESTA PRIMEIRA BEM-AVENTURANÇA. Aprofundemos um pouco mais e vejamos a explicação que Jesus dá nesta primeira Bem-aventurança. Iremos encontrar essa explicação em Mateus 6,19-21 que diz: Primeira explicação: “Não ajunteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem e os ladrões assaltam e roubam”. Quer dizer, “acumulais riquezas como forma de segurança; pois sabei que a segurança não existe”. Essa segurança que se procura é uma falsa segurança. Pode falhar. Nem sempre, mas pode falhar. Em vez disso, “acumulai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os destroem, onde os ladrões não abrem buracos nem roubam”. A segurança está em Deus. E acrescenta: “Ao contrário, ajuntai para vós tesouros no céu, onde a traça e a ferrugem não destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. Pois onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração”. O nosso coração está onde sente segurança. Se temos segurança na nossa conta bancária, é quanto nos basta. Se não temos isso, temos liberdade, podemos ter o coração no devido lugar: na Santa Igreja Católica, no Senhor, porque não há outra segurança para além dessa. O ser humano é definido pelas suas seguranças e pelos seus objetivos. Se o seu objetivo é acumular dinheiro para obter segurança, está definido. Se o seu objetivo é ficar livre para poder amar, está definido. Na segunda explicação iremos compreender melhor, se utilizarmos a tradução da Nova Bíblia Espanhola de Luis Alonso Schökel, bom conhecedor do Antigo Testamento: “A abundância dá o valor à pessoa. Se és desprendido da tua pessoa, tudo bem; pelo contrário, se és avarento, toda a tua pessoa é miserável. E se, por valor, só tens a avareza, que miséria tão grande tu és!”. Como se trata de dinheiro, vemos que Jesus contrapõe a generosidade à avareza. E diz: O que é que confere valor a uma pessoa? Ser generoso, ser desprendido. E, pelo contrário, ser avarento é a miséria de uma pessoa. Continuamos assim explicando a primeira Bem-aventurança. Em que consiste ser pobre? Para além de “não ter muito”, é ser generoso, ser desapegado, ser desprendido, quer dizer, compartilhar. Não podemos ter demasiado dinheiro e, do que tivermos, temos que estar desprendidos, dispostos a ajudar os outros. Por tal forma que: primeiro, uma vida modesta e segundo, uma disposição em partilhar com aqueles que nada tem. São estes os traços dessa pobreza pela qual se opta na primeira Bem-aventurança. A terceira explicação vai ao fundo da questão. Em Mateus 6, 24 lemos: “Ninguém pode servir a dois senhores: ou vai odiar o primeiro e amar o outro, ou aderir ao primeiro e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro!” Não se pode ter dois senhores. A antiga idolatria de escolher os falsos deuses concretizou-se, à luz do Evangelho, no dinheiro: esse falso deus – que é o dinheiro - que exige a homenagem da Humanidade inteira, principalmente do deus mercado, que escraviza a Humanidade toda. Há que renunciar ao falso deus para ser fiel ao único Deus verdadeiro. Com isto explica Jesus o que é ser pobre. É optar pelo que agora chamaríamos um nível de vida modesta. E dentro do que cada um tem, ser desprendido, estar disposto a ajudar. É o partilhar próprio da comunidade cristã. E esta opção significa ser fiel ao único Deus verdadeiro.
CRÉDITOS
Texto: https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf
Imagem: https://cleoci.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/05/image001.jpg
Trilha sonora: acervo pessoal.
Continuemos a refletir juntos sobre a pergunta que a vidente Lúcia fez à Nossa Senhora: – E eu também vou para o Céu? Quantos de nós estamos dispostos a seguir o Evangelho? Quantos de nós realmente entendemos que a fé cristã deveria nos levar a buscar da vida mais do que sucesso profissional, dinheiro no bolso, alegria, festa, riso, namoros e curtição? Será que hoje a maioria das pessoas tem referência nas suas vidas? Se fizéssemos uma enquete perguntando: "Quem quer ir para o céu?" penso que a maioria, quase unânime, responderia: "Eu quero!". Mas entre querer ir e garantir, verdadeiramente, seu lugar no Reino de Deus, por toda eternidade, há uma realidade... A verdade é que "poucos entrarão nos céus porque o caminho é apertado e a porta é estreita". (Mateus 7, 13-14): As duas portas e os dois caminhos: Entrai pela porta estreita! Pois larga é a porta e espaçoso o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram! Como é estreita a porta e apertado o caminho que leva à vida, e poucos são os que o encontram! Mas, afinal, para quem é o céu? Muitos equivocadamente pensam que o céu é só para aqueles que estão diariamente com a Bíblia na mão, vão para os cultos na Igreja, cantam no ministério de louvor, profetizam, expulsam demônios... Vejamos o que Cristo Jesus nos adverte: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor! Senhor!’, entrará no Reino dos Céus, mas só aquele que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. Naquele dia, muitos vão me dizer: ‘Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizamos? Não foi em teu nome que expulsamos demônios? E não foi em teu nome que fizemos muitos milagres?’ Então, eu lhes declararei: ‘Jamais vos conheci. Afastai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade’. (Mateus 7: 21-23). Você ainda deve estar se perguntando, mas para quem é o céu, então? O céu é para pecadores como aquele ladrão da cruz, que totalmente arrependido, reconhece Cristo Jesus como único salvador e com humildade suplica: "Senhor, lembra-te de mim quando entrares no teu reino!" (Lucas 23, 42). "Nesse ponto Jesus opera o maior milagre da Cruz. Ele opera o milagre do perdão. Um criminoso encharcado de pecado é recebido por um salvador manchado de sangue". Cristo disse: "Em verdade te digo que ainda hoje estarás comigo no paraíso". (Lucas 23, 43). [...] Por tudo isso – e por mil outras razões –, Santa Teresa de Ávila repetia para si mesma: Espera, ó minha alma, espera! Ignoras o dia e a hora. Vigia cuidadosamente, tudo passa com rapidez, ainda que tua impaciência torne duvidoso o que é certo, e longo um tempo que é curto. Considera que, quanto mais lutares, mais provarás o amor que tens a teu Deus e mais te alegrarás um dia com teu Deus numa felicidade e num êxtase que não poderão jamais terminar.
Fontes (textos/créditos):
http://blog.cancaonova.com/homilia/2008/08/18/o-que-devo-fazer-para-ter-a-vida-eterna-mt-1916-22/
http://prednilsonamigo.blogspot.com.br/2012/06/por-que-voce-quer-ir-para-o-ceu.html
http://www.kairosministeriomissionario.com/2012/10/voce-quer-ir-para-o-ceu.html
http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12865
http://mentecativa.blogspot.com.br/2008/11/voc-quer-ir-para-o-cu.html
http://dramicamara.blogspot.com.br/2009/11/voce-quer-ir-para-o-ceu.html
http://themoneycamp.blogspot.com.br/2012/06/todo-mundo-quer-ir-para-o-ceu-mas.html
http://www.gotquestions.org/Portugues/Ir-ao-ceu.html
Imagem (créditos): AdobeStock_256126948_Preview
Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=4Mg5XAbGJj0. On The Water - Great Relaxing Piano
Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima e aos Apostolado Mundial de Fátima (AMF) - https://worldfatima.com/pt/
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