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Convido você a fazermos juntos algumas reflexões sobre a reparação e a devoção ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado coração de Maria que foram extraídas do Livro intitulado: FRANCISCO E JACINTA: DUAS ESTRELAS NA NOITE DO MUNDO. - Gosto tanto do Coração Imaculado de Maria! É o Coração da nossa Mãezinha do Céu! Será que você não gosta de dizer muitas vezes: Doce Coração de Maria! Imaculado Coração de Maria? Eu gosto tanto, tanto! Dizia a pequenina Jacinta uma das videntes de Fátima (Memórias I, 3a, p. 126). A pequena Jacinta tinha uma pequenina imagem do Sagrado Coração de Maria, que ela guardava para contemplar quando estava sozinha e para rezar diante dela. (Positio Ia., p. 247). Para encorajar a Jacinta a enfrentar a terrível prova da sua hospitalização, Lúcia (sua prima) disse-lhe certa vez: - É pouco tempo; podes passá-lo a pensar em Nossa Senhora, em Nosso Senhor e a dizer muitas vezes essas palavras que você gosta tanto: Meu Deus, eu Vos amo! Imaculado Coração de Maria! Doce Coração de Maria! - Isso sim! - respondeu a Jacinta com vivacidade - Não me cansarei nunca de dizê-las até morrer! E, depois hei de cantá-las muitas vezes no Céu! (Memórias I, p. 129). - Que vais a fazer no Céu? - perguntou-lhe Lúcia um dia. - Vou amar muito a Jesus e o Imaculado Coração de Maria. (Memórias I, p.63). Pouco tempo antes e ir para o hospital em Lisboa, Jacinta dizia: - Já me falta pouco para ir para o Céu. Você Lúcia, vai ficar nesta terra para dizer que Deus quer estabelecer no Mundo a devoção do Imaculado Coração de Maria. Quando for para dizer isso, não fique escondida. Diga a toda essa gente que Deus nos concede as graças por meio do Coração Imaculado de Maria; que todos peçam a Ela; que o Coração de Jesus quer que, a Seu lado, se venere o Coração Imaculado de Maria; que peçam a paz ao Imaculado Coração de Maria. Há duas conclusões que podemos tirar destes textos que nós comentamos agora a pouco. A primeira confirma a nota dominante da personalidade da Jacinta, e a sua melhor definição está expressa nestas poucas palavras que a descrevem de forma perfeita: O Imaculado Coração de Maria! Era a paixão da Jacinta! (Era uma Senhora, 7p. 252). A segunda conclusão está no final das passagens que acabamos de citar que associam o Coração de Nossa Senhora a Deus ou a Cristo Jesus. A mais bela e esclarecedora destas passagens, senão a mais teológica e a mais profética, é a última. [...] Os dois Corações de Jesus e de Maria encontram-se aqui de modo impressionante: um está trespassado por uma lança, o outro está martirizado pelos espinhos: dois Corações profundamente feridos, dois Corações abertos, como nos diz São João Paulo II, "ao amor para cada homem e para cada mulher e pelo mundo inteiro".
Fonte (texto/créditos): FRANCISCO E JACINTA: DUAS ESTRELAS NA NOITE DO MUNDO - Santuário de Fátima. A obra é da autoria do monge cisterciense Jean-François de Louvencourt. https://www.santuario-fatima.pt/pt/news/francisco-jacinta-fatima-duas-estrelas-na-noite-mundo
Imagem (créditos): https://www.americanas.com.br/produto/4383597165?pfm_carac=imagem-sagrado-coracao-de-jesus-e-maria&pfm_index=12&pfm_page=search&pfm_pos=grid&pfm_type=search_page&offerId=61a37ab1d9fd6edeec5017c4&moldura=Madeira%20branca&condition=NEW
Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=vw8XykkDZ1o. Relaxing Harp of Flowers - Prayer Pray - Tema.
Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima e ao Apostolado Mundial de Fátima - (AMF) - https://worldfatima.com/pt/
«Deus é amor» - diz o Apóstolo S. João - e, como tal, nos ama com amor eterno, ou seja, desde toda a eternidade. Esta nossa eterna presença a Deus e em Deus, nós a vemos anunciada num texto da Sagrada Escritura, que diretamente se refere à Sabedoria divina - naturalmente anterior à criação, porque nela se encontra semeada - mas que a Santa Igreja, sem dificuldade, aplica a Nossa Senhora: «O Senhor me criou, como PRIMÍCIA das Suas obras, desde o princípio, antes que criasse coisa alguma. Desde a eternidade fui constituída, desde as origens, antes que a terra fosse criada. Ainda não havia os abismos, e eu já tinha sido concebida; ainda as fontes das águas não tinham brotado; ainda não tinham se assentado os montes sobre as suas bases; antes de haver outeiros, eu já tinha nascido. Ainda Ele não tinha criado a terra, nem os campos, nem o primeiro pó da terra. Quando Ele preparava os céus, eu estava presente; quando colocava uma abóbada sobre a superfície do abismo, quando firmava as nuvens lá no alto, quando equilibrava as fontes do abismo, quando fixava ao mar o seu termo, para que as águas não ultrapassassem os seus limites; quando assentou os fundamentos da terra, eu estava com Ele (Prov 8,22-30). Por certo que, de entre todas as criaturas, nenhuma como Nossa Senhora foi tão amada por Deus, mas todos nós estivemos igualmente, desde toda a eternidade, presentes na mente de Deus, no seu Projeto Criador; e Ele criou tudo o mais por amor de cada um de nós, porque, desde todo o sempre, nos teve presente e nos amou. Temos para com Deus uma dívida de amor eterno, e só na prolongação dos séculos é que podemos ir satisfazendo esta dívida, sem nunca a saldarmos completamente, porque o amor de Deus antecipou-se e prolonga-se sempre com maior intensidade. Por isso, ninguém nem coisa alguma merece como Ele a correspondência do nosso amor. [...] Foi o amor que levou Deus a colocar cada um de nós neste mundo, a nos redimir, enviando o Seu Filho, que Se ofereceu como vítima de expiação, para pagar por nós, para reparar pelos nossos pecados. Se Deus não nos tivesse amado, não existiríamos; permanecíamos no nada. É, pois, um dever de gratidão, de reconhecimento, de justiça e de direito amar a Deus sobre todas as coisas, retribuir amor com amor, como se costuma dizer o nosso povo: Amor com amor se paga. É, pois, um ato de justiça, amar Quem tanto nos ama e de Quem recebemos todos os bens. Este nosso amor deve ser sincero e desprendido. Para que a nossa fé, a nossa adoração, a nossa esperança e o nosso amor sejam verdadeiros e agradáveis a Deus, têm que reverter a favor dos nossos irmãos, através da nossa oração, do nosso bom exemplo, das nossas palavras e das nossas obras. Temos que procurar ajudá-Ias e atraí-Ias, para os levarmos a Deus, por caminhos retos de verdade, de justiça, de paz e de amor. Digo de justiça, porque esta virtude não se deve entender só pelo lado do castigo, porque tanto é justo punir o mal, como é justo recompensar o bem.
Fonte (texto/créditos):
Apelos da Mensagem de Fátima – o Amor. TRECHOS DO LIVRO DA IRMÃ LÚCIA: APELOS DA MENSAGEM DE FÁTIMA.
Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima.
Trilha sonora (créditos):
https://www.youtube.com/watch?v=-4Nz1fuSq5Q - Deus de amor INSTRUMENTAL - Junior Vidal
Imagem (créditos):
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CONVIDO VOCÊ HOJE PARA REFLETIR CONOSCO SOBRE O PRIMEIRO TÓPICO DA PRIMEIRA BEM-AVENTURANÇA: “Bem-aventurados os pobres em espírito porque deles é o Reino dos Céus.” QUEM SÃO OS POBRES DESTA BEM-AVENTURANÇA.
1º TÓPICO: QUEM SÃO OS POBRES DA BEM-AVENTURANÇA - Deixando de lado as questões técnicas de tradução, a chave para entender esta Bem-aventurança está no significado que damos a “espírito”. E aqui espírito é o espírito humano, caso contrário Mateus diria Espírito Santo. Que significa aqui espírito?
À primeira vista pode parecer claro, mas não é assim tanto, porque tem por trás a antropologia judaica do Antigo Testamento que se prolonga para o Novo Testamento. Para o Antigo Testamento, a interioridade do homem é a sua inteligência, a sua vontade e o seu sentimento. Inteligência, vontade e sentimento constituem todos a interioridade humana que pode ser: ativa ou dinâmica e passiva ou estática. Um ato de vontade é a interioridade dinâmica, ou um ato de intuição, ou um sentimento repentino. Pelo contrário, uma disposição habitual (p. ex: uma pessoa que é amável) é interioridade estática, não dinâmica. Uma convicção que se tem, que pertence ao campo da inteligência, é estática, não é dinâmica, tal como um propósito ou um hábito que se tem toda a vida. Os judeus distinguem muito bem as duas coisas e, à interioridade estática (as convicções, os hábitos, etc.), chamam de “coração”, enquanto que à interioridade dinâmica chamam de “espírito”. Nas Bem-aventuranças aparecem os dois. Aqui é dito “os pobres de espírito”, e adiante está dito “os puros de coração”. Trata-se, pois, de um estado de pobreza que é o resultado de um ato humano. Este espírito nasce da sua interioridade que pode criar um estado de pobreza. Tem de ser um ato de vontade; o conhecimento não cria a realidade, mas sim conhece e recebe esta realidade. Também não é a vontade que decide o sentimento. Trata-se de um ato de vontade através do qual o homem ou a mulher escolhe o estado de pobreza. Assim, a tradução literal do texto de Mateus seria “Bem-Aventurados os pobres por decisão”, ou dito de uma forma mais elegante, “bem-aventurados os que escolhem ser pobres”. Esta é a primeira Bem-aventurança, uma opção que nos leva a dizer “para mim, o dinheiro não é o valor”, “o acumular de riquezas não constitui para mim qualquer valor”, “não quero acumular bens materiais”. Compreende-se melhor comparando com o indivíduo rico. O que escolhe ser rico é o que quer acumular e reter para si, o que possui e guardar para si. O pobre tem pouco; porém o pouco que tem não o guarda para si.
Se nos detivermos aqui, pode dar a impressão de que a primeira Bem-aventurança tem uns fortes traços negativos. Pobre significa ter necessidade, não possuir e, portanto, depender dos outros para viver. Mas esses traços negativos têm de ser eliminados porque aqui diz: “bem-aventurados...” e, naturalmente, não se pode ser bem-aventurado dessa maneira: Como é possível que Deus chame bem-aventurados aos que são pobres voluntariamente? Porque não se trata de pobres no sentido social da palavra. Um pobre social, um pobre comum, pode ter um desejo enorme de riqueza e, se não a alcança, é porque não pode, mas o seu ideal é ser rico. Esse não faz parte da bem-aventurança. O pobre das Bem-aventuranças é o que compreende que só mediante esta opção desaparece a injustiça no mundo. Assim temos o que escolhe essa pobreza, esse estado contra o ter muito e guardá-lo para si. Ele tem pouco e está disposto a repartir o pouco que tem. Como podemos chamar “bem-aventurado” a este? “Porque tem Deus como Rei”: esta é a razão. Pelo fato de pertencer ao Reino de Deus, de fazer parte da esfera onde Deus mostra o Seu amor, evita as consequências negativas da pobreza. Não há miséria e não há dependência, que são os aspectos negativos da palavra “pobre”. Quando alguém é pobre voluntariamente, podemos afirmar que Deus lhe diz: “tu és dos Meus, Eu cuido de ti, Eu sou o Teu Rei; tu estás no Meu Reino”; e Deus reina comunicando o Seu Espírito. Por isso, tanto faz dizer “Deus Rei” como “Deus Pai”. Têm o mesmo significado: aquele que comunica a Sua vida e o Seu amor. Assim, os que fazem parte do Seu Reino formam esse Reino e estão no ambiente do Espírito de Deus. Forma-se aí uma sociedade nova, um grupo humano novo, onde a relação é a do amor e da entrega, e não haverá nunca miséria nem dependência – porque todos os bens são compartilhados. Aí se encontra a verdadeira liberdade, a verdadeira alegria, sem as conotações negativas da dependência e da miséria. Onde Deus reina não pode haver miséria, falta de liberdade, que é a dependência dos outros. Por isso Jesus diz “bem-aventurados...” É esta a primeira Bem-aventurança. Trata-se de uma opção que tem de se tomar para entrar no Reino de Deus. É esta a porta de entrada. Uma opção de cada um, porque a opção é pessoal e essa opção é contra a riqueza “como valor ”.
CRÉDITOS
Texto: https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf
Imagem: https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf
Trilha sonora: acervo pessoal
Gostaria de conversar hoje com você sobre os convites à adoração que foram feitos pelo Anjo da Paz e por Nossa Senhora em Fátima.
Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão, para os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam.
Esta oração ensinada pelo Anjo aos 3 Pastorzinhos e rezada por eles com muita fé e com muito amor, ajudou a se encontrarem com Deus em seu grande Amor. Rezaram esta Oração muitas vezes e com o rosto prostrado no chão. Aceitaram o convite do Anjo e prometeram nunca mais esquecer.
Pouco a pouco, a vida deles foi se transformando e Deus passou a ser, para eles, o Alguém mais importante, o único importante.
Meu Deus, eu creio… rezaram eles muitas vezes sem conta! É como se dissessem:
Meu Deus, eu acredito em vós. Sei que você existe, que está vivo, que me conhece, que me ama e que cuida de mim. Sei que você me criou, por isso, eu confio em você meu Deus. Sem vós a minha vida não vale nada. Vós sois tudo para mim. Nós te adoramos. Tantas vezes os 3 Pastorzinhos rezaram assim, que o Anjo, na terceira aparição, trouxe a eles uma maravilhosa surpresa.
Quem acredita em Deus Vivo e Verdadeiro, quem escuta este Deus, quem ama este Deus, adora este mesmo Deus profundamente. E adorar a Deus é consolá-Lo, é reconhecer que Ele é Tudo para nós e que nós existimos n’Ele e graças a Ele. Adorar a Deus é amá-Lo com todo o nosso coração, com toda a nossa alma, com todas as nossas forças e com todo o nosso entedimento. Adorar a Deus é não consentir em amar ninguém mais do que a Deus, pois só Ele deve ocupar o primeiro lugar no nosso coração.
Na nossa vida há coisas belas, lindas, magníficas de que gostamos muito.
No entanto, essas coisas tão belas só valem enquanto nos ajudarem a ser felizes, pois, um dia, todas essas maravilhas da terra irão se acabar para nós. Só Deus, a maior de todas as maravilhas, permanece para sempre. Por isso, devemos amá-Lo e adorá-Lo, acima de todas as pessoas e de todas as coisas.
Os 3 Pastorzinhos compreenderam isto muito bem. Deus, para eles, foi o único e o mais importante das suas vidas. Deram a Deus todo o amor dos seus corações e só tinham um desejo: dar-Lhe alegria, escutar a sua Palavra, os seus ensinamentos e fazer a sua vontade. E a vontade de Deus para cada um deles e para cada um de nós é que amemos Deus seriamente e com muita verdade, cumprindo todos os nossos deveres para com Deus e para com todas as pessoas.
Fonte (texto/créditos):
Orai comigo - Catequese para crianças. Maria Emília Carreira www.fatima.pt/documentacao. Santíssima Trindade adoro-Vos profundamente: Itinerário Temático do Centenário das Aparições de Fátima: 1.º ciclo. Fátima: Santuário de Fátima, 2010. Estudos.
https://silo.tips/download/orai-comigo-catequese-para-crianas-4
Imagem (créditos): AdobeStock_289731373_Preview
Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=KXbC150BgdM.
Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima e ao Apostolado Mundial de Fátima (AMF) https://worldfatima.com/pt/ -
A fé é um ato pessoal: a resposta livre do ser humano à iniciativa de Deus que se revela. Ela não é, porém, um ato isolado. Ninguém pode crer sozinho, assim como ninguém pode viver sozinho. Ninguém deu a fé a si mesmo, assim como ninguém deu a vida a si mesmo. Aquele que acredita recebeu a fé de outros, deve transmiti-Ia a outros.
Nosso amor por Jesus e pelos homens nos impulsiona a falar a outros de nossa fé.
Cada crente é como um elo na grande corrente dos crentes. Não posso crer sem ser carregado pela fé dos outros, e pela minha fé contribuo para carregar a fé dos outros.
"Eu creio": esta é a fé da Igreja, professada pessoalmente por todo aquele que acredita em Deus, principalmente pelo batismo. "Nós cremos": esta é a fé da Igreja confessada pelos bispos reunidos em Concílio ou, mais comumente, pela assembleia litúrgica dos Cristãos. "Eu creio" é também a Igreja, nossa Mãe, que responde a Deus com sua fé e que nos ensina a dizer: "eu creio", "nós cremos".
"Olhai, Senhor, para a fé da vossa Igreja"
É antes de tudo a Igreja que crê e que desta forma carrega, alimenta e sustenta minha fé. É antes de tudo a Igreja que, em toda parte, confessa o Senhor, e com ela e nela também nós somos impulsionados e levados a confessar: "Eu creio", "nós cremos". É por intermédio da Igreja que recebemos a fé e a vida nova no Cristo pelo batismo. No "Ritual Romano", o sacerdote do batismo pergunta àquele que vai se batizar: "Que pedes à Igreja de Deus?" E a resposta: "A fé." "E que te dá a fé?" "A vida eterna."A salvação vem exclusivamente de Deus, mas, por recebermos a vida de fé por meio da Igreja, esta última é nossa mãe: "Nós cremos na Igreja como a mãe de nosso novo nascimento, e não como se ela fosse a autora de nossa salvação". Por ser nossa mãe, a Igreja é também a educadora de nossa fé.
Não cremos em fórmulas, mas nas realidades que elas expressam e que a fé nos permite "tocar". "O ato (de fé) daquele que acredita em Deus não pára no enunciado, mas chega até a realidade (enunciada)."
Todavia, temos acesso a essas realidades com o auxílio das formulações da fé. Estas permitem expressar e transmitir a fé, celebrá-Ia em comunidade, assimilá-Ia e vivê-Ia cada vez mais.
A Igreja, que é "a coluna e o sustentáculo da verdade" (1 Tm 3,15), guarda fielmente a fé uma vez por todas confiada aos santos. E ela que conserva a memória das Palavras de Cristo, é ela que transmite de geração em geração a confissão de fé dos apóstolos. Como uma mãe que ensina seus filhos a falar e, com isto, a compreender e a comunicar, a Igreja, nossa Mãe, nos ensina a linguagem da fé para introduzir-nos na compreensão e na vida da fé.
Fonte (texto/créditos): Catecismo da Igreja Católica.
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Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=sbQHp2_pjAM. Peder B. Helland - Hopeful - Peder B. Helland
Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima e ao Apostolado Mundial de Fátima - (AMF) - https://worldfatima.com/pt/
Diz uma linda lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem, discutiram. Um deles, ofendido, sem nada a dizer, escreveu na AREIA:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO.
Seguiram e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se.
O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se sendo salvo pelo amigo.
Ao recuperar-se pegou um estilete e escreveu numa pedra:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.
Intrigado, o amigo perguntou:
Por que depois que te bati, você escreveu na areia e agora que te salvei escreveu na pedra?
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
- Quando um grande amigo nos ofende, deveremos escrever na areia onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar; porém quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração onde vento nenhum do mundo poderá apagar.
"Só é necessário um minuto para que simpatize com alguém, uma hora para gostar de alguém, um dia para querer bem a alguém, mas precisa de toda uma vida para que possa esquecê-lo."
Fonte (texto/escrito): http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/parabolas_e_fabulas/Lenda_Arabe
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Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=eWLm-cX26Gs. Autumn Leaves piano JMAGP. Jose M Armenta.
Em todas as aparições de Fátima, Nossa Senhora repetiu: "Rezai o Rosário todos os dias", mostrando-nos que essa é a oração que mais lhe agrada e com a qual podemos obter "infalivelmente" as graças de que precisamos. Sua Santidade o Papa João Paulo II exprimia os seus sentimentos e a sua vivência na oração do Santo Rosário, com estas palavras pronunciadas a 29 de Outubro de 1978: «Oração maravilhosa na simplicidade e na profundidade! Nesta oração, repetimos muitas vezes as palavras que a Virgem Maria ouviu ao Arcanjo e à sua parente Isabel. A estas palavras associa-se a Igreja inteira. (...) Ao mesmo tempo o nosso coração pode incluir nestas dezenas do Rosário todos os fatos que formam a vida do indivíduo, da família, da nação, da Igreja a da humanidade. Acontecimentos pessoais e os do próximo e, de modo particular daqueles que nos estão mais vizinhos, que temos mais no coração. Assim a oração simples do Rosário marca o ritmo da vida humana. (...) Oração tão simples e tão rica! A todos exorto cordialmente a que a rezem. [...] Aos que dizem que o Terço é uma oração antiquada e monótona, devido à repetição das orações que o compõem, eu pergunto-lhes se há alguma coisa que viva sem ser pela repetição continuada dos mesmos atos. Deus criou tudo o que existe de modo a conservar-se pela repetição continuada e ininterrupta dos mesmos atos. Assim, para conservarmos a vida natural, inspiramos e expiramos sempre do mesmo modo; o coração bate continuamente seguindo sempre o mesmo ritmo. Os astros, como o sol, a lua, os planetas, a terra, seguem sempre a mesma rota que Deus determinou. O dia segue à noite, ano após ano, sempre do mesmo modo. A luz do sol ilumina e aquece a todos sempre da mesma forma. Em tantas plantas, brotam as folhas na Primavera, depois aparecem as flores, dão frutos e voltam a perder as folhas no Outono ou Inverno. E, assim, tudo o mais segue a lei que Deus lhe marcou, e ainda ninguém ocorreu dizer que era monótono, e aceitamos a existência dos ciclos da natureza e dos astros do céu; certamente todos nós precisamos desses ciclos da natureza para que possamos viver! Pois bem, na vida espiritual temos a mesma necessidade de repetir continuamente as mesmas orações, os mesmos atos de fé, de esperança e de caridade, para termos vida, visto que a nossa vida é uma participação continuada da vida de Deus. [...] Os que rezam diariamente o seu Terço são como os filhos que todos os dias reservam de alguns momentos para ir até junto de seu pai, para lhe fazer companhia, manifestar-lhe o seu agradecimento, prestar-lhe os seus serviços, receber os seus conselhos e a sua bênção. É o intercâmbio, é a troca do amor, do pai para com o filho e do filho para com o pai, é a dádiva mútua. Rezar o Terço diariamente nos fortalece na fé em Deus, em Cristo Jesus, no Espírito Santo e na Santa Virgem Maria, sempre tão presente em nossas vidas.
Fonte (texto/créditos): trechos retirados do Livro: APELOS DA MENSAGEM DE FÁTIMA da autoria da Irmã Lúcia.
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Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima; Apostolado Mundial de Fátima - https://worldfatima.com/pt/
Trilhas sonoras (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=PpjBOmJUahs. Daniela de Santos Ave Maria live - Daniela de Santos
Ave Maria F.Schubert (offical Video) - Franz Schwingenschlögl. https://www.youtube.com/watch?v=yLfBFJWk6dk
1ª. PRIMEIRA BEM-AVENTURANÇA: “Bem-aventurados os pobres em espírito porque deles é o Reino dos céus.” Ninguém começaria um discurso pragmático declarando ditosos (bem-aventurados) os pobres; para qualquer empresa, a abundância de bens materiais é uma grande vantagem. Se trata de conseguir adeptos, a exaltação da pobreza irá afugentá-los. Qualquer um pode compreender que Jesus Cristo, com este início, não deveria ir muito longe. Esta forma de começar situa a cada um de nós numa mentalidade e numa dinâmica oposta à do mundo. Surge, desde logo, a enorme originalidade do Reino que Cristo quer instaurar, tão contrário ao pensamento dos homens e mulheres, aos seus objetivos e aos seus planos.
Que reformador mais estranho era aquele profeta galileu! À Sua volta reunia-se um público, composto sobretudo por gente humilde, que esperava que os tempos messiânicos fossem finalmente melhorar as duras condições da sua existência e, em lugar de prometer a felicidade, como era hábito dos tribunos e dos oradores políticos de destaque, Jesus, sem nenhuma precaução oratória e como se expressasse uma verdade elementar, começou a ponderar perante os pobres os benefícios da pobreza. Passados mais de dois mil anos, o mundo continua a surpreender-se igualmente com o enunciado desta primeira Bem-aventurança. Quando o Evangelho ordena o amor e a preocupação com o pobre, todos os espíritos se inclinam: é que aqui se aconselha o amor à pobreza. Então o sentido humano, o bom sentido fica perturbado.
Será que não convém, pelo contrário, abolir a pobreza ou, pelo menos, diminuir o número de pobres? Os incrédulos olham a gente no fundo dos olhos. “Não – dizem eles – vocês estão brincando. Bem-aventurados os pobres! Pensais no que dizeis?” E outros ainda acrescentam, com menos cortesia: “Levaremos isso em conta quando os cristãos desvalorizarem o dinheiro”. Se, porém, todos soubessem o mal-estar que essa frase causa aos melhores de entre nós! Porque, inclusivamente, quando julgamos não estar apegados ao dinheiro, o dinheiro continua a subjugar-nos mais ou menos. E como nós estamos certos de que o Evangelho diz a verdade, jamais conseguiremos estar completamente tranquilos. No entanto, na interpretação desta Bem-aventurança, temos de contornar uma dupla dificuldade: a primeira seria acentuar de tal modo o seu rigor que se torne impraticável para a maioria das pessoas, todas elas chamadas, de todas as classes sociais, a ser discípulos e discípulas de Cristo. A outra dificuldade seria diminuí-la e adoçá-la ao ponto de que não se tornasse em mais do que uma virtude de fachada, hipócrita e ineficaz. Muitos cristãos fazem a seguinte pergunta: Até onde nos vincula esta exortação de Jesus à pobreza? Para compreender bem a doutrina das Bem-aventuranças, temos de retirar de uma vez por todas do nosso vocabulário a expressão “até onde?”. Não nos movemos no campo da legalidade. O Reino de Deus é o reino da liberdade. Jesus deu a todos nós um único mandamento: Amarás. Pois bem, o amor dá-se espontaneamente, não se obtém por ordem ou imposição e ignora limites, mesmo quando implica diferentes graus. Ama-se mais ou menos, mas ninguém está dispensado de amar e podemos sempre amar mais. As Bem-aventuranças não conhecem outras regras e sem esta chave de entendimento, seriam incompreensíveis. Não obstante, convém saber e lembrar que são aos pobres aos quais Jesus abre as portas do Seu Reino em primeiro lugar.
CRÉDITOS
Texto: https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf
Imagem: https://schoenstatt.org.br/2023/01/30/como-age-um-pobre-em-espirito/
Trilha sonora: acervo pessoal
A preparação da Espírito Santo. "Spiritus Sanctus superveniet in te, et virtus Altissimi obumbrabit tibi." "O espírito Santo virá em vós e o poder do Altíssimo vos cobrirá com sua sombra." (Lc 1,35). Pela Santa Comunhão renova-se de certo modo o augusto mistério da Encarnação. Quando Maria respondeu com seu Fiat à voz do Anjo, o Filho de Deus encarnou-se no seu seio. Mas o Verbo não se contentou em unir-se à mais pura das virgens e, por ela, à humanidade toda, quis ainda unir-se a cada cristão em particular. Ora, o Espírito Santo foi o operador divino da Encarnação. Preparara Maria para ser Mãe de Deus. [...] E, ao soar a hora de formar e animar o Corpo de Jesus, foi ainda o Espírito Santo que fecundou as entranhas de Maria. E, uma vez realizado esse Mistério, continuou a viver nela, cobrindo-a com sua sombra, a fim de temperar o ardor do sol divino, que ela trazia no seio. Por nossa vez, aprendamos a nos preparar à Comunhão, em união com o Espírito Santo. Foi Ele quem santificou Maria, a fim de torná-Ia digna de ser a Mãe de Deus. Embora as três Pessoas da Santíssima Trindade concorram para a santificação das almas, essa operação é atribuída de modo especial à terceira Pessoa. [...] O Espírito Santo ornou Maria com todas as virtudes e quando ela, receosa, hesitava se devia aceitar a dignidade da Maternidade Divina, por julgá-Ia incompatível com seu voto de virgindade, o Anjo, tranqüilizando-a, respondeu-lhe que o Espírito Santo, vindo a ela, nela havia de operar. [...] Mas quem receberá em mim o Verbo de Deus? Eu, tão pobre e miserável, não o posso fazer. O estado de graça em que julgo estar, talvez não esteja isento de mácula. E, posto que fosse imaculado, que vale isso em presença daquele que é Santo por excelência? Valerão minhas insignificantes virtudes?.. Mas Deus as possui todas em grau supremo. Se, portanto, eu vier sozinho receber Jesus, a recepção será bem desigual. Devo, ao preparar-me à Comunhão, unir-me ao Espírito divino, que pelo estado de graça já habita em mim. A ele compete receber Jesus. [...] Ele poderá, então, com real prazer, dar-nos seu divino Filho, sem receio de vê-Io ser mal recebido. A Nosso Senhor, causaremos ainda maior alegria. Ele, que só ambiciona dar-se a nós, gosta de encontrar um cenáculo vasto e ricamente ornado. Finalmente, agradaremos ao Espírito Santo, cuja glória está em fecundar as almas pelo amor.
Texto (créditos): O Santo Sacrifício. Livro: A Divina Eucaristia. Extratos dos Escritos e Sermões de São Pedro Julião Eymard. Volume 2. Fundador da Congregação do Santíssimo Sacramento e das Servas do Santíssimo Sacramento. Distribuidora Loyola de Livros Ltda. Palavra & Prece Editora. Editora Missão Sede Santos. Com autorização do Instituto D.D. Servas do SSmo. Sacramento da Adoração Perpétua. Irmãs Sacramentinas. Taubaté. Estado de São Paulo. Pedidos às Irmãs Sacramentinas dos 5 Volumes do Livro: A Divina Eucaristia. Extratos dos Escritos e Sermões de São Pedro Julião Eymard - Rua Cons. Moreira de Barros, 258. CEP 12.010-080 - Taubaté (SP).
Trilhas sonoras (créditos): (a) Espírito - Instrumental Praise. Musile Records. Esdras Gallo. https://www.youtube.com/watch?v=ArOY0WyieKU (b) Vinde, Espírito Santo - Vida Reluz - Piano Instrumental. Vinicius Milanez [Oficial]. https://www.youtube.com/watch?v=lRwfgrcd280. (c) Ave Maria Bach Gounod | Música de piano clássica relaxante | 1 HORA | Ave Maria Instrumental. Dea Records - Relaxing Music. https://www.youtube.com/watch?v=FW0i0sl_Wp0.
Imagem (créditos): FUNDO MUSICAL - BUSCA DO ESPIRITO SANTO. RUBENS FERNANDO. https://www.youtube.com/watch?v=-g4DChfCO4I.
Até custa falar sobre a mais nefasta e hedionda idolatria, mas há, hoje, quem adore, quem preste culto a Satanás. É uma horrível e detestável aberração quem cometa blasfêmia e sacrilégio, profanando a Santíssima Eucaristia, fazendo culto idolátrico, usando-A para bruxaria ou missas negras. Como anda o coração do homem e da mulher de hoje!!! Que mistério insondável de corrupção, de sacrílega idolatria! O Anjo da Paz continua a nos pedir, a nos ensinar a adorar a SSMA. Trindade, a prestar a nossa homenagem, a prostrar diante d'Ela o nosso coração com todo o amor que nos for possível. Quanto mais adorarmos, mais cresceremos em Deus, mais nos santificaremos, mais entraremos em comunhão com a Trindade Santa, mais Jesus Se torna a nossa pérola, o nosso tesouro, o tudo das nossas vidas. Fátima, com o ensinamento do Anjo da Paz, é lugar para aprendermos a adorar sem cessar. Com humildade, com coração pobre e humilde, tendo consciência do nosso nada, adoremos Aquele que é o Senhor, o Rei dos reis, o Senhor dos senhores. Inclinemos para Ele, e diante dele o nosso coração, a nossa alma e, também o nosso corpo como fez o Anjo da Paz e como fizeram os 3 Pastorzinhos. Quanto mais pequeninos e simples, mais pobres de coração e mais humildes, maiores aos olhos de Deus e maior a nossa adoração. Com verdade e sinceridade, olhemos para dentro de nós, examinemos a nossa vida e vejamos quantos ídolos nós temos, a quantos prestamos culto, como somos idólatras, mesquinhos, medíocres. Quanto mais adorarmos o Senhor, tanto mais Ele nos exalta. A nossa grandeza está na humildade que desabrocha em adoração, e júbilo agradecido, em alma e coração prostrados diante da beleza e da grandeza do nosso Deus. Cantemos os seus louvores, prostremo-nos aos seus pés. [...] - Trindade Santa, que habitais em nós interiormente, que fizestes morada em nosso interior, nós Vos louvamos e bendizemos, dizendo: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. - Trindade Santa, digníssima de todo o louvor e de toda a adoração, de todo o amor e de toda a reparação, nós Vos louvamos e bendizemos, dizendo: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Fonte (texto/créditos): TRECHOS DO LIVRO: ORAI, ORAI MUITO DA AUTORIA DO PADRE DÁRIO PEDROSO SOBRE A SSMA TRINDADE.
Imagem (créditos): AdobeStock_209262817_Preview
Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima; Apostolado Mundial de Fátima (AMF) - https://worldfatima.com/pt/
Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=LjgndGuy77o. Albinoni - Oboe Concerto #2 in D Minor Op. 9 - HARMONICO101
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