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By ecos de fatimaReligion & Spirituality
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Spirituality episodes

  • Você quer ir para o Céu? (III)

    Continuemos a refletir juntos sobre a pergunta que a vidente Lúcia fez à Nossa Senhora: – E eu também vou para o Céu? Quem quer ir para o céu? O Céu é o fim último e a realização de nossas aspirações. Se conhecêssemos, verdadeiramente, quem é Deus e o que significa “Paraíso”, seríamos atraídos, irresistivelmente para Deus, infinitamente mais do que acontece com a lei da gravidade. Infelizmente, ao longo da vida, tantos e tão fortes "falsos brilhos" aparecem, que, lentamente, dia após dia, nos tornamos cada vez mais cegos às “coisas do céu” e atraídos pelas “coisas da terra”. [...] A Humanidade tem sede de paz e a grande multidão de jovens mais ainda, pois, o ideal lhes fugiu das mentes e da vida. Todos correm atrás do brilho efêmero que a civilização atual lhes apresenta, mas que logo é corroído e desaparece na voragem do tempo. [...] Você quer ir para o céu? não se apresse em responder. A pergunta é para pensarmos um pouco a respeito do assunto. Quando essa pergunta é feita e é mostrado o sofrimento que haverá no inferno e o gozo que existirá no céu, rapidamente a resposta é: “É claro que eu quero ir para o céu”. A grande questão envolvida é se queremos isso porque amamos o Senhor Deus e fazemos a sua Vontade aqui na Terra e queremos viver em santidade, ou se simplesmente queremos ir para o céu por medo do inferno! O céu não é lugar para pessoas que têm medo do inferno, mas, sim, um lugar para pessoas que amam viver em santidade, de acordo com a vontade Revelada de Deus. Muitas vezes, quando se fala sobre o céu, os pregadores têm mostrado apenas um lado da questão. Só falam a respeito da paz, da felicidade, da harmonia que teremos na vida futura, mas muitos têm se esquecido de dizer que para ir para o céu devemos buscar uma vida santa, separada do pecado do mundo. De nada adianta dizer que queremos ir para o céu e viver em pecado. Não é possível ir para lá sem arrependimento, sem abandono do pecado, sem santificação, sem conversão, sem mudança verdadeira. A Bíblia nos informa que devemos seguir “a santificação, sem a qual ninguém verá ao Senhor” (Carta aos Hebreus 12,14). Mas voltemos à pergunta: “Você quer ir para o céu?”, ou melhor, mudemos um pouco a pergunta: “Você ama o céu”? Se nós realmente buscamos uma vida santa, se temos prazer no cumprimento da Lei de Deus, se buscamos diariamente sermos mais perecidos com Cristo Jesus, certamente amamos o céu e queremos ir para lá; porém, se nada dessas coisas importa e o que queremos mesmo é fugir do inferno por ter medo do sofrimento que haverá lá, devemos repensar a resposta! Quem não tem prazer na santidade não se sentiria bem no céu se pudesse ir para lá.

    Fontes (textos/créditos): 

    http://blog.cancaonova.com/homilia/2008/08/18/o-que-devo-fazer-para-ter-a-vida-eterna-mt-1916-22/

    http://prednilsonamigo.blogspot.com.br/2012/06/por-que-voce-quer-ir-para-o-ceu.html

    http://www.kairosministeriomissionario.com/2012/10/voce-quer-ir-para-o-ceu.html

    http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12865

    http://mentecativa.blogspot.com.br/2008/11/voc-quer-ir-para-o-cu.html

    http://dramicamara.blogspot.com.br/2009/11/voce-quer-ir-para-o-ceu.html

    http://themoneycamp.blogspot.com.br/2012/06/todo-mundo-quer-ir-para-o-ceu-mas.html

    http://www.gotquestions.org/Portugues/Ir-ao-ceu.html

    Imagem (créditos): AdobeStock_238167879_Preview

    Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=sbQHp2_pjAM.   Peder B. Helland - Hopeful - Peder B. Helland.

    Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima e ao Apostolado Mundial de Fátima (AMF) - https://worldfatima.com/pt/

    10 min
  • A fé - Catecismo da Igreja Católica. (III)

    A FÉ E A INTELIGÊNCIA

    O motivo de crer não é o fato de as verdades reveladas aparecerem como verdadeiras e inteligíveis à luz de nossa razão natural. Cremos "por causa da autoridade de Deus que revela e que não pode nem enganar-se nem enganar-nos". "Todavia, para que o benefício de nossa fé fosse conforme à nossa razão, Jesus Cristo quis que os auxílios interiores do Espírito Santo fossem acompanhados das provas exteriores de sua Revelação". Por isso, os milagres de Cristo e dos santos, as profecias, a propagação e a santidade da Igreja, sua fecundidade e estabilidade "constituem sinais certíssimos da Revelação, adaptados à inteligência de todos", "motivos de credibilidade" que mostram que o consentimento da fé não é "de modo algum um movimento cego do espírito".

    A fé é certa, mais certa que qualquer conhecimento humano, porque se fundamenta na própria Palavra de Deus, que não pode mentir. Sem dúvida, as verdades reveladas podem parecer obscuras à razão e à experiência humana, mas "a certeza dada pela luz divina é maior que a que é dada pela luz da razão natural".

    "A fé procura compreender": é característico da fé daquele que acredita em desejar conhecer melhor Aquele em quem pôs sua fé e compreender melhor o que Ele revelou; um conhecimento mais intenso despertará por sua vez uma fé maior, cada vez mais ardente de amor. A graça da fé abre "os olhos do coração" (Ef 1,18) para uma compreensão viva dos conteúdos da Revelação, isto é, do conjunto do projeto de Deus e dos mistérios da fé, do vínculo deles entre si e com Cristo, centro do Mistério revelado. Ora, para "tomar cada vez mais profunda a compreensão da Revelação, o mesmo Espírito Santo aperfeiçoa continuamente a fé por meio de seus dons".

    Segundo o ditado de Santo Agostinho, "eu creio para compreender, e compreendo para melhor crer".

    "Porém, ainda que a fé esteja acima da razão, não poderá jamais haver verdadeira desarmonia entre uma e outra, porquanto o mesmo Deus que revela os mistérios e inspira a fé dotou o espírito humano da luz da razão; e Deus não poderia negar-se a si mesmo, nem a verdade jamais contradizer a verdade."

    "Portanto, se a pesquisa metódica, em todas as ciências, proceder de maneira verdadeiramente científica, segundo as leis morais, na realidade nunca será contrária à fé: tanto as realidades profanas quanto as da fé originam-se do mesmo Deus. Mais ainda: quem tenta investigar com humildade e perseverança os segredos das coisas e do mundo, ainda que disso não tome consciência, é como que conduzido pela mão de Deus, que sustenta todas as coisas e o mundo, fazendo com que elas sejam o que são."

    Fonte (texto/créditos): Catecismo da Igreja Católica.

    Imagem (créditos): AdobeStock_435950026_Preview

    Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=eTTfBuzEto0.  Elegant Classical Violin - BACH concertos - Classic Academia.

    Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima e ao Apostolado Mundial de Fátima (AMF) - https://worldfatima.com/pt/

    6 min
  • As Bem-Aventuranças - Capítulo Introdutório

    AS BEM-AVENTURANÇAS - Um estilo de ser, viver e pensar - Introdução - “Vendo a multidão, Jesus subiu ao monte e sentou-se rodeado pelos seus discípulos. E, tomando a palavra, ensinava-os dizendo: Bem-aventurados...” (Mateus 5, 1-2). Passados mais de dois mil anos, continuamos a fazer destas palavras um ato de fé́ porque continuamos a acreditar n’Aquele que as proclamou; as Bem-aventuranças são a síntese da sua pregação, autêntico caminho para a humanidade, a força que faz do homem e da mulher seres humanos; são o caminho do amor sem limites. Originais, profundas, ousadas, valiosas e também inquietantes e exigentes, as bem-aventuranças resumem intensamente a nova lei; a sua vigência é tão absoluta como o próprio Evangelho e oferecem a todos nós o único projeto digno de se viver em verdade e em plenitude. As bem-aventuranças são a essência da mensagem messiânica, o cume de toda uma vida, o sinal do cristão e alternativa de vida para cada homem e cada mulher. “Quantas gerações antes da nossa já se comoveram com o Sermão da Montanha! Os primeiros a ouvi-lo levaram gravada nos seus corações a recordação de outro monte: o Monte Sinai... Estas duas montanhas, o Sinai e o Monte das Bem-aventuranças, servem para todos nós de guia, como se de um mapa se tratasse, da vida cristã e como uma súmula dos nossos deveres para com Deus e com o próximo.


    A mensagem de Jesus é nova, mas não anula a já existente, antes desenvolve ao máximo as suas potencialidades. Jesus ensina que o caminho do amor conduz a Lei à sua plenitude (cf. Gálatas 5, 14). Ele ensinou esta verdade importantíssima neste monte na Galiléia. “Bem-aventurados!”, diz Ele, “os pobres de espírito, os mansos e misericordiosos, os que choram, os que têm fome e sede de justiça, os pacíficos, os perseguidos! Bem-aventurados!”. Mas estas palavras de Jesus podem parecer estranhas. Parece estranho que Jesus exalte os que o mundo considera fracos. Ele diz-lhes, “Bem-aventurados vós que pareceis que haveis perdido, porque vós sois os verdadeiros vencedores: o Reino dos Céus é vosso!”. Estas palavras ditas por Ele, Que é “manso e humilde de coração” (Mateus Capítulo 11 versículo 29), constituem um desafio que exige uma profunda e constante “metamorfose” do espírito, uma conversão do coração. Disse Jesus: Tomai sobre vós o meu jugo e sede discípulos meus, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vós. Vós compreendereis porque é necessária esta conversão do coração! Porque tendes consciência de uma outra voz que fala dentro de vós, uma voz contraditória. É uma voz do Maligno que diz: “Bem-aventurados os soberbos e os violentos, os que prosperam a qualquer preço, os que não têm escrúpulos, os duros de coração, os perdidos, os que instigam à guerra e não à paz, os que atropelam aqueles que atravessam no seu caminho. E esta voz parece ter sentido num mundo em que triunfam com frequência os violentos e em que dá a impressão de que os desonestos são bem sucedidos. “Sim”, diz a voz do mal, “estes são os que vencem”. Jesus traz a todos nós uma mensagem muito diferente. Confiar n’Ele significa que quereis acreditar no que diz, por mais estranho que pareça, e que desprezais as seduções do mal, por mais razoáveis e atraentes que possam parecer. Jesus não proclama apenas as Bem-aventuranças. Ele vive as Bem-aventuranças. Ele é as Bem-aventuranças. Olhando para Ele, vereis o que significa ser pobre de espírito, manso e misericordioso, justo, puro de coração e perseguido. As Bem-aventuranças falam da verdade e da bondade, da graça e da liberdade: de tudo o que é necessário para entrar no Reino dos Céus. Cabe agora aos seus seguidores, serem apóstolos valentes desse Reino! ...

    CRÉDITOS

    Texto - https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf

    Imagem - https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf

    Trilha sonora: acervo pessoal

    7 min
  • A história da águia.

    A chave do sucesso está condicionada à forma como nos adaptamos às mudanças. Os líderes de sucesso sofreram essa metamorfose.

    Eles tiveram a coragem de mudar suas vidas e, portanto, seus resultados também foram transformados. Mudar definitivamente não é fácil.

    A mudança da águia

    A águia vive até 70 anos. Mas, para atingir essa idade, ela deve tomar uma decisão difícil no meio da sua vida.

    Aos 40 anos, suas unhas são muito firmes e flexíveis. Isso atrapalha a águia pegar sua presa da qual se alimenta, portanto, não tem força para sobreviver.

    Seu bico longo e pontudo se curva para alcançar o peito. Suas asas são velhas e pesadas, agora suas penas são grossas. Então voar ficou difícil.

    Então, a águia tem apenas duas alternativas: morrer ou enfrentar seu doloroso processo de renovação que dura 150 dias.

    Esse processo envolve voar para o topo da montanha e se instalar em um ninho perto de uma parede, onde não precisa voar.

    Já instalada em sua nova casa temporária, a águia começa a bater com o bico na parede até que possa ser arrancado.

    Depois de ter sofrido essa dor terrível, ela precisa esperar o crescimento do seu novo bico para poder arrancar as unhas, macias e inutilizáveis.

    Uma vez que cresçam, começará a arrancar sua plumagem antiga e pesada.

    Após cinco longos meses de dor, fome e transformação, ele deixa o ninho para enfrentar o famoso voo de renovação que lhe dará mais 30 anos de vida.

    Finalmente, a águia é um ser renovado, que estava disposto a sentir dor, fome, frio, apenas com a convicção de viver uma nova vida.

    Em nossas vidas, muitas vezes temos que nos proteger por algum tempo e iniciar um processo de renovação.

    Para embarcar em nossa fuga para o sucesso, devemos estar dispostos a pagar o preço, muitas vezes isso é acompanhado de dor, fome, desespero e medo.

    Esses motivos significam que a maioria não quer mudar sua vida. Essas pessoas não estão vivendo, estão apenas sobrevivendo.

    Devemos nos separar de tudo que não é mais útil em nossas vidas, isso inclui hábitos, costumes, pensamentos, ações, lembranças do passado e até pessoas.

    Somente livres do peso de nosso passado podemos tirar proveito do valioso resultado que a renovação traz para nossas vidas.

    Você é uma águia invencível, capaz de enfrentar a dor e superar as adversidades. O mundo precisa de você e você conseguirá fazer coisas ainda maiores em sua vida, se estiver disposto a mudar. Solte suas novas asas e pegue o vôo para sua nova vida.

    Muitas vezes decidimos optar pelo fracasso ou ousamos buscar a vitória. Já ouviu uma citação que dizia: “No mundo existem dois tipos de pessoas, aquelas que têm sucesso e as que se sentam para ver como os vencedores correm diante deles”?

    Autor: Arturo Quijano

    Donte (texto/créditos): https://quizlandia.club/historia-da-aguia/

    Imagem (créditos): https://quizlandia.club/historia-da-aguia/

    Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=uOIHHMnI_Ig. Leo Rojas - Der einsame Hirte (Videoclip) - LEO ROJAS - official.

    5 min
  • Amai-vos uns aos outros...

    Continuemos a falar sobre o amor. O Evangelho é muito claro quando nos indica o mandamento do amor: «Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei». E mais ainda quando nos diz: «Amai os vossos inimigos». E o grandioso testemunho de Jesus é que a maior prova de amor é dar a vida por aqueles que se ama. Pedir perdão pelos que não amam é, antes de pedir perdão por nós mesmos, porque muitas vezes faltamos ao amor para com Deus e para com o próximo. Criados à imagem e semelhança de Deus que é Amor, a nossa vida só tem sentido no Amor. Só seremos santos se amarmos. Só seremos felizes se amarmos. Só o amor nos torna mais semelhantes a Deus, nos faz mais identificado com Ele. Quanto mais amarmos, mais divinizados ficamos. Por outro lado, amar a Deus e ao próximo é um dom que só o Espírito Santo nos pode conceder; não nasce só da nossa boa vontade. Só a graça, e tudo é graça, nos pode lançar numa vida de amor cada vez mais perfeito. Devemos considerar que Deus é digno de todo o amor. Amá-Lo com toda a alma, todo o entendimento, todo o coração, toda a generosidade. Ele merece todo o amor. Esta é a nossa luta diária: o amar mais, cada vez mais do que ontem, de não desistir de amar.  É urgente a graça de pedir amar mais. Se o amor é dom, se não nasce de nós, se vem do Alto, precisamos pedir este dom. Só o Senhor nos pode conceder esta graça imensa, grandiosa, de um amor cada vez mais universal, mais forte, mas generoso. [...] Deus é amor: É incondicional.  Deus é amor, e seu amor é bem diferente do amor humano. O amor de Deus é incondicional e não está fundamentado em sentimentos e emoções. Ele não nos ama por sermos amáveis ou por fazermos Ele se sentir bem; Ele nos ama porque Deus é amor. Ele nos criou para que tenhamos um relacionamento de amor para com Deus, por isso sacrificou Seu único Filho (que morreu por nós de bom grado) para restaurar esse relacionamento que foi quebrado pelo pecado original.

    Fonte (texto/créditos):

    TRECHOS DO LIVRO: ORAI, ORAI MUITO. PADRE DÁRIO PEDROSO. MEU DEUS, EU VOS AMO.

    Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima.

    Imagem (créditos):

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    Trilha sonora (créditos):

    https://www.youtube.com/watch?v=MWgQXlSQ7Dk - 2 horas de concertos para violino de Bach | Música barroca clássica | Foco Leitura Estudar -

    Classical Tunes | Música Clássica Para Todos.

    8 min
  • MENSAGENS DE NATAL E DE ANO NOVO.

    Natal é tempo de celebrar a chegada do Menino Jesus em nossos corações e oportunidade de estarmos reunidos em família e com pessoas a quem amamos. Na dimensão de uma festa cristã, o nascimento de Jesus nos leva a contemplar o gesto, a determinação histórica e o amor concreto de Deus pela humanidade. Podemos entender que a humanização, ou a encarnação do divino é a consolidação do profetismo de todo o Antigo Testamento. Isto faz coro com a Aliança feita com Abraão, sustentada pelos profetas e agora, selada no Natal.


    Natal sugere exaltação da vida, a elevação do ser humano, com possibilidade de encontro da pessoa com Deus, em Jesus Cristo, feito homem. É a eminência da libertação, da paz, da salvação e de júbilo, mudando a sorte do povo. É mudança de história, não só na vida dos judeus, mas para todo o mundo cristão. Ficou a marca de um passado de figuras e um presente como acontecimento de vida.

    As festas natalinas devem abrir os corações para acolher a chegada do Menino Jesus, a possibilidade da paz, mesmo dentro do clima preocupante do momento mundial e ante as hostilidades contra a fé cristã. O desalento e desespero de muitos pode justificar a perda de fervor dos cristãos nas comunidades. Mas é possível ser diferente ao fazer uma leitura atenta dos sinais que acompanham o Menino Jesus. A celebração do nascimento de Jesus Cristo abre o Tempo do Natal e se estende por oito dias, durante a Oitava do Natal. Assim, a solenidade continua a ser celebrada, como um mesmo dia, entre os dias 25 de dezembro e 1º de janeiro. “A oitava nos convida para vivermos o nascimento de Jesus em nosso coração e em nossa vida. Essa vivência acontece pelo reconhecimento do ‘Menino de Belém’ como nosso Salvador; pela participação nas celebrações natalinas; pela atitude de serviço e pelo amor fraterno. Cada um poderá descobrir como Cristo vai nascer em sua vida e na sua comunidade”. Além da solenidade do Natal, há durante a Oitava de Natal a solenidade de Maria, Mãe de Deus, no dia 1º de janeiro. Já as festas da Oitava de Natal são a de santo Estevão, são João Apóstolo e Evangelista, dos Santos Inocentes e da Sagrada Família. O tempo da Oitava de Natal é exatamente para conseguirmos olhar para a nossa realidade de hoje, onde efetivamente vai acontecendo o grande mistério da encarnação. Ainda com o Natal no coração, nos voltamos para o novo ano prestes a iniciar. Feliz ano novo, ou próspero ano novo, desejamos. O que seria um feliz e próspero ano novo? Ano novo feliz é renovar a compreensão do sentido positivo da vida, e lutar por ela.

    Feliz Natal e abençoado Ano Novo!

    CRÉDITOS:

    FONTES:

    https://www.cnbb.org.br/mensagem-de-natal-e-ano-novo/

    https://www.cnbb.org.br/celebracao-do-natal-se-estende-por-oito-dias-com-a-oitava-de-natal-ate-o-dia-1o-de-janeiro/

    https://www.cnbb.org.br/natal-de-novo/

    https://www.cnbb.org.br/ano-novo-feliz/

    https://blog.cancaonova.com/redacao/um-natal-e-um-novo-ano-repleto-de-bencaos/

    IMAGEM: AdobeStock_305155787_Preview

    TRILHA SONORA:

    https://www.youtube.com/watch?v=brLo0jL4GN4. Músicas de Natal Instrumental - Tradicional Christmas Music - Piano Instrumental

    15 min
  • Exame de Consciência. III

    1 - Faça um exame de consciência. É muito importante que você saiba o que dizer para o padre na hora de se confessar. Tire um tempinho para fazer um "exame de consciência", ou seja, para refletir sobre as suas ações. Tente se lembrar do que fez desde a última confissão, desde os pecados mais inofensivos aos mais graves. Faça uma oração e peça ajuda ao Espírito Santo, se precisar. Continua sem saber por onde começar? Aqui vão algumas perguntas que você pode se fazer:

    Eu desobedeci algum dos mandamentos?

    Fui negligente com a minha fé?

    Deixei alguma coisa me influenciar mais do que Deus?

    Neguei ou duvidei da minha fé?

    Machuquei alguém de propósito ou por acidente?

    Rejeitei alguma parte da minha fé?

    Perdoei o próximo?

    Quais foram as causas dos meus pecados? Quais são as tentações que me cercam?


    2 - Entenda a diferença entre um pecado mortal e um venial. Praticamente todo mundo comete pecados veniais com frequência. Embora deva sempre buscar o perdão de Deus, não há motivo para se envergonhar dessas ações. Os pecados veniais são aqueles cotidianos, como mentir para um amigo para escapar de uma festa, usar o nome de Deus em vão etc. Já os mortais são bem mais graves. Existem três fatores que constituem um pecado mortal:

    Ele deve ser uma ação grave.

    O pecador deve ter plena compreensão do que estava fazendo no momento da ação.

    O pecado deve ser cometido de livre-arbítrio.


    3 - Reze para ser honesto e penitente. É sempre bom rezar um pouquinho antes de se confessar. Peça a Deus para que tudo corra bem, que você não se esqueça de nada e que a sua penitência seja verdadeira e significativa. Entre no confessionário com a melhor das intenções.

    A confissão consiste basicamente em honestidade, perdão e dedicação plena. Pode ser que você só consiga chorar e dizer baixinho "Eu machuquei um amigo". Isso é infinitamente melhor do que listar todos os pecados que você cometeu sem o menor arrependimento. Mostre-se sempre verdadeiro e temente a Deus. O essencial é a contrição, ou seja, a rejeição do pecado.


    [...] Jure lealdade a Deus. Ninguém espera que você viva para sempre livre de pecado. Deus sabe muito bem que isso é impossível. Tudo o que Ele quer é que você evite tentações e não encare a confissão como uma desculpa para pecar. Não é para isso que ela serve! O objetivo da confissão é levar a humanidade para mais perto de Deus, mesmo com todas as imperfeições. O Senhor só espera que você dê o seu melhor.

    Nos próximos dias e semanas, tente se lembrar do lugar que Deus ocupa na sua vida e buscar formas de viver conforme a vontade do Senhor. Leia a Bíblia para se inspirar e converse com pessoas tão devotas quanto você. Ou, em outras palavras, ame e sirva o Senhor - o seu Senhor.


    Textos (adaptações - créditos): https://comunidadesantarosa.com.br/2022/04/02/videos-exame-de-consciencia-para-uma-boa-confissao/

    https://pt.wikihow.com/se-Confessar


    Imagem (créditos): AdobeStock_476104771

    Trilha sonora: arquivo pessoal.

    2 min
  • Presépio.

    Texto: compilações da internet

    Trilha sonora: acervo pessoal

    Imagem: acervo pessoal - Santuário de Fátima - Portugal

    3 min
  • Natal: Deus "É" Encarnação

    “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1,14). Nenhuma palavra consegue expressar com profundidade o mistério do Natal que estamos celebrando. Talvez o melhor seria aplicar o provérbio oriental: “Se tua palavra não é melhor que o silêncio, cala-te”. Só no silêncio podemos compreender a Encarnação e o Nascimento de Jesus. O que devemos descobrir não pode vir de fora, mas deve surgir do mais profundo de nós mesmos. Falamos de uma noite surpreendente, mas para a contemplação. Sem esta contemplação, permanecerá um vazio interior, sem nenhum sentido religioso. O valor desta festa depende de nossa atitude. Nada substituirá o itinerário para o centro de nós mesmo. Só ali acontece o mistério; só no mais profundo de nós mesmos descobriremos a presença de Deus. O que celebramos, na noite de Natal, é precisamente isso: o “sublime Mistério da Encarnação de Deus” em cada coração humano e em todo o Universo. Afirmar que “Deus se fez carne” é quase uma heresia. Segundo a mentalidade que foi se propagando no cristianismo Deus é o Absoluto e não pode ser “contagiado” com a matéria corporal. No entanto, a partir da Revelação bíblica, a Encarnação é Deus dentro de nós e dentro de toda a Realidade existente, sem se confundir ou desaparecer no que é perecível, no transitório. Este é o grande “milagre” de Deus. “O Verbo se faz carne” na pessoa de um Menino que, dentro de sua corporeidade e sua realidade como ser humano verdadeiro “interioriza Deus na Humanidade”. Deus já veio, está vindo deste sempre; só o esperamos e o celebramos seu Nascimento de um modo simbólico, religioso, fraternal. Por isso, o Natal é tão inspirador e nos enche de paz, por saber que carregamos Deus dentro de nós, embora nem sempre saibamos disso, nem O vejamos. Deus deixa de ser o eterno desconhecido para se tornar “Emanuel”, Deus conosco. Já estamos salvos porque Deus se “encarnou” em nós, em todos: sem distinção de credo religioso, raça, língua, época em que se viva, idade que tenhamos, etc. “Assim novamente encarnado”, nos diz S. Inácio nos Exercícios Espirituais (n. 109). Encarnação permanente. E por isso nos felicitamos, porque não somos órfãos, nem estamos perdidos em um Universo imenso, mas porque Deus é nosso cúmplice, o melhor avalista de que nossa vida é já Vida n’Ele. O Verbo não fez uma experiência de homem, mas, antes, “se humanizou”, se fez “carne”, na expressão de João (1,14). Mas é “Carne” que podemos ouvir, que podemos ver com os olhos, que podemos contemplar ou apalpar com as nossas mãos (1Jo. 1,1); “carne” de presépio e de patíbulo, “carne” de ternura e de coragem, “carne” de trabalho e de descanso; “carne” de homem e de mulher, “em tudo semelhante a nós”. Na oração: No Natal, diante do “Deus Ternura”, nossas reservas de bondade, compaixão, inocência, mansidão... são ativadas para dizer “sim” ao incompreensível Amor... Alargue seu interior para acolher a surpresa permanente da Encarnação d’Aquele que, em sua humanida-de, iluminou e deu sentido a tudo o que é humano. Mergulhe na contemplação do “mistério da Encarnação” e deixe ressoar o chamado a ser “presença encarnada” neste mundo tão carente de vida, de beleza, de humanização... Desejamos a todos(as) um inspirado Natal!

    Créditos:

    TEXTO (autor): Pe. Adroaldo Palaoro sj

    https://centroloyola.org.br/revista/outras-palavras/espiritualidade/2707-natal-deus-e-encarnacao

    IMAGEM:

    https://centroloyola.org.br/revista/outras-palavras/espiritualidade/2707-natal-deus-e-encarnacao

    Imagem: adoração dos pastores -

    TRILHAS SONORAS:

    https://www.youtube.com/watch?v=jiYEclkLulo Melhores musicas Natalinas canções de natal instrumental relaxante com som piano violino

    https://www.youtube.com/watch?v=ncjuqj0WN6s. Música de Natal instrumental • Versões em piano de músicas tradicionais de Natal - Soothing Relaxation

    10 min
  • Oração e sacrifício.

    O sacrifício e a oração tem um valor infinito quando unidos a Jesus. Jesus nos ensina que as almas só se salvam pelo sacrifício e pela oração. Que pelos nossos sofrimentos e orações, unidos aos sofrimentos e orações de Jesus, podemos salvar mais almas que os missionários apenas pelos ensinamentos e sermões. Dessa forma, Jesus nos mostra como os sacrifícios que realizamos, sejam eles grandes ou pequenos são importantes para a salvação das almas. Deus não despreza nada daquilo que fazemos, daquilo que investimos e oferecemos pela salvação das almas. Tudo para ele é importante. Orações, sofrimentos, trabalhos e sacrifícios. A oração e o sofrimento adquirem um valor infinito quando nós o unimos ao sofrimento redentor de Jesus na cruz. Se não reclamarmos nem murmurarmos, mas sofrermos com paciência os limites que a vida nos impõe, suportarmos com paciência a fraqueza do nosso próximo e sofrermos as demoras de Deus, estaremos acumulando méritos infinitos que poderão salvar muitas almas. Deus está nos pedindo que vivamos assim.


    Fonte (créditos) - Autoria: Padre Antonio Aguiar. https://formacao.cancaonova.com/igreja/ano-da-misericordia/divina-misericordia-sacrificio-e-a-oracao/

    Trilha sonora (créditos): Vem e eu mostrarei (Waldeci Farias / J. Braga). Piano: Alexandre Gomes. Momentos de Reflexão. Paulus.

    Imagem (créditos): Adobe Stock - AdobeStock_124124475

    3 min

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