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No Fala Mulher desta semana vamos receber a Ana Vieira, uma jovem linda que fez uma imigração do Brasil para o exterior. Ela mora hoje nos EUA por uma questão profissional, é mineira de BH, economista, com passagem por várias empresas na área. E ela vai nos contar como se organizar financeiramente para realizar sonhos.
No programa "Fala Mulher’’, a jornalista Vera Lima aborda o tema do mercado de trabalho para mulheres na engenharia, com a presença de Maria Helena Barbosa, engenheira eletricista e 1ª secretária do Sindicato dos Engenheiros de Minas Gerais (Senge/MG). Maria Helena compartilha sua trajetória de formação e carreira, destacando a pouca presença feminina durante seu curso de engenharia na Universidade Federal de Uberlândia, onde apenas 10 mulheres estavam entre os 100 alunos e não havia professoras. Ela enfrentou preconceitos, incluindo a insinuação de que mulheres tinham dificuldades com raciocínio lógico, mas sempre contou com o apoio de seus pais para seguir seus sonhos. Um episódio simbólico de exclusão institucional ocorreu quando sua carteira profissional foi emitida com o título de "engenheiro". Somente após a criação oficial do termo "engenheira", ela conseguiu retificar seu registro, evidenciando a institucionalização da exclusão de mulheres no mercado.
Maria Helena destaca que as mulheres, ao escolherem a engenharia, frequentemente se preparam mais que os homens, buscando capacitação adicional como cursos técnicos e pós-graduação. No entanto, ela reconheceu que tanto o sindicalismo quanto a engenharia ainda são ambientes predominantemente masculinos, apesar da crescente discussão sobre a participação e igualdade das mulheres. Ela enfatiza a necessidade de naturalizar a competência das mulheres em processos internos e coletivos e ressalta que a união através de sindicatos é fundamental para que a voz das mulheres seja ouvida e para exigir equidade de gênero.
No Programa Fala Mulher desta semana estamos com uma convidada muito especial. Vamos mergulhar no universo da mentalidade positiva e do empoderamento feminino com uma mulher incrível, Lilian Arcanjo. Ela é uma mentora que tem transformado a vida de muitas mulheres, guiando-as para o sucesso em todas as áreas de suas vidas.
Quer saber mais sobre como dominar sua mente, ser uma pessoa mais grata e alcançar seus objetivos? Então siga @lilianarcanjooficial nas redes sociais.
O programa "Fala Mulher" desta semana, apresentado pela jornalista Vera Lima Bolognini, terá a presença da nutricionista Virgínia Brognara. Com sua vasta experiência em nutrição, saúde e educação, Virgínia irá compartilhar valiosas informações sobre a importância de uma alimentação consciente. Em tempos de rotinas corridas que frequentemente nos levam a escolher alimentos pouco saudáveis, ela mostrará como é possível manter uma dieta rápida, saborosa e nutritiva.
Durante o programa, Virgínia Brognara oferece dicas práticas e acessíveis para incorporar hábitos alimentares saudáveis na rotina diária, destacando a importância do planejamento e da consciência alimentar. Ela explica como escolher alimentos que mantêm a energia e disposição ao longo do dia, evitando opções industrializadas e pouco nutritivas. Virgínia enfatiza a necessidade de variar as receitas para não cair na monotonia e como ler corretamente os rótulos dos alimentos para tomar decisões mais informadas.
A nutricionista também aborda a importância de incluir proteínas em todas as refeições, especialmente no café da manhã, para evitar o estado de estresse metabólico causado pela baixa ingestão de nutrientes nobres. Virgínia discute as mudanças alimentares ocorridas após a década de 1970, quando a dieta passou a ser dominada por produtos industrializados, e como voltar a uma alimentação baseada em alimentos naturais pode beneficiar a saúde. Ela também destaca a relevância da hidratação adequada, especialmente para as mulheres acima dos 40 anos, e como a perda de sensibilidade à sede pode ser um sinal de desidratação.
Não perca esta oportunidade de transformar sua alimentação e, consequentemente, sua qualidade de vida com as orientações da especialista Virgínia Brognara.
No programa "Fala Mulher" desta semana, a jornalista Vera Lima Bolognini recebe a nutricionista Virgínia Madureira, que compartilha seu vasto conhecimento em nutrição, saúde e educação. Virgínia, que nasceu em Belo Horizonte, é casada há 19 anos e mãe de dois filhos. Ela e seu marido decidiram fazer uma aventura pelo Brasil após o casamento, mudando-se para Tocantins no final de 2005, onde viveram por 16 anos. Atualmente, Virgínia tem um consultório e atende pacientes com foco na nutrição consciente.
Virgínia destaca a importância de uma alimentação rápida e saudável, sem abrir mão do sabor e dos nutrientes necessários para o bem-estar. Em tempos onde a correria do dia a dia muitas vezes nos leva a optar por alimentos pouco saudáveis, Virgínia oferece dicas práticas e acessíveis para incorporar hábitos alimentares mais saudáveis na rotina diária. Ela enfatiza a importância do planejamento e da consciência alimentar para manter a energia e a disposição ao longo do dia, evitando opções industrializadas e pouco nutritivas.
Durante o programa, Virgínia explica que todas as refeições devem conter proteína, um nutriente essencial para o corpo. Ela alerta que o consumo insuficiente de proteína pode levar o corpo a um estado de estresse, diminuindo o metabolismo para economizar energia. Virgínia ressalta que a alimentação atual é rica em carboidratos, mas é necessário moderar seu consumo e equilibrar com a proteína. Ela menciona que antigamente as pessoas consumiam mais ovos no café da manhã, enquanto hoje prevalecem alimentos ricos em carboidratos, como pães e bolos.
Virgínia também critica a tendência moderna de comer a cada três horas, um hábito promovido pela indústria alimentícia. Segundo ela, nossos antepassados comiam no máximo três refeições por dia. Ela afirma que produtos alimentícios industrializados são ricos em amido e pobres em nutrientes, o que não gera saciedade. Virgínia recomenda consumir mais proteínas, como carne, ovos e iogurte natural, que ajudam a controlar o apetite de forma saudável. Ela também menciona a necessidade de suplementação de vitamina B12 para veganos, já que essa vitamina só é encontrada em carne vermelha.
No programa Fala Mulher desta semana falaremos sobre um tema de extrema importância: a Esclerose Tuberosa(ET). Conhecida por afetar 1 em cada 6.000 pessoas, essa doença traz diversas complicações, como crises convulsivas e tumores em órgãos vitais. Para conversar sobre esse assunto, recebemos Márcia Silva, presidente da Associação Brasileira de Esclerose Tuberosa (ABET), pioneira tanto no Brasil quanto no mundo. Márcia está aqui para compartilhar sua experiência pessoal ao receber o diagnóstico de sua filha e falar sobre as iniciativas da ABET, como a luta pelo reconhecimento da doença e a importância da conscientização. Vamos entender mais sobre a ET, o trabalho da ABET e como o diagnóstico precoce pode fazer diferença na vida dos pacientes. Márcia, me conta um pouquinho da sua história para quem tá ouvindo possa te conhecer, porque eu sei que é uma história grande e bonita e que você é uma batalhadora desde sempre.
Para saber mais sobre a Esclerose Tuberosa e apoiar a ABET, visite o site oficial da associação. Não perca também o projeto de lei 4773/23, em análise no Senado, proposto pelo senador Flávio Arns, que busca instituir o Dia Nacional de Conscientização sobre a ET em 15 de maio. Se você ou alguém que conhece foi diagnosticado com Esclerose Tuberosa, saiba que existem tratamentos e uma comunidade pronta para te ajudar. Lembre-se: você não está sozinho nessa luta!
Fala Mulher - Simone Presotti (parte 2)
No programa Fala Mulher desta semana, a segunda parte da entrevista com a musicoterapeuta Simone Presotti fala mais profundamente sobre o mundo da musicoterapia e seu impacto no tratamento de crianças com autismo. Simone compartilha uma série de insights sobre como a música pode ser uma ferramenta poderosa para estimular a criatividade, promover a interação e ajudar no desenvolvimento das habilidades linguísticas e motoras dessas crianças.
Ela destaca a importância de abordar a música de maneira criativa e flexível, adaptando-a às necessidades individuais de cada criança. Por exemplo, ao cantar a música "O Sapo não lava o pé", explica como é possível variar a forma de cantar para trabalhar diferentes pontos de articulação e estimular a audição de maneiras únicas. Essa abordagem não apenas torna a terapia mais eficaz, mas também ajuda a evitar a rigidez e inflexibilidade muitas vezes associadas ao autismo. Ela também alerta sobre os potenciais riscos da música mal aplicada, especialmente para crianças com autismo que podem ter comorbidades, como crises epilépticas. É preciso considerar os estímulos sensoriais e evitar instrumentos ou sons que possam desencadear reações adversas.
Além de sua prática clínica, Simone compartilha seu compromisso em disseminar seu conhecimento e experiência. Ela lançou um álbum no Spotify com músicas autorais desenvolvidas especificamente para auxiliar no tratamento de crianças com autismo. Essas músicas são o resultado de anos de prática clínica e improvisação, projetadas para promover interação e desenvolvimento. Formada em psicologia há 35 anos, está empenhada em espalhar sua expertise, especialmente a partir de 2022, concentrando-se em abordagens práticas e acessíveis, oferecendo workshops presenciais e oficinas.
Para aqueles interessados em entrar em contato com Simone, seu Instagram (@simonepresotti) e seu site (www.simonepresotti.com.br) oferecem informações sobre seus livros, produtos e serviços. Além disso, ela está disponível para contato através do WhatsApp do Espaço Musicoterapia BH (31) 98526-1560, pronta para atender às demandas e compartilhar seu conhecimento com aqueles que buscam apoio e orientação na área da musicoterapia.
O programa Fala Mulher desta semana recebe Simone Presotti, uma profissional apaixonada pela música e dedicada à área da musicoterapia, especialmente no atendimento a crianças com autismo. Com uma trajetória que mescla a psicologia e a música, Simone encontrou na intervenção musical uma forma poderosa de auxiliar no desenvolvimento e na terapia de crianças com autismo e outras condições neurológicas.
Simone compartilha sua jornada, desde sua formação em psicologia até sua especialização em musicoterapia, destacando como a música sempre foi uma aliada fundamental em sua vida. Sua expertise vai além do trabalho com autista. Ela já trabalhou com idosos, pessoas com Alzheimer e até mesmo com pacientes em estado de coma, mostrando a versatilidade e a eficácia da musicoterapia em diferentes contextos.
É importante ressaltar que a musicoterapia não se resume a simplesmente tocar música; é uma disciplina complexa que requer formação específica e compreensão profunda da interação entre música e saúde. O consultório de um musicoterapeuta é um ambiente rico em instrumentos musicais, onde os pacientes são incentivados a participar ativamente do processo terapêutico, explorando a música como uma ferramenta para melhorar cognição, motricidade e até mesmo composição musical.
Além de sua atuação clínica, Simone Presotti também é uma voz ativa na comunidade acadêmica, contribuindo com teorias e práticas sobre o uso da musicoterapia em condições como paralisia cerebral. Seu recente lançamento, o livro infantil "A Cigarra Musicoterapeuta", é uma prova de seu compromisso em educar e capacitar mães, terapeutas e profissionais sobre a importância da música no processo terapêutico. Ela não apenas oferece terapia para seus pacientes, mas, também promove workshops e eventos presenciais para compartilhar seu conhecimento e permitir que outros experimentem e aprendam sobre os benefícios da musicoterapia.
No programa desta semana, o Fala Mulher recebeu Inara Ruas, secretária-geral do Sindicato dos Enfermeiros do Rio Grande do Sul(SERGS), diretora da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE) para a região Sul e, no dia 18 de abril de 2024, foi eleita presidente do Conselho Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul.
Durante a entrevista, Inara destacou a importância da atuação sindical na representação de mais de 30 mil enfermeiros/as em um estado com 497 municípios. Como secretária-geral do SERGS, sua atuação se estende por todo o estado, participando de atos públicos e audiências, demonstrando a amplitude do sindicato e sua relevância para a categoria.
Além disso, sua recente eleição como presidente do Conselho Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul representa um marco histórico, sendo a primeira enfermeira a ocupar esse cargo. Inara ressalta a responsabilidade civil com a sociedade gaúcha e os usuários do sistema único de saúde, coordenando o trabalho de 44 conselheiros e fiscalizando a execução das políticas públicas de saúde. Entre os desafios enfrentados pela categoria, destaca a implementação eficaz do piso salarial da enfermagem e a luta pelas 30 horas de trabalho semanais. Ela enfatiza que o piso não é um teto, mas sim um salário-base que deve ser respeitado em todos os locais onde há profissionais da enfermagem. Além disso, chama a atenção para a importância da sindicalização e mobilização da categoria para garantir melhores condições laborais e valorização profissional.
Inara também aborda a perda de contribuição sindical após as reformas trabalhistas de 2017 e destaca a necessidade de fortalecer os sindicatos para que continuem lutando pelos direitos da categoria. Ela convida os/as enfermeiros/as a se sindicalizarem e a se engajarem nas causas e propostas dos sindicatos, ressaltando que é através da união e mobilização que conquistas podem ser alcançadas. Para acompanhar mais sobre as ações da categoria e da FNE, siga o perfil @portalfne no Instagram.
Esta semana, o programa Fala Mulher traz uma entrevista com Nilza Rocha, enfermeira de Juiz de Fora/MG e conselheira fiscal do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Minas Gerais (SEEMG). Nilza compartilhou sua recente experiência ao tomar posse no Conselho Municipal de Saúde de Juiz de Fora, em 16 de abril de 2024. Ela destacou a importância da atuação dos enfermeiros no conselho, participando de debates importantes como a implementação de um novo horário nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Juiz de Fora e a aprovação do plano municipal de saúde.
Nilza enfatizou a necessidade de união da categoria de enfermagem, que enfrenta desafios como a falta de um piso salarial adequado e questões administrativas que impactam a prática profissional. Ela destacou que os enfermeiros de Juiz de Fora, tanto técnicos quanto auxiliares, não recebem o piso salarial adequado e isso impacta negativamente seus salários, principalmente após reajustes baseados no IPCA. Além disso, comentou sobre a sobrecarga de trabalho enfrentada pelos enfermeiros, que atuam tanto na assistência quanto na gestão, e ressaltou que uma jornada de 30 horas semanais poderia melhorar a qualidade de vida dos profissionais.
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