Surf de Mesa

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By FlamboiarSports
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Surf de Mesa episodes

  • 130 - Preconceito x liberdade | O dilema das verdades atribuídas ao surf
    Se o surf fosse uma pessoa e comportasse dentro de um só ser todas as verdades atribuídas a ele, seria um alguém de personalidade, no mínimo, perturbada. Sim, com essa polêmica levantada por Rapha Tognini, esse episódio do Surf de Mesa, gravado em pleno dia do psicólogo, adentrou aos meandros da análise completamente amadora dessa entidade etérea denominada "o surf".

    Surf é saúde? Aloha? Progressivo? Soul surf? Retrô? Clássico? Com leash? Sem leash? Natureza? Consumo? Liberdade? Coragem? Medo? Sossego? Desafio? Poliuretano? Química? Tóxico? Surfista de verdade? Haole? Local? Prego? Good vibes? Localismo? Acessível? Exclusivo? Caro? Barato? Lifestyle? Esporte? Religião? Corpo? Alma? Espírito? Vício? Amor? Cura? Afff... Daria pra encher um caderninho com todos os delírios e contradições que a turma curte transformar em lado A e lado B.

    Mas nesse episódio, nosso trio de vozes tenta driblar tantos atributos para compreender, afinal, o que resta de essencial a esse tema que tanto movimenta e comove a todos nós. Quer um spoiler? Deu encrenca e ninguém sabia mais por onde seguir. Até que a iluminação veio: o surf é "de um tudo", e cagar regra é recurso que diz mais sobre quem afirma do que sobre o surf em si mesmo.

    Chega mais e faz o surf do teu jeito... Só não deixa de clicar aqui pra ouvir essa viagem coletiva sobre algo que não pertence a ninguém e é de todo mundo ao mesmo tempo.
    39 min
  • 129 - O haole que determinou a cultura do surf moderno
    Dois episódios atrás, quando falamos sobre Duke Kahanamoku, recebemos pedidos de mais episódios sobre personagens fundamentais na história do surf.
    Por isso, neste Surf de Mesa emendamos a conversa sobre Tom Blake, que não só teve forte influência de Kahanamoku, como se igualou em feitos históricos relevantes que determinaram os rumos do surf. Nada mal para um haole, hã?

    Atleta das modalidades aquáticas - além do surf, a natação e o paddleboard, Tom Blake foi responsável por avanços fundamentais nas técnicas de construção de pranchas e inventou soluções que influenciam no desenvolvimento do surf até hoje, como as quilhas e a caixa estanque. Mas, antes de tudo, sua personalidade livre, nômade e a relação profunda que nutriu com a natureza estabeleceu os valores sobre os quais se moldou o estilo de vida que ditou a construção da cultura surf ao redor do mundo.

    Quer conhecer mais sobre o haole mais importante da história do surf? Dá o play aqui e rema junto com a gente.
    40 min
  • 128 - O surf de competição está mudando?
    Na semana passada, três surfistas anunciaram sua saída do Tour. Enquanto isso, a WSL trouxe uma nova regra de corte para os tops do CT. E vimos o primeiro do ranking dispensar solenemente uma etapa. Coincidência ou não, tudo isso acontece em um período no qual as atenções se dividem entre títulos mundiais e medalhas olímpicas.

    Para entender os ventos diferentes que parecem soprar no contexto do surf profissional e os impactos da nova realidade provocada pela presença de dois grandes focos da competição mundial, neste episódio do Surf de Mesa, Junior Faria, Carol Bridi e Rapha Tognini conversam sobre as transformações sem precedentes que podem estar acontecendo silenciosamente no cenário do surf de competição.

    Se você quer observar tudo isso mais de perto, dá o play aqui e vem conversar com a gente!

    Foto - WSL|Thiago Diz
    48 min
  • 127 - O surf não existiria hoje sem ele
    Muita gente torceu o nariz quando essa história de surf olímpico surgiu uns anos atrás. Mas a realidade é que a relação do surf com os Jogos Olímpicos não é de hoje. Foi durante os Jogos de Estocolmo em 1912 que o surf chamou atenção do mundo por vias indiretas. É que naquele ano, as medalhas de ouro e prata na natação, conquistadas por um estreante na Olimpíada, fizeram geral prestar atenção aos métodos de treinamento de um homem criado na cultura do mar havaiano.

    Foi quando Duke Kahanamoku levou o surf para fora das ilhas polinésias. Depois da 1ª Guerra, mais três medalhas de ouro e duas de prata nas edições de 1920 e 1924 tornaram irresistível aquele personagem que viria a se tornar o responsável pela popularização mundial do surf. Por isso, Junior Faria, Carol Bridi e Rapha Tognini dedicam esse episódio do Surf de Mesa a ele.

    Se não houvesse Olimpíada, certamente a história do surf não seria a mesma que conhecemos hoje. Quer conhecer mais sobre essa história e perceber detalhes que mostram como o surf completa, até a próxima edição, um ciclo centenário na sua relação com os Jogos Olímpicos? Dá o play e rema aqui com a gente!
    51 min
  • 126 - A cultura surf no Japão | Com Rodrigo Matsuda
    Só porque "Olimpíada é na Flamboiar" e porque temos uma parte dos nossos corações representada localmente na sede dessa edição dos Jogos, esse episódio do Surf de Mesa traz informações privilegiadas sobre o surf no Japão. Direto do outro lado do mundo, o shaper da Lasca Woodworks, Rodrigo Matsuda conta para Junior Faria, Carol Bridi e Rapha Tognini quais são as semelhanças e diferenças entre as culturas surfísticas brasileira e japonesa.

    O episódio de hoje desmonta mitos relacionados à qualidade das ondas no Japão, passa pela relação das pessoas com o surf por lá e chega às técnicas milenares que estão sendo aplicadas em equipamentos de surf - iniciativa de um grupo de artesãos focado em manter vivas na modernidade as tradições ancestrais. Mais ainda sobre a cultura de valorização local através das comunidades criadas ao redor das surf shops, o contexto do surf competitivo, a realidade do surf em águas ultra geladas e bem mais.

    Tudo isso entre as histórias de conexão, amizade e valores pessoais que permeiam a vida da família Matsuda e quem, não por acaso, cruza seu caminho. Independente do continente por onde andam.

    Quer conhecer um pouco mais sobre a cultura do surf no Japão e parar de passar vergonha reproduzindo ideias estereotipadas? Dá o play e vem ouvir histórias reais de quem tem a visão de lá, de cá, e amor igual pelos dois lados.
    58 min
  • 125 - Surf olímpico | O que o surf trouxe para os Jogos?
    O assunto da semana não poderia ser outro. O surf estreou na Olimpíada e o ouro veio. Se você tem mínima memória, vai lembrar do longínquo 2016, quando o surf foi oficialmente anunciado entre os esportes olímpicos dividindo opiniões sobre o encaixe de uma modalidade tão vinculada a ideais de liberdade num ambiente de regras tão hermeticamente estabelecidas. A grande questão desde então vinha direcionando o debate a como as Olimpíadas poderiam beneficiar o surf como esporte.

    Mas depois da estreia com direito a situações tão comuns pra quem já era audiência do surf competição, nesse episódio levantamos o debate na via inversa: O que o surf trouxe de bom para os Jogos Olímpicos?

    A conversa, é óbvio, também passa pelas polêmicas baterias de Gabriel Medina na semifinal e disputa pelo Bronze, mas vai muito além disso. Enquanto o evento é marcado por posicionamentos inéditos de atletas de modalidades tradicionais, talvez seja hora de entender que novos comportamentos estão transbordando até mesmo para ambientes tão rígidos quanto uma instituição centenária que teve origem em valores tradicionais da Antiguidade. Por aqui, a gente acha que nunca fez tanto sentido o simbolismo da chama acesa.

    Questionar regras ultrapassadas, levantar valores mais humanos, considerar subjetividades, exigir respeito aos gêneros, às diferenças, aos corpos e mentes. Tudo isso acontece na primeira edição em que também vimos a natureza ditar regras e antecipar finais. Pode ser só coincidência, mas também pode ser sinal de que, a despeito de tantos aparentes retrocessos, como sociedade estamos avançando a novos tempos.

    Se você quer acender a chama por aí também, dá o play e divide mais essa bateria com a gente.

    Foto | Sean Evans/ISA
    1 hr 11 min
  • 124 - A polêmica da revista Stab, o jornalismo de surf e as redes sociais
    Se você circulou pelos grupos da internet surfística nos últimos 10 dias, certamente se deparou com a polêmica da revista Stab. Reações em polvorosa em cima da chamada que, em tradução livre, queria saber: Os campeões brasileiros são prejudiciais à WSL? Adicione às letras garrafais passando pelo feed do Instagram a imagem da crew brasileira com bandeiras em punho comemorando uma vitória de Medina e algumas poucas aspas selecionadas para provocar. Estava armada a bomba. Bastava esperar a primeira faísca para explodir em engajamento. Afinal, disso também é feito o atual tempo-espaço no qual tenta sobreviver a mídia profissional.

    Um elegante comentário de Yago Dora falando que não entendia o ódio, a sacada de Griffin Colapinto indicando o post como caça-clique e o fato daquele ser um conteúdo premium, portanto, exclusivo para assinantes, foram os ingredientes complementares do coquetel molotov. Enquanto mais de 4 mil comentários enxovalhavam o post e acusavam xenofobia, repousavam ali em segundo plano, provavelmente passando despercebida para a maioria, a autoria da reportagem: Words by Steve Allain.

    E é ele, o jornalista brasileiro que escreveu a reportagem publicada na Stab, quem conversa com Junior Faria, Carol Bridi e Rapha Tognini neste episódio do Surf de Mesa.

    Quer saber tudo que rolou nos bastidores da última polêmica surfística envolvendo gringos e brasileiros e, de quebra, ainda conhecer um pouco mais sobre os dilemas do conteúdo jornalístico em tempos de internet? Dá o play aí e vem construir isso com a gente.

    Foto | WSL / Daniel Smorigo
    56 min
  • 123 - A difícil tarefa de escolher quilhas
    Quilhas... Quilhas?
    Não tem como não tê-las!
    Mas se são tantas
    Como sabê-las?

    O bom e velho Vinícius chegou aqui pra inspirar mais um poema enjoadinho porque o assunto de hoje é capaz de deixar qualquer um perdidinho da silva. Quilhas removíveis existem desde 1951, quando o shaper havaiano George Downing criou a primeira caixa de quilha em uma prancha de madeira. Dali pra frente, muita história rolou de maneira nada linear até chegar à aparente profusão de opções que existe hoje.

    Mas para encurtar a história, quando fabricantes de quilhas popularizaram a praticidade dos setups removíveis para as triquilhas, solucionaram alguns problemas práticos para os surfistas e criaram um problemão comercial para elas mesmas. Se hoje o surfista pode comprar um jogo de quilhas e usar esse mesmo setup em mais de uma prancha, isso poderia significar, no longo prazo, uma queda brusca nas vendas.

    E os caminhos para manter a indústria sustentável, todos sabemos, passa também pela capacidade de criar desejo. Por isso, nesse episódio do Surf de Mesa, Junior Faria, Carol Bridi e Rapha Tognini buscam um ponto de equilíbrio entre questões técnicas e comerciais para falar sobre a forma como lidamos com a escolha de quilhas hoje em dia. E podemos adiantar: pode ser menos complexo do que parece.

    Se você também sofre daquela angústia calada pelo sentimento de não ter ideia do que precisa para encaixar na sua prancha, dá o play aqui e vem acalmar seu coração.
    49 min
  • 122 - Surf na Olimpíada | Afinal, o surf é televisionável?
    Faltando duas semanas para a estreia do surf na Olimpíada, você já deve ter percebido que ondas e campeões mundiais do surf brasileiro têm recebido destaque nas chamadas da grande mídia para Tóquio 2021.

    Ainda em meio a opiniões divididas sobre a conveniência da realização destes Jogos Olímpicos em meio a uma pandemia, é inegável que o brilho do principal evento esportivo da humanidade se perdeu nessa edição que, a despeito da possibilidade de cancelamento sempre à espreita, celebra sua abertura no próximo dia 23, com um ano de atraso.

    O surf não é a única modalidade estreante, mas tem sido prioridade nas escolhas editoriais das grandes redes de televisão que detêm os direitos de transmissão. E, como não poderia deixar de ser, Junior Faria, Carol Bridi e Rapha Tognini tentaram entender os motivos da preferência. Atletas-celebridades? Plasticidade do esporte? Momento de popularidade da modalidade? Pode ser nada disso ou tudo isso junto. Mas fato é que, tentando encontrar os motivos, os três caíram na questão que sempre esteve no centro do imbróglio da comercialização do surf como esporte de massa: Afinal, quão televisionável pode ser o surf?

    Ou, se preferir: Como engaiolar nas grades televisivas uma modalidade esportiva que depende tão fortemente dos caprichos da natureza?

    Se você também está curioso para saber quanto o surf vai entregar em entretenimento na sua estreia olímpica, dá o play aí.
    46 min
  • 121 - O que é cringe no surf?
    Cringe! Cccringe! Criiinge! Se você também não aguenta mais ouvir essa grudenta palavra, Junior Faria, Carol Bridi e Rapha Tognini estão aqui para não te ajudar. Na tentativa de exorcizar a onipresença do termo, falharam imensamente nesse episódio do Surf de Mesa, onde tentam, sem sucesso, demonstrar que não se importam com a provocação dos novinhos.

    E eis que imersos até o talo nas influências do algoritmo, não conseguiram desviar a tempo e caíram na besteira de transformar o assunto em tema desse podcast. Deixaram de lado a polêmica de boletos, café e emojis chorrindo para tentar entender o que, afinal, pode receber atestado de cringe no surf. Se você também é um jovem idoso da geração Y (a gente se nega a assumir a alcunha de millenial) ou mesmo da X ou um baby boomer, e ainda não sacou o que significa cringe, pode ficar tranquilo que não é nada de novo. É o famoso "mico". A famigerada "vergonha alheia".

    E aqui, a gente é craque nisso. Então dá o play pra ouvir nosso trio de vozes emulando superioridade enquanto se corroem por dentro com a passagem do tempo.
    51 min

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Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini vivem (d)o surf todo dia o dia inteiro. Como se ainda não fosse suficiente, sempre que se encontram têm o incontrolável hábito de desenrolar opiniões e…