Surf de Mesa

Surf de Mesa

By FlamboiarSports
Download on the App Store

Surf de Mesa episodes

  • 189 - O que a experiência em novos picos pode fazer por você?
    Qual foi a última vez que você surfou em um lugar novo? Ou, mesmo sem surfar, entrou em um mar desconhecido? O Surf de Mesa começa o ano no ritmo das novas experiências. E nisso se inclui explorar todas as possibilidades de novas sensações, inclusive aquelas escondidas nos cantinhos do que já é rotina.Não importa se você vai viajar ou não, há sempre algo novo por perto mesmo. E inspirados pela descrição do Rapha Tognini que andou pegando jacaré em uma praia onde nunca antes havia surfado, Carol Bridi e Junior Faria engrossaram o coro para entender mais a fundo essa sensação de experimentar um pico novo.Dos receios ou piloto automático que nos deixam longe do desconhecido aos mini milagres internos que rolam em novas experiências sobre areias que nunca antes circularam entre nossos dedinhos dos pés... A verdade é que tudo que é novo nos provoca sensações úteis. Tanto as boas quanto as ruins. E se o surf é pura abstenção ao apego e controle, por que não abraçar a sina de vez e se jogar em tantos mares novos quanto forem possíveis?Vem cá então, dá o play e se joga nessas areias já conhecidas (versão 2023) do seu podcast preferido de surf.
    44 min
  • 188 - O melhor do surf ~ Remix 2022
    Tá quase, meu povo... tá quase! 2022 já é quase passado, e o futuro nos espera. Pra comemorar o fim do ano em que fomos hexa, mas no surf, o Surf de Mesa dedica esse episódio a recapitular as melhores memórias salgadas do ano que passou.

    No maior estilo saudoso otimista, as agruras a gente apaga. E nessa retrospectiva, Carol Bridi, Rapha Tognini e Junior Faria falam do que foi ponto alto não só no surf como um todo, mas também nas suas emocionantes vidinhas surfísticas.

    E você? Conta aqui pra gente qual foi o seu ponto alto no surf em 2022...

    Um Feliz Ano Novo desde já, porque a gente é empolgado mesmo. E 2023 que nos aguarde.
    47 min
  • 187 - O perfil do público surfista está mudando
    Não é de hoje que Carol Bridi, Rapha Tognini e Junior Faria vêm soltando pequenos espasmos mentais nos arredores de um assunto que agora, sim, parece ter ganhado corpo suficiente pra segurar um episódio inteiro do podcast Surf de Mesa. Pequenos sintomas ao longo do tempo vão se amontoando até o dia em que o quebra-cabeça se organiza. É, então, quando a grande mudança, antes em curso mas algo imperceptível, finalmente se revela. O perfil do público surfista mudou.

    Falar em mudança, especialmente dentro de um grupo que se orgulha da identificação com o coletivo e que busca pertencimento como crianças que precisam se sentir aceitas, é sempre um campo sensível. Por isso, de antemão já adiantamos: sem mudanças, não existe evolução. E o surf está evoluindo.

    Quando falamos em mudanças de perfil, não estamos reduzindo a faixa etária ou a gosto musical. Estamos falando de um movimento maior, que foge ao suposto controle que cada um de nós acha que tem sobre o surf. Estamos falando da evolução de uma prática esportiva, mas antes de tudo, social e cultural, de acordo com o tempo em que ela está existindo.

    Por isso, não adianta espernear. A mudança do perfil do público surfista já está em curso há um bom tempo. E gostando ou não dos rumos coletivos dessa evolução, seja como quem muda ou como quem resiste, certamente você também faz parte dessa história. Quer saber como? Dá o play aqui:
    1 hr 3 min
  • 186 - Priorizar o surf: é real ou sacanagem?
    Desta vez, quem acordou de sonhos intranquilos não foi Rapha Tognini, nem Junior Faria, sequer Gregor Samsa. Foi Carol Bridi quem abriu os olhos às 5 da manhã, mais desperta do que nunca, assimilando o óbvio: o surf não vai acontecer se a ele não for atribuído algum grau de prioridade entre todas as outras prioridades compulsórias da vida adulta.

    Do travesseiro para o microfone, foi um pulo, e eis que nasceu mais um episódio do Surf de Mesa. Das auto permissões à culpa, do prazer às fugas, é tão complexa quanto instantânea a linha direta entre extremos que o ser humano adulto é capaz de tecer para se justificar no desvio de suas vontades.

    Na sociedade da performance e na cultura do desempenho, até o surf precisa ter uma função, um resultado. E sua função principal, a de brincar, portanto, descansar, portanto, ter prazer, simplesmente não vale. Na cabeça doente do século da exaustão como status, não parece ser suficiente e socialmente aceito levar o surf como o que realmente é: estar presente para si mesmo, pelo menos por uns poucos segundos.

    Também está precisando se lembrar como faz pra priorizar o surf, ou a você mesmo? Dá o play aqui então:
    53 min
  • 185 - O que o Tour representa para os surfistas não competidores
    A notícia sobre o interesse da Netflix na compra de ligas esportivas, entre elas a WSL (World Suf League), atiçou o papo sobre os rumos do surf competição. Provocados pelo ouvinte Vitor Barboza, e embalados pela conversa que começou no grupo dos ouvintes do Surf de Mesa, Carol Bridi, Rapha Tognini e Junior Faria pararam pra pensar no que o circuito mundial representa para todos nós, reles mortais surfistas civis.

    Lá no grupo, entre pontos de vista e termos ora mais, ora menos inflamados, prevaleceu a opinião de que o Tour hoje é essencialmente entretenimento. E se a voz do povo é a voz de Deus, concordamos.

    Mas sem deixar de questionar:

    Onde exatamente estaria o problema disso?

    A história esportiva, afinal, se deu a partir da necessidade do ser humano compreender do que o corpo é capaz quando puxado ao limite. Foi esse misto de fascínio e curiosidade que reuniu pessoas para, de forma organizada e a partir de critérios, definirem o de performance mais impressionante. Se assistir a essa descoberta e torcer pelo feito é a pedra fundamental da competição, onde está o problema em assumir que o surf competição é hoje, assim como sempre foi, um belo entretenimento? "Motivo para reunir os amigos e fazer churrasco", diria o ouvinte. "Circo", diria outro. Com direito ao prazer bonachão e à provocação dos sentidos mais ingênuos e primitivos, como só um bom circo é capaz.

    Se na competição, entreter é justamente o motivo de sua existência, de repente, assumir isso sem medo nos deixa mais próximos da essência do que jamais estivemos.

    Quer entender como? Dá o play aqui e vem se entreter com a gente.
    52 min
  • 184 - Os limites entre corpo e mente nos ‘serus surfísticus’
    "A atividade física é algo extremamente intelectual." FARIA, Junior (2022). A polêmica citação deste grande pensador do campo surfístico dos nossos tempos, proferida durante o episódio passado do Surf de Mesa, intrigou a bancada feminina do podcast. Assim ficou instituída a necessidade de investigar o assunto na CPI da Mente Sã, Corpo São - vulgo este episódio.

    Ficou confuso? Tranquilo... é só votar com o relator, dando play nesse episódio pra se atirar num debate que serve não só para o surf e o surfista, mas pra todo ser vivo que neste ano da graça de 2022 também está tentando se manter minimamente saudável em pleno ~meudeusdocéuqqtacontecenu~.

    A questão aqui, amigos, é saber até que ponto faz sentido dividir em duas partes separadas e opostas o corpo e a mente do ser humano.

    Se o seu cérebro não fica em modo avião enquanto seu corpo está ativo, assim como seu corpo não se torna inerte numa sessão de terapia, por exemplo, talvez valha parar para dizer que existimos integralmente a todo momento. E como nunca é demais versar sobre o óbvio, Carol Bridi, Rapha Tognini e Junior Faria colocam pra jogo os limites entre as condições físicas e mentais dos "serus". Os humanos, claro, mas com especial atenção à espécie que cobrimos: os famigerados "serus surfísticus".
    57 min
  • 183 - Enlarge your surf! Existe atalho para surfar melhor?
    Voltando das férias do Surf de Mesa, Carol Bridi, Rapha Tognini e Junior Faria se apegaram a um questionamento que dividiu o time da menina e dos meninos. A parte empírica do surf pode ser ensinada?

    Não dá pra aprender a surfar sem tentar surfar antes de saber. É óbvio... Mas será que os métodos de ensino poderiam se dedicar a compreender padrões de comportamento que causam as principais dificuldades identificadas como travas de aprendizado?

    Nos primeiros contatos com o surf ou nas fases mais adiantadas do processo evolutivo, se olhar bem de pertinho, encontramos tendências de comportamento. Estamos falando aqui daqueles pequenos vícios provocados por lógicas mentais subconscientes. Ou ainda, de movimentos viciados por uma consciência corporal acostumada com ambientes mais sólidos e, supostamente, mais controláveis. O episódio de hoje questiona se, logo de cara, receber dicas práticas direcionadas a sanar justamente estes padrões poderiam otimizar o aprendizado.

    Sim... parece que tem gente querendo atalho pra surfar melhor... Mas seja sincero aí: E quem não quer?

    Dá o play aqui se você também quer "enlarge your surf" :)
    49 min
  • Será magia? Será milagre? Será mistério.
    O Surf de Mesa vai ficar fora por alguns dias, mas fique tranquilo, que a pausa não irá passar de um mês.

    Vamos aproveitar esses dias para reorganizar as coisas por aqui, e ficaríamos muito felizes em saber o que você pensa. Se tiver sugestões, reclamações ou afagos, é um ótimo momento pra abrir o coração.

    Já estamos com saudades, e em outubro entramos no ar novamente.

    Enquanto isso, se tiver vontade, fala pra gente o que você pensa. Queremos te ouvir! Fale direto com a gente na DM da @flamboiar no Instagram ou pelo e-mail [email protected].
    4 min
  • 182 - Qual o impacto ambiental causado pelo surf
    Ser surfista não te transforma automaticamente no Capitão Planeta. Se no episódio passado paramos para entender como o surf pode contribuir ativamente na proteção ambiental, nesse Surf de Mesa miramos o outro lado do surf nas questões ambientais. Da presença no mar ao rastro deixado pelas indústrias envolvidas na realização do nosso prazer de surfar, é preciso reconhecer até onde vão os impactos causados pelo surf.

    Carol Bridi, Rapha Tognini e Junior Faria sabem que muito pouco desse caminho é verde. E na conversa com o surfista e jurista Maurício Duarte dos Santos, perceberam que o fundo é ainda muito mais fundo do que podiam imaginar.

    Do surfista desbravador que chama atenção para lugares remotos e (praticamente) intocados até os inúmeros impactos causados pelos negócios que fazem parte de todo a cadeia que permite a prática, a realidade é que ainda não há meios de medir o tamanho da nossa pegada. Mas é certo afirmar que, de guardião do ambiente, a maioria dos surfistas tem muito pouco.

    Então, se você quer que o estereótipo de surfista consciente e amigo da natureza deixe de ser ficção e se torne realidade, dá o play pra ouvir esse papo aqui.
    41 min
  • 181 - Como o surf pode contribuir com a proteção ambiental
    Que as as ondas têm um valor mensurável, capaz de fazer frente aos argumentos financeiros geralmente usados para sobrepor tudo e todos nas batalhas pela proteção ambiental, já tínhamos te contado. Você deve lembrar do episódio do Surf de Mesa em que falamos sobre surfonomia. Mas essa é apenas uma das vias pelas quais o caminho tem sido trilhado. Para entender como o surf e os surfistas podem influenciar efetivamente na tomada de decisões dentro dos poderes que propõem e estabelecem políticas públicas de proteção, conversamos com Mauricio Duarte dos Santos.

    Mauricio é surfista, mestre em Direito Ambiental, doutor em Direito Político e Econômico e pesquisador em pós-doutorado sobre temáticas ambientais relacionadas ao Direito Ambiental, Direito do Mar e Marítimo, Direito Constitucional, mudanças climáticas, surfe e sustentabilidade. Ele veio contar como a proteção de surf breaks pode ser um caminho que aproxima muito mais a cultura surf de algo efetivamente vinculada à governança ambiental.

    Quer fazer a sua parte e não sabe como? Começa dando play aqui e se informando de verdade.
    56 min

About Surf de Mesa

From the publisher's feed

Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini vivem (d)o surf todo dia o dia inteiro. Como se ainda não fosse suficiente, sempre que se encontram têm o incontrolável hábito de desenrolar opiniões e…