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Padronizar itinerários terapêuticos é desafiador, mas um caminho necessário para a sustentabilidade dos sistemas de saúde.
Os caminhos trilhados por um paciente ao longo de sua jornada de saúde podem afetar significativamente o tempo de duração e a eficácia de seus tratamentos. Nesse contexto, a padronização de itinerários terapêuticos contribui para a sustentabilidade do sistema de saúde por meio da economia de recursos e melhores desfechos clínicos.
Entretanto, essa padronização não é tão simples quanto redigir um código de condutas médicas e esperar que seu uso se replique pelo país. O maior problema enfrentado pelos sistemas de saúde brasileiros é operacional e comunicacional.
No episódio desta semana do podcast de Health, Laura Murta e Camila Pepe conversam sobre o tema com Maurício Nunes, diretor de Desenvolvimento Setorial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
By TEC.INSTITUTEPadronizar itinerários terapêuticos é desafiador, mas um caminho necessário para a sustentabilidade dos sistemas de saúde.
Os caminhos trilhados por um paciente ao longo de sua jornada de saúde podem afetar significativamente o tempo de duração e a eficácia de seus tratamentos. Nesse contexto, a padronização de itinerários terapêuticos contribui para a sustentabilidade do sistema de saúde por meio da economia de recursos e melhores desfechos clínicos.
Entretanto, essa padronização não é tão simples quanto redigir um código de condutas médicas e esperar que seu uso se replique pelo país. O maior problema enfrentado pelos sistemas de saúde brasileiros é operacional e comunicacional.
No episódio desta semana do podcast de Health, Laura Murta e Camila Pepe conversam sobre o tema com Maurício Nunes, diretor de Desenvolvimento Setorial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

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