Tempo Pets

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By Jornal O TEMPOKids & FamilyPets & Animals
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Tempo Pets episodes

  • Seu pet costuma comer fezes? Saiba o que fazer

    Neste episódio continuamos falando sobre um problema que precisa de muita atenção dos tutores; a coprofagia, ou seja, a ingestão das próprias fezes ou de outros animais entre alguns cães e gatos. O professor de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília, Bruno Alvarenga, alerta que os tutores nunca devem tentar agir de forma violenta para coibir a prática. Ele pede atenção dos tutores sobre o tratamento preventivo e orienta a realização de exames para verificar se há doenças que causam desnutrição ou deficiência nutricional. Bruno Alvarenga alerta para o controle durante os passeios na rua, para evitar que os animais se aproximem de fezes. Com acompanhamento veterinário adequado, é possível controlar e até eliminar esse comportamento indesejado, garantindo o bem-estar dos pets. 

    4 min
  • Seu pet costuma comer fezes? Saiba os motivos

    Queixa recorrente de alguns tutores, a coprofagia, ou ingestão de fezes, é um comportamento comum entre alguns cães e gatos. Mas, isso não pode ser considerado apenas um hábito, e deve ser investigado por um veterinário. O professor de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília, Bruno Alvarenga, explica que essa prática pode ser vista como um distúrbio comportamental ou resultado de problemas fisiológicos, como distúrbios gastrointestinais que afetam a absorção de nutrientes. Segundo ele, o hábito pode ser uma deficiência nutricional, competição com outros animais, imitação de comportamento ou até mesmo estresse e falta de ocupação. 
    Embora a coprofagia seja geralmente indesejada, existem situações em que é considerada normal. Em lares com cães e gatos, o especialista alerta que a ingestão de fezes felinas pode ser um problema devido à dieta rica em proteínas dos gatos. O ideal é manter a caixa de areia dos gatos em locais inacessíveis aos cães para evitar o contato. No próximo episódio, o professor de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília, Bruno Alvarenga, vai detalhar como deve ser a prevenção para evitar a ingestão de fezes pelos animais.

    4 min
  • Hoje é o dia do Vira-Lata

    O Dia do Vira-Lata, termo usado para apelidar carinhosamente cães e gatos sem raça definida, provenientes de uma mistura de raças é comemorado neste dia 31 de julho. A data tem o objetivo de combater o abandono e promover a adoção responsável desses animais. 
    Embora haja um crescente interesse pelos vira-latas, o número de animais em situação de vulnerabilidade ainda é grande: o Brasil tem hoje quase 185 mil animais abandonados ou resgatados por maus-tratos, sob tutela de ONGs e grupos de Protetores, de acordo com levantamento do Instituto Pet Brasil. Destes, 96% são cães e 4% são gatos. 
    A protetora e ativista pela causa animal, Patrícia Dutra, chama atenção para a situação do abandono e a falta de atitude do poder público e alerta para a necessidade de mobilização de todos contra os maus-tratos, incluindo a crueldade que é o comércio de animais.

    4 min
  • É possível deixar herança para os animais de estimação?

    Deixar herança para animais de estimação ganhou destaque nos últimos tempos. A lista de celebridades que oficializaram a proteção patrimonial de seus “entes queridos” é grande. No Brasil, são quase 150 milhões de animais de estimação, segundo Instituto Pet Brasil. Os casos de proteção aos animais mostram que, o que pode ser impensável para alguns é levado a sério por muitos outros. A advogada especializada no Direito de Família e Sucessões, Laura Brito, explica porque não é possível deixar herança diretamente para os animais de estimação.
    Já que no Brasil um animal não pode ser dono de nada, pois não é sujeito de direito, é essencial garantir a proteção de maneira indireta deixando a herança para uma pessoa que vai se comprometer legalmente em cuidar dele. O acompanhamento de advogado especialista é fundamental para evitar contestações. O que fica claro em qualquer situação é a necessidade de ter uma relação de confiança com quem vai ser nomeador tutor da herança destinada aos animais, de acordo com o desejo de quem esta deixando os bens.

    4 min
  • A importância da vacina antirrábica para cães e gatos

    Como nas pessoas, a vacinação dos animais tem o objetivo de proteger o pet contra doenças infecciosas, permitindo que ele permaneça saudável, e também proteger as pessoas contra os agentes circulantes dessas doenças. A imunização previne o contágio de um animal para o outro, ou mesmo para as pessoas. A médica-veterinária Lucíola Nogueira orienta sobre as vacinas opcionais e as obrigatórias. Uma das mais importantes é a vacina antirrábica. Apesar de ser uma doença controlada, a raiva é muito grave e causa grande preocupação tanto aos tutores de animais quanto às autoridades brasileiras — que anualmente promovem nos estados e municípios campanhas de vacinação. A vacina antirrábica é ainda a única forma de prevenir a enfermidade e manter os pets saudáveis.
    Fatal em quase 100% dos casos, a raiva é uma zoonose que pode também afetar o ser humano e por isso os cuidados se redobram no combate e prevenção da doença 
    Para que a imunidade seja ideal, várias aplicações são necessárias no primeiro ano de vida. Na vida adulta, deve ser mantida certa regularidade nas aplicações de vacinas, para que a imunidade se mantenha efetiva durante toda a vida do pet.

    3 min
  • Vacinação em cães e gatos: qual a importância?

    Como nas pessoas, a vacinação dos animais tem dois objetivos: Proteger o pet contra doenças infecciosas, permitindo que ele permaneça saudável! E também proteger as pessoas contra os agentes circulantes dessas doenças. A imunização previne o contágio de um animal para o outro, ou mesmo para as pessoas. A médica-veterinária Lucíola Nogueira orienta sobre as vacinas opcionais e as obrigatórias. 
    Para que a imunidade seja ideal, várias aplicações são necessárias no primeiro ano de vida. Na vida adulta, deve ser mantida certa regularidade nas aplicações de vacinas, para que a imunidade se mantenha efetiva durante toda a vida do pet. No próximo episódio continuamos ouvindo a médica-veterinária Lucíola Nogueira sobre a vacinação dos pets.

    3 min
  • Dicas para afastar formigas do pote de ração

    É comum que as formigas se sintam atraídas pela ração do cachorro ou do gato por causa do cheiro do alimento. No entanto, é muito importante manter esses insetos longe para garantir a saúde dos animais de estimação e a qualidade da alimentação, evitando contaminação.
    Pra começar a Limpeza diária é fundamental. Mantenha o local onde o pote de ração fica sempre limpo lembrando-se de retirar qualquer migalha ou resto de comida no chão.
    Controle as porções expostas por longos períodos e sirva apenas a quantidade que seu cachorro ou gato consome em cada refeição. 
    Se precisar, mude o comedouro de lugar periodicamente para evitar a invasão de formigas. Elas são criaturas de hábitos e costumam seguir trilhas para encontrar comida. Ao alterar a posição do pote de ração, você interrompe essas trilhas.
    Aplique vaselina na base do comedouro é uma técnica eficaz que cria uma barreira física já que as formigas têm dificuldade em atravessar o produto por causa da textura pegajosa. Além disso, a vaselina não é tóxica para os animais de estimação. Usar água como barreira também funciona. Coloque o comedouro dentro de um recipiente maior preenchido com água. 
    Use vinagre para limpar o lugar em que o pote de ração é colocado, isso ajuda a afastar as formigas, pois o produto possui propriedades ácidas que interferem nas trilhas deixadas pelas formigas e o odor atua como um repelente natural. 
    E, por fim, investir em comedouros anti-formigas é uma medida inteligente. Alguns modelos possuem sistemas de barreira física, como bordas elevadas ou valas ao redor do comedouro para preencher com água, dificultando o acesso do inseto à ração do pet.

    3 min
  • A Conexão profunda entre pessoas de alto QI e animais - Parte 2

    Estamos falando sobre a conexão única e profunda que existe entre as pessoas com alto QI (Quociente de Inteligência) com os animais. A compreensão da condições emocionais e a curiosidade científica sobre os animais ajudam a estreitar esse laço. O doutor Fabiano de Abreu, Pós-PhD em Neurociências e membro da Society for Neuroscience nos Estados Unidos, observa que a interação genuína das pessoas com os animais é um aspecto crucial dessa relação. O especialista chama atenção para outro ponto importante nessa relação; a dependência mútua entre humanos e animais. Ainda segundo o doutor Fabiano de Abreu, a sensibilidade ética é muito elevada entre pessoas de alto QI em relação à domesticação de animais selvagens e ao tratamento de animais em cativeiro. 

    4 min
  • A Conexão profunda entre pessoas de alto QI e animais - Parte 1

    Pessoas com alto QI (Quociente de Inteligência) frequentemente desenvolvem uma conexão única e profunda com os animais, caracterizada por uma compreensão emocional e uma curiosidade científica aguçada. O doutor Fabiano de Abreu, Pós-PhD em Neurociências e membro da Society for Neuroscience nos Estados Unidos, explica que essa relação é fundamentada em vários fatores psicológicos e biológicos que diferenciam essas interações das experiências comuns. A curiosidade sobre o comportamento animal é uma característica marcante entre as pessoas com alto QI. No próximo episódio, vamos falar sobre a interação genuína das pessoas de alto QI com os animais.

    4 min
  • Julho Dourado: mês de conscientização sobre vacinação animal e prevenção de doenças graves e zoonoses

    O Julho Dourado é o mês dedicado à campanha de conscientização sobre a imunização para prevenção de doenças graves e zoonoses, garantindo um ambiente seguro e saudável para todos. Médicos-veterinários e especialistas reforçam que a conscientização e a educação dos tutores são essenciais para multiplicar os benefícios da vacinação, promovendo o bem-estar animal e das pessoas.
    As principais doenças que podemos prevenir nos cães com a vacinação são: leptospirose, cinomose, hepatite infecciosa, parainfluenza, coronavirose, parvovirose, raiva, traqueobronquite infecciosa bacteriana e viral e giardíase. Nos gatos, prevenimos a rinotraqueíte, calicivirose, clamidiose, panleucopenia, leucemia e raiva. É importante sabermos que temos vacinas disponíveis na Medicina Veterinária para prevenção.
    A vacinação ideal começa aos 45 dias de vida do filhote, exceto a vacina contra raiva, que deve ser administrada aos cães a partir de 3 meses e aos gatos a partir de 4 meses. Algumas vacinas podem ser administradas a partir de 30 dias de vida. Em todos os casos, o ideal é seguir as orientações do veterinário de confiança.

    3 min

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