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Muitas são as iniciativas de ONGs e protetores de animais para proteger os animais de rua do frio durante o outono e o inverno. Há os que fazem roupinhas e doam para entidades; há aqueles que constroem ou improvisam casinhas na rua os cães abandonados e tem gente que, em um gesto extremamente solidário, leva esses bichinhos para dentro de casa, ainda que temporariamente. Neste episódio do Tempo Pets, vamos falar da iniciativa de mãe e filha, Sumie e Cintia Kazimoto, que criam uma vaquinha para comprar roupinhas de frio para cães e gatos.
A história das protetoras Sumie Kazimoto e Cintia Kazimoto é de muita entrega. Somente em casa, elas cuidam de 11 cachorros e 15 gatos. Além disso, na rua em que moram, em Betim, na Grande BH, uma colônia com cerca de 30 gatos. Imaginem: elas conseguiram capturar todos para castrar e os alimentam diariamente. Muita entrega mesmo. E ainda fazem mais. Todo inverno, a mãe, Sumie, confecciona roupinhas de frio para vestir animais resgatados e de rua. Quando ela não consegue fazer, as duas acabam comprando para doar.
E aí, neste ano, elas decidiram tentar acalentar o máximo de bichinhos possível. Querem arrecadar recursos para comprar roupas que vistam até 300 bichinhos abrigados pela Superintendência de Proteção Animal de Betim, a Sepa.
Elas chegaram a costurar umas 30 peças e já as doaram. Mas perceberam que não dariam conta de fazer tanta roupa a tempo do frio, que, pelo visto, já bateu à porta!
E, agora, quem quiser contribuir com a campanha das protetoras, gente, é fácil. Basta acessar o endereço:
www.vakinha.com.br/4840635. Se já quiserem, temos aqui também a chave PIX. É [email protected].
Podem doar com a consciência tranquila, pois nós aqui conhecemos o trabalho que elas desenvolvem junto aos animais.
Muitas são as iniciativas de ONGs e protetores de animais para proteger os animais de rua do frio durante o outono e o inverno. Há os que fazem roupinhas e doam para entidades; há aqueles que constroem ou improvisam casinhas na rua os cães abandonados e tem gente que, em um gesto extremamente solidário, leva esses bichinhos para dentro de casa, ainda que temporariamente. Neste episódio do Tempo Pets, vamos falar da iniciativa de mãe e filha, Sumie e Cintia Kazimoto, que criam uma vaquinha para comprar roupinhas de frio para cães e gatos.
A história das protetoras Sumie Kazimoto e Cintia Kazimoto é de muita entrega. Somente em casa, elas cuidam de 11 cachorros e 15 gatos. Além disso, na rua em que moram, em Betim, na Grande BH, uma colônia com cerca de 30 gatos. Imaginem: elas conseguiram capturar todos para castrar e os alimentam diariamente. Muita entrega mesmo. E ainda fazem mais. Todo inverno, a mãe, Sumie, confecciona roupinhas de frio para vestir animais resgatados e de rua. Quando ela não consegue fazer, as duas acabam comprando para doar.
E aí, neste ano, elas decidiram tentar acalentar o máximo de bichinhos possível. Querem arrecadar recursos para comprar roupas que vistam até 300 bichinhos abrigados pela Superintendência de Proteção Animal de Betim, a Sepa.
Elas chegaram a costurar umas 30 peças e já as doaram. Mas perceberam que não dariam conta de fazer tanta roupa a tempo do frio, que, pelo visto, já bateu à porta!
E, agora, quem quiser contribuir com a campanha das protetoras, gente, é fácil. Basta acessar o endereço:
www.vakinha.com.br/4840635. Se já quiserem, temos aqui também a chave PIX. É [email protected].
Podem doar com a consciência tranquila, pois nós aqui conhecemos o trabalho que elas desenvolvem junto aos animais.
Os problemas urinários nos pets precisam ser bem observados e tratados com acompanhamento constante do veterinário. Neste episódio falamos sobre os sintomas e os tratamentos para que os animais tenham qualidade de vida e bem-estar.
A médica-veterinária e coordenadora de comunicação científica da Royal Canin Brasil, Priscila Rizelo, continua com a gente e chama atenção para os sintomas dos males na saúde dos animais por causa dos problemas urinários.
A especialista pede que os tutores tenham atenção à urina dos pets e observem os sintomas que os animais apresentam, já que são parecidos em todos esses problemas que ela acabou de citar.
Já com relação aos tratamentos, ela alerta sobre o diagnóstico e orientações do veterinário de confiança. O tratamento vai depender da causa do problema e varia de caso a caso. Então, tutores vamos ter atenção aos sintomas e não deixem de levar os pets ao veterinário regularmente.
Os avanços da Medicina Veterinária ajudam a minimizar as consequências metabólicas que ocorrem no organismo dos animais a partir do surgimento de algumas doenças, promovendo mais qualidade de vida e retardando a progressão de problemas urinários, por exemplo.
A hidratação e alimentação adequadas são fundamentais para evitar os casos. A médica-veterinária e coordenadora de comunicação científica da Royal Canin Brasil, Priscila Rizelo, alerta sobre a hidratação, essencial para a saúde dos pets. A veterinária destaque que a alimentação tem na manutenção da saúde urinária dos gatos e cães.
A médica-veterinária orienta os tutores a ficarem atentos aos horários que o pet urina para que o animal não sofra com o surgimento de cálculos.
No próximo episódio a médica-veterinária Priscila Rizelo continua com a gente e vai dar orientações sobre os sintomas e os tratamentos dos problemas urinários nos pets.
Vocês sabem quais são as funções dos pelos de cães e gatos? São várias. E é por isso que a pelagem é de extrema importância para a saúde desses animais, pois servem como uma barreira de proteção para a pele e ainda ajudam na conservação da temperatura corporal.Nesse cenário, encontrar pelos em diversas partes da casa e, até mesmo, nas roupas faz parte da rotina dos tutores. Afinal, a renovação da pelagem de ambos os bichos é algo totalmente natural, isto é, acontecerá independentemente de eles terem ou não alguma doença, por exemplo. Então, quanto a isso, fiquem tranquilos. Mas é preciso cuidar sempre.
É importante saber, por exemplo, que os pelos, tanto de cães quanto de gatos, possuem três fases de crescimento, sendo que, na última delas, ocorre a queda. Durante o ano, segundo a médica veterinária Cinthya Ugliara, há dois períodos em que as quedas são mais intensas: na primavera e no outono. Nesses dois períodos, que duram cada um deles, em torno de 30 dias, a pelagem do animal está sendo preparada para o inverno e para verão.
E quando é o sinal de alerta? Segundo Cinthya Ugliara, a queda de pelos fora da normalidade pode indicar que o cão ou o gato está com dermatite provocada por uma alergia à picada de pulgas ou outros tipos de alergias (ocasionadas por sarna, dermatite alérgica e fungos). De acordo com a médica, doenças hormonais também podem ser a origem do problema, que precisa ser investigado.
A alimentação manda muito nessa história. Porque deficiências nutricionais, problemas endócrinos e até mesmo o estresse podem agravar a situação. Quando isso acontece, é de extrema importância que o tutor procure um veterinário para investigar e tratar o problema.
Falando especificamente dos gatos, que são animais higiênicos por natureza, eles possuem um hábito comum – de se lamber. Mas isso pode oferecer um risco à saúde do bichano. É que, ao se lamber, o gato acaba por ingerir os pelos mortos, que podem se acumular no trato digestório, formando as conhecidas bolas de pelo. Elas podem causar vômitos e até obstruções intestinais.
Agora, vamos falemos sobre o mito que existe de que cachorros e gatos que têm a pelagem mais curta não soltam menos pelos. Saibam que é exatamente o contrário. Uma vez que esses são mais curtos, a renovação acontece com maior frequência, visto que os pelos atingem a maturidade mais cedo. Para finalizar, damos uma dica importante para remover os pelos mortos do corpo dos animais e reduzir a queda: simples - escovar diariamente os pets. Além disso, o veterinário pode indicar a suplementação com ômega 3 e vitaminas.
Cachorros podem se perder nas ruas por várias razões. Curiosidade, medo de fogos de artifício ou trovões ou, simplesmente, a falta de barreiras físicas em casa são motivos que levam à fuga. Não importa a causa: é crucial oferecer a esses animais ajuda imediata. Muitas vezes, estão assustados, desorientados e em perigo em ambientes desconhecidos, sobretudo se for em avenidas movimentadas. A ajuda não apenas proporciona segurança ao cachorro, mas também aumenta as chances de você unir novamente bichinho e tutor.
A primeira atitude a se tomar é aproximar-se com calma. Evite movimentos bruscos e fale em um tom suave para não assustá-lo. Inclusive, é importante agachar-se para ficar mais próximo do nível dele.
Em segundo lugar, observe o comportamento do cão. Avalie se ele parece assustado, agressivo ou amigável? Isso pode influenciar a abordagem adequada. Se ele estiver assustado ou agitado, mantenha uma distância segura para não causar mais estresse.
Tente buscar alguma identificação visual para ele. Procure por coleira, plaquinha de identificação ou qualquer informação que possa ajudar a entrar em contato com o tutor.
Depois, se o cachorro parecer cansado ou faminto, ofereça água e um pouco de comida para ajudar a mantê-lo confortável enquanto espera por ajuda.
Agora, é tentar encontrar o tutor. Como fazer? Use as redes sociais. Para isso, tire uma foto do cachorro e compartilhe nas redes sociais locais, em grupos de bairro e páginas dedicadas a animais perdidos. Essa ação pode acelerar o processo de encontrar o tutor.
Se for possível, examine o cachorro em busca de ferimentos visíveis. Se ele estiver machucado, leve-o imediatamente a um veterinário para avaliação e tratamento.
O próximo passo é deixe seus dados de contato com moradores, comerciantes ou funcionários de estabelecimentos próximos de onde você encontrou o animal, para poderem repassar as informações ao tutor caso apareça.
Ainda que o cão não esteja machucado, leve-o a uma clínica veterinária para verificarem se ele possui um microchip de identificação. Isso pode revelar informações sobre o tutor.
Por último, se não localizar o tutor e não puder ficar com ele, considere a possibilidade de procurar por um lar temporário para o cachorro perdido.
Se esse local for sua casa mesmo, crie um espaço seguro, forneça comida, água e um lugar confortável para descanso. Isso não apenas garante o bem-estar do animal, mas também evita que ele fique exposto a perigos enquanto aguarda a resolução da situação.
Em meio às milhares de vítimas da tragédia sem precedentes que o Rio Grande do Sul vive estão também os animais. Entidades e protetores se voluntariam de várias partes do país para ajudar aqueles que quase sempre não conseguem nem sequer pedir ajuda para serem salvos. Graças a isso, ao menos 5.000 animais conseguiram ser resgatados das áreas inundadas, segundo dados do governo federal. Destacamos hoje a campanha Abrace um Amigo do Rio Grande do Sul, lançada por uma protetora de animais de Betim, na região metropolitana de BH, Daniela Gangá.
Segundo Daniela Gangá, quem quiser contribuir pode doar qualquer um dos seguintes itens: ração, água, caminha, roupinha, cobertor, guia e recipientes para a alimentação dos animais.
Ela conta que a iniciativa que Prefeitura de Betim anunciou de disponbilizar diversos pontos de coleta na cidade para doações e encaminhar todos os itens para o Rio Grande do Sul a motivou a criar a campanha.
Portanto, é como a protetora de animais disse: as doações podem ser entregues em todos os pontos de coleta disponibilizados na cidade pelo município. Para conhecer a lista, basta acessar o site da prefeitura: www.betim.mg.gov.br. Vocês podem também chamar a Daniela no Instagram. O perfil é @danielagangaoficial.
O Brasil possui a maior prevalência de transtornos de ansiedade do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Aproximadamente 9,3% dos brasileiros sofrem de ansiedade patológica. E se essa ansiedade não é tratada adequadamente, ela pode desencadear outros transtornos psicológicos, como a depressão, que atinge cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, de acordo com a Opas, a Organização Pan-Americana da Saúde.
E uma fonte valiosa de apoio para pessoas que enfrentam ansiedade e depressão tem sido a presença de animais de estimação. Eles são capazes de oferecer benefícios significativos para a saúde mental. Segundo um estudo realizado por pesquisadores na Suíça, as interações com cachorros são benéficas para as atividades cognitivas e emocionais do cérebro.
Por isso, vamos falar sobre cinco dos vários benefícios que os animais conseguem proporcionar para pessoas com transtornos psicológicos!
O primeiro deles, pessoal, é, claro, a companhia consoladora, que proporciona conforto nos momentos difíceis. Além disso, animais não fazem julgamentos. Ter um companheiro que escuta sem criticar ajuda a criar um ambiente seguro para expressar emoções sem medo de rejeição.
O segundo benefício que é a redução do estresse e da ansiedade. A interação com animais pode reduzir significativamente os níveis de estresse e ansiedade, promovendo uma sensação de calma e relaxamento. De acordo com o médico-veterinário Pedro Risolia, da Pet Love, ao interagir com um cachorro, por exemplo, o ser humano aumenta seus níveis de ocitocina, que provoca a sensação de bem-estar e diminui a ansiedade.
O terceiro benefício envolvem propósito e responsabilidade. A responsabilidade de cuidar de um animal, seja em qualquer idade, proporciona um senso de realizações diárias, estimulando a autoestima e a motivação para enfrentar os desafios. E o doutor Pedro Risolia nos lembra que os pets têm sentimentos e necessidades, o que faz com que o tutor tenha uma noção maior sobre respeito e empatia.
O quarto benefício proporcionado pela convivência com os animais é a distração positiva, desviando o foco de pensamentos negativos e proporcionando momentos de alegria e descontração. Por fim, a interação com os animais também provoca um estímulo à atividade física, pois, claro, com a maioria dos cães, por exemplo, é recomendado fazer passeios e brincadeiras, o que contribui para a liberação de endorfinas, que melhoram o humor.
Mas, pessoal, é importante lembrar que, embora os animais de estimação ofereçam uma série de benefícios significativos, eles não substituem tratamentos médicos adequados. Portanto, é necessário que as pessoas com transtornos psicológicos procurem orientação profissional para um suporte abrangente.
O clima mais ameno do outono não é motivo para descuidar da prevenção contra as pulgas e carrapatos. Os cuidados são fundamentais durante o ano inteiro.
O médico-veterinário, Henry Berger, chama atenção para os problemas provocados pelas pulgas. Já com relação aos carrapatos atenção redobrada, pois eles são responsáveis por doenças ainda mais graves, tanto em animais como em humanos, as zoonoses, alerta o especialista.
O médico-veterinário Henry Berger orienta para a importancia de tratamento rápido e, claro, muito cuidado com a prevenção.
Então a dica é ficarmos atentos com os ambientes frequentados pelos animais e, claro, ficar sempre de olhos bem abertos para evitar que eles tenham pulgas e carrapatos.
A morte do cão Joca após falha em transporte aéreo ao ser levado para o Ceará em vez do Mato Grosso, em um voo da Gol, segue mobilizando a sociedade e, enfim, o poder público.
A advogada Luiza Costa Russo, especialista em processos de transporte aéreo, com mais de 10 anos de atuação na área, dá orientações de como agir em casos extremos, como a morte.
A advogada lembra que por resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), as empresas aéreas tem suas próprias regras, por isso o usuário tem que se resguardar de todas as formas para poder cobrar seus direitos. A advogada defende que novas regras sejam estabelecidas.
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