
Sign up to save your podcasts
Or


Hoje, 29 de setembro, celebramos a festa dos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael. Os arcanjos são umahierarquia angelical, ou seja, uma categoria de anjos. Arcanjo significa anjo-chefe, anjo-governante ou anjo-comandante. Embora no Livro do Apocalipse o evangelista João fale de sete anjos principais, a Bíblia nos dá apenas os nomesdesses três. Hoje, nós os honramos e contemplamos, e pedimos a Deus que, como eles, nos tornemos servos e mensageiros fiéis da Boa Nova.
O Evangelho de hoje nos apresenta duas cenas: de um lado, uma discussão entre os discípulos de Jesus: quem entre nós é o maior? Jesus os repreende, não com palavras, mas colocando uma criança diante deles: o menor no Reino é o mais importante. E, de outro lado, uma "denúncia" dos discípulos a Jesus: alguém estava fazendo milagres em teu nome, e esse alguém não é um de nós. O desejo de poder eexclusividade, contrário aos valores do Reino, sempre pairará sobre os pensamentos desses escolhidos de Jesus, que, no entanto, são tão difíceis de entender.
Estamos diante de uma dasparábolas mais famosas de Jesus, uma parábola do Evangelho de Lucas, que contaa história do pobre Lázaro, coberto de feridas, que não recebe compaixão e,após sua morte, é levado ao seio de Abraão; e de um homem rico, que se veste depúrpura e linho fino e festeja diariamente, que acaba sofrendo tormentos noHades após sua morte.
No Evangelho de hoje, vemos que Jesus está causandoalvoroço. As pessoas estão entusiasmadas com ele. No entanto, Jesus os avisaque será entregue aos homens. Os discípulos não entendem, ou melhor, não querementender. Talvez prefiram se concentrar no sucesso de Jesus, no sonho de quetalvez um dia sejam ministros ou conselheiros em um reino no qual Jesus reinarácomo reis terrenos.
O Evangelho de hoje nos apresenta uma passagem comovente: Jesus faz a seguinte pergunta: Quem os homensdizem que ele é? Não há nele nenhuma curiosidade vã. É apenas uma estratégia para fazer a pergunta definitiva, talvez a mais decisiva na história de nossas vidas: "E vós, quem dizeis que eu sou?" Pedro, o líder do grupo, dirá, inspirado pelo Espírito: "O Cristo de Deus".
O Evangelho de hoje nos mostra a comoção que Jesus gerou entre o povo. Até mesmo Herodes, o tetrarca, sabia sobre ele e se perguntava se seria João Batista, a quem ele mesmodecapitou e que havia ressuscitado dos mortos. Para outros, poderia ser Elias, o grande profeta de Israel, que, segundo a tradição, foi levado ao céu em uma carruagem de fogo. Jesus atrai toda a atenção: entregar-se-á à vaidade e aos poderes do mundo? Já sabemos a resposta: não.
O Evangelho de hoje nos apresenta um momento de grande significado. Dentre a multidão de discípulos, homens e mulheres, que o seguiam, Jesus escolhe doze. É óbvio que havia 12 tribos de Israel. Doze é o número do povo de Deus. Jesus está convocando o novo povo de Deus. E agora os envia para proclamar o Reino de Deus, com o poder de expulsar demônios e curar. A austeridade deve prevalecer entre eles (não usarão quase nada e se hospedarão nas casas de pessoas que os acolherem generosamente), e serão itinerantes. São verdadeiros apóstolos (os enviados) e têm o poder de Jesus: "deu-lhes poder e autoridade".PASCOM São José e São Francisco em colaboração com SerCreyente.com.
O Evangelho de hoje nos apresenta uma cena singular: a mãe de Jesus e seus irmãos aparecem em cena. Eles vêm à procura de Jesus. Na passagem paralela de Marcos, é dito que eles foram atrás dele porque ele estava fora de si, como se o considerassem louco. O mais surpreendente, porém, é a resposta de Jesus: " Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática".
Hoje celebramos a festa de São Mateus, apóstolo e evangelista. Mateus era um publicano, isto é, um cobrador de impostos. E os publicanos eram desprezados pelo povo judeu; eram colaboradores dos invasores — ou seja, do Império Romano —, arrecadando impostos para eles. Eram também odiados por sua falta de escrúpulos. Primeiro, porque tomavam medidas contra os inadimplentes — e podemos imaginar que os mais prejudicados eram os pobres, que perdiam com isso o pouco que tinham. Mas também porque podiam cobrar praticamente o que quisessem; isto é, eram considerados ladrões. Além disso, para os judeus, eram também impuros, por todos esses motivos que apontamos. Mas, mais uma vez, Jesus mostra que sua prioridade não são os justos, e sim os pecadores. E ele dirá isso no Evangelho: “"Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes.”. E coloca novamente o foco na misericórdia e na proximidade com os perdidos. O publicano Mateus recebe o olhar de Jesus, que lhe diz: “Segue-me”. O que Mateus deve ter sentido ao ver os olhos do Filho de Deus fixos nos seus, contando com ele para anunciar a Boa Nova? O que Mateus teria pensado? “Eu? Mas se sou indigno, se sou o pior, se todo mundo me odeia”. O certo é que ele foi transformado. O ladrão, aquele que se vendera aos romanos, tornou-se Mateus, o discípulo, apóstolo e evangelista.
O Evangelho de hoje nos oferece a chamada parábola dos trabalhadores da vinha, que, como já foi dito em outro lugar, poderia ser melhor chamada de "parábola do proprietário generoso", porque o que transparece nela é a generosidade do dono daquela vinha. É uma verdadeira expressão de generosidade, da bondade gratuita de Deus.
From the publisher's feed