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Hoje, 8 de setembro, a Igreja celebra a Natividade da Bem-Aventurada Virgem Maria, festa particularmente apreciada nas Igrejas Orientais e profundamente enraizada na piedade popular, com títulos como Divina Infanta ou Nossa Senhora da Natividade. O Novo Testamento não faz referência ao nascimento da Virgem Maria, nem a quem foram seus pais. As referências mais antigas encontram-se nos evangelhos apócrifos. No entanto, o Povo de Deus, nove meses após a Solenidade da Imaculada Conceição, deseja celebrar o nascimento desta criança porque, como disse São João Paulo II, ela é uma obra-prima da graça divina, ou como o Papa Francisco exclamou belamente: se Jesus é o sol, Maria é a aurora que anuncia a sua vinda.PASCOM São Francisco em colaboração com SerCreyente.com.
A Natividade de Nossa Senhora celebra o nascimento daquela que foi escolhida por Deus para ser a Mãe de Jesus. Maria veio ao mundo como sinal de esperança e preparação para a chegada do Salvador. Neste dia, somos convidados a contemplar sua humildade, sua fé e sua entrega, pedindo que ela nos ensine a dizer “sim” a Deus todos os dias.
Nossa Senhora, rogai por nós! 🙏💙
No Evangelho de hoje, Jesus nos oferece várias chaves de fé, estes referentes à vida comunitária: a correção fraterna, o poder da comunidade cristã, da Igreja, de se reconciliar com Deus e a presença infalível de Jesus onde dois ou três se reúnem em seu nome.
No Evangelho de hoje, vemos Jesus confrontando os fariseus em uma controvérsia sobre a observância do sábado. Ele conclui suas palavras com uma declaração poderosa: “o Filho do Homem é Senhor também do sábado.”PASCOM São Francisco em colaboração com SerCreyente.com.
No Evangelho de hoje, Jesus responde a uma pergunta: “Por que [...] teus discípulos não jejuam?" Com duas imagens evocativas — o remendo novo e o vinho novo — Jesus responde à pergunta. E o significado da resposta é que Ele trouxe toda a novidade; Ele é a novidade suprema.PASCOM São Francisco em colaboração com SerCreyente.com.
No Evangelho de hoje, vemos Jesus alimentando o povo com o pão da sua Palavra. O povo ouve Jesus fascinado, porque ele fala com verdadeira autoridade e sabedoria. Também veremos o Senhor realizar um milagre, uma pesca milagrosa e algo mais: chamar Pedro e os irmãos Zebedeu para, apesar de suas fraquezas, se lançarem na maravilhosa tarefa de evangelizar, proclamar o Evangelho e pescar pessoas.PASCOM São Francisco em colaboração com SerCreyente.com.
O Evangelho de hoje relata vários milagres de Jesus, e um em particular: Jesus está em Cafarnaum, entra na casa de Simão Pedro e cura sua sogra, que está de cama com febre. Mais do que apenas mais um milagre, este é um evento que, se saborearmos, nos mostrará que o verdadeiro seguimento de Jesus envolve servir, curvar-se e fazer o impossível para curar os males do nosso mundo.
O Evangelho de hoje apresenta Jesus na sinagoga de Cafarnaum realizando um milagre. Além desse atoextraordinário, vemos a identidade de Jesus revelada, reconhecida, por um lado, por aquele espírito imundo, que confessa: Tu és o Santo de Deus. Mas, por outrolado, o povo também o reconhece: ele fala com autoridade; seu ensinamento é novo.
PASCOM São Francisco em colaboração com SerCreyente.com.
O Evangelho de hoje apresenta Jesus em sua cidade natal, especificamente na sinagoga de Nazaré, onde ouvira a Palavra de Deus desde criança. Jesus se levanta, lê a leitura, escolhe o trecho de Isaías e, para espanto de todos, exclama: "Hoje se cumpriu esta Escritura". Jesus é verdadeiramente o Messias, aquele que vem cumprir as promessas de Deus. Mas nenhum profeta é aceito em sua cidade natal. São seus compatriotas que, depois que Jesus confessa que esta Escritura se cumpre nele, e que seu bom Pai, Deus, é o Pai de todos os povos e de todos os homens, vão querer até mesmo jogá-lo de um precipício.
PASCOM São Francisco em colaboração com SerCreyente.com.
Na passagem que precede imediatamente o Evangelho de hoje, São Pedro professou que Jesus é o Messias — o Cristo, o Filho de Deus. É um momento decisivo, pois assim se estabelece a identidade de Jesus. Contudo, observem: o Senhor logo explicará aos seus seguidores que tipo de Messias ele é — não um rei-Messias triunfante e bem-sucedido. Não; o Evangelista nos diz que Jesus começou a mostrar aos seus discípulos que precisava ir a Jerusalém, sofrer muito ali, ser morto e ressuscitar ao terceiro dia. Ora, este Messias que serve — que se entrega completamente até o fim — pedirá hoje aos seus discípulos (e a nós, seu seguidor) um compromisso incondicional, a ponto de renunciar às suas seguranças e até mesmo à nossa vida. No entanto, paradoxalmente, longe de perder tudo, ganharemos tudo.
PASCOM São Francisco em colaboração com SerCreyente.com.
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