Deambulámos por uma enormidade de temas, a saber: eu é que sou o presidente da junta, anti-intelectualismo da direita e a performance da esquerda, tolerância ao esforço, ausência de risco, o império do smartphone, sociedade de consumo e a diluição, a relação entre a crítica e as massas, identificação na arte, a surpresa deu lugar à confirmação na comédia, não sabemos lidar com o conflito, oferecer uma tangerina pelos anos, o artista está sempre em pose, artista e o ridículo, os loucos anos da empatia postiça, o eu verdadeiro está cada vez mais escondido, comédia e o mundo cínico, os humoristas são chatos?, a construção da piada, os comediantes são inteligentes?, os marginais inteligentes.