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Tem episódio novo do podcast do Theatro Municipal de São Paulo no ar! 🎧
Às vésperas da estreia de Don Carlo, de Giuseppe Verdi, convidamos você a conhecer um pouco mais sobre uma das grandes obras do repertório operístico. Neste episódio, mergulhamos no universo da ópera, passamos pelos bastidores desta montagem e revisitamos o contexto histórico que atravessa a narrativa.
Participam deste episódio Caetano Vilela, que assina a encenação e a iluminação, e fala sobre o enredo, suas escolhas para a direção e alguns dos bastidores da montagem; Atalla Ayan, intérprete de Don Carlo, e Ailyn Pérez, no papel de Elisabetta di Valois, que compartilham os desafios de dar vida a personagens marcados por conflitos, relações intensas e escolhas difíceis; e Hernán Sánchez Arteaga, regente do Coro Lírico Municipal, que revela um pouco da preparação do coro para uma obra em que o grupo ocupa momentos de grande presença.
O episódio foi produzido por Maria Luiza Guimarães, da equipe de Comunicação do Theatro Municipal de São Paulo. Ouça agora 🎙️
Don Carlo tem patrocínio de IGC Partners, Bradesco e Elevadores Atlas Schindler.
REPOSTAGEM
Novo episódio do podcast do Theatro Municipal de São Paulo no ar! 🎧
Convidamos você a conhecer um pouco mais sobre a obra-prima de Richard Wagner. Neste episódio, mergulhamos nos bastidores da montagem, nas curiosidades da ópera e no contexto histórico que tornou essa uma das narrativas de amor mais marcantes da história da música.
Participam deste episódio Mário Videira, professor de Estética Musical e História da Ópera da ECA/USP, que comenta a trajetória de Wagner e a importância de Tristão e Isolda; Piero Schlochauer, diretor assistente; e o maestro Roberto Minczuk, que compartilham detalhes do backstage desta montagem, que marca o retorno de Tristão e Isolda ao palco do Theatro Municipal após quase cinco décadas sem ser encenada.
O espetáculo reúne direção musical de Roberto Minczuk, regência do Coro Lírico Municipal de Hernán Sánchez Arteaga e direção cênica e cenografia de Allex Aguilera. No palco, Tristão e Isolda serão interpretados pelo tenor Simon O'Neill e pela soprano Annemarie Kremer nas apresentações dos dias 22, 29 de julho e 2 de agosto. Já nos dias 26 e 31 de julho, os papéis principais ficam a cargo do tenor Michael Weinius e da soprano Eiko Senda.
O podcast foi produzido por Maria Luiza Guimarães, da equipe de Comunicação do Theatro Municipal de São Paulo.
A ópera conta com patrocínio da IGC Partners e dos Elevadores Atlas Schindler.
📍 Sala de Espetáculos - Theatro Municipal de São Paulo
📅 22, 26, 29 e 31 de julho e 2 de agosto, sempre às 17h
Às vésperas da estreia de Tristão e Isolda, convidamos você a conhecer um pouco mais sobre a obra-prima de Richard Wagner. Neste episódio, mergulhamos nos bastidores da montagem, nas curiosidades da ópera e no contexto histórico que tornou essa uma das narrativas de amor mais marcantes da história da música.
Participam deste episódio Mário Videira, professor de Estética Musical e História da Ópera da ECA/USP, que comenta a trajetória de Wagner e a importância de Tristão e Isolda; Piero Schlochauer, diretor assistente; e o maestro Roberto Minczuk, que compartilham detalhes do backstage desta montagem, que marca o retorno de Tristão e Isolda ao palco do Theatro Municipal após quase cinco décadas sem ser encenada.
O espetáculo reúne direção musical de Roberto Minczuk, regência do Coro Lírico Municipal de Hernán Sánchez Arteaga e direção cênica e cenografia de Allex Aguilera. No palco, Tristão e Isolda serão interpretados pelo tenor Simon O'Neill e pela soprano Annemarie Kremer nas apresentações dos dias 22, 29 de julho e 2 de agosto. Já nos dias 26 e 31 de julho, os papéis principais ficam a cargo do tenor Michael Weinius e da soprano Eiko Senda.
Esse podcast foi produzido por Maria Luiza Guimarães, da equipe de Comunicação do Theatro Municipal de São Paulo.
A ópera conta com patrocínio da IGC Partners e dos Elevadores Atlas Schindler.
Neste episódio, mergulhamos no universo de Intolleranza (1960), obra do compositor italiano Luigi Nono que transforma a música em instrumento de intervenção política e reflexão social. A partir da trajetória de um imigrante que, ao tentar retornar à sua terra natal, é atravessado por protestos, violência policial e movimentos coletivos, a obra questiona os limites da existência individual diante das lutas do mundo contemporâneo.
Descrita pelo próprio Nono como uma ação cênica, Intolleranza (1960) rompe com as formas tradicionais da ópera para construir uma experiência intensa e profundamente conectada ao contexto do pós-guerra, mas cuja potência segue atual ao dialogar com questões políticas, culturais e ambientais do presente.
Nesta montagem inédita na América Latina, a direção cênica de Nuno Ramos e Eduardo Climachauska reinventa a obra em parceria com a direção musical de Priscila Bomfim e a regência do Coro Lírico Municipal por Hernán Sánchez Arteaga, reunindo a Orquestra Sinfônica Municipal e o Coro Lírico Municipal em uma grande produção.
Participam do episódio:
Alejandro Ahmed, direção de movimento e coreografia
Anderson Barbosa, interpretando “Um Torturado”
Angela Ida De Benedictis, especialista na obra de Luigi Nono
Eduardo Climachauska e Nuno Ramos, na direção cênica
Gabriela Geluda e Maria Carla Pino Cury, interpretando “Sua Companheira”
Giovanni Tristacci e Peter Tantsits, dando vida a “Um Imigrante”
Hernán Sánchez Arteaga, responsável pela regência do Coro Lírico Municipal
Isaque Oliveira, no papel de “Um Argelino”
Marly Montoni, interpretando “Uma Mulher”
Piero Schlochauer, assistente de direção cênica e musical
Priscila Bomfim, na direção musical
O podcast foi produzido pelos bolsistas Émerson Ryan, Larissa Cintra e Matheus Yoshino, sob supervisão de Ligiana Costa.
Encerrando a Temporada de Óperas 2025 e celebrando o Ano Cultural Brasil-França, o Theatro Municipal de São Paulo, em parceria com o Instituto Francês, propõe o encontro entre passado e presente com uma produção grandiosa: Les Indes Galantes, de Jean-Philippe Rameau, com direção cênica e coreografia de Bintou Dembélé, figura icônica do movimento hip-hop francês, e direção musical de Leonardo García-Alarcón, maestro especialista em música barroca e fundador da Cappella Mediterranea.
O espetáculo será presentado pelos corpos artísticos franceses Cappella Mediterranea, Structure Rualité e o Choeur de Chambre de Namur, ao lado do Coral Paulistano e com participação de bailarinos e músicos brasileiros convidados.
Nesta montagem, apresentada em diversos teatros europeus, a obra marcante do barroco francês e da ópera-ballet, que revela a visão europeia do século XVIII sobre diferentes povos e culturas, é reinventada para o século XXI, fundindo a música barroca e as danças urbanas em um espetáculo que reflete sobre o amor, o encontro de culturas e o colonialismo.
Participam deste episódio:Bintou Dembelé - encenadora e coreógrafa
Juliana Kis - bailarina e assistente
Feroz Sahoulamide - bailarino e assistente
Paulo Kuhl - musicólogo e professor da Unicamp
Maya Suemi Lemos - musicóloga e professora da UERJ
Leonardo Garcia Alarcon - maestro e diretor musical
Nesta montagem de Macbeth, dirigida pela multiartista Elisa Ohtake, a profunda conexão de Giuseppe Verdi com Shakespeare ganha nova vida. Embora não dominasse o inglês, Verdi viu na tradução italiana do bardo um verdadeiro tesouro, revolucionando a ópera italiana ao infundir seus personagens com a profundidade dramática e a intensidade vívida que Shakespeare trouxe à dramaturgia inglesa. Verdi, homem de teatro nato, conduziu sua música de forma a criar uma atmosfera constante de mistério e angústia, sem permitir intervalos que pudessem interromper o envolvimento do espectador.
Estreada em 1847 em Florença, Macbeth foi concebida durante o que Verdi chamou de seus “anos de galera”, uma fase em que batalhava para se afirmar no cenário lírico italiano. Com libreto de Francesco Maria Piave e acréscimos de Andrea Maffei, a ópera foi bem-recebida em sua première, mas desapareceu dos palcos por quase um século, em parte em razão das exigências do papel de Lady Macbeth, considerado um desafio extremo para as sopranos.
Elisa Ohtake, conhecida por sua abordagem cênica contemporânea e ousada, dará nova luz à complexa história de poder, ambição e morte de Macbeth. Com uma formação diversificada em dança e teatro, Elisa já esteve próxima da obra de Shakespeare com sua instigante Peça para Adultos Feita por Crianças, na qual crianças interpretam Hamlet.
Participam deste episódio: Elisa Ohtake, Hernán Sánchez Arteaga, Aline Santini, Sofia Nestrovski e Vladimir Safatle.
Podcast realizado pelas bolsistas Débora Oliveira, Mirella Lima e Triz Cristina, sob supervisão de Ligiana Costa.
Nesta montagem de Macbeth, dirigida pela multiartista Elisa Ohtake, a profunda conexão de Giuseppe Verdi com Shakespeare ganha nova vida. Embora não dominasse o inglês, Verdi viu na tradução italiana do bardo um verdadeiro tesouro, revolucionando a ópera italiana ao infundir seus personagens com a profundidade dramática e a intensidade vívida que Shakespeare trouxe à dramaturgia inglesa. Verdi, homem de teatro nato, conduziu sua música de forma a criar uma atmosfera constante de mistério e angústia, sem permitir intervalos que pudessem interromper o envolvimento do espectador.
Estreada em 1847 em Florença, Macbeth foi concebida durante o que Verdi chamou de seus “anos de galera”, uma fase em que batalhava para se afirmar no cenário lírico italiano. Com libreto de Francesco Maria Piave e acréscimos de Andrea Maffei, a ópera foi bem-recebida em sua première, mas desapareceu dos palcos por quase um século, em parte em razão das exigências do papel de Lady Macbeth, considerado um desafio extremo para as sopranos.
Elisa Ohtake, conhecida por sua abordagem cênica contemporânea e ousada, dará nova luz à complexa história de poder, ambição e morte de Macbeth. Com uma formação diversificada em dança e teatro, Elisa já esteve próxima da obra de Shakespeare com sua instigante Peça para Adultos Feita por Crianças, na qual crianças interpretam Hamlet.
Participaram desde episódio: Elisa Ohtake, Hernán Sánchez Arteaga, Aline Santini, Sofia Nestrovski e Vladimir Safatle.
Podcast realizado pelas bolsistas Débora Oliveira, Mirella Lima e Triz Cristina, sob supervisão de Ligiana Costa.
George Gershwin segue mais atual do que nunca, e sua obra ganha novos contornos sob a direção de Grace Passô na aguardada estreia de Porgy and Bess no Theatro Municipal. Com seu olhar poético e ousado, Passô traz à cena o universo multifacetado desta ópera, que cruza as fronteiras do jazz, do teatro e da música clássica para contar uma história de luta e amor. Gershwin, que sempre transitou com leveza entre mundos, ainda nos anos 1920 e pouco depois de criar peças icônicas como Rhapsody in Blue, se encantou com o romance Porgy, de DuBose Heyward.
A parceria entre Gershwin e Heyward nasceu de uma troca de cartas fervorosa, que resultou na colaboração entre os dois e Ira, o irmão do compositor e letrista consolidado. Em 1934, o compositor mergulhou no ambiente da Carolina do Sul, absorvendo as histórias e os ritmos que vibravam na alma do romance. Assim, em 1935, estreava Porgy and Bess em Boston, com uma inovação que ressoou como um grito de liberdade: a primeira ópera a trazer solistas negros de formação clássica, em um tempo em que tal escolha era uma transgressão.
A trama de Porgy and Bess gira em torno das dores e paixões dos moradores de Catfish Row, com personagens como Porgy, um homem humilde e com uma deficiência física, e Bess, em busca de redenção após uma vida de provações. Canções como Summertime, My Man’s Gone Now e I Got Plenty o’ Nuttin emergem como clássicos eternos, capturando a alma da música norte-americana.
Participam deste episódio: Grace Passô, Maíra Ferreira, Luiz-Ottavio Faria, Latonia Moore, Marly Montoni, Jean William, Betty Garcés, Juliana Taino, Edineia Oliveira, Núbia Eunice, Edna D’Oliveira, Michel de Souza, Mikael Coutinho e Samuel Martins.
Podcast realizado pelas bolsistas Débora Oliveira, Mirella Lima e Triz Cristina, sob supervisão de Ligiana Costa.
Em julho teremos uma estreia histórica no Theatro Municipal: pela primeira vez em nosso palco e na América Latina, será apresentada a ópera Friedenstag (Dia de Paz), de Richard Strauss. Ao lado dela, outra raridade: Le Villi (As Fadas), a primeira ópera de Puccini, formando um double bill exclusivo com duas óperas de um ato.
Neste episódio conheça as tramas de ambas e saiba o que estamos preparando especialmente para essa montagem.
Os entrevistados são: Priscila Bomfim (direção musical), André Heller-Lopes (direção cênica), Hernán Sánchez Arteaga (regente do Coro Lírico Municipal), Luiz Fernando Bongiovanni (coreografia e direção de movimento), Laura Françozo (figurino) e Bia Junqueira (cenografia).
Podcast realizado pelas bolsistas Débora Oliveira, Mirella Lima e Triz Cristina, sob supervisão de Ligiana Costa.
A ópera Don Giovanni, de Wolfgang Amadeus Mozart, estreia na temporada de 2025, do Theatro Municipal.
Neste episódio, conheça curiosidades sobre a montagem que tem direção musical de Roberto Minczuk e direção cênica de Hugo Possolo.
Os entrevistados são: Hugo Possolo, Jorge Coli, Rosana Marreco Brescia, Hernán Iturralde Camila Provenzale, Anibal Mancini, Luisa Francesconi, Michel de Souza, Carla Cottini, Savio Sperandio, Fellipe Oliveira, Homero Velho, Ludmilla Bauerfeldt, Jabez Lima, Monique Galvão, Saulo Javan, Raquel Paulin, Sérgio Righini, Rogério Nunes e Vitor Teixeira.
Podcast realizado pelas bolsistas Débora Oliveira, Mirella Lima e Triz Cristina, sob supervisão de Ligiana Costa.
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