Que a educação brasileira não é prioridade do governo, já se sabe. Aliás, não era também prioriedad dos governos anteriores. O que não se sabia é da proposta de destruição da educação. Esta novidade do governo de Jair Bolsonaro, junto de outras agendas destruidoras, significa retrocesso a um país com memória autoritária e de truculência. É preciso agir, caso se queira uma sociedade melhor e menos reacionária, dado que o governo fará todos os esforços para que a educação seja um direito de apenas algumas pessoas, com fins determinados. Veja esta matéria do Jornal O Globo: A duas semanas do Enem, mais 21 coordenadores do Inep assinam pedido de exoneração coletiva (https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/enem-e-vestibular/a-duas-semanas-do-enem-mais-21-coordenadores-do-inep-assinam-pedido-de-exoneracao-coletiva-25268421).