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“quem tem medo da morte não aproveita a vida”: a lisergia sofisticada da firefriend, o homem-aranha depois da gravidez da mary jane, as dificuldades de se fazer um show gostosinho no brasil, o mantra da morte e o anti hino islandês da dead skeletons, a primavera do cão da meia noite, e o post rock chileno da tortuganónima.
a firefriend vai tocar dia 28 de maio no fffront (@seufffront), na vila madalena (são paulo - sp)
vou sair com meus amigos, vamos tomar cachaça e esquecer as mágoas do amanhã. ouvindo yo la tengo e os 25 anos de sua obra-prima, chafurdando no arrastadão dos manos da duster, chorando bem emozinho ao som de hüsker dü e a potência das canções de uma frase só.
a revolução dos cravos, através da poesia de chico buarque. tesouros perdidos da chufentude sônica. gorduratrans mais gorda do que nunca. e dom quixotismo de pobre orfeu e suas múltiplas facetas. agora, em tricerátops show!
agradecimentos especiais à suplente da casa por fazer a arte!
o balaclava fest - edição de 10 anos acontece dias 23 e 24 de abril (sábado e domingo). ingressos à venda no ingresse.com
uma chupadinha inocente ou uma canalhice artística? afinal, o nirvana roubou como artista ou plagiou na caruda? teriam eles reinventado a arte do sampling no rock? ou foram trapaceados pelo inconsciente? agora, em tricerátops show, os covers e as homenagens polêmicas da banda de kurt cobain
não tocamos, mas achamos parecidas:
um pouco forçação de barra?:
música:
steve albini:
e outros:
BÔNUS do luiz via zapzap:
o triunfo nerd do som no imaginário coletivo. os beatles da música eletrônica. o renascimento cultural alemão e seu impacto definitivo na música pop através de um nome: kraftwerk. da fria alemanha ao gingado safado do brasil, como as bandas brasileiras meteram essa salsicha alemã num hot dog repleto de purê, guitarras e ritmos diversos? uma visão underground tupiniquim sobre a maior banda de todos os tempos!
um tributo brasileiro ao kraftwerk (2022), produzido por edu normann e gabriel thomaz, masterizado por fábio gabardo, lançado pela maxilar, disponível na íntegra e exclusivamente no youtube
mais shoegaze do que nunca, entrevistamos maurício barros e marcel marques da justine never knew the rules.
encontre a justine em outras redes:
episódios que mencionamos:
um desabafo visceral que mistura no wave, noise, post punk, kraut rock, e ainda cabe no limite de duração do tiktok. as agruras de ser um artista na américa latina pós apocalíptica. a saúde mental em tempos de pandemia. o noise coletivo de muitas vozes. tudo sobre a obra audiovisual da banda trema¨, e um bate-papo com seu idealizador, lucas lippaus!
influências para o álbum br lockdown:
pessoas que colaboraram nas músicas da trema¨ (que tocamos nesse epi):
projeto massa de história em quadrinhos pra apoiar:
e muito mais:
lançamento de músicas novas do br lockdown toda segunda e quinta. encontre a trema¨ em outras redes:
episódios que mencionamos:
uma mosca que pousou na música popular brasileira. o cowboy fora da lei que conhece história do início ao fim. desvio de caráter ou só um maluco beleza? hoje, em tricerátops show: o início, o fim e o meio de raul seixas
o obscurantismo elegante de mark sandman e sua misteriosa cura para dor. godspeed you! black emperor e o seu segundo álbum de estreia. afinal de contas, o que boris, friedrich nietzsche e david lynch possuem em comum? electropop vintage com dois pés no prog do duo francês zombie zombie. polímeros semicondutores e seus sonhos espaciais. tudo isso e muito mais agora...
a luta de jeff buckley para esquecer ela. o bote salva vidas de bedhead. o coração partido de spiritualized. o reinado slowcore de codeine e suas frígidas estrelas. legião urbana, a sua desesperança crônica que antecede o fim amargo de renato manfredini. e o indie melancólico de bright eyes. tudo isso e nada mais, desafiando o senso comum e desfilando aos prantos no bloco suspense do carnaval triste de tricerátops show...
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