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No quarto episódio do Phodcast, Marcelo Madureira e Maurício Menezes provam que o Brasil continua sendo o maior laboratório de humor involuntário do mundo. A conversa começa com o “Carlão Sapateiro”, o morador de Ourinhos que teve a vida virada do avesso depois que espalharam que ele ganhou 96 milhões na Mega-Sena. E, a partir daí, é só ladeira abaixo — ou melhor, ladeira acima do riso.
Os dois ainda analisam, entre piadas e ironias, o relatório que classificou Fernandinho Beira-Mar como “má influência” dentro da prisão, o deputado que não aceitou ser chamado de Zé Garoa, e o golpe digital de um morador de Pocrane que acreditou estar namorando Juliana Paes. Tudo isso com a leveza e o improviso que fazem do Phodcast uma mistura perfeita de sarcasmo, inteligência e maluquice cotidiana.
O episódio ainda passa pela Amazônia dos dinossauros de Havaianas, pelo funcionário carente que processou a empresa por não ganhar parabéns, e pelas discussões mais improváveis sobre astronomia, paleontologia e libido em videoconferência. É o Brasil visto por dois humoristas que conseguem rir até das coisas mais absurdas — porque, no fim das contas, rir é o único jeito de sobreviver por aqui.
Na Marquês de Sapucaí, o brilho dos desfiles é apenas uma parte do espetáculo. Nos bastidores, há quem garanta que tudo aconteça em segurança — e com o mesmo amor pelo samba que move os componentes na avenida. Neste episódio do Deixa Falar, José Carlos de Souza, o Papagaio, e Antônio Carlos Ferreira Macedo, o Langu, dois ícones da segurança do Carnaval carioca, revelam o lado menos visível da festa que o mundo inteiro assiste encantado.
Entre risadas e lembranças, eles contam como é trabalhar onde o samba não para, mas o risco é constante. Falam de emoção, responsabilidade e da rotina intensa que começa muito antes da abertura dos portões e só termina quando o último carro alegórico deixa a dispersão. Com histórias que misturam disciplina, improviso e paixão, Papagaio e Langu mostram que ser segurança da Sapucaí é muito mais do que vigiar: é cuidar de um patrimônio cultural que pulsa no coração do Rio de Janeiro.
Com décadas de experiência, eles já viram de tudo — dos momentos de tensão nas arquibancadas às celebrações emocionadas das campeãs. Contam como lidam com artistas, foliões, celebridades e operários, sempre com respeito e firmeza, garantindo que a energia contagiante da avenida nunca se perca. O episódio é uma homenagem a quem vive o Carnaval de forma silenciosa, mas essencial: os guardiões que asseguram que o show aconteça, ano após ano, com alegria e segurança.
O Penido’s Podcast recebe o jornalista e influenciador Daniel Braune, um dos nomes mais expressivos da nova geração da comunicação esportiva. Dono de uma audiência que ultrapassa 8 milhões de seguidores nas redes, Braune fala sobre os bastidores da criação de conteúdo, a rotina de quem vive de opinar e a montanha-russa de ser amado e cancelado em questão de minutos.
Na conversa com Luiz Penido e Rafa Penido, o criador do canal Braune Fogo revisita o início da carreira, o impacto da pandemia na sua trajetória, o papel das redes sociais na transformação do jornalismo e as aventuras que o levaram de Teresópolis a Cabo Verde, passando por entrevistas com nomes como Neymar e Ronaldo Fenômeno.
Com humor e sinceridade, ele analisa o universo das celebridades do futebol, as polêmicas do VAR, a rivalidade crescente entre Botafogo e Palmeiras e o desafio de manter autenticidade em tempos de algoritmos e likes. Um episódio que mistura bastidor, reflexão e boas risadas, mostrando que o futebol também é feito de histórias, sotaques e muita paixão.
Carlinhos de Jesus chega ao Café com Pimenta com toda a leveza, sabedoria e emoção de quem viveu uma vida inteira dançando — mesmo quando a música parecia parar. Aos 72 anos, o coreógrafo e mestre do samba revive sua infância em Cavalcanti, as tardes de fogueira e batata-doce, e os primeiros passos embalados pelo som das baterias de escola.
No papo com Márcia Pinho, ele revisita as maiores dores e travessias da vida: a perda dos pais, do filho e do sobrinho, e como a arte o salvou em momentos em que tudo parecia desabar. A cada lembrança, surge a certeza de que o palco — seja ele o teatro, a Sapucaí ou a rua — sempre foi o lugar onde encontrou consolo e propósito.
Com o brilho de quem transformou o samba em profissão e identidade, Carlinhos relembra a criação das lendárias comissões de frente, os bastidores da Mangueira e o nascimento dos ensaios técnicos na Marquês de Sapucaí. Ele conta ainda como conheceu Raquel, sua companheira de vida e de fé, e revela os bastidores de uma trajetória marcada por disciplina, intuição e amor ao Rio de Janeiro.
Este episódio é um mergulho na alma de um artista que ensinou o Brasil a dançar com o coração — e que continua inspirando gerações com sua história de resistência, paixão e alegria.
Marco Octávio, nome histórico do futebol de areia e ex-técnico da Seleção Brasileira, abre o jogo sobre a trajetória que o levou ao topo do mundo e o fim abrupto de um ciclo vitorioso. Em um relato sincero e envolvente, ele conta como assumiu a equipe em um momento delicado, liderou a reconstrução do beach soccer nacional e conquistou o heptacampeonato mundial — feito inédito na história do esporte brasileiro.
No episódio, Marco revela os bastidores da convivência com atletas, as conquistas que marcaram sua carreira e a surpresa ao ser desligado da CBF por telefone, mesmo após títulos e reconhecimento internacional. Ele também discute o futuro do futebol de areia, a importância da profissionalização da modalidade e a falta de valorização dos treinadores brasileiros, refletindo sobre o impacto do 7x1 e a crescente presença de técnicos estrangeiros nas seleções.
Com sua experiência de quem trabalhou em países como Irã, Emirados Árabes, Portugal e Bélgica, Marco Octávio compartilha aprendizados sobre liderança, superação e paixão pelo esporte, reforçando que o verdadeiro legado vai além dos troféus. Um episódio inspirador para quem acredita no poder da dedicação e do trabalho sério no esporte brasileiro.
No episódio de estreia do Fala com a Boneka, Kelly Jorge, a Boneka Amarela, recebe o ator e humorista Maurício Manfrini, conhecido e amado pelo público como Paulinho Gogó. O papo é leve, divertido e cheio de emoção — exatamente como a estreia da Boneka merecia.
Entre risadas e histórias inesquecíveis, Manfrini relembra o início da carreira, os bastidores da Patrulha da Cidade e os momentos marcantes que viveu na Rádio Tupi, a Rádio do índio. Em meio a confissões, conselhos e boas doses de nostalgia, ele revela como transformou dificuldades em oportunidades e como o humor o levou de Saracuruna para os palcos e telas de todo o Brasil.
Com seu carisma característico, Kelly conduz uma conversa que mistura gratidão, amizade e muita espontaneidade. O episódio também traz passagens hilárias — como o mal-entendido com a esposa que quase virou caso de polícia — e reflexões sinceras sobre persistência, fé e amor pelo que se faz.
Um encontro de verdade, daqueles que fazem rir, pensar e se emocionar.
Dá o play e vem terminar a semana com alegria, emoção e boas histórias com a Boneka Amarela!
No terceiro episódio do Phodcast, Marcelo Madureira e Maurício Menezes mostram que a realidade brasileira segue superando qualquer roteirista de comédia. Tudo começa em Bambuí, Minas Gerais, onde um padre invade uma rádio e agride o apresentador chamado Jesus — literalmente. Daí pra frente, o papo vai escalando: professores apanhando de pais, ministros se estranhando no Supremo, e até Ana Maria Braga, que vira personagem involuntária nas piadas mais improváveis.
Entre uma risada e outra, sobram reflexões travestidas de humor. A dupla comenta brigas de galo, rodeios e o limite do entretenimento em um país que parece não conhecer tédio. E quando o assunto vira segurança, Madureira e Maurício transformam carros blindados, assaltos bizarros e até a tentativa de assalto à mulher do Arrascaeta em motivo de piada — sem poupar ninguém, nem eles mesmos.
O episódio ainda reserva espaço para histórias que só o Phodcast traria: um homem na Índia que fingiu a própria morte pra medir a amizade dos outros, uma mulher escocesa que inventou uma gravidez de 11 meses e europeus que agora se reúnem pra comer pudim com garfo. Tudo isso amarrado no improviso de dois humoristas que fazem do caos cotidiano uma arte.
No fim, sobra a sensação de que rir do Brasil é a única forma possível de continuar entendendo o país. E o Phodcast é o manual definitivo pra isso.
A história do Carnaval do Rio tem uma trilha sonora inconfundível: a voz de Jorge Perlingeiro. No Deixa Falar, o lendário locutor e ex-presidente da Liesa abre o coração e a memória para contar bastidores que marcaram o samba, a televisão e o espetáculo da Sapucaí.
Com seu estilo único e humor característico, Perlingeiro relembra os tempos de apuração, fala sobre a responsabilidade de anunciar notas diante de milhões de espectadores e comenta os bastidores de momentos que entraram para a história do samba. Ele também reflete sobre sua trajetória à frente da Liga Independente das Escolas de Samba, o trabalho que ajudou a profissionalizar o Carnaval e as transformações que acompanhou ao longo de mais de cinco décadas de envolvimento com a festa.
Entre lembranças da Rádio Tupi e histórias dos bastidores da TV, ele fala sobre amizades, desafios e a emoção de estar no centro de um espetáculo que move o Rio e o Brasil. Com o carisma e a franqueza que o consagraram, Jorge Perlingeiro mostra que continua sendo uma das vozes mais importantes — e queridas — da cultura carioca.
Um episódio que é uma verdadeira aula de memória, paixão e dedicação ao Carnaval, contada por quem viveu, sentiu e ajudou a construir o maior espetáculo da Terra.
O episódio #13 do Penido’s Podcast traz uma verdadeira lenda do futebol brasileiro: Reinaldo, o eterno ídolo do Atlético Mineiro e um dos maiores centroavantes da história do país. Em uma conversa cheia de emoção, Luiz Penido e Rafa Penido recebem o “Rei do Galo” para revisitar momentos que marcaram gerações — dos golaços no Mineirão às polêmicas arbitragens que mudaram rumos de campeonatos.
Reinaldo fala sobre a rivalidade entre Atlético e Flamengo, a histórica final de 1980, e os bastidores da Copa de 1978, quando o futebol brasileiro ainda era fortemente influenciado pelo regime militar. Ele relembra a perseguição política que sofreu, a exclusão injusta de decisões e o quanto o autoritarismo da época impactou sua trajetória. Com a serenidade de quem transformou dor em aprendizado, o craque revela como encarou cada desafio sem perder a alegria e o amor pelo jogo.
O episódio também mergulha no presente: Reinaldo comenta o atual momento do futebol brasileiro, fala sobre Pedro, Neymar e o trabalho de Ancelotti na Seleção, além de elogiar o comprometimento de Hulk e o projeto do Instituto Galo — uma iniciativa social que ampara ex-jogadores e transforma vidas em Minas Gerais. Entre memórias, risadas e bastidores inéditos, o rei mostra que a grandeza de um ídolo vai muito além dos gols.
Com seu carisma mineiro e histórias que atravessam décadas, Reinaldo reforça o papel humano e inspirador do futebol. Um episódio histórico, emocionante e imperdível — daqueles que fazem o torcedor lembrar por que se apaixonou pelo esporte.
Thiago Pantaleão é um artista que transforma vivências em música, coragem em performance e vulnerabilidade em arte. No oitavo episódio do Café com Pimenta, apresentado por Márcia Pinho, o cantor conta como sua relação com a fé, a família e a sexualidade moldaram sua trajetória até se tornar um dos nomes mais carismáticos e livres da nova cena pop brasileira.
Criado em Paracambi, no interior do Rio de Janeiro, em uma família profundamente ligada à igreja, Thiago revela como a música surgiu como refúgio e expressão ainda na infância, inspirado pela mãe e pelo pai, que cantavam no louvor. Entre lembranças divertidas e episódios de conflito com a rigidez religiosa, ele narra o momento em que decidiu seguir o próprio caminho — e o apoio incondicional da mãe, que se tornou sua melhor amiga e maior incentivadora.
O artista também fala sobre o impacto de Marília Mendonça, que foi a primeira grande artista a compartilhar uma de suas músicas nas redes, abrindo caminho para o reconhecimento nacional. De lá para cá, vieram parcerias, festivais e o auge no Rock in Rio, onde Thiago viveu um dos dias mais emocionantes da vida ao cantar diante de uma multidão e ver sua mãe chorando na plateia.
Entre risadas, reflexões e muita leveza, Pantaleão aborda temas como autoestima, espiritualidade, sexualidade, dança, corpo e terapia — revelando o quanto a vulnerabilidade pode ser uma força criativa. Ele fala sobre a importância da arte como resistência e sobre a liberdade que encontrou ao unir fé e autenticidade em um mesmo palco.
O resultado é uma conversa vibrante e honesta, que mostra um artista inteiro, consciente de quem é e do que representa para uma geração que busca se reconhecer nas próprias verdades.
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