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O advogado e candidato à presidência do Fluminense, Ademar Arrais, é o convidado do episódio #13 do Tupi na Rede Cast. Em uma conversa conduzida por Bruno Gentile e Thiago Veras, Arrais abre o jogo sobre sua trajetória dentro do clube, as críticas à atual administração e as propostas que pretende implementar caso vença as eleições de novembro. O papo mergulha no momento político do Fluminense, abordando temas como gestão profissional, participação do torcedor, finanças, futebol de base e o papel das Laranjeiras no futuro tricolor.
Durante o episódio, Ademar detalha suas ideias para descentralizar decisões e democratizar o voto, defendendo uma administração mais transparente e conectada ao torcedor. Ele comenta também sobre a importância de resgatar o protagonismo de Xerém na formação de atletas, a necessidade de planejamento de longo prazo e a valorização do elenco principal, evitando contratações imediatistas e desequilíbrios orçamentários.
A entrevista traz ainda reflexões sobre o modelo de SAF — tema central nas eleições tricolores —, e as condições que, segundo ele, o Fluminense precisa alcançar antes de pensar em uma eventual venda de parte do futebol. Com experiência no meio jurídico e longa ligação com o clube, Arrais argumenta que a transformação do Fluminense deve começar pela governança interna, garantindo que o torcedor se sinta novamente parte do processo decisório.
Entre memórias pessoais e análises sobre o presente do clube, o candidato defende o resgate da identidade tricolor, o fortalecimento do patrimônio social e a integração entre categorias de base e o time principal. O episódio é uma escuta essencial para quem quer compreender o debate político que deve marcar o fim de 2025 e o caminho que o Fluminense pode seguir nos próximos anos.
O segundo episódio do Phodcast prova que o Brasil continua imbatível no gênero “comédia involuntária”. Marcelo Madureira e Maurício Menezes exploram o noticiário recente com o humor de quem já viu de tudo — e ainda se espanta. Eles começam pelo inusitado encontro entre Lula e Donald Trump, que virou símbolo da política sem noção, passam pela história surreal da “igreja da inteligência artificial” que prometia milagres por PIX, e chegam ao caso do influencer milionário que virou exemplo do que o país não precisava copiar.
A conversa se desdobra entre críticas bem-humoradas e confissões pessoais: do síndico que acorda o vizinho de madrugada ao ministro que largou o Supremo para cantar samba. No meio do caos, ainda sobra espaço para a revelação mais improvável do episódio — o “queijo de touro” artesanal do Luiz Penido. Tudo com o sarcasmo afiado e o ritmo espontâneo de quem transforma qualquer manchete em esquete.
Sem filtro e sem piedade, Madureira e Maurício encontram humor até nas tragédias cotidianas: filhos que maltratam mães, influenciadores que lavam dinheiro e padres que se recusam a rezar missa por personagens de novela. O resultado é uma conversa tão absurda quanto real, onde rir é a única resposta possível.
No Phodcast, o riso é resistência — e, no Brasil, isso já é quase um ato de fé.
Neste episódio, o Deixa Falar recebe Gabriel David, presidente da Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro), para uma conversa sobre os bastidores, os desafios e as transformações que moldam o futuro do Carnaval. À frente de um dos maiores eventos culturais do planeta, Gabriel compartilha sua visão de uma Liesa mais moderna, conectada e transparente — sem abrir mão da essência artística e comunitária que define as escolas de samba.
O papo passa pela profissionalização da gestão do Carnaval, os novos projetos estruturais e tecnológicos do Sambódromo, e a criação de modelos de parceria público-privada (PPP) que prometem revolucionar a experiência de quem desfila e de quem assiste. Gabriel detalha os investimentos em tecnologia de som, luz e segurança, e fala sobre a importância da gestão integrada, que envolve desde as escolas até o público e a transmissão televisiva.
Outro ponto marcante é a reflexão sobre o papel da Liesa na valorização dos profissionais que constroem o espetáculo: artistas, técnicos, operários, comunicadores e o próprio público apaixonado. Gabriel também comenta sobre o crescimento da presença feminina em cargos de liderança, o respeito à diversidade e o fortalecimento da identidade cultural das escolas em tempos de transformação digital.
Com a serenidade de quem cresceu no meio do samba e a visão estratégica de quem projeta o futuro, Gabriel mostra que o Carnaval do Rio está em boas mãos — olhando para frente, sem esquecer suas raízes.
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O Penido’s Podcast #12 recebe um dos maiores zagueiros da história recente do futebol brasileiro: Wilson Gottardo. Ídolo de Botafogo, Flamengo e Cruzeiro, ele relembra passagens marcantes da carreira, bastidores de títulos, decisões e até das polêmicas que viveu dentro e fora de campo. Com a lucidez de quem foi líder por onde passou, Gottardo analisa o futebol de ontem e de hoje, o papel do treinador, o perfil do jogador moderno e a importância da mentalidade no esporte de alto rendimento.
Entre histórias de vestiário, risadas e memórias afetivas, ele revisita momentos como a quebra do jejum histórico do Botafogo em 1989, a conquista do Brasileirão de 1992 pelo Flamengo e a Libertadores de 1997 com o Cruzeiro. O ex-zagueiro revela ainda bastidores da transição para dirigente, explica como vê o modelo das SAFs no futebol brasileiro e comenta o futuro da Seleção sob o comando de Carlo Ancelotti.
A conversa com Luiz Penido e Rafa Penido também mergulha na essência humana do jogador: o começo modesto, a ajuda recebida das “tias da cozinha” do Guarani, o desafio de sustentar a família quando não havia contrato e o orgulho de ter deixado um legado em todos os clubes por onde passou. Do futebol raiz à era da tecnologia, Gottardo reflete sobre as transformações do jogo, a diferença de gerações e o valor do trabalho coletivo dentro de um elenco.
Com seu carisma e sinceridade típicos, ele fala sobre o que aprendeu com técnicos como Carlinhos Violino, defende o estilo de Filipe Luís, elogia a dupla Léo Ortiz e Fabrício Bruno e ainda revela que foi ao mesmo tempo ídolo e torcedor dos clubes onde jogou — sem esconder o carinho de infância pelo Palmeiras. Um papo que mistura técnica, emoção, bastidores e boas risadas, mostrando que a experiência de campo também ensina sobre liderança, lealdade e superação.
O ortopedista e médico do esporte Dr. Rodrigo Kaz é o convidado do episódio #7 do Café com Pimenta, e o papo vai muito além das dores musculares. Com bom humor e clareza, ele explica o que o corpo tenta nos dizer quando sentimos incômodos, por que ouvir os sinais antes que se transformem em lesões é uma forma de autoconhecimento, e como o equilíbrio entre corpo e mente é o verdadeiro segredo para a longevidade.
Na conversa com Márcia Pinho, o Dr. Kaz compartilha bastidores da medicina esportiva e fala sobre a rotina dos corredores — dos iniciantes aos maratonistas. Explica o papel dos joelhos, quadris e tornozelos no desempenho, desmonta mitos sobre pisada e tênis, e revela por que a escolha errada de calçado pode afetar toda a estrutura corporal. Com base em casos reais e experiências de consultório, ele mostra que a corrida é uma metáfora perfeita para a vida: cada passo exige consciência, preparo e constância.
Entre histórias curiosas e dicas práticas, o médico fala sobre os limites do corpo, a importância da alimentação adequada e o valor de respeitar o descanso. Conta também situações divertidas vividas nos bastidores do futebol e na convivência com atletas de alto rendimento. Mas o destaque do episódio está na maneira como ele traduz a ciência para o dia a dia, tornando temas complexos acessíveis a quem busca bem-estar sem radicalismos.
A conversa ainda traz reflexões sobre propósito, envelhecimento ativo e o papel do movimento como antídoto contra o estresse. Dr. Kaz fala da importância de manter vínculos, do poder das conexões humanas e da necessidade de cuidar da saúde emocional tanto quanto da física. Para ele, o corpo é um espelho do que vivemos — e aprender a lê-lo é um exercício de autocuidado.
Com o toque leve e provocador de sempre, Márcia conduz um papo que combina informação, emoção e boas risadas. Um episódio para quem corre, caminha ou simplesmente quer entender melhor o próprio corpo e as mensagens que ele envia todos os dias.
No Tupi na Rede Cast, Marcos Coelho e Bruno Gentile recebem Reinaldo, ex-atacante com passagens por Flamengo, São Paulo, Santos e seleção brasileira, para uma conversa que mistura emoção, bastidores e boas histórias do futebol.
Reinaldo fala sobre os primeiros passos na Gávea, os aprendizados com grandes nomes do Flamengo e o que representou vestir a camisa rubro-negra ainda jovem. Ele relembra a fase no São Paulo, o ambiente vencedor do clube no início dos anos 2000 e a conquista do Mundial de Clubes de 2005, um dos pontos mais altos de sua carreira. Entre risadas e memórias, o ex-atacante compara estilos de treinadores, o perfil dos jogadores de diferentes gerações e como o futebol evoluiu — dentro e fora de campo.
Com seu jeito espontâneo e sincero, Reinaldo comenta o que pensa sobre a pressão no futebol atual, a relação com a torcida e o que considera essencial para manter a cabeça firme no auge da carreira. Fala sobre convivência com craques como Rogério Ceni, Adriano Imperador e Amoroso, e como a união do grupo foi determinante para vitórias históricas.
O papo também aborda o momento atual do futebol brasileiro, a diferença de mentalidade entre gerações e o papel das redes sociais na vida dos jogadores. Um episódio repleto de histórias, emoção e reflexões de quem viveu tudo intensamente — dos treinos na base aos gramados do mundo.
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Marcelo Madureira e Maurício Menezes estreiam o Phodcast mostrando que, no Brasil, a notícia do dia nunca decepciona quem tem senso de humor. De um país que discute “quem matou Odete Roitman” como se fosse questão de Estado até o prefeito japonês que quer limitar o uso de celular, sobram absurdos para comentar e gargalhar. A dupla leva o noticiário a sério — mas só até o ponto em que ele deixa de fazer sentido.
Entre um trocadilho e uma lembrança improvável, o papo segue leve, debochado e cheio de improvisos. Tem brasileiro perdido no Everest, tem golpe de seguro que dá errado, pato roubado no Parque Guinle, e até pastelaria de shopping que quase levou Maurício à falência. Madureira escuta, provoca e ri — como se tudo isso fosse normal. E talvez seja mesmo: no país do improviso, o humor é a única forma de sanidade.
O episódio ainda passa por histórias de bastidores da imprensa, viagens desastradas e negócios que ninguém pediu, mas que rendem boas piadas. A conversa flui como se o ouvinte estivesse ali na mesa, entre um gole e outro, vendo dois humoristas veteranos transformarem o caos em comédia e a frustração em alívio. É a crítica e o riso andando juntos, com o tipo de ironia que só quem vive o Brasil há décadas consegue cultivar.
No fim, o Phodcast deixa claro a que veio: rir é resistir. E enquanto o país seguir produzindo manchetes que parecem roteiros de ficção, Madureira e Maurício garantem que sempre haverá assunto — e motivo — pra dar risada.
O Deixa Falar chega ao quarto episódio trazendo uma convidada que representa renovação e força no carnaval carioca: Elisa Fernandes, diretora de carnaval da Unidos da Tijuca. Primeira mulher a assumir esse posto na escola, Elisa divide com os apresentadores Fred Soares e Marcus Vinícius “Mister” como foi a sua caminhada até ocupar esse espaço, sempre com muita dedicação, disciplina e amor pela festa.
No papo, ela detalha como a Tijuca vive um processo de reconstrução e resgate da autoestima após anos de altos e baixos. Elisa explica o impacto que iniciativas de cuidado humano, como a presença de psicólogos no barracão e atividades de integração, têm na preparação para o desfile. Além disso, comenta os desafios de liderar uma equipe numerosa em meio às pressões do carnaval, equilibrando técnica, afeto e estratégia.
A conversa também passa por lembranças da sua trajetória no carnaval: das primeiras experiências na União de Jacarepaguá, onde aprendeu a função de diretora de carnaval, até o trabalho em grandes escolas como a Portela. Ela fala ainda sobre a inspiração vinda da mãe, Simone Fernandes, jornalista marcante da Rádio Tupi, e de como a família sempre esteve ligada ao universo do samba.
Um episódio que mistura bastidores, emoção e reflexões importantes sobre representatividade feminina e inovação no maior espetáculo do planeta.
No episódio #11 do Penido’s Podcast, Luiz Penido e Rafa Penido recebem um dos técnicos mais vitoriosos e carismáticos do nosso futebol: Oswaldo de Oliveira. Campeão da Libertadores e do Mundo pelo Corinthians, com passagens marcantes por Vasco, Flamengo, Botafogo, São Paulo, Santos e experiências internacionais no Japão e no Catar, Oswaldo abre o coração sobre carreira, bastidores, cultura do futebol e os rumos do jogo no Brasil.
Ao longo da conversa, ele relembra a trajetória meteórica que o levou de preparador físico a treinador campeão mundial, explica como conquistou o elenco do Corinthians (Marcelinho, Edílson, Vampeta e cia.) e comenta a fase no Vasco com Juninho Pernambucano, Juninho Paulista, Jorginho, Júnior Baiano e Romário. Reconta ainda o episódio com Eurico Miranda que o tirou das finais do Brasileiro e da Mercosul — títulos que ele considera parte da sua história — e fala com franqueza sobre convívio com jogadores, “treta” famosa com Ganso e o que realmente sustenta um vestiário vencedor: convencimento, clareza de ideia e continuidade.
No eixo Rio–São Paulo, Oswaldo analisa a transformação estrutural do Flamengo e a força crescente dos clubes do interior paulista (como o Mirassol), destacando planejamento, base e tecnologia de recuperação como diferenciais competitivos. Ele defende que a cultura do “três derrotas e rua” precisa acabar e aponta um calcanhar de Aquiles histórico: dirigentes sem formação específica para gerir futebol. Sobre SAF, faz um paralelo com o VAR: é caminho sem volta que só funciona com gente qualificada, planejada e bem-intencionada.
Falando de Botafogo, projeta o trabalho de David Ancelotti e critica o desmanche de um time que havia atingido alto nível; para ele, grupo campeão não se troca como peça de carro — entrosamento e longevidade contam. No tema arbitragem, reconhece a pressão cotidiana sobre os árbitros, mas classifica a última rodada como “alarmante” e volta ao ponto central: profissionalização, operação do VAR e punições coerentes para mudar o ambiente.
Oswaldo viaja também pelas memórias afetivas: a infância flamenguista, as tardes de Maracanã, a devoção ao rádio como alicerce do seu amor pelo futebol e lembranças de narradores e comentaristas que moldaram gerações. Em campo, escolhe Zico no “um ou outro” com Garrincha (mesmo reverenciando o Mané como intocável), prefere Romário a Ronaldo por laço pessoal, e exalta Rogério Ceni como goleiro e técnico promissor. Nas notas: elogios a Abel Ferreira, críticas equilibradas a figuras do nosso jogo e um tributo emocionado a Gerson Canhotinha — para ele, o gol de 70 contra a Itália é o “gol da vida”.
O papo ganha contornos globais quando ele compara culturas de treino no Brasil, Japão e Oriente Médio. No Kashima Antlers e no Urawa Reds, disciplina e execução milimétrica fizeram a diferença (foram 10 títulos em 6 anos no Japão); no Catar, o desafio era gerir até oito nacionalidades no mesmo elenco, driblando idioma, hábitos e rotinas para criar um time. Daí nasce sua tese: o Brasil forma jogadores; o Japão forma pessoas — e o futuro exige unir as duas virtudes.
Por fim, a Seleção Brasileira: paixão de infância, lembranças de 58, 62 e 70, dores de 74, 78, 82… e esperança no agora. Oswaldo vê uma geração talentosa (Vini Jr., Luiz Henrique, Estevão, entre outros) que ainda busca o grande título para virar “gênio”, e torce por um Neymar saudável que eleva o teto técnico. Sim, dá para sonhar — desde que o processo seja respeitado e o ambiente, profissional.
Dá o play e vem com a gente nessa conversa franca, cheia de histórias, bastidores, análise tática e visão humana de quem viveu o futebol por dentro — no Brasil e no mundo — sem nunca perder a essência: o amor ao jogo e ao rádio.
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Capricorniana, astróloga das manhãs do Show do Antônio Carlos e eterna frenética, Leiloca Neves senta para um café temperado e serve memórias, risos e mapas. Ela volta a 1976 para contar como Nelson Motta tirou as Frenéticas do avental para o palco, o figurino lendário, as 12 pernas que enlouqueceram o país e a plateia que tinha Gal, Gil, Caetano e André Midani. Passa por Dancin’ Days, pela estreia da TV colorida em Portugal e por encontros improváveis: Mick Jagger dançando no Sótão e uma noite inesquecível no Harlem ao som de Della Griffin.
No outro eixo, Leiloca narra sua trilha na astrologia — de autodidata com efemérides e régua-e-compasso ao quadro no TV Mulher e depois no Fantástico, quando apresentou ao Brasil o mapa astral e o tal do ascendente. Entre previsões que viraram manchete e recordes de cartas, ela explica por que “astrologia não é vidência, é tendência”, como usa o céu para decidir voos e por que fé e disciplina caminham com Saturno. Fala ainda de um avistamento de disco voador, de clientes que mudaram de país “na hora certa” e de como Plutão em Aquário, Urano em Gêmeos e Netuno mudando de signo redesenham tecnologia, saúde mental e o nosso jeito de comunicar.
É papo sobre gargalhar para curar, sobre não guardar rancor e sobre criar — na arte, na vida e no céu. Dá o play, respira fundo e vem se perder (e se encontrar) com a gente.
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