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Na contramão da crise, algumas companhias foram surpreendidas com o aumento exponencial do faturamento – e uma delas é o iFood. Engana-se, porém, quem pensa que o crescimento se deve apenas a ampliação da demanda. O cenário foi a oportunidade perfeita para ampliar suas operações e apostar em estratégias antes inimagináveis.
Escalar um negócio requer que a companhia aperte os cintos e corte custos para não perder a capacidade de continuar crescendo. Mas há algo que não pode ficar de fora: o propósito. Na Liv Up, o objetivo é estar ao lado do consumidor e impactar positivamente a cadeia. Mas como gerar impacto social e ambiental na prática?
A expectativa da Liv Up era triplicar seu faturamento – e foi isso que aconteceu com a chegada da pandemia. A previsão deste crescimento não apenas se concretizou, como trouxe à tona seu propósito e a responsabilidade de dividir os ganhos com aqueles que tiveram perdas.
Muitos sonham em deixar de lado a vida corporativa e ir para o outro lado da mesa – porém, empreender no Brasil não é tarefa fácil. Quando o assunto é sustentabilidade, o jogo se torna ainda mais complexo.
O Brasil produz hoje cerca de 80 milhões de toneladas de lixo por ano, porém, apenas 3% desses resíduos vão realmente para a reciclagem. Cenário propício para uma cleantech que busca expandir a economia circular e impactar positivamente toda a cadeia de recicladores.
Nascer pensando em ir além de barreiras geográficas – esse é o segredo de startups disruptivas. Empresas que são criadas já de olho no mercado global são mais competitivas, diminuem o risco de perder seu espaço e têm maior acesso a investidores.
Go global or go home: independentemente do segmento ou área de atuação, já é passada a hora de repensar os modelos de olho no mercado global. E, para ir além das barreiras geográficas, colaboração, confiança e espírito de dono foram cruciais para Gabriel Engel.
Mais do que o melhor a ser feito, abraçar a diversidade é o certo. Se continuarmos excluindo metade do planeta de áreas mais competitivas e que demandam mão de obra na casa dos milhões – com certeza algo vai dar errado!
Diversidade e tecnologia vão transformar o mundo – é o que acredita Camila Achutti, programadora e referência mundial na luta por mais mulheres em áreas ainda dominadas por homens. No mundo corporativo, quem levantar essa bandeira e fazer esforços efetivos para incluir o outro, vai sair na frente no futuro.
As pessoas não são o ativo mais importante de uma organização – o principal ativo de uma empresa são pessoas comprometidas, capacitadas e éticas. É um fato: organizações que acreditam nessa ideia aumentam a produtividade e, consequentemente, atingem melhores resultados financeiros e operacionais.
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