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Este imperdível episódio conta com a participação do poeta, doutor e professor de Teoria Literária, Literatura Brasileira e Portuguesa, Jeová Santana.
Em outubro de 1939, na cidade de Estoril, em Portugal, Vinicius de Moraes compôs aquele que é um dos seus poemas mais conhecidos, o “Soneto de fidelidade”, inserido no Livro de sonetos, cuja primeira edição deu-se em 1957. Vamos conhecê-lo melhor?
Em 1883 o poeta Raimundo Correia publicou o livro Sinfonias, prefaciado por Machado de Assis, e revelou-se uma das grandes vozes do Parnasianismo brasileiro.
É neste livro que veio à luz o soneto As Pombas. O soneto ficou tão famoso que valeu ao poeta o apelido de “poeta das pombas”, que aliás ele detestava. A crítica especializada considera o poema como a obra-prima do autor. O tema do soneto é inicialmente o revoar das pombas que acaba por estabelecer uma comparação com as fases da vida humana.
Você ouve com exclusividade no “Um poema para” mais este clássico da nossa literatura. Lançado em 1931, Cobra Norato é considerado um dos melhores poemas épicos brasileiros. Ele nasce no auge do movimento modernista, das mãos de Raul Boop, um dos principais poetas da primeira geração deste período da literatura brasileira.
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Só aqui no “Um poema para...” você ouve com exclusividade a leitura na íntegra das 56 páginas do ‘Poema sujo’ e de quebra, acompanha um relato do próprio autor sobre a obra.
Escrito em Buenos Aires, no ano de 1975, o poema foi composto enquanto o poeta Ferreira Gullar estava exilado por motivos políticos. Os mais de dois mil versos criados na solidão do exílio são uma espécie de hino pela liberdade. Gullar, temendo pelo seu futuro, decidiu escrever o Poema sujo como uma espécie de testemunho final, uma síntese de todas as suas crenças e de toda a sua poética antes que o calassem definitivamente. (fonte: Rebeca Fuks, Doutora em Estudos da Cultura no site Cultura Genial).
Se gostar, segue um link para que você possa acompanhar a leitura do poema completo: https://fundbras.files.wordpress.com/2013/04/ferreira-gullar-poema-sujo.pdf
Dando continuidade à nossa série de ‘Poemas para ouvir antes de morrer’, vamos neste episódio embora para Pasárgada com Manuel Bandeira. O poema foi publicado no livro Libertinagem de 1930.
A cidade de Pasárgada de fato existiu, foi a capital do Primeiro Império Persa. Quando tinha 16 anos, Bandeira ouviu pela primeira vez um relato sobre a cidade e imaginou que ela poderia ser a representação de um lugar maravilhoso. O poeta guardou a imagem durante anos na sua memória até criar o famoso poema onde faz referência a ela. (fonte: Rebeca Fuks, Doutora em Estudos da Cultura no site Cultura Genial).
Este poema está no livro Claro Enigma, considerado por muitos como o mais importante de Drummond. Tantos aspectos tornaram este poema o exemplar mais eloquente da poética drummondiana, ao ponto de receber da imprensa especializada o título de poema mais importante escrito no Brasil no século vinte. (Dudu Oliveira, Recanto das Letras).
“A ideia de que o mundo era uma máquina esteve em voga desde a Antiguidade até a Renascença. No poema de Drummond, a máquina do mundo abre-se para o poeta em determinado momento, oferecendo-lhe uma "total explicação da vida", poeta, compositor e crítico literário, Antonio Cícero.
Neste episódio você pode acompanhar a live Conversa de Livraria realizada pela Alpharrabio Edições em 27/05/21, com mediação da poeta e entusiasta cultural Dalila Teles Veras, e com a participação de Olga Defavari e André Castro conversando sobre a proposta artística deste podcast e a novas tecnologias trazendo novidades para o universo literário.
Não percam!
Se preferir, acompanhe o vídeo desta entrevista: https://youtu.be/g8y3ILnoeYA
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Nesta quinta-feira 27 de maio 2021 o UM POEMA PARA é o assunto da live promovida pela ALPHARRABIO EDITORA E LIVRARIA.
Com mediação de Dalila Teles Veras, estaremos reunidos para conversar sobre o nosso podcast e as novas ferramentas para levar a poesia a cada vez mais novos ouvintes e leitores.
Link para acompanhar a Live (que também ficará disponível após a transmissão aovivo): https://youtu.be/g8y3ILnoeYA
Vem participar deste momento especial com o UM POEMA PARA...
Neste episódio o próprio autor nos fala sobre o seu mais recente trabalho, o livro “Coisas e não coisas”, lançado no mês passado pela editora Loope com co-edição da Alpharrabio Edições. Joaquim Celso Freire é autor de sete livros e também está no episódio 117.
A obra está disponível em versão impressa e ebook nas principais lojas do país.
https://www.amazon.com.br/Coisas-coisas-Joaquim-Celso-Freire-ebook/dp/B092GCLMGH/ref=sr_1_5?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&dchild=1&keywords=coisas+e+n%C3%A3o+coisas&qid=1621545780&sr=8-5
No episódio de hoje vamos conhecer a poesia da jovem Giovana Sant´anna, que nos escreve para compartilhar um pouco de sua poesia através desta tentativa de identificar a morte.
Uma ouvinte e amiga de nosso podcast, e que ganha espaço aqui para mostrar sua arte.
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