Uma dose de Ccella

Uma dose de Ccella

By Marccella BelvedereSociety & CulturePersonal Journals
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Uma dose de Ccella episodes

  • confiança

    texto de @cacoseretalhos

    musicai'd rather go blind - de Etta james

    5 min
  • talvez eu não perca

    res-significando a ausência e o crescimento


    a um tempo buscando resignificar o que não entendi.

    o que indefinidamente não sei se perdi, se tive ou se um dia terei.

    teria? tereria? tererei?

    ou apenas senti.


    algo certo e que o presente me eh indefinido,

    mas a indefinição pode angustiar

    e a angústia pode nos fazer sentir

    aquilo que ja não mais deveria habitar em nós

    ou ser algo a nos guiar, me guiar, me nortear.


    só sei que estou. ou não estou.

    ou estive. ou não deveria estar.

    não apenas angústia a indefinição me causa

    mas o pensamento de perde , buscando

    procurando , se vinculando , ao que já não está


    acredito que um dia esteve, acredito sim

    mas sinto que a muito tempo já partiu

    partiu daqui, partiu meu cotacao

    partiu, mas antes partilhou, e por partilhar

    os pedaços que não se foram

    me fizerem pensar que ia voltar

    talvez volte, um dia quem sabe voltes,

    ou não, por perceber que de fato nunca havia partido

    ou havia de partir.


    mas só sei que hoje

    meu peito é perda, percas, angústia, partida, e partes que se partiram, de quem me diz que não entendo, não entendi.

    e cá pra mim, talvez nunca entenda, mas compreenderei tua ausência.


    tu foste aquela que retornou, sem nunca partir

    ou que nunca partiu, pois nunca esteve.

    não me cabe cobrar, entender ou definir

    mas sei que um dia saberei o que só tú poder escolher e decidir


    afinal me cabe apenas aceitar que nem sempre

    quase nunca na verdade,

    talvez em algum momento,

    quem sabe com alguem

    mas com certeza sozinha

    eu fui aquela que nem ganhou nem perdeu

    mas cresceu.


    nao. não nesse tempo verbal.

    eu sou.

    eu cresço

    amo.

    vivo.

    tudo em mim. à Deus.

    e quem sabe a alguém que queira estar.


    consegue? aguenta?

    tomei uma dose, e então decida.

    21.03.26.11AM


    início do áudio da rorpia leitura de seu texto de José januario @januariobook

    e a segunda parte texto de @_otigaz no comentário do vídeo original.


    musica da minha leitura


    albatroz | the teskey brothers

    what you won't do for love | EJ jones

    5 min
  • onde o amor começa?

    o amor começa em apreciar a comoanhiaevolui pelo gostar do sorriso, admirar a beleza, se hipnotizar pelo olhar .. pela paixão e desejo despertando a cada dia.... o amor começa quando percebi que não preciso de su aoresenca, mas que escolho tê-la mesmo nos dias ruins.


    o amor começa quando a gente entende que precisa ser uma versão melhor, por nós e pela relação. o amor começa quando entendemos que devemos nos escolher e amar primeiro, e aso assim seremos aptos a amar a quem escolhermos para dividir a vida.



    texto de Melvins

    musica love is still criel- gone like summer

    1 min
  • A dor dividida

    enfim encontrei um texto que traduz o que eh tomar um café, tomar um sorvete ou comer uma pizza com amigos.


    nem todos "café" mas sempre em um café.


    aos meus amigos... apenas meu muito obrigada.


    texto de @drmarcelogoulart

    musica the winner take it all -carla bruni

    4 min
  • a arte de ser voce

    não se engane, não pensei em alguém.... mas em mim mesma.


    não consigo esquecer o olhar que via no espelho e que hoje não consigo reconhecerbe tão pouco esquecer.


    percebo o quanto mudei, o quanto me transformei ou até mesmo transmutei.


    não tenho a beleza que se esperas sei que entrego um belo muito além do que se enxerga


    lembrei da música boehmian rapsody, onde os primeiros versos eh uma confissão de homicídio... e teorias existem de que foi uma versão de si mesmo que morreu naquela noite.


    li esse texto e me veio minha criança interior, minha versao jovem esperançosa e sonhadora, vi os olhos castanhos da minha versão adulta já calejada mas insistindo em acreditar em algo melhor, maior... algo além.


    me arrumo transviado de confiança... mas de fato quando preciso minha auto estima não eh encontrada.


    difícil desvincular o ser do aparentar... afinal tudo gira em torno do que perforamos para o mundo, não necessariamente o que somos de fato.


    e olhar nos meus próprios olhos no espelho e perceber que ainda vivo em cativeiro.... é algo inefável.



    texto de @cafecompoesia

    musica como seria? de Genaro magri

    2 min

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