
Sign up to save your podcasts
Or


“Partiu ela, pois, e veio ao homem de Deus, ao monte Carmelo; e sucedeu que, vendo-a o homem de Deus de longe, disse a Geazi, seu moço: Eis aí a sunamita.” ( 2 Re 4:25)
Buscar a vida que emana do Pai é uma decisão. A sunamita não esperou pelo esposo, pelos servos, mas ela mesma decidiu ir em busca da presença. A vida que profeticamente repousava sobre o profeta Eliseu deveria ser levada de volta para sua casa. Ela já havia provado do milagre, mas milagre sem a vida do Espirito morre, não permanece. Quarto de Suném sem a presença do Pai é apenas um ambiente estéril. Aquilo que estava morto voltaria a viver, mas era necessário buscar, como na primeira vez, a vida de Deus. Quando Eliseu chega, a vida do Pai também chega, sua presença começa a reagir sobre o caos e sua glória passa a colocar em ordem o que estava sem forma e vazio. O Deus da Vida começa a ocupar aquele ambiente outra vez. O cheiro de morte, a ausência de luz e a falta de movimento não resistem ao sopro do Espirito. Geografias espirituais de morte e atmosferas de luto são modificadas instantaneamente quando o vento sopra. Uma nova canção é inserida em nós trazendo outra vez as vozes de júbilo, a celebração, a ativação e a cura. Tudo começa com a presença e tudo se mantém pela presença. Se a sunamita esperasse pela reação de seu esposo o que estava morto em sua casa nunca voltaria a viver. Não responsabilize pessoas, mas corra em buscar a presença Daquele que muda destinos. Se é meu destino então eu sou responsável por ele. O milagre que teu coração deseja virá quando você se mover em direção ao Espirito e trazer de volta para tua intimidade Aquele que te faz bem. O que atrai a presença do Espírito não é o quarto de Suném, mas é o som do teu coração, dentro dele, queimando de amor por um Deus que ainda realiza milagres.
"Deus "retribuirá a cada um conforme o seu procedimento". Ele dará vida eterna aos que, persistindo em fazer o bem, buscam glória, honra e imortalidade. Mas haverá ira e indignação para os que são egoístas, que rejeitam a verdade e seguem a injustiça."( Rom 2:6-8)
Noé passou aproximadamente cento e vinte anos liberando a verdade sobre uma geração corrupta e má. Deus havia decidido destruir a terra por conta de suas escolhas. Em todo o tempo o homem escolhia viver o desejo maligno e humano de seu coração. Cada vez que minhas vontades resistem a presença do Pai ou substitui sua verdade absoluta por algo relativo, eu gero o pecado. Uma verdade não é democrática. Ela é única. Não depende da minha opinião, mas sim da minha submissão. A pureza do corpo, obediência e honra as autoridades, integridade de caráter são algumas das inúmeras verdades absolutas de Deus. Quando o homem as despreza e estabelece seu próprio trono, seu próprio governo, sua própria verdade, ele se torna foco da ira de Deus. Por conta de todo o desprezo às verdades estabelecidas desde a criação, Deus decidiu aniquilar o homem. Quando escolhemos andar segundo a própria vontade e sermos indiferentes ao amor da cruz atraímos a ira do Eterno. Uma “simples” mentira tem esse poder, um “simples” desejo profano tem esse impacto, uma “simples” discussão ativa essa reação nos céus. Deus é Criador e quem cria legisla. Quem cria estabelece limites. Ultrapassar esses limites gera a morte. Que pela tua submissão às leis do Eterno a morte seja aplacada, e pela tua paixão por Ele, sua ira seja desviada. Ache graça aos olhos do Pai, seja fiel, e assim como Noé, nunca faltará arcas de salvação e provisões de misericórdia sobre tua casa.
“Como, porém, haveríamos de cantar as canções do Eterno numa terra estranha? E ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize ao espírito: Assim diz o Senhor DEUS: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.” ( Sl 137:4; Ez 37:9)
Como entoaremos canções em terra estranha? Aquilo que você vê define seus limites e muitas vezes afeta a manifestação da nossa fé. O vale de ossos secos e o aprisionamento em terra estranha eram ambientes que roubavam de Israel a consciência do sobrenatural, a possibilidade do milagre e a ativação da esperança. Cantar sobre o que não sentiam ou liberar palavras sobre o que não viam era um exercício de fé. Profetizar sobre os ossos não se tratava de uma confissão positiva ou a negação de uma realidade, mas era a confirmação de um fundamento, de uma declaração profética que se baseava na capacidade do poder reativo de Deus em transformar o estado de morte em uma expansão de vida. Os salgueiros vem para paralisar o som da nossa adoração e os ossos secos vem para roubar a possibilidade de uma nova história. Mas o Espirito te diz: Profetiza! Faça soar o som da tua trombeta! Não há vida, mas profetize mais uma vez. Não há som de avivamento, mas creia mais uma vez. Ainda há cheiro de morte, mas atraia o vento do Espirito mais uma vez. Nunca será sobre o que se vê, mas sim sobre o que se crê, e ambientes de sequidão ou de morte nunca permaneceram de pé diante do Poder da Palavra, diante da ordem do Espirito. Morte e fim reconhecem o Haja Luz, o Haja Frutos, o Haja Vida. Independente da tua visão, profetize a Palavra do Eterno e até que o milagre aconteça, retome tuas harpas e volte a cantar Àquele que te faz bem.
"E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono (...) Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo."
( Is 14:13-14)
Lúcifer desejou ser semelhante ao Altíssimo. Essa era sua ambição. No momento em que ele fosse semelhante ele teria autorização para dominar, se assentar no Trono, reinar, governar e subjugar. Mas no Éden, o Criador com suas próprias mãos desenha um ser, que vindo do barro, começa a ter forma e de pouco a pouco vai recebendo a forma da sua imagem e a estrutura da sua semelhança. O homem agora era semelhante ao Altíssimo!!! Deus cria Adão, um ser semelhante a Ele e a semelhança tão desejada por Lúcifer é dada ao homem como um sinal de autoridade. Quando falamos de imagem falamos de cópia, de foto. Era como se tirássemos uma foto do homem e na revelação dessa foto aparecesse a imagem do Deus invisível. Esse é um dos motivos pelo qual satanás te odeia. Você carrega o DNA do Pai, é semelhante ao Altíssimo e essa semelhança te empodera como filho a se assentar com Ele nos lugares celestiais. O mandato de domínio foi liberado sobre você, então não se venda às mentiras da serpente e nem negocie sua semelhança. Domine, reine, sujeite e seja grande. Se você é a imagem do Criador e carrega a semelhança do Altíssimo, seu destino será mais do que vencedor e sua história revelará em poder a essência do Deus Pai que te gerou.
Depois disso, Gideão perguntou a Zeba e a Zalmuna: “Como eram os homens que vocês mataram em Tabor? “Como você”, responderam eles. “Todos pareciam filhos de rei.”( Jz 8:18)
Os midianitas eram descendentes de Midiã, filho de Abraão com sua esposa Quetura, após a morte de Sara. No período dos juízes, eram os midianitas que roubavam de Israel as colheitas e seus animais. Era um espirito opressor que com fúria tomava de Israel suas sementes e os frutos que a terra gerava. Midiã do hebraico é "contenda, julgamento". Foram eles também que venderam José ( Gen.37) e no monte Tabor, em um dos seus ataques, mataram os irmãos de Gideão, homens que pareciam filhos de rei. Midianitas vendem aqueles que carregam a promessa, negociam aqueles que compartilham sonhos. Os homens, que pareciam filhos de rei, foram mortos pela contenda. Eram irmãos de Gideão e deveriam ser valentes em sua essência como ele. Pareciam ter governo, identidade, mas vindo os midianitas, vindo as críticas, os ataques que roubam as sementes e o que se é gerado no espírito, não resistiram e morreram sem cumprir os seus propósitos. Não basta parecer filho de rei, é preciso lutar quebrando o cântaro, levantando a tocha e tocando a trombeta. Um filho é guiado pela verdade declarada e não pela mentira contada. Aplique a verdade do Pai sobre teus pensamentos e elas te protegerão da mentira que mata e das palavras que aprisionam.
"Dê as seguintes instruções ao povo de Israel. Vocês e as gerações futuras farão franjas na bainha da roupa e as prenderão com um fio azul.
As franjas os ajudarão a lembrar que devem obedecer a todos os meus mandamentos e ser santos para o seu Deus." (Nm 15:38;40 NVT)
Tudo que temos deve apontar para Cristo. Em Atos 17 a Palavra diz que por Ele nós vivemos, nos movemos e existimos. O que me move e me influencia precisa também apontar para as coisas que vem do alto, até as tendências da moda. A forma como eu me visto e me comporto vai definir por qual Reino eu me movo. Quando o povo saiu do Egito e da escravidão, Deus manda Moisés dizer ao povo que no canto de suas vestes fizessem franjas(adorno feito de fios de lã) e as prendessem com um cordão azul. Essas franjas significariam que pertenciam a Deus e olhando para elas, lembrariam dos seus mandamentos e os praticariam. Seria um sinal para que em todo o tempo eles soubessem que Deus estava com eles e que deveriam praticar seus estatutos. Minhas roupas precisam carregar a essência da minha fidelidade, minhas franjas espirituais precisam apontar que Deus está comigo e seus mandamentos vivem em mim. O que eu manifesto em meu exterior deve ser como um sinal que revele o Filho, uma inspiração que aponte a santificação e uma referência que traduza a cultura do Reino. Construa franjas em seu exterior e sua geração conhecerá, pela essência que te move, a realidade de um Deus que é Emanuel.
“E a descendência daquele homem será conhecida em Israel como a família do descalçado.” ( Dt. 25:10)
“Família do descalçado” era a marca daquele que negava a sua semente, negava-se a gerar para que a herança do outro permanecesse. Para Deus nós temos uma responsabilidade social. Quando Deus nos olha Ele vê no mínimo a nossa descendência. Eu preciso gerar frutos para que a minha geração viva seu propósito. Um filho carregava a memória, carregava uma herança. Quando um irmão morria e não deixava filhos, a esposa do falecido poderia casar-se com seu cunhado; o filho que nascesse carregaria o nome do irmão e seu nome não seria apagado da face da terra. Essa era a Lei do Levirato. Mas, se o cunhado se negasse a ofertar sua semente para que a memória de seu irmão perpetuasse, ele e sua descendência seriam marcados com uma definição vergonhosa: a família do Descalçado, ou seja, sem sapatos, sem autoridade de possuir ou sem direitos de pisar territórios novos. Perdia-se o direito da conquista. O escravo, o pródigo e o bastardo andavam descalços. Não possuíam autoridade diante dos anciãos que julgavam à porta da cidade. Os céus me entregam autoridade para possuir quando eu me doo para gerar sobre a vida do meu irmão uma herança, um fruto que permaneça. Nem sempre aquilo que iremos gerar será nosso. Que você não se torne um Descalçado, mas que pela essência da cruz, pela disposição em ofertar os teus frutos, teus pés recebam revestimento para conquistar, e as terras que o Pai te confiou desde o Éden, sejam entregues a tua descendência como herança perpétua.
" E saiu aquele homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir; e mediu mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos artelhos." ( Ez 47:3)
O oriente era a direção que apontava o nascer do sol. Era a mesma direção das portas de Jerusalém, da cidade da adoração. Ezequiel vê as águas que fluíam do templo, desciam do lado direito e por onde essas águas passavam havia uma mudança de estado, de atmosfera, de destino. Não havia nada de sobrenatural nas águas em si; o sobrenatural era proveniente da fonte, do lugar de onde elas nasciam. Elas nasciam do lado direito, da destra de Deus, nasciam do Filho. O que determina o milagre é a fonte. Se suas águas fluírem da fonte correta, onde elas tocarem haverá manifestação de vida. Não é sobre a nossa performance, mas é sobre a fonte de onde provém as águas do nosso espírito. Por onde as águas passavam havia uma resposta de transformação, uma modificação na essência, uma alteração de propósito. O que manifestava morte, salinidade infértil, ausência de vida, agora é restaurado para produzir uma essência contrária. As águas fluíam do lado direito e ganhavam profundidade a medida que o anjo media mil côvados em direção ao oriente, em direção a presença, em direção ao sol. Manifestar milagres edifica a minha fé, mas é na profundidade das águas que vivo o governo do Espírito. É descendo em direção ao Oriente, em direção ao Sol da Justiça que minha humanidade desaparece. Que suas águas possam fluir do Filho, e no aumento dessas águas, o maior milagre seja o novo de Deus gerado em você.
"Então respondeu Eli: Vai em paz; e o Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste.' ( I Sm 1:17)
Existe um ambiente certo para a intimidade. Quando Jesus ensinou seus discípulos a orar, Ele ensinou que era preciso estar a sós, à portas fechadas. Era preciso entrar no quarto, num lugar de descanso, secreto, para que houvesse um relacionamento intenso e verdadeiro. Somente nesse ambiente, num lugar de aliança que a vida poderia ser gerada. O que o céu gera em nós começa de dentro pra fora, no secreto, em lugares escondidos, em ambientes de entrega, em locais onde não é possível mentir e nem fingir um amor sem fundamento. A vida só pode ser gerada se houver entrega e o milagre só pode ser formado se houver sacrifício. Entrega e sacrifício são características de um altar e também do lugar secreto. Foi num altar público que Ana gerou o milagre, mas foi no secreto que a vida foi semeada. Você pode manifestar sua adoração e seu sacrifício sobre muitos altares coletivos, mas é na entrega, a sós com os céus que a vida é enxertada dentro do teu espírito. No altar, o Pai libera a resposta, mas é no secreto que se vive o impacto de uma nova vida. Descubra o prazer de estar a sós com Jesus e teu espírito carregará os frutos do Seu amor e a essência do Seu caráter.
Clique aqui e tenha acesso as nossas plataformas
“Então, Davi edificou ali um altar ao SENHOR, e ofereceu nele holocaustos e sacrifícios pacíficos, e invocou o SENHOR, o qual lhe respondeu com fogo do céu sobre o altar do holocausto.” (I Cr 21:26)
Carregar um altar dentro de si é saber que nele um deus será adorado. Todo altar carregará através de suas ofertas uma manifestação de entrega, uma expressão de louvor, uma necessidade de busca e de conexão com o deus do altar. Davi disse " a quem tenho eu no céu além de Ti?" Além da tua presença Deus, além da tua glória, além do teu amor quem eu teria? Existiria alguém que eu desejasse mais ? Que nome seria mais digno de receber a glória do meu altar que não fosse o seu, Aba? No lugar do sacrifício, no ambiente de adoração, no secreto do meu espírito é o teu fogo que me refina, são as tuas mãos que me constroem, são os teus olhos que me encontram e eu escolho te definir todas as manhãs como o centro da minha história, como o Deus da minha salvação. Carregar um altar é carregar um lugar de encontro, é preservar um lugar de relacionamento, e nesse lugar, a glória do trono e meu espirito se tornam um. Gideão levantou um altar e deu-lhe o nome “O Senhor é Paz” ( Jz 6:24), Moisés em seu altar disse “O Senhor é a minha Bandeira”( Ex. 17:15) porque altar reflete a essência, o relacionamento entre o adorador e o Adorado. O altar vai refletir e testemunhar as obras do deus que está no controle, por isso que o nome define a essência. Manifeste o nome do teu altar e levante sobre tua geração o nome do teu deus. Sobre o meu altar governa o Deus que Responde, o Deus do Fogo, o deus com D maiúsculo, Aquele que aquece o meu espirito e depura a minha essência segundo a sua imagem.
From the publisher's feed