USP Especiais - USP

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USP Especiais - USP episodes

  • USP Especiais #41: Canções de Natal dos anos 1930 a 1950
    Nos anos 30, 40 e 50, as marchinhas eram bem presentes na música popular e no cotidiano das pessoas. E, nelas, o tema de Natal ganhava todo sabor e frescor próprio daquela época.
    Nesta coleção ouviremos Alda Verona, uma das sopranos mais populares da época, cantando a canção Papai Noel, em gravação de 1933. Teremos Francisco Alves cantando Meu Natal, dele e Ary Barroso, ilustrando para nós as belas linhas melódicas da época. Carmen Miranda está presente com Recadinho de Papai Noel, em gravação de 1935. Para as comemorações natalinas de 1949, o grande Dick Farney canta Feliz Natal, deixando nada a dever para os grandes cantores americanos daquela época. Dalva de Oliveira canta uma versão tradicional de Adeste Fidelis de uma maneira encantadora. Tem também Hebe Camargo, Angela Maria e muito mais.
    A qualidade musical dos arranjos e interpretação chama nossa atenção, cujas gravações, não esqueçamos, eram por um meio exclusivamente analógico. Nesse processo, a exigência técnica era muito maior, tendo em vista a ausência dos recursos tecnológicos de edição que temos hoje. Na interpretação, ouvimos aquele jeito de cantar impostado próximo do canto lírico. Nas letras, notamos as particularidades de uma poesia e um vocabulário mais próximo da literatura.
    Curta, valorize e compartilhe este nosso cartão sonoro de Natal!
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    Créditos do programa
    Roteiro e pesquisa sonora: Amanda Ferraresi
    Locução: Cido Tavares e Vitor Ramirez
    Montagem: Vitor Ramirez
    55 min
  • USP Especiais #40: Clube da Esquina - mineiridade e romantismo
    O programa traz conversa com a musicista e socióloga Sheyla Castro Diniz, autora do livro De tudo que a gente sonhou: amigos e canções do Clube da Esquina. A convidada fala sobre a origem e a trajetória da turma que ficou conhecida como Clube da Esquina. Valendo-se de símbolos tradicionais mineiros, o grupo teve seu auge nas décadas de 1960 e 1970 e retratou, em suas composições, o momento que os músicos viviam na época.
    No decorrer da conversa, Sheyla Castro Diniz evidencia dois aspectos principais sobre a produção musical do Clube da Esquina: o primeiro é o modo como um certo conjunto de representações sobre Minas Gerais está presente nas músicas, o que se pode chamar de “mineiridade”. E o segundo é o aspecto do romantismo, traduzido na busca de valores do passado para criticar a situação do presente.
    O episódio é todo costurado por músicas marcantes de Milton Nascimento, Fernando Brant, Lô Borges, Marcio Borges, Toninho Horta, entre outros. No cenário tenso da ditadura militar, as composições são localizadas em seu respectivo momento de criação, algumas reafirmando o memorialismo, outras mostrando o passado como fonte de sofrimento e umas com teor revolucionário, explicitando, assim, o propósito destas canções como voz contra a opressão.
     
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    Créditos do programa
    Produção, roteiro e apresentação: Gustavo Xavier
    Locução: Marcia Avanza
    Interpretação: Cido Tavares
    56 min
  • USP Especiais #39: Vinte anos do álbum “Paisagens”, de Ivan Vilela (segundo programa)
    Enquanto no primeiro programa ouvimos a trajetória e a poética do violeiro e compositor Ivan Vilela, neste temos a história da viola caipira e sua importância na cultura erudita e folclórica.
    O compositor nos explica como a viola comportou-se de forma emblemática na cultura caipira, para depois se afastar sendo usada por grupos não folclóricos e em outras concepções. O próprio Ivan Vilela pertence a essa história.
    Com um conhecimento vasto, ele nos mostra as origens europeias do instrumento, suas características particulares na variação do timbre, da estrutura e mesmo sua linguagem muito peculiar. Vilela também fala sobre seu processo criativo e sobre como a viola adentra os lugares da música popular e erudita.
    Como professor da USP, também comenta sua metodologia e discute a importância de uma aprendizagem abrangente e potencializadora das predisposições dos alunos, abordando, além disso, sua visão acerca dos diálogos entre ensino e saber popular.
    Mais boas histórias para escutar e refletir!
     
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    Créditos do programa
     
    Roteiro: Amanda Ferraresi e Patrick Moreira Lima
    Locução: Amanda Ferraresi
    Interpretação: Patrick Moreira Lima
    Montagem: Vitor Ramirez e Cido Tavares
    Supervisão e revisão: Gustavo Xavier
    1 hr
  • USP Especiais #39: Vinte anos do álbum “Paisagens”, de Ivan Vilela (segundo programa)
    Enquanto no primeiro programa ouvimos a trajetória e a poética do violeiro e compositor Ivan Vilela, neste temos a história da viola caipira e sua importância na cultura erudita e folclórica.
    O compositor nos explica como a viola comportou-se de forma emblemática na cultura caipira, para depois se afastar sendo usada por grupos não folclóricos e em outras concepções. O próprio Ivan Vilela pertence a essa história.
    Com um conhecimento vasto, ele nos mostra as origens europeias do instrumento, suas características particulares na variação do timbre, da estrutura e mesmo sua linguagem muito peculiar. Vilela também fala sobre seu processo criativo e sobre como a viola adentra os lugares da música popular e erudita.
    Como professor da USP, também comenta sua metodologia e discute a importância de uma aprendizagem abrangente e potencializadora das predisposições dos alunos, abordando, além disso, sua visão acerca dos diálogos entre ensino e saber popular.
    Mais boas histórias para escutar e refletir!
     
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    Créditos do programa
     
    Roteiro: Amanda Ferraresi e Patrick Moreira Lima
    Locução: Amanda Ferraresi
    Interpretação: Patrick Moreira Lima
    Montagem: Vitor Ramirez e Cido Tavares
    Supervisão e revisão: Gustavo Xavier
    1 hr
  • USP Especiais #38: Vinte anos do álbum “Paisagens”, de Ivan Vilela (primeiro programa)
    Inspirado em Guimarães Rosa e J. R. R. Tolkien, o álbum Paisagens, lançado em 1998, foi o primeiro trabalho solo do violeiro, compositor e arranjador mineiro Ivan Vilela. Paisagens traz músicas e arranjos de autoria do músico, além de clássicos da música brasileira como Asa Branca e Saudade da Minha Terra, todas embaladas ao som da viola caipira.
    Além da audição das músicas do álbum, ao longo de todo o programa Ivan Vilela comenta sobre seu processo de criação das músicas. Ele explica que nenhuma delas veio pronta e que, às vezes, um erro no momento de tocar o surpreendia com uma sonoridade mais interessante, trazendo novos caminhos para as composições.
    O programa traz diversas histórias curiosas e interessantes sobre o músico e as músicas de Paisagens, contadas pelo próprio autor do álbum, com destaque para os comentários sobre o processo de composição de uma ópera caipira; a criação de Nananenem; a música feita em homenagem ao movimento Armorial, de Ariano Suassuna; a participação de Ivan Vilela nas músicas infantis do educador e escritor Rubem Alves, entre outras.
    Boas histórias e boa escuta!
     
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    Créditos do programa
    Roteiro: Amanda Ferraresi e Patrick Moreira Lima
    Locução: Amanda Ferraresi
    Interpretação: Patrick Moreira Lima
    Montagem: Vitor Ramirez e Cido Tavares
    Supervisão e revisão: Gustavo Xavier
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    59 min
  • USP Especiais #38: Vinte anos do álbum "Paisagens", de Ivan Vilela (primeiro programa)
    Inspirado em Guimarães Rosa e J. R. R. Tolkien, o álbum Paisagens, lançado em 1998, foi o primeiro trabalho solo do violeiro, compositor e arranjador mineiro Ivan Vilela. Paisagens traz músicas e arranjos de autoria do músico, além de clássicos da música brasileira como Asa Branca e Saudade da Minha Terra, todas embaladas ao som da viola caipira.
    Além da audição das músicas do álbum, ao longo de todo o programa Ivan Vilela comenta sobre seu processo de criação das músicas. Ele explica que nenhuma delas veio pronta e que, às vezes, um erro no momento de tocar o surpreendia com uma sonoridade mais interessante, trazendo novos caminhos para as composições.
    O programa traz diversas histórias curiosas e interessantes sobre o músico e as músicas de Paisagens, contadas pelo próprio autor do álbum, com destaque para os comentários sobre o processo de composição de uma ópera caipira; a criação de Nananenem; a música feita em homenagem ao movimento Armorial, de Ariano Suassuna; a participação de Ivan Vilela nas músicas infantis do educador e escritor Rubem Alves, entre outras.
    Boas histórias e boa escuta!
     
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    Créditos do programa
    Roteiro: Amanda Ferraresi e Patrick Moreira Lima
    Locução: Amanda Ferraresi
    Interpretação: Patrick Moreira Lima
    Montagem: Vitor Ramirez e Cido Tavares
    Supervisão e revisão: Gustavo Xavier
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    59 min
  • USP Especiais #37: Todos os Olhos de Tom Zé
    Todos os Olhos talvez seja o álbum mais importante de Tom Zé e é, sem dúvida, um divisor de águas em sua carreira. Um álbum conceitual, experimentalista e, sobretudo, perpassado por uma abordagem do anti-herói.
    Tom Zé foi participante do movimento tropicalista. Mas, com o declínio do movimento, esteve longe das altas vendagens, diferentemente de Caetano ou Gil. Nesse movimento, a ala mais experimentalista, com Os Mutantes, Rogério Duprat e o próprio Tom Zé, acabou por ficar à margem.
    Sem abrir mão do seu projeto estético, Tom Zé grava um álbum que vai na contramão do ambiente sonoro da canção. Tom Zé revisita Dolores Duran e desconstrói o samba-canção; revisita e também desconstrói a si mesmo em O Riso e a Faca; desfaz a bossa nova na anticontemplação de Brigitte Bardot; e personifica a cidade de São Paulo em Augusta, Angélica e Consolação.
    Sendo um álbum conceitual, a polêmica sobre a capa também esteve presente.
    Neste programa você ouvirá uma análise, na íntegra, desse álbum.
     
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    Créditos do programa
    Roteiro, apresentação e montagem: Eduardo de Oliveira
    Supervisão e revisão: Gustavo Xavier
    1 hr 1 min
  • USP Especiais #36: Músicas contra racismo
    Durante a escravidão, a música refletiu diretamente solidão, racismo e injustiça que os povos africanos sofreram. Neste período, surgiram os cantos de trabalho, os vissungos, como foram chamados no Brasil. Cantos entoados durante a realização dos árduos trabalhos dos escravos. Eram músicas de protesto que narravam seu cotidiano e suas dores.
    Na primeira parte do programa é apresentada, além do vissungo, a música soul, surgida no contexto norte-americano. Música que permitia aos escravos cantar sua miséria procurando refúgio em Deus. Também apresentamos Gilberto Gil, um dos integrantes mais importantes do movimento cultural tropicalista, com sua tocante Ilê Ayê, seguida do hip hop e do rap.
    Já na segunda parte, o programa traz a música produzida pelos descendentes asiáticos, mais especificamente pelos japoneses. Trazendo uma análise sobre a história da imigração japonesa no País e como seus hábitos culturais conseguiram se manter ao longo das gerações.
    Com uma heterogênea e inusitada sonoridade, o programa percorre a música de tradição oral, música soul norte-americana, rap (nacional e internacional), MPB, músicas japonesas, trazendo um olhar crítico sobre o racismo sofrido pelos negros e asiáticos.
     
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    Créditos do programa
    Roteiro e apresentação: Nádia Ota
    Orientação: Eduardo Vicente
    59 min

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