USP Especiais - USP

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USP Especiais - USP episodes

  • USP Especiais #36: Músicas contra racismo
    Durante a escravidão, a música refletiu diretamente solidão, racismo e injustiça que os povos africanos sofreram. Neste período, surgiram os cantos de trabalho, os vissungos, como foram chamados no Brasil. Cantos entoados durante a realização dos árduos trabalhos dos escravos. Eram músicas de protesto que narravam seu cotidiano e suas dores.
    Na primeira parte do programa é apresentada, além do vissungo, a música soul, surgida no contexto norte-americano. Música que permitia aos escravos cantar sua miséria procurando refúgio em Deus. Também apresentamos Gilberto Gil, um dos integrantes mais importantes do movimento cultural tropicalista, com sua tocante Ilê Ayê, seguida do hip hop e do rap.
    Já na segunda parte, o programa traz a música produzida pelos descendentes asiáticos, mais especificamente pelos japoneses. Trazendo uma análise sobre a história da imigração japonesa no País e como seus hábitos culturais conseguiram se manter ao longo das gerações.
    Com uma heterogênea e inusitada sonoridade, o programa percorre a música de tradição oral, música soul norte-americana, rap (nacional e internacional), MPB, músicas japonesas, trazendo um olhar crítico sobre o racismo sofrido pelos negros e asiáticos.
     
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    Créditos do programa
    Roteiro e apresentação: Nádia Ota
    Orientação: Eduardo Vicente
    59 min
  • USP Especiais #35: Especial Zuza Homem de Mello
    Na semana em que perdemos nosso Zuza, a Rádio USP rememora a vida desse homem multifacetado e que adorava música, em especial a música brasileira, à qual dedicou toda a sua vida.
    Zuza foi jornalista, escritor, radialista, produtor e diretor musical. Também foi contrabaixista e técnico de som. E do desafio de deixar a engenharia para fazer música, até se tornar um dos mais importantes críticos e produtores que tivemos, um longo caminho foi traçado de riquíssimas de histórias. Viu de perto todos os grandes nomes do jazz americano quando estudou música nos Estados Unidos. No Brasil, trabalhou na TV numa época em que a música era a grande atração. Esse trabalho televisivo prosseguiu nos anos de 1990 com a produção do programa Jazz Brasil, da TV Cultura, outro importante registro histórico deixado para nós. Contudo, essa vivência longeva não o impediu de observar a nova história, valorizar e reconhecer os jovens artistas, filtrados por um ouvido muito atento e refinado.
    Como radialista, suas apresentações eram quase uma análise musicológica, com visão clara e crítica. Na Rádio USP, a emoção de Zuza transparecia em cada detalhe da produção do programa Playlist do Zuza.
    Zuza participou como convidado de vários festivais importantes, como o de Montreux e de Nova Orleans. Foi curador do Free Jazz desde de sua primeira edição. E, neste programa, presenciamos a sua acuidade sobre esse gênero.
    Aqui temos a oportunidade de ouvir sua paixão pela música, pelo som e por algo que resiste e se transforma através do tempo. Bom para podermos reouvir sua risada, exteriorização sonora de sua felicidade e de seu amor pela música.
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    Créditos do Programa
    Produção: Heloisa Granito
    Apresentação e montagem: Cido Tavares
    58 min
  • USP Especiais #34: Bartók e o folclore
    Com mais de 8 mil melodias coletadas, Béla Bartók foi o compositor erudito que mais se aprofundou na música do povo, amando essa música sem preconceitos de nação ou raça. Trouxe, em sua vasta obra, músicas folclóricas húngaras, eslovacas, eslovenas, romenas, entre outras. Nascido em 1881, Bartók foi alguém marcado pela música erudita, mas que soube abrir sua escuta para materiais de outras linguagens. Dentre os músicos ocidentais, Bartók talvez seja o exemplo mais puro de cuidado e atenção à música dos camponeses.
    Através de uma extensa pesquisa folclórica e respeitando a natureza que é própria da música de tradição oral, Béla Bartók registrou a música das comunidades mais afastadas dos grandes centros urbanos e seu trabalho de pesquisa é considerado um dos mais importantes registros deste modo de vida. O compositor dizia que compor uma música a partir do material folclórico era como confeccionar uma joia. Um trabalho minucioso e preciso.
    O programa traz uma trilha musical repleta de originalidade e com material sonoro intrigante. Exemplo disso são as cinco canções de Béla Bartók com melodias extraídas diretamente do folclore húngaro, compostas em 1906 e apresentadas com tradução ao longo do programa.
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    Créditos do programa
    Roteiro e montagem: Vitor Ramirez e Gustavo Xavier
    Locução: Cido Tavares e Vitor Ramirez
    Revisão: Gustavo Xavier
    58 min
  • USP Especiais #34: Bartók e o folclore
    Com mais de 8 mil melodias coletadas, Béla Bartók foi o compositor erudito que mais se aprofundou na música do povo, amando essa música sem preconceitos de nação ou raça. Trouxe, em sua vasta obra, músicas folclóricas húngaras, eslovacas, eslovenas, romenas, entre outras. Nascido em 1881, Bartók foi alguém marcado pela música erudita, mas que soube abrir sua escuta para materiais de outras linguagens. Dentre os músicos ocidentais, Bartók talvez seja o exemplo mais puro de cuidado e atenção à música dos camponeses.
    Através de uma extensa pesquisa folclórica e respeitando a natureza que é própria da música de tradição oral, Béla Bartók registrou a música das comunidades mais afastadas dos grandes centros urbanos e seu trabalho de pesquisa é considerado um dos mais importantes registros deste modo de vida. O compositor dizia que compor uma música a partir do material folclórico era como confeccionar uma joia. Um trabalho minucioso e preciso.
    O programa traz uma trilha musical repleta de originalidade e com material sonoro intrigante. Exemplo disso são as cinco canções de Béla Bartók com melodias extraídas diretamente do folclore húngaro, compostas em 1906 e apresentadas com tradução ao longo do programa.
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    Créditos do programa
    Roteiro e montagem: Vitor Ramirez e Gustavo Xavier
    Locução: Cido Tavares e Vitor Ramirez
    Revisão: Gustavo Xavier
    58 min
  • USP Especiais #33: Músicas de filmes
    Produções cinematográficas são compostas de vários elementos. Eles ajudam a formar um significado e uma atmosfera. Entre eles, as músicas que vão costurando suas partes. Nessa lista de músicas que marcaram filmes, temos uma das bandas mais conhecidas do mundo: The Beatles. Com eles, temos um remake dos anos 50, Operação Cupido (1998), bem como o juvenil Curtindo a Vida Adoidado, de 1985.
    Temos também os brasileiros, como em Dois Filhos de Francisco, de 2005, e Bete Balanço, do Barão Vermelho, trilha do filme homônimo de 1984, com a banda em seu ápice. E ainda, os Secos e Molhados, banda icônica dos anos 70, fazendo trilha do filme História da Eternidade, de 2015, em cena marcante. Respeita Januário, outro clássico da música brasileira, de Luiz Gonzaga, tem papel crucial no filme Macunaíma, como ambientação nordestina.
    Os filmes de temática adolescente O Clube dos Cinco, com trilha original da banda Simple Mind, e Dez Coisas que eu Odeio em Você, filme de 1999, nos mostram as trilhas sonoras que não saem da cabeça.
    A música se mostra atemporal com The Jackson 5, que aparece em filme mais recente: Guardiões da Galáxias, de 2014. The Runaways, filme de 2010, conta a biografia da banda punk americana dos anos 80 e é uma trilha pronta que retrata facilmente aquela época.
    O ambiente mais alternativo está presente com a banda Association, no filme Under the Silver Lake, de 2018, em sua ambientação e identidade ao longo de todo o filme. E, por fim, a banda The Clash presenteia o espectador na famosa série Stranger Things, com a diversidade de significados que a música imprime em diversas cenas – terror, familiaridade, nostalgia.
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    Créditos do programa
    Produção e apresentação: Izabella Martins Ramos Rodrigues, Maria Julia Januário de Lucca e Hermano Zilberman Tavares
    Orientação: Eduardo Vicente
    57 min
  • USP Especiais #32: A origem divina da criação artística
    Baseado no artigo acadêmico escrito pelo jornalista Roberto Castro, Ninguém faz samba só porque prefere: a origem divina das artes, de Píndaro a João Nogueira, programa traz entrevista com o autor que fala sobre possíveis explicações acerca do potencial criativo humano.
    No decorrer da entrevista, Roberto Castro nos leva à Grécia Antiga, trazendo a Inovação das Musas e o Hino a Zeus, de Píndaro (poeta do século V antes de Cristo); faz um interessante paralelo da relação com o divino na tradição judaico-cristã e chega em João Nogueira – compositor, cantor e autor de sambas memoráveis do século 20 – evidenciando, em sua obra e na de outros grandes artistas contemporâneos, a intensa presença da tradição grega no que se refere à origem divina da inspiração artística.
    Um dos destaques do programa é a detalhada e interessante análise das músicas O Poder da Criação, Súplica e Minha Missão, de João Nogueira, na qual o entrevistado mostra, verso a verso, a presença da tradição grega na criação das músicas.
    Com uma trilha sonora surpreendente, programa traz também Milton Nascimento, Arnaldo Antunes, Belchior, Raul Seixas, Louis Armstrong, entre outras surpresas.
    Aproveite!
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    Créditos do programa
    Roteiro: Raquel Novaes e Eduardo de Oliveira
    Locução e montagem: Eduardo de Oliveira
    Apresentação: Raquel Novaes
    Revisão: Gustavo Xavier
    Poemas interpretados: Cido Tavares
    1 hr

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