Em mensagem para a Assembleia Nacional, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, promete crescimento de 8% da economia do país e uma redução da inflação. Mas, para o resultado, ele depende das receitas do petróleo, que cresceram com o relaxamento das sanções pelos Estados Unidos. O problema é que a medida vence em abril e Caracas enfrenta críticas pelas ameaças à Guiana e pela interferência nas prometidas eleições presidenciais. Saiba mais em Vasto Mundo com o jornalista e mestre em relações internacionais Frederico Duboc.