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Autonomia afetiva existe? Ou é utopia? Será que existe independência afetiva dentro das relações? Como os relacionamentos se encaixam para nós mulheres modernas rainhas do próprio rolês neste mundo moderno? Querer amar e ser amada, viver uma história de amor é ser carente?
Tinder, Bumbe, Happn, Instagram, Pizzaria, como a gente flerta depois de mais de quase uma década casada e sendo mãe? Sobre aplicativos parte 1.
Então, o seu final feliz não aconteceu. Você quis mudar, terminou o que tinha que terminar e aí fica pergunta: e se eu nunca mais me apaixonar? E se não acontecer? E se não tiver amor? Isso acontecer até quando a gente resolve ficar dentro de uma relação e bate aquele conformismo, aquela maré mansa que não deixa o furação surgir. Devemos esquecer pra sempre que o frio na barriga existe? O que a gente faz com esse medo de que não vai poder viver um amor pleno e feliz? Essa dúvida tá na estejamos casadas, solteiras ou separadas. E agora?
Siriricar do verbo se permitir ter prazer com você mesma. Conhecer-se, investigar-se, fazer amor com você. O quanto você tem usado o verbo “siriricar”? Pode parecer que não, mas falar sobre masturbação ou vibrador ainda soa como tabu, proibido, desconhecido. Conversamos neste episódio sobre essa jornada interna, íntima e pessoal que é muito mais do que sexo consigo mesma. É sobre se permitir sentir prazer e se apropriar do seu corpo, do seu poder e da sua sexualidade.
E então o fim chegou - tudo que você construiu, ruiu.. Será? Acabou o casamento, e agora, como lidar com a vida de solteira? Temos que fazer algo enquanto esperamos? Temos que esperar um próximo amor?
Tinder, Instagram, Bar, Pizzaria, como a gente paquera depois de mais de uma década casada e sendo mãe?
A saída está em desistir de ter um relacionamento a dois e viver uma vida autônoma? Será que isso existe? Vamos falar sobre o patriarcado, machismos, amigos, sexos casuais e área cinzenta - quando a gente começa a experimentar, o que a gente encontra: anima ou faz a gente desistir?
Cê se separou, acha que vai se jogar numa vida muito maravilhosa de orgasmos, liberdade e diversão mas quando vê você não é mais a jovem de 20 anos e nem os rolês são mais os mesmos. Os amigos então… mudaram bastante. O que fazer agora com você? Nesse episódio contamos como seguimos caminhos relativamente diferentes mas ao mesmo tempo parecidos no pós separação para reconstruir nossas estruturas internas e encontrar outro tipo de amor: o próprio.
Relacionamentos longos, filhos, casas e mil obrigações, aprendizados e desencontros. Terminar um casamento é uma das coisas mais difíceis que um adulto pode fazer. Dizem que é a segunda maior dor depois de perder alguém que morreu. E o que acontece quando o para sempre cai por terra? Vamos falar sobre o fim, pra falar sobre os começos.Tem uma sugestão de tema ou quer falar com a gente? Manda um e-mail para [email protected].
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