Mário Quintana, poeta gaúcho, era chamado de “poeta da esperança”, sobre ela chegou a dizer: “O ditado diz que, enquanto há vida, há esperança. Eu digo que enquanto há esperança há vida. Porque nunca foi encontrado em nenhuma parte do mundo, num bolso de um suicida, um bilhete de loteria que fosse correr no dia seguinte “.