A ciência, apoiando a filosofia, vem nos ajudando a identificar os caminhos para elevação do nosso bem-estar subjetivo, ou, como se costuma dizer, de nossa felicidade. Mesmo cientes e convencidos do acerto destas indicações, parece-me que a grande maioria das pessoas ainda espera que as situações surjam, que as coisas aconteçam por si, que a “sorte” as favoreça, trazendo as mudanças que, supostamente, portarão consigo a felicidade esperada. A pergunta é: por que não trabalharmos intencionalmente o cultivo destes caminhos?