A mineração predatória é uma bomba-relógio prestes a explodir em toda Minas Gerais. Em Santa Bárbara, por exemplo, há uma barragem tão grande quanto a B1, da Vale, que rompeu há quatro anos em Brumadinho. A barragem pertence à Anglogold e, por mais que a mineradora diga que há normalidade, surgiu uma trinca de 300 metros de comprimento que aterroriza toda a população. Contra essa e outras ameaças aos territórios, às águas, à vida, o Movimento pela Soberania Popular na Mineração reuniu gente de todo o estado. Essas lutam por outro modelo de mineração, com controle social e soberania popular.