Viver Sem Preconceitos

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Viver Sem Preconceitos episodes

  • VIVER SEM PRECONCEITOS # 20 – RACISMO E HISTÓRIA – Abílio Ferreira

    O combate ao racismo se faz com lutas... mas não apenas!

    Se faz também contando histórias. Histórias de negros que ajudaram a construir a história de outros negros, de brancos... de todos.
    Se faz também quando alguém, mesmo sem ter seu lugar de fala, encontra as palavras para o diálogo, pois sabe muito bem qual é o seu lugar no combate ao racismo.

    No podcast de hoje falamos de racismo e de história. O bate-papo foi com o jornalista e escritor Abilio Ferreira, mestrando no programa de pós-graduação Humanidades, Direitos e outras Legitimidades da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, a Fefelech, da Universidade de São Paulo, ele fez parte do grupo Quilomboje de literatura, publicou poemas e contos para a antologia Cadernos Negros.

    Também é autor de diversos livros e coordena o Instituto Tebas de Educação e Cultura e o Movimento pela Preservação e Valorização do Sítio Arqueológico Cemitério dos Aflitos, no bairro da Liberdade, em São Paulo.

    Foi ele quem organizou o livro "Tebas, um negro arquiteto na São Paulo Escravocrata" e é autor de um dos cinco artigos que compõem a obra que retrata a vida do arquiteto negro, alforriado aos 57 anos, que nasceu em 1721. Um dos artigos retrata o legado do Tebas e a importância desse legado para a profissão do arquiteto hoje.

    Abilio posiciona o racismo na história, explica as origens e conta como o processo de desumanização faz com que a sociedade atual se escandalize mais com uma possível morte de animais por religiões de matrizes africanas do que com a realidade que escancara a morte de milhares de jovens negros todos os anos.

    Ele ainda traça um paralelo passado-presente enquanto explica como o projeto de nação brasileiro visava o desaparecimento dos afrodescendentes do país.

    Para fazer o download do livro "Tebas, um negro arquiteto na São Paulo Escravocrata", clique aqui

    Para saber mais, acesse www.viversempreconceitos.com.br e as redes sociais Instagram , Facebook e Twitter.

    1 hr 15 min
  • VIVER SEM PRECONCEITOS # 19 - O QUE VEM DEPOIS DO FIM - Elaine Alves

    No programa de hoje vamos falar sobre o passado, mas não um passado simples. Vamos falar das coisas do passado que não chegaram ao presente ou, no máximo, chegaram de outra forma, e é assim também que chegarão ao futuro... como lembranças.

    Esse podcast aborda a importância do luto. Como é fundamental na vida de qualquer pessoa que perde alguém, viver esse período da forma mais completa possível, para, só então, dar prosseguimento à sua própria existência.

    Porém, vale lembrar que luto, não é só sobre morte!

    Segundo nossa entrevistada, Elaine Gomes dos Reis Alves, psicóloga do laboratório de estudos sobre a morte do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), o luto é o rompimento de um vínculo significativo, ou seja, vale também para os finais de ciclos, que pode ser a formatura do colégio, da faculdade, a saída de uma empresa, a mudança de uma cidade, de um país, da vida de solteiro... ou de solteira.

    Elaine, que é especialista em sofrimento humano, perdas, morte e luto, entre tantos assuntos levantados no bate-papo, falou da importância de se contar sempre a verdade sobre a morte, inclusive para crianças; explicou como a morte pode ser educativa e como o preconceito pode –de várias maneiras- ser cruel com quem está vivendo o luto.

    Nossa entrevista, porém, lembra que não precisamos nos preocupar com a morte, afinal, o fato de que todos nós vamos morrer não é a pior notícia que ela pode nos dar... mas, que o mais importante, é que todos temos que entrar em contato com essa realidade, pois somente isso é o que pode aliviar nosso sofrimento.

    Quer saber qual é essa realidade? Acesse o link mais abaixo e ouça o podcast.

    E, como prometido no programa, assista o vídeo da professora Elaine Alves falando sobre como a morte virou tabu, clicando aqui (disponível apenas pelo Facebook).

    O livro O ano do pensamento mágico, de Joan Didion, está à venda em vários sites e também disponibilizado em PDF, na internet.

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    1 hr 5 min
  • VIVER SEM PRECONCEITOS # 18 - DIVERSIDADE NA INFÂNCIA - Janine Rodrigues

    Nesse episódio do podcast o bate-papo foi sobre diversidade na infância, um tema inesgotável e -apesar de antigo- atual. E, como diz nossa entrevistada, Janine Rodrigues, os conflitos da diversidade são tão antigos que sempre existiram e, por isso, não podemos nem dizer que se intensificaram nos últimos anos. Eles, agora deixaram de fazer parte apenas de grupos específicos, hoje eles estão sendo compartilhados.

    Janine é educadora, escritora e fundadora da Piraporiando, uma empresa que aposta em novas tecnologias para a educação. Ferramentas que ela utiliza para reforçar a importância da educação antirracista, antibullying e sem preconceitos, oferecendo às crianças a oportunidade de conhecer suas próprias histórias e, também, a pensar naquilo que desejam ressignificar.

    A educadora ressalta que um dos principais pontos que aborda quando dialoga com crianças é pedir que façam uma reflexão sobre o que é diferença. Para ela, falar de diferença só é possível quando existe uma referência, um parâmetro. Sendo assim, sugere que se faça uma reflexão de que não há diferença. "O que existe é a diversidade. E isso pode parecer uma coisa muito obvia, mas faz muita diferença quando se fala de educação", explica.

    E conclui o pensamento: "Quando a gente pensa na importância da diversidade na educação, a primeira coisa é que a gente já não considera o outro ou a história e a cultura do outro como uma história diferente e sim como uma história diversa."

    Entre os muitos assuntos do nosso bate-papo, lembro duas frases marcantes de Janine.

    "Ninguém dá o que não tem", com essa frase, ela explica porque precisamos apoiar e ajudar na formação dos educadores, que muitas vezes são cobrados por algo que não foi oferecido a eles.

    E por fim, "Uma pessoa que não sabe conviver com a diversidade está fadada ao fracasso e à solidão. Não tem como (ser diferente), somos seres sociáveis [...]."

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    1 hr 4 min
  • VIVER SEM PRECONCEITOS # 17 - PRECONCEITO E SUICÍDIO - Sandra Hott

    Suicídio, é o assunto desse episódio do podcast

    Eu sempre digo e repito que o preconceito mata. E, no programa de hoje, vamos mostrar como o preconceito pode se tornar um "aliado" do suicídio.

    Falar de suicídio ainda é um tabu.

    Até alguns anos atrás era antiético noticiar e os veículos de comunicação seguiam à risca o que dizia a cartilha. Afinal, causava certo desconforto social.
    E, atualmente, por mais que campanhas como o "setembro amarelo" tenham sido criadas para a prevenção, e a mídia e as redes sociais sejam mais flexíveis, falar de suicídio é sim, ainda um tabu.

    As discussões sobre o tema são rasas, não se aprofundam no entendimento de que se trata de um mal, de uma doença; não exploram o fato de que todas as religiões apenas condenam quem tira a própria vida, sem ao menos tentar entender os fatores que levaram alguém a esse caminho sem volta... e o silêncio apenas endossa o preconceito.

    Ficar quieto não vai fazer o preconceito desaparecer.

    Não estender a mão, não ouvir, ou simplesmente deixar de dizer..."estou aqui", para algumas pessoas podem ser atitudes de uma vida inteira, para outras, pode ser o fim.

    Se você percebeu algo diferente em um conhecido, e acha que pode ser um sinal de ideação suicida, ou se até mesmo você já se pegou pensando em desistir da vida, entre em contato com algum desses contatos abaixo e busque ajuda o mais cedo possível.

    E o mais importante: se você percebeu qualquer sinal que você considera como de ideação suicida em uma pessoa conhecida ou familiar, jamais a deixe só.

    CVV - Centro de Valorização da Vida, ligue 188 (atendimento 24hs)

    CAPS - Centro de Atenção Psicossocial. São centros de atendimento mantidos pelo SUS. Clique aqui e veja como funciona.
    Universidades Estaduais e Federais - Essas universidades geralmente mantém em seus cursos de Psicologia, núcleos de atendimento gratuito. Pela internet procure aquela que está mais próxima da sua região.

    Se você conhece alguém assumidamente contra a divulgação de assuntos ligados ao suicídio, convide-o a ouvir esse podcast, quem sabe ele não muda de opinião e deixa o preconceito de lado.

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    54 min
  • VIVER SEM PRECONCEITOS # 16 - LUTE COMO UMA GORDA - Jéssica Balbino

    Nossa entrevistada desse episódio do podcast, a jornalista Jéssica Balbino, é gorda. Não é obesa, é gorda! Pelo menos é o que ela diz. Assim como diz também que "A gordofobia causa mais problemas às pessoas gordas do que a quantidade de gordura abdominal".

    Mas ela, que também é mestre em Comunicação, deixa claro que sua vida não se resume ao seu corpo e acredita que pode transformar o mundo por meio de suas narrativas.

    E para fazer jus à sua crença, leva uma vida, digamos... elétrica. É criadora e editora do Margens, um projeto que difunde conteúdo sobre mulheres periféricas na escrita; é professora de cursos livres e autora dos livros "Hip-Hop - A Cultura Marginal", "Traficando Conhecimento" e “gasolina & fósforo - meu corpo em chamas” (no prelo) . Curadora de eventos literários em todo país, estuda psicanálise e diz que ama podcast e café.

    Para completar, escreve sobre corpos para o portal Puta Peita e para o jornal Estado de Minas, onde é colunista.

    Podemos dizer que o ativismo da nossa convidada contra gordofobia começou ao mesmo tempo em que ela decidiu que não queria mais emagrecer, há pouco mais de uma década.

    Hoje, ela rechaça, por exemplo, o fato da falta de estrutura e preparo de hospitais e laboratórios para receber pessoas gordas, que muitas vezes não têm balança ou aparelhos de ressonância magnética adequados e encaminham o paciente a hospitais veterinários. "Ou seja, o grau máximo de desumanização de um corpo", diz.

    Diferente do racismo e da homofobia, Jéssica ressalta que a gordofobia é algo bem mais recente, porém há um contrassenso. Ela afirma que 56% da população brasileira são de gordos ou de pessoas com sobrepeso, e isso que causa mais estranheza, pois o padrão dominante é o mais perseguido, já o padrão que se busca "não existe e não vai chegar nunca, pois se você for magra não pode ter estrias, e se não tiver estrias, tem de ter o nariz afilado e se tiver o nariz afilado, você tem de ter os dentes brancos, e se forem brancos, tem de ser retos e se forem retos, os lábios tem de ser carnudos [...] e ai chega-se à conclusão que não existe um número de modificações corporais para que atender o padrão considerado ideal pela sociedade", aponta.

    Nos links abaixo você pode conhecer um pouco mais de Jéssica Balbino.

    Acesse o portal Puta Peita e veja o trabalho desenvolvido por nossa entrevistada.
    Para ler a matéria “Setembro amarelo: Saúde mental para quais tipos de corpos?”, basta clicar aqui.


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    59 min
  • VIVER SEM PRECONCEITOS # 15 – EM DEFESA DA MULHER – Ivânia Vieira

    Nesse episódio do podcast, uma luta que desconhece fronteiras, a defesa dos direitos das mulheres.

    "A luta das mulheres não é uma luta apenas do Brasil, é uma luta do mundo", é o que entende nossa entrevistada, Ivânia Vieira, quando perguntada sobre a violência contra a mulher no Brasil.

    Para ela, vivemos em uma sociedade patriarcal onde se legitima esse tipo de violência, em que a mulher morta ou violentada acaba sendo criminalizada.

    "E a mídia é corresponsável porque se interessa se a vítima usava batom, se tinha cabelos longos ou curtos, se usava blusa curta...", ressalta, endossando o dito popular de que "a culpa é da minissaia".

    Ivânia diz que há uma necessidade de se pensar em como devemos atuar, de maneira que essa atuação se reflita numa gradativa redução e até eliminação do crescente número da violência e do feminicídio. Temos que "compreender que matar uma mulher pela questão de gênero é algo que a justiça não pode fazer de conta. A justiça tem que cobrar e punir", exatamente como faz com outros tipos de crimes.

    Nossa entrevistada, que é jornalista e colunista do diário A Crítica, de Manaus, também é mestra em linguística aplicada e doutora em processos socioculturais na Amazônia pela universidade federal do amazonas, a UFAM, onde leciona na Faculdade de Informação e Comunicação.

    E como sua luta em defesa da mulher amazonense se estende à mulher indígena, ela contou ainda o quanto a xenofobia tem atrasado o entendimento da cultura indígena pelo homem branco.

    Ela é uma das fundadoras e trabalha em três organizações importantes para as mulheres e para os povos originários: a Frente Amazônica de Mobilização em Defesa dos Direitos Indígenas (Famddi); o Fórum de Mulheres Afro-Ameríndias e Caribenhas (Fmac); e o Movimento de Mulheres Solidárias do Amazonas (Musas).

    Links prometidos no podcast

    Frente Amazônica de Mobilização em Defesa dos Direitos Indígenas (Famddi)

    Movimento de Mulheres Solidárias do Amazonas (Musas)
    Matéria Lei Maria da Penha
    Carta de Itacoatiara


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    1 hr 5 min
  • VIVER SEM PRECONCEITOS # 14 – PESSOAS COM GAGUEIRA – Anelise Junqueira Bohnen

    Nesse episódio do podcast do Viver sem Preconceitos, um bate-papo bem descontraído e cheio de informações com a fonoaudióloga Anelise Junqueira Bohnen, sobre um distúrbio que durante muitas décadas foi levado na brincadeira, a gagueira.

    Tanto que, pais e familiares por falta de conhecimento, muitas vezes desconversavam! Era mais fácil brincar com a situação e não responder. E quem "ganhava" com isso era o preconceito, que só crescia.

    Cresceu e se tornou importante fonte de discriminação contra pessoas com gagueiras em diferentes situações, como por exemplo: nas propagandas que relacionam insegurança à gagueira e com professores mal preparados que forçam o aluno com o distúrbio a falar na frente dos amigos "para perder a timidez".

    A fonoaudióloga explica como infecções de repetição podem ser causadoras de gagueira na infância e porquê, quem ouve, geralmente é mais ansioso do que a pessoa com gagueira, que tenta falar.

    Anelise, que é presidente do Instituto Brasileiro de Fluência, doutora em Linguística Aplicada pelo Programa de Pós Graduação em Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e mestre em Fonoaudiologia pelo Ithaca College, de Nova Iorque (EUA), ainda desmitifica as causas da gagueira e conta como o preconceito afeta a vida de quem tem esse distúrbio.

    E você, sabia que tentar ajudar uma pessoa com gagueira, tentando adivinhar o que ela quer falar, é um erro? Então, para saber mais, ouça o podcast.

    Quer conhecer as atividades e os trabalhos desenvolvidos no Instituto Brasileiro de Fluência, clique aqui. Lá, você encontra também alguns personagens que contam suas histórias e mostram como a vida de uma pessoa com gagueira -e sem preconceitos- pode não ser muito diferente da sua.

    Nos links abaixo, você pode assistir a vídeos do IBF e conhecer duas histórias de pessoas que gaguejam: um empresário e um neurologista.

    Vale lembrar que os vídeos ficam mais interessantes depois de ouvir a nossa entrevistada, no podcast da semana.

    https://www.youtube.com/channel/UC9Gad8lAj8oXKR_F12HmJGQ/videos

    https://www.youtube.com/watch?v=BlZeHh7GCXs&t=32s

    https://www.youtube.com/watch?v=E8rtsTaGe0Y&t=60s

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    52 min
  • VIVER SEM PRECONCEITOS # 13 - ADOÇÃO: HUMANISMO E AMOR - Daniela Langone Miranda

    Nesse episódio do podcast um bate-papo para mexer com as emoções. Falamos de crianças. Crianças felizes, crianças abandonadas. Aquelas que perderam os pais, mas que reencontraram um lar, uma nova família.

    Crianças que nunca perderam a esperança, mas que tiveram de lutar contra o preconceito dia após dia e que, infelizmente, ainda continuam lutando.

    A ideia era que o papo de hoje fosse sobre adoção e, claro, todo preconceito que cerca a questão, mas fomos além. Falamos de amor, de vida e de conquistas.

    Nossa entrevistada, Daniela Langone Miranda, é pedagoga e voluntária na Associação Acalanto, uma instituição que há 28 anos auxilia e prepara pessoas que pretendem adotar, com a finalidade de garantir uma adoção consciente em benefício da criança.

    Daniela contou sua história e a de outras pessoas que cruzaram seu caminho. De sua vida, ela nos falou sobre seus três filhos biológicos e sobre Larissa, a filha mais velha, que é adotiva, negra e PCD.

    Pra conhecer toda história, não deixe de ouvir o podcast.

    Se você quer conhecer os trabalhos desenvolvidos na Associação Acalanto, se tornar voluntário ou simplesmente fazer uma doação, acesse aqui.

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    1 hr 4 min
  • VIVER SEM PRECONCEITOS # 12 - PRECONCEITO E TERAPIA - Claudio Picazio

    O bate-papo de hoje foi com Claudio Picazio, psicólogo, psicoterapeuta com especialização em sexualidade humana. Conversamos sobre a importância da psicologia e da terapia no combate aos preconceitos e como o tratamento profissional pode devolver e assegurar a confiança, levantando a autoestima de quem sofre a discriminação.

    Claudio praticamente começa o papo afirmando que em grande parte das vezes o preconceito está dentro de nós. "A gente acha que se conhece, que é completamente dono de si, mas na verdade a gente se impede de muitas coisas. Quando percebemos que vamos nos deparar com aquilo que é doído, com aquilo que nos faz sofrer, a gente corre."

    Um bom exemplo é a baixa estima que, segundo o terapeuta, muitas vezes, é observada pela falta de reconhecimento que o outro tem da gente.

    Porém, na verdade, "a baixa estima aparece pela maneira que a gente se subjuga, da forma como a gente se coloca como menos. Se a gente está bem, se estamos tranquilos e confiantes, o outro pode falar o que quiser", completa, deixando claro que pode estar em nós, a fenda de entrada de alguns males.

    Claudio falou ainda sobre a força do preconceito e como ele pode matar ou fazer com que algumas pessoas adoeçam. "Quando alguém começa a evitar locais ou situações em que ela tem desprazer, é um caso. E desprazer é o que Freud  chamou de instinto de morte", ressalta.

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    48 min
  • VIVER SEM PRECONCEITOS # ESPECIAL – BOTECO APJOR – Ivânia Vieira

    O podcast de hoje é diferente.

    Não temos alguém que foi convidado por nós. Nesse episódio vamos mostrar como foi parte da entrevista de Ivânia Vieira, jornalista e colunista do jornal A Crítica, de Manaus/AM ao Boteco APJor, onde participamos como um dos entrevistadores. O programa, transmitido quinzenalmente ao vivo pelo YouTube e pelo Facebook, é feito por e sobre jornalistas.

    O formato é simples de entender... Imagine uma mesa de boteco, nela estão quatro jornalistas, e um deles será entrevistado pelos outros três. É isso!

    A ideia do programa é conhecer melhor a vida pessoal e profissional de um colega de trabalho.

    O início da carreira, as amizades, os perrengues, as conquistas, os amores, suas inspirações...

    São as aventuras e desventuras que todo jornalista vive na carreira para entregar notícias confiáveis ao leitor.

    No total foram três horas de muito papo e incríveis histórias contadas por nossa entrevistada. Mas para esse episódio separamos apenas o material que retrata a questão da mulher, ou o que se relaciona ao tema: família, estudo, profissão e relações pessoais, além de sexismo, machismo e assédio.

    Na "mesa do boteco", para entrevistar Ivânia, estávamos eu, Cristina Nunes e a âncora Leda Beck.

    Para conhecer o Boteco APJor, assistir a esse programa inteiro e outros, clique aqui e visite a página no Youtube.

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    56 min

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