Voltando aos Clássicos Portugueses

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Voltando aos Clássicos Portugueses episodes

  • #156-Cap. 09 – A Pata da Gazela, Jose de Alencar

    José Martiniano de Alencar foi escritor, Crítico, romancista, dramaturgo e politico brasileiro. Naceu em Messejana, estado do Ceará em 1829, faleceu no Rio de Janeiro em 1877.

    A história gira em torno de Horácio, Leopoldo, Laura e Amélia.

    Horácio, rapaz jovem e sedutor, vê quando o lacaio das lindas garotas derruba um pé de um par de botinas de pelica e seda, pequeninas e mimosas e apaixona-se pela dona dos pés desconhecidos. Leopoldo, que estava na mesma rua, vê de relance Amélia e apaixona-se pelo seu sorriso, mesmo após um vislumbre dos pés disformes que ele pensa serem os dela. A partir deste acaso, a trama se desenvolve num triângulo amoroso entre Horácio, Amélia e Leopoldo.

    A pata da gazela é uma obra de Alencar que demonstra como o amor deve ser guiado pela alma, como Leopoldo e não pela aparência, como Horácio

    15 min
  • #155-Cap. 08 – A Pata da Gazela, Jose de Alencar

    José Martiniano de Alencar foi escritor, Crítico, romancista, dramaturgo e politico brasileiro. Naceu em Messejana, estado do Ceará em 1829, faleceu no Rio de Janeiro em 1877.

    A história gira em torno de Horácio, Leopoldo, Laura e Amélia.

    Horácio, rapaz jovem e sedutor, vê quando o lacaio das lindas garotas derruba um pé de um par de botinas de pelica e seda, pequeninas e mimosas e apaixona-se pela dona dos pés desconhecidos. Leopoldo, que estava na mesma rua, vê de relance Amélia e apaixona-se pelo seu sorriso, mesmo após um vislumbre dos pés disformes que ele pensa serem os dela. A partir deste acaso, a trama se desenvolve num triângulo amoroso entre Horácio, Amélia e Leopoldo.

    A pata da gazela é uma obra de Alencar que demonstra como o amor deve ser guiado pela alma, como Leopoldo e não pela aparência, como Horácio

    19 min
  • #154-Cap. 07 – A Pata da Gazela, Jose de Alencar

    José Martiniano de Alencar foi escritor, Crítico, romancista, dramaturgo e politico brasileiro. Naceu em Messejana, estado do Ceará em 1829, faleceu no Rio de Janeiro em 1877.

    A história gira em torno de Horácio, Leopoldo, Laura e Amélia.

    Horácio, rapaz jovem e sedutor, vê quando o lacaio das lindas garotas derruba um pé de um par de botinas de pelica e seda, pequeninas e mimosas e apaixona-se pela dona dos pés desconhecidos. Leopoldo, que estava na mesma rua, vê de relance Amélia e apaixona-se pelo seu sorriso, mesmo após um vislumbre dos pés disformes que ele pensa serem os dela. A partir deste acaso, a trama se desenvolve num triângulo amoroso entre Horácio, Amélia e Leopoldo.

    A pata da gazela é uma obra de Alencar que demonstra como o amor deve ser guiado pela alma, como Leopoldo e não pela aparência, como Horácio

    18 min
  • #153-Cap. 06 – A Pata da Gazela, Jose de Alencar

    José Martiniano de Alencar foi escritor, Crítico, romancista, dramaturgo e politico brasileiro. Naceu em Messejana, estado do Ceará em 1829, faleceu no Rio de Janeiro em 1877.

    A história gira em torno de Horácio, Leopoldo, Laura e Amélia.

    Horácio, rapaz jovem e sedutor, vê quando o lacaio das lindas garotas derruba um pé de um par de botinas de pelica e seda, pequeninas e mimosas e apaixona-se pela dona dos pés desconhecidos. Leopoldo, que estava na mesma rua, vê de relance Amélia e apaixona-se pelo seu sorriso, mesmo após um vislumbre dos pés disformes que ele pensa serem os dela. A partir deste acaso, a trama se desenvolve num triângulo amoroso entre Horácio, Amélia e Leopoldo.

    A pata da gazela é uma obra de Alencar que demonstra como o amor deve ser guiado pela alma, como Leopoldo e não pela aparência, como Horácio

    17 min
  • #152-Cap. 05 – A Pata da Gazela, Jose de Alencar

    José Martiniano de Alencar foi escritor, Crítico, romancista, dramaturgo e politico brasileiro. Naceu em Messejana, estado do Ceará em 1829, faleceu no Rio de Janeiro em 1877.

    A história gira em torno de Horácio, Leopoldo, Laura e Amélia.

    Horácio, rapaz jovem e sedutor, vê quando o lacaio das lindas garotas derruba um pé de um par de botinas de pelica e seda, pequeninas e mimosas e apaixona-se pela dona dos pés desconhecidos. Leopoldo, que estava na mesma rua, vê de relance Amélia e apaixona-se pelo seu sorriso, mesmo após um vislumbre dos pés disformes que ele pensa serem os dela. A partir deste acaso, a trama se desenvolve num triângulo amoroso entre Horácio, Amélia e Leopoldo.

    A pata da gazela é uma obra de Alencar que demonstra como o amor deve ser guiado pela alma, como Leopoldo e não pela aparência, como Horácio

    20 min
  • #151-Cap. 03 e 04 – A Pata da Gazela, Jose de Alencar

    José Martiniano de Alencar foi escritor, Crítico, romancista, dramaturgo e politico brasileiro. Naceu em Messejana, estado do Ceará em 1829, faleceu no Rio de Janeiro em 1877.

    A história gira em torno de Horácio, Leopoldo, Laura e Amélia.

    Horácio, rapaz jovem e sedutor, vê quando o lacaio das lindas garotas derruba um pé de um par de botinas de pelica e seda, pequeninas e mimosas e apaixona-se pela dona dos pés desconhecidos. Leopoldo, que estava na mesma rua, vê de relance Amélia e apaixona-se pelo seu sorriso, mesmo após um vislumbre dos pés disformes que ele pensa serem os dela. A partir deste acaso, a trama se desenvolve num triângulo amoroso entre Horácio, Amélia e Leopoldo.

    A pata da gazela é uma obra de Alencar que demonstra como o amor deve ser guiado pela alma, como Leopoldo e não pela aparência, como Horácio

    28 min
  • #150-Cap. 01 e 02 – A Pata da Gazela, Jose de Alencar


    José Martiniano de Alencar foi escritor, Crítico, romancista, dramaturgo e politico brasileiro. Naceu em Messejana, estado do Ceará em 1829, faleceu no Rio de Janeiro em 1877.

    A história gira em torno de Horácio, Leopoldo, Laura e Amélia.

    Horácio, rapaz jovem e sedutor, vê quando o lacaio das lindas garotas derruba um pé de um par de botinas de pelica e seda, pequeninas e mimosas e apaixona-se pela dona dos pés desconhecidos. Leopoldo, que estava na mesma rua, vê de relance Amélia e apaixona-se pelo seu sorriso, mesmo após um vislumbre dos pés disformes que ele pensa serem os dela. A partir deste acaso, a trama se desenvolve num triângulo amoroso entre Horácio, Amélia e Leopoldo.

    A pata da gazela é uma obra de Alencar que demonstra como o amor deve ser guiado pela alma, como Leopoldo e não pela aparência, como Horácio

    25 min
  • #149-Canção do Expedicionário -Poema, Guilherme de Almeida/spartaco Rossi


    Guilherme de Almeida nasceu em Campinas — São Paulo em 1890, faleceu em  1969. Foi advogado, jornalista, heraldista, crítico de cinema, poeta, ensaísta e tradutor brasileiro.

    É de sua autoria a letra da Canção do Expedicionário com música de Spartaco Rossi, referente à participação dos pracinhas brasileiros na Segunda Guerra Mundial.

    Você sabe de onde eu venho?

    Venho do morro, do Engenho
    Das selvas, dos cafezais
    Da boa terra do coco
    Da choupana onde um é pouco

    Dois é bom, três é demais

    Venho das praias sedosas
    Das montanhas alterosas
    Do pampa, do seringal
    Das margens crespas dos rios
    Dos verdes mares bravios
    Da minha terra Natal

    Por mais terras que eu percorra

    Não permita Deus que eu morra
    Sem que volte para lá
    Sem que leve por divisa
    Esse V que simboliza
    A vitória que virá

    Nossa vitória final

    Que é mira do meu fuzil
    A ração do meu bornal
    A água do meu cantil
    As asas do meu ideal
    A glória do meu Brasil

    Eu venho da minha terra

    Da casa branca da serra
    E do luar do meu sertão
    Venho da minha Maria
    Cujo nome principia
    Na palma da minha mão

    Braços mornos de Moema

    Lábios de mel de Iracema
    Estendidos pra mim
    Ó, minha terra querida
    Da Senhora Aparecida
    E do Senhor do Bonfim

    Por mais terras que eu percorra

    Não permita Deus que eu morra
    Sem que volte para lá
    Sem que leve por divisa
    Esse V que simboliza
    A vitória que virá

    Nossa vitória final

    Que é a mira do meu fuzil
    A ração do meu bornal
    A água do meu cantil
    As asas do meu ideal
    A glória do meu Brasil

    Você sabe de onde eu venho?

    É de uma Pátria que eu tenho
    No bôjo do meu violão
    Que de viver em meu peito
    Foi até tomando jeito
    De um enorme coração

    Deixei lá atrás meu terreno

    Meu limão, meu limoeiro
    Meu pé de jacaranda
    Minha casa pequenina

    Lá no alto da colina

    Onde canta o sabiá

    Por mais terras que eu percorra

    Não permita Deus que eu morra
    Sem que volte para lá
    Sem que leve por divisa
    Esse V que simboliza
    A vitória que virá

    Nossa vitória final

    Que é a mira do meu fuzil
    A ração do meu bornal
    A água do meu cantil
    As asas do meu ideal
    A glória do meu Brasil

    Venho de além desse monte

    Que ainda azula no horizonte
    Onde o nosso amor nasceu
    Do rancho que tinha ao lado
    Um coqueiro que, coitado
    De saudade já morreu

    Venho do verde mais belo

    Do mais dourado amarelo
    Do azul mais cheio de luz
    Cheio de estrelas prateadas
    Que se ajoelham deslumbradas
    Fazendo o sinal da cruz

    Por mais terras que eu percorra

    Não permita Deus que eu morra
    Sem que volte para lá
    Sem que leve por divisa
    Esse V que simboliza
    A vitória que virá

    Nossa vitória final

    Que é a mira do meu fuzil
    A ração do meu bornal
    A água do meu cantil
    As asas do meu ideal
    A glória do meu Brasil

    10 min
  • #148-Cena Íntima -Poema, Casimiro de Abreu


    Casimiro José Marques de Abreu, nasceu em Barra de São João- Rio de Janeiro em 1839 Faleceu em 1860 (21 anos) no Rio de Janeiro,

    um poeta brasileiro da segunda geração do romantismo. Casimiro nasceu na Fazenda da Prata, localizada na Serra do Macaé anteriormente localizada no território de Nova Friburgo hoje em Casimiro de Abreu.

    Espontâneo e ingênuo, de linguagem simples, tornou-se um dos poetas mais populares do Romantismo no Brasil. Seu sucesso literário, no entanto, deu-se somente depois de sua morte, com numerosas edições de seus poemas, tanto no Brasil, quanto em Portugal. Deixou uma obra cujos temas abordavam a casa paterna, a saudade da terra natal, e o amor (mas este tratado sem a complexidade e a profundidade tão caras a outros poetas românticos).

    4 min
  • #147-Manhã de Carnaval,Luiz Bonfá-Voz Elizeth Cardoso

    Luiz Floriano Bonfá nasceu em  1922 — faleceu em 2001 foi um cantor, violonista e compositor brasileiro.

    Um dos integrantes do primeiro grupo de músicos da bossa nova, compositor de clássicos como "Manhã de Carnaval" e "Samba do Orfeu" (ambas com Antônio Maria).

    Na década de 1940 tocou na Rádio Nacional, ao lado de Garoto e participou de alguns conjuntos, como o Quitandinha Serenaders, até começar a carreira solo, como violonista.

    Teve atuação destacada como compositor e seus primeiros sucessos foram gravados por Dick Farney, em 1953. A peça "Orfeu da Conceição", de Vinicius de Moraes, foi um marco em sua carreira.

    Tocou violão na gravação do disco da peça em 1956 e, três anos depois, compôs algumas das faixas que compunham a trilha sonora do filme de Marcel Camus ("Orfeu do Carnaval") inspirado na peça.

    Participou do Festival de Bossa Nova no Carnegie Hall em Nova Iorque, em 1962. Sempre respeitado como compositor refinado e exímio violonista, uma de suas características era tocar fazendo amplo uso do recurso das cordas soltas, o que conferia uma sonoridade ampla e grandiosa. Gravou diversos discos nos Estados Unidos que não foram lançados no Brasil

    5 min

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