Hoje fiz um exercício esquisito. Imaginei que estamos daqui a um ano, e que a Oryon falhou por completo. E em vez de fugir dessa ideia, tentei perceber porquê — como se já tivesse acontecido, e eu estivesse só a olhar para trás a explicar. Chama-se pré-mortem, uma técnica criada por Gary Klein e publicada na Harvard Business Review, que ajuda a identificar riscos reais melhor do que perguntar "o que pode correr mal". Neste episódio partilho as razões que imaginei — algumas mais fáceis de admitir do que outras — e o que vou mudar, agora, ainda a tempo. No fim, desafio-te a fazer o mesmo exercício com o teu próprio projeto.
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