45 do Primeiro Tempo

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45 do Primeiro Tempo episodes

  • Ricardo Leme - "Nem tudo o que a ciência não explica deixa de existir”

    Ricardo Leme tem certeza de uma coisa: a saúde não começa no corpo — ela começa na consciência. Talvez seja justamente aí que mora uma das grandes inversões do nosso tempo. A gente foi aprendendo a olhar para a doença antes de olhar para o ser. A tratar o sintoma antes de escutar o sentido. A tentar consertar a parte sem, muitas vezes, compreender o todo. Certo de que o ser humano não pode ser reduzido a uma máquina biológica, Ricardo foi construindo uma trajetória rara, dessas que não cabem em gavetas fáceis. Um caminho que une a objetividade da medicina, a precisão da física e a linguagem simbólica da astrologia. Um percurso que parte da neurocirurgia, passa pela medicina antroposófica e desemboca numa visão mais ampla da saúde — não apenas como ausência de doença, mas como presença de integridade, consciência e conexão interior. Ao longo da vida, ele foi se aproximando de uma pergunta que parece atravessar tudo o que faz: o que, afinal, adoece primeiro no ser humano? O corpo? A alma? O sentido? Ou a ruptura silenciosa com aquilo que somos mais profundamente? Talvez por isso ele goste tanto de lembrar que a doença, muitas vezes, começa quando a gente deixa o SER pelo TER. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o médico, neurocirurgião, físico, estudioso da astrologia e da relação entre saúde, consciência e destino humano, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “Nem tudo o que a ciência não explica deixa de existir.”

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    1 hr 15 min
  • Hugo Madureira - "A vida acontece no eterno instante”

    Hugo Madureira costuma dizer que talvez o maior engano da vida seja acreditar que a desilusão é algo ruim — quando, na verdade, é exatamente ali que começamos a deixar de nos iludir. Talvez por isso, sua caminhada seja menos sobre encontrar respostas e mais sobre sustentar perguntas. Perguntas que não cabem em fórmulas prontas, que dançam, que provocam, que convidam a olhar de novo — para a vida, para os filhos, para si mesmo. Um movimento de desapego dos personagens que vestimos ao longo do tempo, para tocar algo mais essencial, mais vivo, mais verdadeiro. Nascido entre a dança e a música, criado nos bastidores da arte, ele aprendeu desde cedo que sentir vem antes de explicar. E foi justamente nesse território — entre a sensibilidade e a expressão — que construiu sua trajetória. Empresário, palestrante, autor e criador do conceito de “Designer de Imaginação”, vem se dedicando a esculpir sentidos, provocando reflexões sobre presença, paternidade, criação e as narrativas que moldam quem somos. Em sua jornada, especialmente atravessada pela experiência de ser pai, foi encontrando novas camadas de si — mais despidas, mais humanas, mais conectadas com aquilo que realmente importa. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Hugo Madureira — que agora, em março, lança mais um livro, "O Eterno Instante", uma obra sensível e poética que mergulha na paternidade como um caminho de presença, memória e descoberta — contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “A vida acontece no eterno instante”.

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    1 hr 6 min
  • Oscar Quiroga - “Não precisamos aprender. Precisamos ser”

    Oscar Quiroga costuma dizer que “o maior engano das pessoas em relação à astrologia é achar que estamos sob a influência do céu. Não. Estamos em comunhão com uma ordem cósmica.” Talvez seja justamente por enxergar a astrologia dessa maneira — não como superstição ou como um exercício simplista de prever o futuro — que ele tenha se tornado uma das vozes mais singulares quando o assunto são os movimentos do céu e seus reflexos na vida aqui na Terra. Certo de que a astrologia não existe para transformar ninguém em dependente de previsões, mas sim para provocar reflexão, ele construiu, ao longo de décadas, uma forma muito própria de falar dos astros: menos interessada em adivinhar o amanhã e muito mais dedicada a lembrar que fazemos parte de uma coreografia cósmica muito maior do que a nossa pequena história pessoal. Argentino de nascimento, ele chegou ao Brasil ainda jovem, no fim dos anos 1970, em meio às turbulências políticas que sacudiam a América do Sul. Foi nesse período de mudança profunda de vida que a astrologia acabou surgindo em seu caminho — quase como um encontro inesperado que transformaria para sempre a maneira como ele enxergava o ser humano e o universo. Desde então, seus textos e reflexões passaram a traduzir essa linguagem simbólica do céu para milhares de pessoas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Oscar Quiroga contou sobre sua chegada ao Brasil, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos atravessando e foi categórico: “Não precisamos aprender. Precisamos ser.”

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    1 hr 18 min
  • Sol Ayala - “Nada é por acaso quanto estamos atentos”

    Sol Ayala costuma dizer que muitas das crises que chamamos de doença são, na verdade, convites da vida para uma mudança que estamos adiando. Talvez por isso ela tenha escolhido trilhar um caminho na medicina que vai além das respostas prontas. Um caminho marcado pela curiosidade — curiosidade sobre a vida, sobre o ser humano e sobre as muitas dimensões que atravessam aquilo que chamamos de saúde. Certa de que cuidar das pessoas exige também um olhar vivo e atento para o próprio viver, ela construiu uma trajetória que mistura conhecimento médico, busca constante e uma relação muito própria com a vida — leve, inquieta, em movimento. Movimento que não fica apenas no campo das ideias. Fora do consultório, ela gosta de experimentar a vida também de forma literal: seja deslizando em um skate, dançando ou se abrindo para atividades que convidam a mente e o corpo a aprender novos gestos, novos ritmos, novas formas de presença. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a médica integrativa, mestre em terapia neural, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “Nada é por acaso quando estamos atentos".

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    1 hr 32 min
  • Daniel Mendes - “Toda ferramenta amplia quem a utiliza”

    Daniel Mendes costuma dizer que aprender sobre inteligência artificial é, antes de tudo, aprender sobre inteligência humana. Certo de que conhecimento só ganha valor quando se transforma em prática viva, ele construiu uma trajetória que une tecnologia e desenvolvimento humano. Ao longo do caminho, percebeu que eficiência sem humanidade gera resultados vazios — e que inovação de verdade nasce quando inteligência técnica e consciência emocional caminham juntas. Houve uma virada importante em sua carreira. O foco deixou de ser apenas sistemas e métricas e passou a incluir propósito, comportamento e felicidade no trabalho. A pergunta deixou de ser somente “como produzir mais?” e passou a ser também “como trabalhar melhor — e com mais sentido?”. Desde então, ele se dedica a estudar e aplicar esses conceitos de forma concreta nas organizações. E há um detalhe que diz muito sobre quem ele é. Nas horas vagas, coloca o nariz vermelho, pega o violão e percorre corredores hospitalares como palhaço voluntário, levando música e leveza a quem precisa. Um lembrete simples de que, por trás de qualquer tecnologia, existe sempre um ser humano. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o professor e palestrante especializado em Inteligência Artificial, Tecnologia e Liderança, mestre em Psicologia Organizacional e do Trabalho e sócio da Líder.Academy contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o futuro do trabalho e foi categórico: “Toda ferramenta amplia quem a utiliza.”

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    1 hr 12 min
  • Kelly Jabour - “Integrar é a nova forma de evoluir"

    Kelly Jabour está certa de que “somos arquitetos das histórias que contamos a nós mesmos — e essas narrativas moldam quem nos tornamos”. Talvez por isso ela não trabalhe com a psicologia como quem escolhe uma profissão, mas como quem busca “respostas aos mistérios da vida”, unindo ciência e espiritualidade para enxergar o humano em sua totalidade. Ela parte da ideia de que não somos apenas um conjunto de pensamentos ou emoções, mas também “significados, símbolos e histórias internas” que interferem em como nos vemos e no mundo que construímos ao redor. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a psicóloga, terapeuta holística e reprogramadora mental — entre outras frentes que revelam a amplitude do seu olhar sobre o ser humano — contou sua história de vida, trouxe sua visão sobre o momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Integrar é a nova forma de evoluir”.

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    1 hr 16 min
  • Américo Sommerman - “Estamos assistindo ao desvelar da realidade”

    Américo Sommerman não tem dúvida em afirmar que toda busca verdadeira começa quando a gente aprende a sustentar perguntas, em vez de correr atrás de respostas prontas. Certo de que o conhecimento não serve para nos dar segurança, mas para nos tirar do lugar comum, ele construiu uma trajetória marcada por silêncio, estudo profundo e coragem interior. Uma caminhada em que pensar nunca foi apenas acumular ideias, mas um exercício constante de honestidade consigo mesmo. Em determinado momento da vida, Américo percebeu que precisava rever não só o que pensava, mas de onde pensava. Foi aí que começaram mudanças importantes: menos esforço para se moldar às expectativas externas, mais disposição para escutar aquilo que vinha de dentro. Um deslocamento sutil, mas decisivo, que alterou a forma de se relacionar com o mundo, com o conhecimento e com a própria ideia de pertencimento. A partir desse lugar, ele passou a olhar para o nosso tempo com outros olhos. Um tempo em que muita coisa vem à tona. Em que narrativas antes descartadas como “teorias da conspiração” pedem, no mínimo, uma escuta mais cuidadosa. Não para serem aceitas automaticamente, mas para revelar algo maior: o esgotamento das versões simplificadas da realidade e a dificuldade coletiva de lidar com a complexidade da verdade. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o filósofo, editor e tradutor, fundador da Polar Editorial, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando e foi categórico: “Estamos assistindo ao desvelar da realidade”.

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    1 hr 35 min
  • Marta Siqueira - “O corpo fala — mas só se houver quem escute”

    Marta Siqueira não tem dúvida em afirmar que, por trás das histórias que contamos sobre nós mesmos, existem forças mais antigas operando em silêncio. Arquétipos que atravessam o tempo, moldam escolhas e repetem padrões — até que sejam reconhecidos. Certa de que a vida não repete experiências por acaso, mas sinaliza aquilo que ainda não foi visto, ela foi, pouco a pouco, deslocando o olhar do que acontece fora para o que se organiza por dentro. Esse movimento não nasceu de um conceito, mas da própria vivência — da observação dos padrões, das dores que se repetem, das perguntas que insistem. Terapeuta de formação e por escolha, Marta construiu seu trabalho a partir da escuta atenta do ser humano — uma escuta que vai além do sintoma e se aproxima da história, das crenças e dos padrões que atravessam a vida. Ao longo do tempo, ela passou a integrar diferentes abordagens terapêuticas, sempre com o mesmo fio condutor: ajudar as pessoas a reconhecerem os padrões que as atravessam e retomarem a consciência sobre a própria trajetória. Mais do que oferecer respostas prontas, ela propõe um processo de investigação interior — um convite para sair da repetição inconsciente e viver com mais clareza, presença e responsabilidade. Neste papo com o podcast 45 do Primeiro Tempo, a psicoterapeuta, doutoranda em Hipnose Clínica e pós-graduanda em Neurociências, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos vivendo e foi categórica: “O corpo fala — mas só se houver quem escute”.

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    1 hr 14 min
  • Victor Stirnimann - “O caminho do sucesso é ser um sobrevivente…”

    Victor Stirnimann não tem dúvida em afirmar que algumas das perguntas mais importantes da vida não pedem respostas rápidas — pedem silêncio, tempo e presença. Convicto de que a consciência não nasce do acúmulo de informação, mas da coragem de olhar para dentro, ele construiu sua trajetória entre pensamento, escuta e investigação do humano, atento tanto ao que se move em nós quanto àquilo que insiste em permanecer invisível, em um campo mais sutil que nos habita. Psicólogo de orientação junguiana, aprendeu que crescer não é apenas acumular conhecimento, mas integrar contradições; que não existe maturidade sem um diálogo honesto consigo mesmo; e que toda transformação passa por atravessar zonas internas de neblina — aquelas em que não se enxerga longe, mas se aprende a confiar no próprio passo. Ao longo da vida, Victor transformou inquietação em método e fez da escuta profunda um modo de investigar o humano em tempos cada vez mais superficiais. Mais marcado por perguntas do que por respostas, tornou-se também um pensador do presente: alguém atento a um mundo em crise de sentido, excesso de informação e mudanças aceleradas — mas consciente de que nem tudo o que nos forma pode ser explicado. Esse caminho o levou a fundar, com amigos, o podcast "Elefantes na Neblina", um espaço que nasce da disposição de pensar mesmo quando tudo parece embaçado. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Victor Stirnimann compartilhou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando como humanidade e condensou tudo isso numa frase que fica reverberando: “O caminho do sucesso é ser um sobrevivente…”.

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    1 hr 11 min
  • Rachel Furtado: “Tudo o que nos move nasce de um sentido de propósito”

    Rachel Furtado tem certeza de uma coisa: a doença nunca é apenas uma questão biológica. Certa de que a medicina sozinha não dá conta de todos os mistérios do adoecer, ela precisou atravessar o próprio corpo em guerra quando recebeu o diagnóstico de um câncer agressivo. Médica, pesquisadora, vivendo fora do Brasil, ela experimentou na própria pele o limite entre ciência, fé, disciplina e rendição. Dessa travessia nasceu não apenas uma sobrevivente, mas uma nova forma de olhar para a vida, para o tempo e para o sentido de estar aqui. Hoje, ela transforma a própria história em caminho, ajudando outras pessoas a atravessar seus desertos pessoais e a reconstruir, com consciência, a própria relação com o corpo e com a vida. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Rachel Furtado contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Tudo o que nos move nasce de um sentido de propósito.”

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    1 hr 21 min

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Você quer conhecer histórias transformadoras? Conhecer pessoas que superaram o medo e foram atrás de seus sonhos? Então o “45 Do Primeiro Tempo” é o seu podcast. Toda semana um papo muito legal…

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