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Alexandre Marques costuma dizer que não basta medir a vida apenas por metas e resultados. Para ele, o verdadeiro sentido está em criar caminhos nos quais as pessoas possam florescer em sua integralidade — não como peças de uma engrenagem, mas como seres humanos completos, capazes de integrar propósito, consciência e cuidado em tudo o que fazem. Alexandre atuou por mais de duas décadas no mercado financeiro, um ambiente competitivo e fortemente orientado a metas. Foi justamente nesse contexto que nasceu sua inquietação: seria possível conciliar resultados e produtividade com humanidade, propósito e desenvolvimento integral das pessoas? Desde 2011, ele mergulhou em uma jornada de transformação pessoal, estudando PNL, constelações e, sobretudo, a teoria integral de Ken Wilber, que se tornou um de seus principais referenciais. Hoje, à frente da "Integraum", consultoria que cofundou, ele ajuda empresas e líderes a reconfigurar sua cultura de dentro para fora, promovendo um olhar mais humano, mais consciente e mais integral para a vida e para o trabalho. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Alexandre contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento atual e foi categórico: “Fragmentamos demais a nossa vida.”
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Fernando Bignardi não tem dúvida em afirmar que “doenças são alertas de que algo invisível está bloqueando quem realmente somos.” Certo de que a doença deixa de ser apenas um problema e se transforma em um convite para o autoconhecimento, ele aprendeu a olhar para além do sintoma. Fernando caminha há décadas na fronteira entre ciência e espiritualidade, entre o visível da medicina e o invisível que habita em cada um de nós. Foi desse encontro que nasceu sua visão de que saúde não se limita a curar, mas se constrói: em hábitos, escolhas, silêncios, relações e na capacidade de viver em coerência com a natureza. É essa perspectiva que dá origem à ecologia médica - um campo que entende o ser humano como parte de um ecossistema maior, em que corpo, mente, alma e ambiente estão entrelaçados. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o médico, homeopata, gerontólogo, coordenador do Centro de Estudos do Envelhecimento da Unifesp e idealizador do Centro de Ecologia Médica Florescer na Mata contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento da humanidade e foi categórico: “Toda doença traz uma mensagem.”
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Camilla Herreros costuma dizer que, muitas vezes, é preciso soltar o controle e permitir que a vida se revele tal como é. Para ela, o autoconhecimento não é um destino, mas um caminho que se abre a cada passo - feito de encontros, silêncios, aprendizados e entrega. É nesse movimento que surge o convite para olhar para dentro, reconhecer dores e descobertas e compreender que cada experiência pode trazer um ensinamento essencial. Sua trajetória é marcada por transformações profundas e pela busca de respostas que não cabiam apenas nos livros ou em teorias acadêmicas. Formada em Marketing, com pós-graduação em Finanças e Gestão de Pessoas, Camilla viveu experiências no exterior e construiu uma carreira sólida no mundo corporativo. Mas foi nas pausas, nos vazios e nas dores da vida - como a perda de uma filha recém-nascida - que ela ouviu o chamado para uma virada. Dessa experiência nasceu a certeza de que a vida, em toda a sua intensidade e fragilidade, pode ser acolhida e transformada. Hoje, como psicanalista, terapeuta vibracional e guardiã do Espaço Helena, Camilla se dedica a conduzir processos de cura e despertar, movida pela convicção de que viver com amor e plenitude é possível quando nos reconectamos com a nossa essência. Neste episódio do podcast "45 do Primeiro Tempo", ela compartilhou sua história, revisitou momentos marcantes de sua jornada e deixou um recado categórico: “Todas as respostas estão dentro de nós”.
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Erika Ramos não tem dúvida de que há caminhos que começam de forma silenciosa, mas que, com o tempo, se revelam como verdadeiros chamados da alma. Foi assim que ela encontrou no Jin Shin Jyutsu Institute de Nova Iorque - uma prática de harmonização energética por meio do toque nas mãos e no corpo - não apenas uma técnica, mas uma arte capaz de equilibrar corpo, mente e espírito. Com 25 anos de dedicação e dezenas de cursos no Brasil, Estados Unidos e Japão - um mergulho profundo em uma prática que, de tão simples no gesto, se torna imensa no alcance -, hoje ela representa o Shin Institute de Nova York no Brasil, coordenando, entre outras atribuições, a modalidade no Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio-Libanês. Além disso, é autora do livro Universo em Suas Mãos. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Erika contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento atual do mundo e foi categórica: “Precisamos estar atentos aos sinais.”
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Larissa Vasquesz tem certeza de uma coisa: a verdadeira transformação acontece quando conseguimos acessar camadas de nós mesmos que nem sempre conseguimos enxergar - mas que a consciência é capaz de tocar. Talvez por isso, ela sempre tenha dedicado tempo a ouvir antes de explicar, a sentir antes de racionalizar. Formada em Psicologia e com uma trajetória marcada pelo estudo profundo das terapias holísticas, Larissa cresceu em um ambiente em que práticas como Yoga, Reiki e Cabala faziam parte do cotidiano. Filha do professor Cícero Vasques, pioneiro em terapias integrativas, foi introduzida desde cedo ao universo da energia sutil e da consciência. Mas foi em 2011, após uma experiência que descreve como profundamente espiritual, que iniciou o caminho que a levaria a desenvolver o que hoje conhecemos como Sistema de Consciência Sirius - um conjunto de práticas terapêuticas, cursos e ferramentas voltados à expansão da consciência, à cura integral e ao reencontro com a própria essência. Hoje, como criadora do Sistema e à frente do Instituto Sirius, Larissa conduz processos que atuam no físico, no emocional, no energético e no espiritual, ajudando pessoas a se reconectarem com aquilo que muitas vezes permanece adormecido dentro de cada um: sua memória celular, sua energia vital e seu propósito. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Larissa compartilhou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “O outro lado do confiar é soltar.”
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Jeni Shih sempre acreditou que inovação não é apenas sobre tecnologia - é, sobretudo, sobre pessoas. Talvez por isso, mesmo tendo dedicado mais de três décadas de sua vida à IBM, liderando áreas de negócios, marketing, RH e operações em escala global, ela nunca perdeu de vista o que realmente sustenta qualquer transformação: a capacidade humana de se reinventar. Essa ideia ganhou ainda mais força quando a vida a colocou diante de um grande desafio: o câncer. Foi nesse momento que Jeni descobriu que não seria apenas paciente, mas protagonista da própria cura, da própria vida — um processo que a levou a se reconectar com o corpo, com a espiritualidade e com sua ancestralidade. Dessa travessia nasceu uma visão que hoje permeia tudo o que faz: inovar é, também, regenerar. É olhar para o futuro sem esquecer as raízes, avançar com tecnologia sem perder a humanidade. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a Head de Inovação da "Voe Sem Asas", mentora e conselheira de startups, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Há um saber que transcende a linguagem.”
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Sofia Bauer costuma dizer que as respostas que buscamos, muitas vezes, estão escondidas nas profundezas da mente. Cada lembrança guardada, cada emoção esquecida pode ser uma chave - e é nesse território invisível que seu trabalho ganha força. Convicta de que “as voltas que a vida dá nem sempre são para onde queremos ir, mas por onde mais precisamos aprender”, ela construiu uma trajetória marcada por coragem, sensibilidade e conhecimento. Médica e psiquiatra formada pela UFMG, levou sua inquietude para além do país, especializando-se em Hipnoterapia Ericksoniana e Psicologia Positiva com alguns dos maiores mestres nessas áreas. De volta ao Brasil, uniu ciência e sensibilidade para ajudar pessoas a ressignificar padrões, reencontrar equilíbrio e acessar potenciais que pareciam esquecidos. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Sofia compartilhou sua história de vida, refletiu sobre o momento que vivemos como humanidade e foi categórica: “O que cura uma pessoa é a conexão.”
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Horácio Brandão aprendeu, ao longo de décadas no frenético universo do entretenimento, que o verdadeiro sucesso não se mede apenas pelo brilho dos holofotes, mas pela capacidade de ouvir, pausar e se conectar com o que realmente importa, com quem realmente somos em essência. Seguro de que cada projeto, cada encontro e cada desafio trazem consigo aprendizados únicos, ele construiu uma carreira sólida no mundo da comunicação e do entretenimento, trabalhando com artistas como Madonna, U2, Beyoncé, Elza Soares, Justin Bieber e Pearl Jam - experiências que o ensinaram tanto sobre o mundo quanto sobre si mesmo. Nos últimos anos, especialmente após a pausa forçada da pandemia, ele começou a perceber os limites do ego, do glamour e da vida acelerada que o cercava, ao mesmo tempo em que iniciou um profundo mergulho interno, numa jornada de autoconhecimento. Passo a passo, foi deslocando seu olhar para aquilo que considera realmente significativo, aprendendo a equilibrar brilho e presença, velocidade e reflexão, sucesso e propósito. Hoje, ele vê a vida sob uma perspectiva mais consciente, na qual cada decisão carrega intenção e sentido. Neste papo com o podcast "45 Do Primeiro Tempo", Horácio compartilha sua história de vida, os bastidores de uma carreira intensa e transformadora, e foi categórico: “Normalmente somos quem não somos”.
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Dani Zecca sabe, mais do que nunca, que às vezes é preciso se perder completamente... para então se encontrar de verdade. Antes de se tornar terapeuta e um nome importante nos estudos de expansão de consciência, ela atravessou o que muitos chamam de “noite escura da alma” — uma espécie de travessia de dor e silêncio que antecede o despertar. Vivenciou, sem aviso e sem manual, fenômenos que a ciência pouco explica — uma emergência espiritual intensa e solitária, que abalou tudo o que ela conhecia como realidade. Foram meses desafiadores, marcados por medo, desorientação e uma sensação constante de não pertencer a lugar algum. Mas foi justamente nesse colapso, nesse mergulho forçado no invisível, que ela começou a gestar uma nova versão de si mesma. Com ajuda, tempo e escuta, foi encontrando seu centro — e dando novos significados ao que antes parecia apenas caos. Na busca por compreender o que tinha vivido, foi até a Áustria estudar com os criadores do Lucía Nº 03, uma tecnologia que utiliza luz para induzir estados alterados de consciência, promovendo relaxamento profundo, clareza e reconexão com a essência. Desde então, tem se dedicado a facilitar experiências que ajudam outras pessoas a atravessarem seus próprios processos, com mais presença, coragem e suavidade. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Dani Zecca compartilhou sua jornada de queda e reconstrução, falou sobre entrega, escuta e os mistérios da consciência e foi categórica: “Não importa o que é real, importa o que você sente”.
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Beto Ambrosio aprendeu, ao longo das estradas e dos horizontes sem fim, que o mundo não cabe num mapa - e que o tempo não se mede em horas, mas em encontros. Fotógrafo e cicloviajante, ele deixou para trás a lógica da pressa e escolheu viver sob o compasso da contemplação, da escuta e do silêncio que só o vento conhece. Foi pedalando por paisagens remotas, cruzando desertos, cordilheiras e vilarejos quase esquecidos, que Beto descobriu que cada viagem é, no fundo, uma volta para dentro. Com a câmera na mão e o coração aberto, ele registra mais do que imagens: captura estados de presença, gestos de humanidade, histórias contadas no olhar de quem cruza seu caminho. Num mundo que gira cada vez mais rápido, sua escolha por uma vida lenta é também um gesto político, espiritual e profundamente humano. Afinal, o mundo é vasto, mas o mais longo percurso continua sendo o da gente com a gente mesmo. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Beto Ambrosio compartilhou suas travessias pelo planeta e pela alma — e foi direto ao ponto: “Ter fé é confiar...”.
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