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Fernando Muniz (UFF) conta sua trajetória nas Letras Clássicas que começou com Filosofia, no auge dos "anos de chumbo". Comenta sua pesquisa sobre a questão do prazer e como isto influenciou sua Tradução de Filebo. Reflete a importância de existir uma tradução no vernáculo, por possibilitar vocabulário e formulação do problema na própria língua. Fernando Muniz explica como se deu o diálogo e a colaboração durante a tradução simultânea de Filebo, junto de George Rudebusch. Por fim, analisa como estão os estudos platônicos no Brasil. Na segunda parte deste Episódio, Fernando Muniz nos apresenta a personagem Filebo, que existe no mundo filebiano de Platão: é uma personagem inteiramente ficcional, não tem correspondente histórico. Explica que no drama filosófico tudo da personagem diz respeito à filosofia, ao considerar que encarna posições e atitudes filosóficas. O próprio nome indica uma conexão com a fruição do prazer que seria possível em uma juventude hedonista. Comenta sobre o título do Diálogo: enquanto dorme Filebo, o hedonismo radical dele está sendo substituído por um hedonismo filosófico, de Platão. Por fim, reflete sobre o sentido de ler Filebo e falar sobre Platão em nossos dias.
By Podcast ArchaiFernando Muniz (UFF) conta sua trajetória nas Letras Clássicas que começou com Filosofia, no auge dos "anos de chumbo". Comenta sua pesquisa sobre a questão do prazer e como isto influenciou sua Tradução de Filebo. Reflete a importância de existir uma tradução no vernáculo, por possibilitar vocabulário e formulação do problema na própria língua. Fernando Muniz explica como se deu o diálogo e a colaboração durante a tradução simultânea de Filebo, junto de George Rudebusch. Por fim, analisa como estão os estudos platônicos no Brasil. Na segunda parte deste Episódio, Fernando Muniz nos apresenta a personagem Filebo, que existe no mundo filebiano de Platão: é uma personagem inteiramente ficcional, não tem correspondente histórico. Explica que no drama filosófico tudo da personagem diz respeito à filosofia, ao considerar que encarna posições e atitudes filosóficas. O próprio nome indica uma conexão com a fruição do prazer que seria possível em uma juventude hedonista. Comenta sobre o título do Diálogo: enquanto dorme Filebo, o hedonismo radical dele está sendo substituído por um hedonismo filosófico, de Platão. Por fim, reflete sobre o sentido de ler Filebo e falar sobre Platão em nossos dias.

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