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  • Oito em Ponto - Entrevista Natalia Pasternak

    A pandemia de Covid-19 no Brasil segue em ritmo alto de contaminações e mortes, enquanto a vacinação caminha a passos curtos. Já o número de leitos hospitalares se mostra insuficiente para atender a quantidade crescente de pacientes, e as medidas de restrição impostas pelos governos estaduais e municiais são cada vez mais necessárias para controlar a circulação do coronavírus.

    Para analisar esse cenário, o 'Oito em Ponto' entrevistou nesta terça-feira (30) a microbiologista e presidente do Instituto Questão de Ciência Natalia Pasternak. Ela acredita que o negacionismo prejudicou o desempenho do Brasil no enfrentamento à Covid-19. "O que houve aqui foi um descuido do governo federal com a negação da pandemia, da necessidade de medidas preventivas, o mau exemplo do presidente [Jair Bolsonaro], não foram feitas campanhas informativas do governo federal".

    Segundo Pasternak, o Brasil é considerado atualmente uma ameaça internacional no controle da pandemia, e uma decepção global no quesito de vacinação. "O Brasil é considerado um ameaça global porque não conseguiu controlar a pandemia. Em relação à vacinação, o Brasil é visto internacionalmente com muita surpresa, porque era esperada uma grande vacinação no país. O Brasil falhou, esnobou bons acordos internacionais que possibilitariam um número muito maior de doses, e agora está correndo atrás do prejuízo".

    Natalia Pasternak também destacou a importância das novas pesquisas em relação a imunizantes produzidos no país, como o "Butanvac", anunciado pelo Instituto Butantan de São Paulo. "Teremos independência na produção, mas a longo prazo. Está bem no início dos testes clínicos, ainda vai demorar para que se torne um produto, mas é importante que tenham esses testes. Produzir a própria vacina é importante, assim como produzimos a vacina da gripe todos os anos". Confira a entrevista completa.

    O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.​

    16 min
  • Oito em Ponto - Entrevista com Gustavo Partezani

    A pandemia de Covid-19 alterou o cotidiano de todo mundo, e o tráfego e a circulação de pessoas em São Paulo teve um grande impacto nesse período. Um estudo do instituto de pesquisa WRI Brasil em parceria com o Centro de Excelência BRT+ aponta que, em setembro e outubro de 2020, mais de 50% dos usuários de transporte não estavam mais nas ruas.

    Quais lições podemos tirar dessa nova realidade, e seria esse o momento para repensar e replanejar a mobilidade urbana? Para falar sobre o assunto, o 'Oito em Ponto' entrevistou Gustavo Partezani Rodrigues, arquiteto e urbanista, mestre pela FAU/USP, ex-diretor de Desenvolvimento da empresa pública SP-Urbanismo e atual gestor da URBR, consultoria de projetos estratégicos para soluções de questões urbanas.

    "É o momento de repensar e replanejar o planejamento urbano. O momento é oportuno para nossos gestores públicos, junto com a sociedade", afirmou Partezani.

    Para o arquiteto e urbanista, a pandemia fez aumentar o medo de infecção pelo coronavírus no transporte público, e muitas pessoas passaram a priorizar o transporte individual. "A maior parte da população não tem recurso para bancar o transporte individual todos os dias. Devemos usar esse momento de exceção para investir no transporte público".

    Gustavo Partezani Rodrigues também falou que os desafios da cidade passam mais pela questão do planejamento urbano do que pela questão da mobilidade. "A mobilidade está vinculada ao desenvolvimento urbano, ao tamanho da cidade. Temos que desenvolver outras regiões da cidade, buscar mais oportunidade de emprego na zona leste, na zona sul, na zona norte, nas cidades da borda da capital. Se tivermos uma cidade polinuclear, a gente consegue dividir melhor a mobilidade e o deslocamento".

    Ele também falou sobre os avanços cicloviários na cidade, a necessidade de reeducar as relações no tráfego urbano, e sobre a revisão do Plano Diretor da cidade, prevista para este ano. Confira a entrevista completa.

    O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.​

    23 min
  • Oito em Ponto - Entrevista com Lucas Bifano

    O mundo está passando por um momento de gravidade sem precedentes nas últimas décadas, sem prazo para terminar, e muitas pessoas acabaram adoecendo também do ponto de vista emocional e mental.

    Os desafios de manter a sanidade mental em meio a essa avalanche de tragédias, medos e angústias foi tema da entrevista desta sexta-feira (26) com o psiquiatra Lucas Bifano, especializado em gestão e cuidados de medicina de família pela Universidade Federal de Minas Gerais.

    "A criação de uma rotina específica é uma das principais formas de manter a sanidade mental. Dividir o tempo, fazer exercício físico em casa, ler um livro, estabelecer um tempo limite para homeoffice, almoçar na mesa com a família, momentos de conforto durante o dia, tudo isso ajuda", disse Bifano.

    O psiquiatra também falou sobre como ficam as relações amorosas e afetivas nesse período de pandemia. "Hoje, um dos maiores problemas dos casais, é que não temos tempo de individualidade. Com essa pandemia, as pessoas estão mais carentes, mas não tem como você ficar grudada 24 horas por dia com a pessoa".

    Lucas Bifano também abordou a questão do excesso do uso de tecnologia na atualidade. Confira a entrevista completa.

    O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.​

    20 min
  • Oito em Ponto - Entrevista com Guilherme Farid

    O Código de Defesa do Consumidor completou 30 anos de vigência no último dia 11 de março, poucos dias antes do Dia Mundial do Consumidor (15 de março).

    Fundamentado no reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor, o CDC trouxe vários benefícios ao mercado, sendo um dos principais o equilíbrio nas relações de consumo.

    Para falar sobre as três décadas do código e suas conquistas, Guilherme Farid, advogado e chefe de gabinete do Procon-SP, participou nesta quinta-feira (25) do 'Oito em Ponto'.

    "Ele [Código de Defesa do Consumidor] possibilitou a conquista a vários direitos. Mas apesar desses 30 anos, falta às empresas trabalharem com informações mais claras sobre seus produtos e serviços", comentou Farid.

    Para o advogado, o CDC conseguiu se manter atualizado nessas três décadas. "O código conseguiu uma tarefa exemplar de se manter atual durante todo esse período, pelo fato de ser mais principiológico. Seria muito importante, nos tempos atuais, que fosse feito um tratamento de mais respeito ao consumidor junto às agencias reguladoras. O consumidor não encontra amparo no órgão regulador".

    Guilherme Farid falou ainda sobre proteção aos dados e sobre os desafios do comércio eletrônico. Confira a entrevista completa.

    O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.​

    12 min
  • Oito em Ponto - Entrevista com Sylvia Steiner

    O atual governo federal, de Jair Bolsonaro, é alvo de denúncias protocoladas no Tribunal Penal Internacional, em Haia, em relação ao extermínio da comunidade indígena e da má-gestão da pandemia da Covid-19.

    Para falar sobre o assunto, Sylvia Steiner, ex-juíza do TPI e única brasileira que atuou na Corte, deu uma entrevista nesta quarta-feira (24) ao "Oito em Ponto".

    "Em relação à má gestão da pandemia, todas as queixas que foram protocoladas já foram rejeitadas. O Tribunal Penal Internacional entendeu que uma má gestão da saúde, atos e omissões são condutas que não estão sob jurisdição do tribunal. Em relação às comunidades indígenas, essa é a única queixa que ainda está na procuradoria, mas ainda está na fase de triagem. Ainda é muito cedo para entender se a procuradoria vai dar prosseguimento ou não. Eu acho difícil. O TPI tem uma capacidade limitada e tem dado preferência a casos que envolvam catástrofes humanitárias, conflitos armados, atos dolosos que põem em risco comunidades inteiras", afirmou a magistrada.

    Sylvia Steiner também comentou o julgamento no Supremo Tribunal Federal, que trata da suspeição do ex-juiz Sérgio Moro na Operação Lava Jato. "Em nome do resultado, cometeram-se muitas irregularidades, e o poder judiciário não pode fazer isso, se não ele perde a credibilidade. O espetáculo midiático foi mais importante do que seguir as regras processuais", comentou a ex-juíza do Tribunal Penal Internacional.

    A magistrada também criticou uma ala do Ministério Público, que ela considera punitivista. "Eu pertenço a uma velha guarda do MP, que sempre se considerou o fiscal da lei. Nós vemos crescer uma nova ala do MP, principalmente federal, extremamente punitivista, que esquece sua função como fiscal da lei e vira um órgão apenas acusatório". Confira a entrevista completa.

    O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.​

    28 min
  • Oito em Ponto - Entrevista com Josilmar Cordenonssi Cia

    A Petrobras, assim como outras estatais de economia mista, como o Banco do Brasil e Eletrobrás, enfrentam grandes desafios de ser uma companhia lucrativa, ao mesmo tempo em que sofrem interferências do governo federal.

    Para falar sobre o assunto, o economista Josilmar Cordenonssi Cia, mestre e doutor em Administração de Empresas e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, participou nesta terça-feira (23) do "Oito em Ponto".

    "A gestão do ministro Paulo Guedes foi uma decepção no sentido de todo discurso liberalizante, pró privatização. A privatização foi o mote da campanha [eleitoral de Jair Bolsonaro], mas os interesses políticos não deixam", afirma o economista.

    Para Cordenonssi Cia, é comum as empresas estatais serem usadas para interesses políticos. "Muitas vezes essas empresas são capturadas para manter projetos eleitorais. No governo Dilma [Rousseff], a Petrobras foi usada para segurar o preço da gasolina e manter a inflação. Na cabeça do Bolsonaro, isso mostra que ele deveria intervir na Petrobras para segurar uma possível greve dos caminhoneiros".

    Segundo o economista, a melhor solução para esses casos seria a privatização. "Se você tirasse as amarras do governo, as ações subiriam, você teria uma valorização e o governo poderia arredar recursos", disse Josilmar Cordenonssi Cia. Confira a entrevista completa.

    O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.​

    16 min
  • Oito em Ponto - Entrevista com Jamal Suleiman

    Em um dos piores momentos da pandemia da Covid-19 no Brasil, os trabalhadores da saúde enfrentam hospitais superlotados, falta de leitos, equipamentos e remédios, e ainda precisam lidar com falsas informações sobre tratamentos precoces.

    Para falar sobre esses desafios, o médico infectologista do Instituto Emílio Ribas, Jamal Suleiman, participou nesta segunda-feira (22) do programa "Oito em Ponto".

    Para Suleiman, não haverá leitos suficientes para atender os enfermos, se o coronavírus continuar a se espalhar. "Se não tiver clareza que o vírus infecta humanos que fazem interações, não adianta criar leitos. A gente não forma um profissional dessa área da noite para o dia. Além disso, você precisa de equipamento, e, mesmo com todo esforço de produção, existe uma limitação de sua capacidade".

    O infectologista também crítica o chamado tratamento precoce da Covid-19, que já se mostrou cientificamente ineficiente. "A gente tem uma oferta de produtos que não funcionam, e, no Brasil, eles ainda encontram ecos, criando uma falsa expectativa de segurança. A gente quer ter soluções que podem nos tirar rapidamente de um processo que depende de ações individuais".

    Jamal Suleiman ainda falou sobre os avanços da ciência nesse período de um ano de pandemia, e chamou atenção para a incapacidade do poder público em resolver questões socioeconômicas antigas do país. Confira a entrevista completa.

    O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.​

    23 min
  • Oito em Ponto - Entrevista com Heloísa Capelas

    Dia 20 de março é comemorado o Dia Internacional da Felicidade, data oficializada pela ONU em 2012. E num período marcado pela pandemia da Covid-19, com mortes, enfermos e crise financeira, a felicidade se tornou rara.

    Para falar sobre esse sentimento vital à humanidade, o "Oito em Ponto" entrevistou Heloísa Capelas CEO do Centro Hoffman, em São Paulo, autora dos livros “O Mapa da Felicidade” e “Perdão, a Revolução que Falta”.

    "Nós sempre somos melhores depois de uma crise, seja pessoal ou mundial como essa, nós sairemos melhores como seres humanos. A crise faz parte da vida, da gente, porque nós precisamos crescer e nós crescemos resolvendo problemas", analisa Capelas.

    A escritora tem um olhar otimista para humanidade em relação à pandemia. "Nós sairemos melhores individualmente e coletivamente. Demora um pouquinho, mas toda crise faz a gente dar salto de qualidade".

    Para Heloísa Capelas, a solução está dentre de cada um. "O que é que eu posso fazer para melhorar esse entorno? Posso ler, posso ser mais agradável com as pessoas, posso ligar para as pessoas, conversar olho no olho, posso assumir o protagonismo de mudança". Confira a entrevista completa.

    O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.​

    22 min
  • Oito em Ponto - Entrevista com Ana Bernal

    O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos divulgou no último dia 7 de março um balanço sobre a violência contra a mulher, com dados recebidos pelos canais de denúncia do governo federal.

    Ao todo, em 2020, foram registradas 105.671 denúncias de violência contra a mulher, tanto do Ligue 180 (central de atendimento à mulher) quanto do Disque 100 (direitos humanos).

    Do total de registros, 72% (75.753 denúncias) são referentes à violência doméstica e familiar contra a mulher; o restante, 29.919 (28%), refere-se à violação de direitos civis e políticos, que incluem, por exemplo, condição análoga à escravidão, tráfico de pessoas e cárcere privado.

    Um relatório da Organização Mundial da Saúde publicado no último dia 9 de março alerta que um terço das mulheres no mundo, o equivalente a 736 milhões de vítimas, sofrem violência física ou sexual ao longo da vida.

    Para falar sobre o assunto, o "Oito em Ponto" recebeu a advogada Ana Bernal, militante na área do Direito Trabalhista, especialista em Direito Penal e Processual Penal, com destaque para o trabalho de proteção às mulheres.

    "Nós vivemos uma sociedade patriarcal, onde a mulher tinha uma papel de submissão, com a figura masculina em detrimento à figura feminina. Infelizmente, ocupamos o 5º lugar no ranking de país que mais mata mulher no mundo", comenta Bernal.

    Falando sobre o mundo corporativo, as mulheres receberam 77,7% do salário dos homens em 2019, segundo uma publicação do IBGE divulgada no último dia 4 de março. A diferença é ainda mais elevada em cargos de maior rendimento, como diretores e gerentes. Nesse grupo, as mulheres ganharam apenas 61,9% do rendimento dos homens.

    "Tem muitas empresas que já estão olhando para esse ambiente homogêneo de homens e mulheres, e enxergam esse ambiente mais produtivo para a empresa. O que tem que acontecer é igualdade para todos, independente de ser homem ou mulher", afirma Ana Bernal. Confira a entrevista completa.

    O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.​

    23 min
  • Oito em Ponto - Entrevista com Pablo Ortellado

    Uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, que anulou as condenações do ex-presidente Lula na Operação Lava Jato garantiu ao petista a reconquista dos direitos políticos, e colocou-o de volta ao páreo eleitoral de 2022.

    Os novos cenários políticos do país foram tema da entrevista desta quarta-feira (17) no "Oito em Ponto" com o professor e doutor em Filosofia Pablo Ortellado.

    "Essa competição Bolsonaro x Lula veio para ficar. Lula pode até sofrer um revés na justiça, mas vai ser muito difícil a gente sair de um segundo turno entre esses dois candidatos", analisa Ortellado.

    Para o professor, outros possíveis candidatos não conseguirão rivalizar com Lula e Bolsonaro. "Vários institutos de pesquisa mostram números muito claros. Os outros candidatos que já se apresentaram não conseguem competir com esses dois".

    No entanto, o doutor em Filosofia acredita que a má gestão de Bolsonaro em relação à pandemia e a crise econômica, refletidas em pesquisas de avaliação, podem fazer ruir o projeto de reeleição de Bolsonaro.

    "Essa oscilação [na avaliação do governo] está retornando ao que havia no auge na pandemia. A rejeição caiu no final do ano, possivelmente devido ao auxílio emergencial, mas isso pode comprometer sim o projeto de reeleição do presidente", avaliou Pablo Ortellado.

    O professor e doutor em Filosofia também falou sobre a rivalidade política existente em nossa sociedade e avaliou que Bolsonaro recorre a discursos populistas e antissistêmicos. Confira a entrevista completa.

    O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.​

    19 min

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