“Querendo mostrar de forma bem clara a natureza imutável do seu propósito para com os herdeiros da promessa, Deus o confirmou com juramento, para que, por meio de duas coisas imutáveis nas quais é impossível que Deus minta, sejamos firmemente encorajados, nós, que nos refugiamos nele para tomar posse da esperança a nós proposta. Temos esta esperança como âncora da alma, firme e segura, a qual adentra o santuário interior, por trás do véu, onde Jesus, que nos precedeu, entrou em nosso lugar, tornando-se sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.” Hebreus, 6.17-20
Um dos temas que apareceu na nossa meditação anterior, abrindo a Epístola aos Hebreus, é que Cristo nos trouxe uma aliança firmada em melhores promessas. Promessas tais que produzem no coração dos que creem, uma esperança enorme, sabendo que um dia herdarão tudo aquilo que Deus lhes falou, ratificou por meio de Jesus, que se tornou o caminho para que chegássemos a ele. O autor fala que esta esperança é como uma âncora em nossas vidas, porém, uma âncora diferente. Por quê?