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E quando a pessoa se fecha?
A pessoa se apaixonou.
Sentiu medo.
E se fechou.
Você fez o caminho oposto.
Sentiu a conexão.
E se abriu.
Isso dói.
Mas olhe para isso com carinho.
Talvez a vida tenha te protegido.
Porque o modo como a pessoa se relaciona não começou com você.
E não terminaria diferente com o tempo.
O medo da pessoa não é sobre o seu valor.
É sobre a forma como o sistema nervoso dela aprendeu a amar:
se afastando.
Quando alguém se fecha, o nosso primeiro impulso é correr atrás.
Tentar provar algo a ela.
Esperar que ela mude.
Mas a maturidade emocional é perceber que a outra pessoa só vai até onde ela consegue ir.
E agora vem a virada.
A pergunta não é mais sobre ela.
É sobre você.
Você pode transformar essa dor em reencontro.
Pode voltar a se escolher.
Pode se apaixonar por quem nunca foi embora: VOCÊ.
Vou te explicar:
quando você se regula,
o seu corpo sai da escassez
e volta para a presença.
Amor saudável não pede sacrifício.
Pede espaço interno.
Se você vive esse tipo de história com frequência,
talvez não seja azar.
Talvez seja padrão.
E padrão se entende.
Se reconhece.
E se transforma.
Se você quer clareza para não repetir esse ciclo,
o e-book “Evitativo, Desinteressado ou Narcisista?”
te ajuda a identificar com quem você está se envolvendo,
antes de se perder de novo. Clique no link.
Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
By Dona AnaE quando a pessoa se fecha?
A pessoa se apaixonou.
Sentiu medo.
E se fechou.
Você fez o caminho oposto.
Sentiu a conexão.
E se abriu.
Isso dói.
Mas olhe para isso com carinho.
Talvez a vida tenha te protegido.
Porque o modo como a pessoa se relaciona não começou com você.
E não terminaria diferente com o tempo.
O medo da pessoa não é sobre o seu valor.
É sobre a forma como o sistema nervoso dela aprendeu a amar:
se afastando.
Quando alguém se fecha, o nosso primeiro impulso é correr atrás.
Tentar provar algo a ela.
Esperar que ela mude.
Mas a maturidade emocional é perceber que a outra pessoa só vai até onde ela consegue ir.
E agora vem a virada.
A pergunta não é mais sobre ela.
É sobre você.
Você pode transformar essa dor em reencontro.
Pode voltar a se escolher.
Pode se apaixonar por quem nunca foi embora: VOCÊ.
Vou te explicar:
quando você se regula,
o seu corpo sai da escassez
e volta para a presença.
Amor saudável não pede sacrifício.
Pede espaço interno.
Se você vive esse tipo de história com frequência,
talvez não seja azar.
Talvez seja padrão.
E padrão se entende.
Se reconhece.
E se transforma.
Se você quer clareza para não repetir esse ciclo,
o e-book “Evitativo, Desinteressado ou Narcisista?”
te ajuda a identificar com quem você está se envolvendo,
antes de se perder de novo. Clique no link.
Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo

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