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Como navegar pela transformação do mercado jurídico brasileiro e o abismo estrutural entre o contrato de associação e a realidade da subordinação cotidiana.
Análise completa aqui.
11 padrões de escrita artificial que enfraquecem peças processuais, pareceres e contratos, e como corrigi-los antes de assinar.
O problema que ninguém fala em voz alta
Advogados usam IA para redigir peças. Isso não é segredo.
O problema não é usar: é entregar o rascunho sem revisar o suficiente.
O resultado chega ao juiz, ao cliente ou à parte contrária com marcadores que qualquer leitor atento identifica: frases que inflacionam a importância do caso sem dizer nada concreto, atribuições a "a doutrina" sem citar qual, conclusões que não formulam pedido.
Artigo e prompt completos aqui.
Por André Medeiros.
Passei meses usando IA como ferramenta de trabalho.
Aprendi a distinguir o que saiu de um modelo do que saiu de uma mente.
São sete padrões.
Quando você aprende a vê-los, não consegue mais desaprendê-los.
Veja o artigo e prompts aqui.
Por André Medeiros.
Você passou horas no ChatGPT, pediu slides "profissionais e impactantes", ajustou o tom três vezes, e ficou genuinamente impressionado com o resultado. Os tópicos estão lá. A estrutura também. As cores, decente.
E na hora de apresentar, você leu os slides em voz alta para uma plateia que sabia ler sozinha.
Nenhum modelo de linguagem vai te ensinar a parar numa sala e fazer as pessoas esquecerem o celular. Isso ainda é completamente seu problema e uma das habilidades mais negligenciadas por quem trabalha com tecnologia e direito.
Veja um debate rico com dicas do Professor Patrick Winston do MIT.
Artigo completo com os prompts aqui.
Por André Medeiros
Uma análise crítica dos prompts de conteúdo que circulam na internet e uma proposta concreta para advogados que querem autoridade real, não métricas de vaidade.
Existe um gênero de conteúdo que se reproduz nas redes como fungo em dia de chuva: os "pacotes de prompts para bombar no Instagram".
São kits prontos, com titulos sedutores, que prometem transformar qualquer profissional em autoridade instantanea.
O problema é que foram escritos para coaches, infoprodutores e vendedores de curso online.
E o advogado que copia essa receita sem questionar o ingrediente acaba produzindo conteúdo que parece panfleto de loja de celular.
Artigo completo aqui.
Por André Medeiros
Um tribunal federal dos EUA decidiu que conversas com IA não têm proteção de sigilo profissional.
O Brasil não tem decisão equivalente, mas os riscos já existem.
Esta é uma análise dos fundamentos, das diferenças e das saídas práticas.
Em 17 de fevereiro de 2026, o Juiz Jed S. Rakoff, do Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Sul de Nova York, decidiu que registros de conversas de um réu criminal com o chatbot Claude, da Anthropic, não são protegidos pelo attorney-client privilegePrivilégio advogado-cliente no direito norte-americano: proteção que impede a revelação compulsória de comunicações confidenciais entre advogado e cliente feitas para fins de aconselhamento jurídico. nem pela work product doctrineDoutrina do produto de trabalho: proteção que impede a divulgação de materiais preparados por ou para um advogado em antecipação a litígio.
O que muda no Brasil
O Brasil opera em sistema de Civil Law. Não adota a doutrina do privilege com a mesma mecânica de waiver do Common Law. Mas os vetores de risco são convergentes.
Onde o advogado americano perde o privilege, o advogado brasileiro enfrenta três exposições simultâneas: infração ética (OAB), violação da LGPD (ANPD) e responsabilidade civil perante o cliente.
Veja o artigo completo aqui.
Por André Medeiros.
Modelos de linguagem não sabem coisas, geram texto estatisticamente plausível. Quando não têm a resposta, inventam. Com fluência perfeita e confiança absoluta.
Em março de 2024, um advogado de Nova York apresentou uma petição com seis precedentes jurisprudenciais citados pelo ChatGPT. Nenhum existia. O juiz aplicou multa de US$ 5.000 ao advogado e ao escritório. O caso Mata v. Avianca virou referência mundial sobre os riscos de confiar cegamente em inteligência artificial generativaModelos como ChatGPT, Claude e Gemini que geram texto, código e imagens com base em padrões estatísticos — não em compreensão factual..
Isso não é exceção. É o comportamento padrão. Modelos de linguagem geram texto estatisticamente plausível. Quando não têm a resposta, inventam. Com fluência perfeita e confiança absoluta. O nome técnico é alucinaçãoQuando um modelo de IA gera informações fictícias — nomes, datas, decisões judiciais, dados — apresentando-as como fatos reais, sem sinalizar incerteza..
A questão não é se a IA vai errar. É quando você vai perceber.
Veja artigo e prompt completo aqui.
Por André Medeiros.
A maioria dos advogados que usa inteligência artificial hoje digita prompts genéricos e recebe respostas genéricas.
Estes 12 assistentes personalizados para o Claude mudam essa equação.
Cada um carrega dentro de si os frameworks, o vocabulário e o método de decisão de autoridades reais de Ray Dalio a Alex Hormozi, de Eugene Schwartz a Brad Frost. São 144 agentes especializados, 102 tarefas prontas e 22 fluxos de trabalho cobrindo estratégia, marketing, copywriting, cybersecurity, design, storytelling e gestão.
Neste artigo, você encontra o catálogo completo com casos práticos para escritórios de advocacia e o passo a passo para instalar tudo no Claude em 5 minutos.
Artigo completo aqui.
Por André Medeiros.
O lado B do DRE
Por trás de cada linha do demonstrativo de resultados de um escritório de advocacia existe um conjunto de despesas que ninguém contabiliza.
Honorários perdem rentabilidade. Clientes migram. Talentos saem. A
causa raramente está no mercado está dentro do escritório, em custos que ninguém enxerga.
Esta ferramenta organiza esses custos em nove domínios e os traduz para a realidade da advocacia brasileira.
Cada item traz três dimensões: o custo invisível, como ele se manifesta no dia a dia e um plano de ação com métricas para rastrear a correção.
Artigo completo aqui.
Por André Medeiros.
A inteligência artificial não se manifesta como uma ruptura súbita, mas como uma maré de erosão que consome, prioritariamente, os profissionais mais caros e qualificados da pirâmide.
O perigo real para as grandes bancas não reside em um choque estatístico de desemprego imediato, mas na obsolescência de um modelo de faturamento estruturado sobre a lentidão intelectual e a opacidade processual.
Artigo completo aqui.
Link da pesquisa: Anthropic, The Impact of AI on Labor Markets (março de 2026). Estudo completo disponível em: anthropic.com/research/labor-market-impacts
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