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Como a inteligência artificial deve ser utilizada para redimensionar equipes jurídicas com base na análise detalhada de tarefas, em vez de simplesmente reduzir o número de funcionários.
Utilizando dados da plataforma Advoco Produtiva, o texto demonstra que a automação de atividades burocráticas pode coexistir com a necessidade de novas contratações para suprir sobrecargas de trabalho.
A análise critica a aplicação direta de modelos corporativos americanos em escritórios brasileiros, alertando para a importância de preservar funções que servem ao aprendizado dos profissionais juniores.
Artigo completo aqui.
Por André Medeiros.
Implementação do Balanced Scorecard (BSC) adaptado especificamente para o contexto de escritórios de advocacia.
Gestão de Gente é o pilar mais frágil da advocacia brasileira: 43 em 100.
Este é o guia de papeis e responsabilidades que vem sendo atualizado há mais de 10 anos, agora com o dado que mostra por que ele importa.
Veja aqui um dos conteúdos mais completos sobre gestão de carreira na advocacia.
Por André Medeiros da Advoco Brasil
Por que grandes decisões em escritórios de advocacia frequentemente fracassam, destacando que a unanimidade em reuniões de sócios pode mascarar a falta de compromisso real?
Artigo completo aqui.
Por André Medeiros
Inovação em IA não acontece porque os advogados ganharam acesso a uma ferramenta fascinante. Acontece porque a liderança construiu o andAIme necessário para que profissionais hiperocupados escolham, semana após semana, dedicar sua inteligência à evolução do modelo de negócios do escritório.
A proposta do manifesto é clara. A inteligência artificial não deve ser usada apenas para aumentar a produtividade mecânica.
Quando isso acontece, o que sobra é a desvalorização do trabalho. Em vez disso, a IA precisa liberar os sócios e líderes para o que só o ser humano consegue fazer bem.
E quais são esses elementos que nenhum algoritmo replica? O manifesto aponta três pilares:
Primeiro: o julgamento estratégico.Segundo: a mentoria ativa.E terceiro: a presença atenta.
Esses três pontos formam a base de uma nova liderança jurídica.
Veja análise completa aqui.
Por André Medeiros.
Estratégias práticas para advogados superarem as limitações de uso do Claude, otimizando o consumo de tokens no dia a dia jurídico.
Entenda porque o Claude consome muitos recursos ao reler o histórico completo das conversas, sugerindo hábitos como a edição de mensagens e o uso de Markdown para economizar créditos.
Veja o artigo completo aqui.
Por André Medeiros.
Sabe aquele ritual matinal de rezar para o computador reconhecer o token do PJe?
E depois copiar um pedaço do processo, colar no chat da IA e torcer para ela não inventar uma jurisprudência?
No episódio de hoje do Deep Dive, dissecamos o texto de André Medeiros, da Advoco Brasil.
Vamos falar sobre a armadilha de alimentar a inteligência artificial com "recortes" e como uma nova solução no Chrome permite que o Claude leia os autos inteiros na fonte oficial, sem encostar na sua senha.
Descubra como a pesquisa jurídica auditável está mandando o copia-e-cola cego para o espaço, com direito a semáforo de confiança e rastreabilidade total.
Dá o play!
Baixe a skill aqui.
Vamos analisar o fenômeno do "tokenmaxxing", esse ciclo maluco em que empresas demitiram funcionários para custear tecnologias de inteligência artificial que se revelaram mais caras e menos eficazes do que o esperado.
Mas, parece que temos uma boa reviravolta ... ama em cada três já está contratando de volta.
Veja a análise completa aqui.
Por André Medeiros
Neste episódio do Deep Dive, mergulhamos no verdadeiro gargalo da adoção de Inteligência Artificial nos escritórios de advocacia.
Descubra por que a barreira para escalar o uso de agentes de IA não é mais a tecnologia, mas sim a capacidade de tornar explícito o conhecimento tácito e os critérios de decisão que sempre viveram apenas na cabeça dos sócios mais experientes.
Discutimos como os escritórios inovadores estão construindo uma "infraestrutura de julgamento", codificando fatores cruciais como o apetite a risco da banca, a voz institucional nas petições, os padrões de qualidade e a lógica de tratamento de exceções.
Entenda por que o futuro pertence aos "pensadores-executores": profissionais que não apenas usam ferramentas de IA, mas que desenham os fluxos e moldam como a tecnologia aplica o seu próprio julgamento.
Referência base do episódio: Nossa conversa de hoje analisa o artigo "Ensine a IA a decidir como o seu escritório decide", escrito por André Medeiros (Advoco Brasil).
O texto traz uma adaptação e comentários voltados à advocacia brasileira a partir do artigo original da Harvard Business Review (HBR) intitulado "Teach Your AI How You Make Decisions", de autoria de Jen Stave, Ryan Kurt e John Winsor (publicado em 25 de junho de 2026).
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