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Após 14 meses de investigação policial, dois anos de rito processual e seis dias de julgamento, foi possível esclarecer o que aconteceu na noite de 16 de junho de 2019, quando o pastor Anderson de Carmo, marido da então deputada Flordelis, foi brutalmente assassinado na garagem de casa.
Na noite de 12 de julho de 2015, Tiffany Valiante, de 18 anos, teve uma discussão com sua mãe do lado de fora de sua casa em Mays Township, Nova Jersey.
Na madrugada do dia 23 de junho de 1996, PC Farias e sua namorada, Suzana Marcolino, foram encontrados mortos a tiros em sua cama, na casa de veraneio do tesoureiro.
Na semana de seu assassinato, PC Farias iria depor em uma CPI. O tesoureiro entregaria os nomes dos empresários que alimentaram os esquemas corruptos de Fernando Collor de Mello.
O secretário de justiça e o delegado local declararam no mesmo dia que havia ocorrido um crime passional: um assassinato seguido de um suicídio. Porém, a família de PC Farias ainda desconfiava de uma possível farsa, apenas seu irmãos não via problemas na versão oficial.
Ao longo daquele ano, muitas publicações de jornais e revistas contestavam a versão oficial, apontando controvérsias no laudo preliminar. O clima de desconfiança logo contaminou a população brasileira, que pedia por novas investigações. Legistas e peritos começaram a reunir-se em todo o país para, de forma independente, coletar provas e apontar as contradições da investigação oficial.
Em abril de 1997, o clamor popular por uma nova investigação recaiu sob o nome de George Sanguinetti. O legista apresentou um dossiê no qual contestava o laudo oficial emitido por Badan Palhares.
Depois que Sanguinetti apresentou seu laudo, o Ministério Público reabriu as investigações. A polícia exumou os corpos e analisou as provas novamente, descobrindo muitas inconsistências no laudo oficial.
Indiciado por encomendar o assassinato do irmão, Augusto Farias se utilizou do foro privilegiado por ser deputado federal. Ao final do julgamento, os jurados reconheceram que Paulo César Farias e Suzana Marcolino foram ambos de fato assassinados. Porém, decidiram também que os réus não deveriam ser punidos pelos crimes, sendo todos absolvidos por clemência.
A sentença que absolveu os policiais militares não soluciona o caso. Nunca se saberá quem matou PC Farias e Suzana Marcolino. Os segredos de PC Farias, foram enterrados juntos com seu corpo… Será?
É isso que iremos investigar no Agentes do Tarot.
Anneliese Michel foi uma jovem alemã que se tornou conhecida devido a um caso extremamente controverso de possessão demoníaca e exorcismo que ocorreu na década de 1970. Sua história inspirou o filme de terror "O Exorcismo de Emily Rose". Aqui está um resumo da história de Anneliese Michel:
O Caso Richthofen ficou nacionalmente conhecido, pois refere-se ao homicídio, a consequente investigação e o julgamento das mortes de Manfred e Marísia, pais de Suzane von Richthofen, casal assassinado pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, a mando da filha.
Suzane e Daniel conheceram-se em agosto de 1999 e começaram um relacionamento pouco tempo depois. Ambos tornaram-se muito próximos, mas o namoro não tinha o apoio das famílias, principalmente dos Richthofen, que proibiram o relacionamento.
Segundo as investigações, teria sido a discordância com o relacionamento dos jovens, que motivou Suzane, Daniel e Cristian (irmão de Daniel) a criarem um plano para simular um latrocínio e assassinar o casal Richthofen. Desta maneira, o jovem casal poderia manter sua relação amorosa e os três envolvidos poderiam dividir a herança de Suzane.
No dia 31 de outubro de 2002, Suzane abriu a porta da mansão da família no Brooklin, em São Paulo, para que os irmãos Cravinhos (Daniel e Cristian) pudessem acessar a residência. Depois disso, eles foram para o segundo andar do imóvel e mataram Manfred e Marísia, simulando que a casa havia sido invadida e assaltada.
Suzane e Daniel Cravinhos foram condenados a 39 anos e 6 meses de prisão; Cristian Cravinhos foi condenado a 38 anos e 6 meses de reclusão.
Condenada por matar os pais em 2002, Suzane estava presa na Penitenciária Feminina de Tremembé, mas teve a pena convertida ao regime aberto e se mudou para Angatuba, interior de São Paulo, no início de 2023.
Embora este seja um caso já solucionado, onde os acusados foram julgados, condenados e cumprem pena, há ainda muitas perguntas e questionamentos sobre o que teria acontecido naquela noite e quais foram as motivações para tamanha violência.
E é exatamente isso que vamos investigar aqui hoje, no Agentes do Tarot!
Francisco de Assis Pereira, conhecido como “O Maníaco do Parque”, é um dos mais infames serial killers da história brasileira. Na década de 90, ele aterrorizou São Paulo com uma série de assassinatos brutais.
Francisco, também conhecido mas pistas de patins como Chico Estrela, ganhou o apelido de “Maníaco do Parque” por causa do local onde cometia seus crimes: o Parque do Estado, em São Paulo. Ele atraía suas vítimas, em sua maioria mulheres jovens, com ofertas falsas de emprego como modelo. Uma vez no parque, ele as violentava e, em seguida, as matava. Mas não se sabe ao certo se era essa a ordem de acontecimento dos fatos…
O Maníaco do Parque foi condenado pela morte de sete mulheres e por ter violentado outras nove. Sua captura em 1998 trouxe um alívio temporário para a população de São Paulo, mas deixou muitas perguntas sobre o destino deste infame criminoso.
Depois de ser condenado, ele foi inicialmente enviado para a Casa de Custódia de Taubaté, uma das prisões de segurança máxima de São Paulo. Durante sua estadia, ele afirmou ter encontrado Deus e se tornou um evangélico devoto.
Relatos da vida do criminoso na prisão são variados. Alguns afirmam que ele mantém um bom comportamento, enquanto outros sugerem que ele continuou a exibir comportamento perturbador e manipulador.
Atualmente, Francisco de Assis Pereira continua cumprindo sua pena, que totaliza mais de 250 anos. No entanto, devido às leis brasileiras, que limitam o tempo máximo de encarceramento a 30 anos, ele pode ser elegível para liberdade condicional em algum momento.
O caso do “Maníaco do Parque” continua a ser um lembrete sombrio da capacidade humana para o mal. Apesar de estar atrás das grades, a memória de seus crimes ainda atormenta muitos e serve como um alerta para a necessidade de segurança e vigilância constantes em nossa sociedade.
Embora esse seja um caso já solucionado, ainda há muitas perguntas a serem respondidas. A principal delas é: Francisco ainda é uma ameaça para a sociedade?
É isso que nós iremos investigar hoje, no Agentes do Tarot.
A vida parecia muito boa para Patrick Lee Mullins. Ele teve um casamento feliz, dois filhos que adorava e uma aposentadoria iminente. Ele tinha tantos planos que não sabia em qual deles mergulhar primeiro: havia uma viagem de aniversário de 30 anos de casamento chegando, um empreendimento comercial com seu irmão fazendo o que eles mais amavam – consertar motores e barcos antigos, e futuros netos.
Neste programa, baseado em um episódio da Série Haunted (Eu Vi) - disponível na Netflix -, traremos o caso de Eryn McGarry, que desde muito cedo presenciou e vivenciou com fenômenos paranormais na casa em que morava com a família, na cidade de Lakewood no Colorado.
Ela e mãe habitavam o porão da casa de sua avó, lugar que foi utilizado pelo tio de Eryn quando este era jovem e que de acordo com o relato da família, o local era utilizado por ele para rituais onde ele estava tentando atrair um poltergeist - e aparentemente conseguiu.
Logo no primeiro dia da mudança Eryn pôde perceber um aspecto sombrio e denso no porão. A partir daquele momento, sua vida se transformaria em um inferno: a TV ligava sozinha, seus bichos de pelúcia eram movidos da estante de onde ficavam sem que ninguém tocasse neles. Em determinada noite, ao deitar para dormir, Eryn pôde ver uma forma demoníaca tentando se aproximar dela. Sua mãe e avó não levaram em conta as angústias da garota, que cresceu em meio ao conflito e isolamento por falta de amigos. Oito longos anos se passaram, até que Kelly, mãe de Eryn, finalmente viu a mesma entidade no corredor da casa.
O que aconteceu com elas depois disso? Qual a origem dessa entidade? Os rituais que o tio de Eryn fez durante a juventude influenciaram estes acontecimentos fantasmagóricos?
É isso que nós vamos investigar hoje, no Agentes do Tarot.
Isabella de Oliveira Nardoni, nasceu em São Paulo, no dia 18 de abril de 2002 e era filha de Ana Carolina Cunha de Oliveira e de Alexandre Alves Nardoni, que se separaram quando Isabella tinha apenas 11 meses.
Tempos depois, Alexandre, pai de Isabella, se casou novamente. Desta vez com Anna Carolina Jatobá, com quem teve dois filhos e vivia uma relação um tanto conturbada.
No dia 29 de março de 2008, Isabella Nardoni foi encontrada morta, após ter sido jogada de uma altura de seis andares, no jardim do Edifício London, prédio residencial na rua Santa Leocádia, Zona Norte de São Paulo. No apartamento, que pertencia a seu pai, moravam, além dele, a madrasta da menina e dois filhos do casal, um de onze meses e outro de três anos.
O caso teve forte repercussão nacional. Todas as emissoras de televisão e meios midiáticos cobriram o crime, sendo classificado como um dos maiores casos de repercussão no país.
Desde o início foi descartada a possibilidade de uma queda acidental, da criança estar brincando e de repente ter caído. Primeiro pq a janela era telada e segundo pq a tela era bem firme, difícil até para um adulto romper/cortar, Isabela com 5 anos não teria condições de fazer isso sozinha. A perícia determinou que Isabella foi ferida no carro da família, carregada pelo pai até o apartamento onde ele morava com a madrasta e em seguida arremessada ao chão. Não contente, Anna Carolina a asfixiou e Alexandre a jogou pela janela.
Embora este seja um caso já solucionado, há ainda muitos pontos cegos e inúmeros questionamentos sobre o que teria acontecido naquela noite e quais foram as motivações para tamanha violência e barbárie.
E é exatamente isso que vamos investigar hoje no Agentes do Tarot!
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