Aquele frescor da infância já foi assunto de vários pensadores, como Casimiro de Abreu, que em seu poema "Meus Oito Anos" escreveu:
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
- Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é - lago sereno,
O céu - um manto azulado,
O mundo - um sonho dourado,
A vida - um hino d'amor!
Mas como e porquê perdemos de vista esta sensação? A atenção plena pode mostrar o caminho de volta a esse "paraíso perdido"? Essas questões são brevemente abordadas neste episódio.