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Quatro filmes brasileiros, dirigidos por pessoas negras, abordam o genocídio negro a partir de propostas não lineares da percepção do tempo, do espaço e do corpo, divergentes dos padrões ocidentais: Rapsódia para um homem negro, de Gabriel Martins (2015); Rio das almas e negras memórias (2019), de Taize Inácia e Thaynara Rezende; Egum, de Yuri Costa (2020); e M8: quando a morte socorre a vida, de Jeferson De (2020).
As obras têm em comum, ainda, a representação da morte na perspectiva do candomblé e da umbanda, religiões de origem africana.
Os filmes foram objeto de análise do pesquisador Josué Gomes, atualmente doutorando do Programa de Pós-graduação em Comunicação (PPGCOM) da UFMG. Ele fala sobre a pesquisa no novo episódio do 'Aqui tem ciência'.
Docentes negras precisam constantemente provar sua capacidade como educadoras na área da Física. A constatação é de um estudo conduzido pela psicóloga Fernanda Aparecida de Souza no doutorado do Programa de Pós-graduação em Educação – Conhecimento e Inclusão Social da UFMG. A pesquisadora investigou os processos de construção da identidade de professoras negras em cursos de licenciatura em Física no Brasil. Ela fala sobre a pesquisa no novo episódio do 'Aqui tem ciência'
Processamento de linguagem natural (PLN) é uma vertente da inteligência artificial que ajuda computadores a entender, interpretar e manipular a linguagem humana. A capacidade de representar palavras de maneira significativa e eficiente é crucial para as aplicações de PLN, pois isso afeta de forma significativa os métodos de machine learning (aprendizado de máquina, em tradução livre).
O cientista de dados Felipe Augusto Resende Viegas projetou uma nova representação de documentos que agrupa palavras semanticamente relacionadas, as CluWords, para mitigar interpretações equivocadas de sentenças que podem prejudicar o aprendizado de máquina. O estudo, realizado no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da UFMG, é tema do novo episódio do 'Aqui tem Ciência'.
No Brasil, a incidência de impostos sobre produtos direcionados ao público feminino, especialmente aqueles ligados à fisiologia das mulheres e ao trabalho de cuidado, é maior do que a tributação de produtos voltados para o público masculino. A conclusão é de uma pesquisa realizada no Programa de Pós-graduação em Direito da UFMG pela advogada Luíza Machado, autora do livro Tributação e desigualdades de gênero e raça, publicado a partir de sua dissertação de mestrado. Ela fala sobre a pesquisa no novo episódio do 'Aqui tem Ciência'.
O psicólogo Lucas Henrique de Carvalho estudou a relação entre familiares enlutados e profissionais de uma equipe envolvida com cuidados paliativos direcionados a crianças em tratamento de câncer em um hospital universitário do Sistema Único de Saúde (SUS).
Os resultados da pesquisa mostram que parentes enlutados, sobretudo as mães das crianças, têm dificuldades em reconstruir a vida sem os filhos.
Os profissionais da área da saúde também vivenciam o luto pela perda dos pacientes e apontaram lacunas nos cursos de graduação, que não contemplam de forma satisfatória a formação para lidar com essa situação.
Saiba mais sobre a pesquisa no novo episódio do Aqui tem Ciência.
Hit song science é a área de estudo que investiga a dinâmica do sucesso na indústria da música. Com o objetivo de identificar as características que levam artistas a alcançarem seus períodos de maior sucesso, o pesquisador Danilo Boechat, doutor em ciência da computação pela UFMG, investigou como se deu a evolução do consumo musical no mercado brasileiro. Saiba mais sobre a pesquisa no novo episódio do Aqui tem Ciência.
A elaboração, produção e circulação de livros escolares em Braille no Brasil na segunda metade do século XIX, particularmente no Imperial Instituto dos Meninos Cegos (atual Instituto Benjamin Constant), no Rio de Janeiro, foi tema de pesquisa realizada pelo historiador e professor Gabriel Bertozzi no Programa de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social da UFMG. O trabalho, agraciado com menção honrosa no Prêmio Capes de Tese, é tema do novo episódio do Aqui tem Ciência.
Primeira mulher a ganhar o Prêmio Capes de Tese, concedido pela Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, na área de Engenharias 4, a pesquisadora Márcia Peixoto, professora da Universidade Politécnica Hauts-de-France, desenvolveu uma solução inovadora para garantir a estabilidade de sistemas não lineares –
A atividade humana está potencializando a entrada de primatas invasores no Parque Estadual do Rio Doce, maior unidade de conservação e área de Mata Atlântica preservada em Minas Gerais. Isso tem acelerado o processo de extinção do sagui caveirinha, como alerta uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-graduação em Ecologia, Conservação e Manejo da Vida Silvestre do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG. De acordo com o estudo, realizado pela bióloga Vanessa Guimarães, o sagui-de-cara-branca e o mico-estrela, que são alvo do tráfico de animais, se tornaram invasores na unidade de conservação. Saiba mais sobre a pesquisa no novo episódio do Aqui tem ciência.
Mais do que espaços de mobilização política, coletivos de migrantes possibilitam a criação de vínculos afetivos entre participantes, onde mulheres constroem uma rede de apoio longe de seus países de origem. Elas se articulam para ter acesso a políticas públicas e enfrentar problemas como xenofobia, racismo e violência de gênero. Esta é uma das constatações da tese defendida pela pesquisadora Paula Dornelas no Programa de Pós-graduação em Ciência Política da UFMG. A pesquisa é tema do novo episódio do Aqui tem ciência.
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