Aqui tem ciência

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By Rádio UFMG EducativaScience
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Aqui tem ciência episodes

  • [REPRISE] Mulheres são as mais oneradas por impostos

    No Brasil, a incidência de impostos sobre produtos direcionados ao público feminino, especialmente aqueles ligados à fisiologia das mulheres e ao trabalho de cuidado, é maior do que a tributação de produtos voltados para o público masculino. A conclusão é de uma pesquisa realizada no Programa de Pós-graduação em Direito da UFMG pela advogada Luíza Machado, autora do livro Tributação e desigualdades de gênero e raça, publicado a partir de sua dissertação de mestrado. Ela fala sobre a pesquisa neste episódio do 'Aqui tem Ciência'.

    12 min
  • [REPRISE] A história da educação das pessoas com deficiência visual no Brasil

    A elaboração, produção e circulação de livros escolares em Braille no Brasil na segunda metade do século XIX, particularmente no Imperial Instituto dos Meninos Cegos (atual Instituto Benjamin Constant), no Rio de Janeiro, foi tema de pesquisa realizada pelo historiador e professor Gabriel Bertozzi no Programa de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social da UFMG. O trabalho, agraciado com menção honrosa no Prêmio Capes de Tese, é tema deste episódio do Aqui tem Ciência.

    13 min
  • [REPRISE] Uma solução inovadora para estabilizar sistemas não lineares

    Primeira mulher a ganhar o ⁠⁠Prêmio Capes de Tese⁠⁠, concedido pela Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, na área de Engenharias 4, a pesquisadora Márcia Peixoto, professora da ⁠⁠Universidade Politécnica Hauts-de-France⁠⁠, desenvolveu uma solução inovadora para garantir a estabilidade de sistemas não lineares – um desafio cuja solução requer grande esforço computacional. Ela fala sobre as aplicações da pesquisa no cotidiano neste episódio do Aqui tem Ciência.

    9 min
  • [REPRISE] Espécies invasoras ameaçam o sagui-caveirinha de extinção

    A atividade humana está potencializando a entrada de primatas invasores no Parque Estadual do Rio Doce, maior unidade de conservação e área de Mata Atlântica preservada em Minas Gerais. Isso tem acelerado o processo de extinção do sagui-caveirinha, como alerta uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-graduação em Ecologia, Conservação e Manejo da Vida Silvestre do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG. De acordo com o estudo, realizado pela bióloga Vanessa Guimarães, o sagui-de-cara-branca e o mico-estrela, que são alvo do tráfico de animais, se tornaram invasores na unidade de conservação. Saiba mais sobre a pesquisa neste episódio do Aqui tem ciência.

    13 min
  • [REPRISE] Mulheres migrantes e suas lutas transnacionais

    Mais do que espaços de mobilização política, coletivos de migrantes possibilitam a criação de vínculos afetivos entre participantes, onde mulheres constroem uma rede de apoio longe de seus países de origem. Elas se articulam para ter acesso a políticas públicas e enfrentar problemas como xenofobia, racismo e violência de gênero. Esta é uma das constatações da tese defendida pela pesquisadora Paula Dornelas no Programa de Pós-graduação em Ciência Política da UFMG. A pesquisa é tema do novo episódio do Aqui tem ciência.

    12 min
  • [REPRISE] É possível medir a felicidade?

    Criado na década de 1970, na Ásia, e depois validado pelo Programa da Organização das Nações Unidas para o desenvolvimento (PNUD), o indicador de Felicidade Interna Bruta mede o bem-estar individual e coletivo. O pesquisador Ricardo Neiva Trindade, autor de um estudo realizado no Programa de Pós-Graduação em Sociedade, Ambiente e Território da UFMG, calculou o índice na comunidade afro-religiosa Ilé Àse Ojú Oórùn (nome em iorubá que significa Casa Poder Olho do Sol), situada no município baiano de Caetité. Saiba mais sobre a pesquisa neste episódio do 'Aqui tem Ciência'.

    12 min
  • [REPRISE] A busca de informações sobre o autismo no Facebook

    O percurso de familiares de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Facebook, com o objetivo de

    se informarem sobre o tema, foi traçado em um estudo desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Gestão e Organização do Conhecimento da UFMG pelo pesquisador e professor Leandro Cearenço Lima, também pai de uma criança autista. Ele fala sobre o trabalho neste episódio do 'Aqui tem Ciência'.

    12 min
  • [REPRISE] Como idosos entendem informações sobre medicamentos?

    Com o objetivo de avaliar a capacidade de idosos de compreender informações sobre medicamentos, a pesquisadora Laís Pantuzza desenvolveu um modelo de teste inédito, que foi validado por profissionais da saúde e pelos próprios pacientes como instrumento confiável de avaliação.

    A pesquisa, desenvolvida no programa de Pós-graduação em Medicamentos e Assistência Farmacêutica da Faculdade de Farmácia da UFMG, recebeu menção honrosa no Prêmio Capes de Teses 2023, da Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Saiba mais neste episódio do 'Aqui tem ciência'.

    10 min
  • [REPRISE] Inteligência Artificial pode facilitar o diagnóstico da tuberculose

    Pesquisa realizada no Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica da UFMG apresenta um novo método para detectar a tuberculose, com o uso da Inteligência Artificial (IA). A ideia é que a tecnologia auxilie o trabalho de técnicos de laboratório, aumentando a acurácia da baciloscopia, técnica mais comum para a descoberta da doença atualmente, realizada de forma manual. Autor da pesquisa, o analista de sistemas Thales Francisco Mota Carvalho conta sobre o estudo neste episódio do ‘Aqui tem Ciência”.

    10 min
  • [REPRISE] Nimu Borum: a criança avermelhada que veio da árvore

    Pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Arqueologia da UFMG resgata a história de uma criança indígena que viveu há mais de 600 anos e foi enterrada em uma estrutura funerária encontrada há 20 anos no sítio arqueológico da Lapa do Caboclo, em Diamantina.

    Autora do estudo, a arqueóloga Bibi Nhatarâmiak propõe uma nova abordagem para a bioarqueologia, trazendo conhecimentos indígenas para a pesquisa.

    Saiba mais sobre o trabalho neste episódio do 'Aqui tem Ciência'.

    11 min

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