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No Brasil, a incidência de impostos sobre produtos direcionados ao público feminino, especialmente aqueles ligados à fisiologia das mulheres e ao trabalho de cuidado, é maior do que a tributação de produtos voltados para o público masculino. A conclusão é de uma pesquisa realizada no Programa de Pós-graduação em Direito da UFMG pela advogada Luíza Machado, autora do livro Tributação e desigualdades de gênero e raça, publicado a partir de sua dissertação de mestrado. Ela fala sobre a pesquisa neste episódio do 'Aqui tem Ciência'.
A elaboração, produção e circulação de livros escolares em Braille no Brasil na segunda metade do século XIX, particularmente no Imperial Instituto dos Meninos Cegos (atual Instituto Benjamin Constant), no Rio de Janeiro, foi tema de pesquisa realizada pelo historiador e professor Gabriel Bertozzi no Programa de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social da UFMG. O trabalho, agraciado com menção honrosa no Prêmio Capes de Tese, é tema deste episódio do Aqui tem Ciência.
Primeira mulher a ganhar o Prêmio Capes de Tese, concedido pela Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, na área de Engenharias 4, a pesquisadora Márcia Peixoto, professora da Universidade Politécnica Hauts-de-France, desenvolveu uma solução inovadora para garantir a estabilidade de sistemas não lineares – um desafio cuja solução requer grande esforço computacional. Ela fala sobre as aplicações da pesquisa no cotidiano neste episódio do Aqui tem Ciência.
A atividade humana está potencializando a entrada de primatas invasores no Parque Estadual do Rio Doce, maior unidade de conservação e área de Mata Atlântica preservada em Minas Gerais. Isso tem acelerado o processo de extinção do sagui-caveirinha, como alerta uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-graduação em Ecologia, Conservação e Manejo da Vida Silvestre do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG. De acordo com o estudo, realizado pela bióloga Vanessa Guimarães, o sagui-de-cara-branca e o mico-estrela, que são alvo do tráfico de animais, se tornaram invasores na unidade de conservação. Saiba mais sobre a pesquisa neste episódio do Aqui tem ciência.
Mais do que espaços de mobilização política, coletivos de migrantes possibilitam a criação de vínculos afetivos entre participantes, onde mulheres constroem uma rede de apoio longe de seus países de origem. Elas se articulam para ter acesso a políticas públicas e enfrentar problemas como xenofobia, racismo e violência de gênero. Esta é uma das constatações da tese defendida pela pesquisadora Paula Dornelas no Programa de Pós-graduação em Ciência Política da UFMG. A pesquisa é tema do novo episódio do Aqui tem ciência.
Criado na década de 1970, na Ásia, e depois validado pelo Programa da Organização das Nações Unidas para o desenvolvimento (PNUD), o indicador de Felicidade Interna Bruta mede o bem-estar individual e coletivo. O pesquisador Ricardo Neiva Trindade, autor de um estudo realizado no Programa de Pós-Graduação em Sociedade, Ambiente e Território da UFMG, calculou o índice na comunidade afro-religiosa Ilé Àse Ojú Oórùn (nome em iorubá que significa Casa Poder Olho do Sol), situada no município baiano de Caetité. Saiba mais sobre a pesquisa neste episódio do 'Aqui tem Ciência'.
O percurso de familiares de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Facebook, com o objetivo de
Com o objetivo de avaliar a capacidade de idosos de compreender informações sobre medicamentos, a pesquisadora Laís Pantuzza desenvolveu um modelo de teste inédito, que foi validado por profissionais da saúde e pelos próprios pacientes como instrumento confiável de avaliação.
Pesquisa realizada no Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica da UFMG apresenta um novo método para detectar a tuberculose, com o uso da Inteligência Artificial (IA). A ideia é que a tecnologia auxilie o trabalho de técnicos de laboratório, aumentando a acurácia da baciloscopia, técnica mais comum para a descoberta da doença atualmente, realizada de forma manual. Autor da pesquisa, o analista de sistemas Thales Francisco Mota Carvalho conta sobre o estudo neste episódio do ‘Aqui tem Ciência”.
Pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Arqueologia da UFMG resgata a história de uma criança indígena que viveu há mais de 600 anos e foi enterrada em uma estrutura funerária encontrada há 20 anos no sítio arqueológico da Lapa do Caboclo, em Diamantina.
Autora do estudo, a arqueóloga Bibi Nhatarâmiak propõe uma nova abordagem para a bioarqueologia, trazendo conhecimentos indígenas para a pesquisa.
Saiba mais sobre o trabalho neste episódio do 'Aqui tem Ciência'.
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