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Criado na década de 1970, na Ásia, e depois validado pelo Programa da Organização das Nações Unidas para o desenvolvimento (PNUD), o indicador de Felicidade Interna Bruta mede o bem-estar individual e coletivo.
O percurso de familiares de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Facebook, com o objetivo de
Com o objetivo de avaliar a capacidade de idosos de compreender informações sobre medicamentos, a pesquisadora Laís Pantuzza desenvolveu um modelo de teste inédito, que foi validado por profissionais da saúde e pelos próprios pacientes como instrumento confiável de avaliação.
A pesquisa, desenvolvida no programa de Pós-graduação em Medicamentos e Assistência Farmacêutica da Faculdade de Farmácia da UFMG, recebeu menção honrosa no Prêmio Capes de Teses 2023, da Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Saiba mais no novo episódio do 'Aqui tem ciência'.
Pesquisa realizada no Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica da UFMG apresenta um novo método para detectar a tuberculose, com o uso da Inteligência Artificial (IA). A ideia é que a tecnologia auxilie o trabalho de técnicos de laboratório, aumentando a acurácia da baciloscopia, técnica mais comum para a descoberta da doença atualmente, realizada de forma manual. Autor da pesquisa, o analista de sistemas Thales Francisco Mota Carvalho conta sobre o estudo no novo episódio do ‘Aqui tem Ciência”.
Pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Arqueologia da UFMG resgata a história de uma criança indígena que viveu há mais de 600 anos e foi enterrada em uma estrutura funerária encontrada há 20 anos no sítio arqueológico da Lapa do Caboclo, em Diamantina.
Autora do estudo, a arqueóloga Bibi Nhatarâmiak propõe uma nova abordagem para a bioarqueologia, trazendo conhecimentos indígenas para a pesquisa.
Saiba mais sobre o estudo no novo episódio do 'Aqui tem Ciência'.
O psicólogo Lucas Henrique de Carvalho estudou a relação entre familiares enlutados e profissionais de uma equipe envolvida com cuidados paliativos direcionados a crianças em tratamento de câncer em um hospital universitário do Sistema Único de Saúde (SUS).
Os resultados da pesquisa mostram que parentes enlutados, sobretudo as mães das crianças, têm dificuldades em reconstruir a vida sem os filhos.
Os profissionais da área da saúde também vivenciam o luto pela perda dos pacientes e apontaram lacunas nos cursos de graduação, que não contemplam de forma satisfatória a formação para lidar com essa situação.
Saiba mais sobre a pesquisa no novo episódio do Aqui tem Ciência.
Hit song science é a área de estudo que investiga a dinâmica do sucesso na indústria da música. Com o objetivo de identificar as características que levam artistas a alcançarem seus períodos de maior sucesso, o pesquisador Danilo Boechat, doutor em ciência da computação pela UFMG, investigou como se deu a evolução do consumo musical no mercado brasileiro. Saiba mais sobre a pesquisa no novo episódio do 'Aqui tem ciência'.
Questões pedagógicas, estruturais e comportamentais influenciam meninas adolescentes na decisão de ir para a arquibancada e apenas observar as aulas de Educação Física. Foi o que constatou a educadora física Carolina Mezzetti de Freitas Rochael em sua dissertação, defendida em 2020 no Mestrado Profissional em Educação Física da UFMG. O trabalho, realizado com adolescentes de três turmas do ensino médio de uma escola da rede estadual de Minas Gerais, é tema deste episódio do 'Aqui tem ciência.
A defesa da soberania popular aliada à crítica das políticas oligárquicas, concentradas nas mãos de poucos, é um dos aspectos inovadores da obra do sergipano Manoel Bonfim, produzida entre o final do século XIX e o início do século XX. É o que afirma a pesquisadora Marina Naves, mestra em ciência política pela UFMG, que apresenta uma nova perspectiva de interpretação do autor. Ela fala sobre a pesquisa neste episódio do 'Aqui tem ciência'.
Dados biológicos transcrevem informações genéticas, de corpos humanos e outros organismos vivos, em uma linguagem que possibilita sua leitura por computadores e máquinas, permitindo simular experimentos que, na ausência da bioinformática, seriam realizados em seres vivos. O modo como esses dados podem ser armazenados e integrados de forma compartilhada, aprimorando sua curadoria para responder a questões científicas relevantes e informar a população, foi objeto de estudo de uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Bioinformática do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, agraciada com Prêmio Capes de Tese 2023. Autora do trabalho, a cientista da computação Joicymara Xavier fala sobre a pesquisa neste episódio do 'Aqui tem Ciência'.
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