
Sign up to save your podcasts
Or


Recentemente o Governo Federal publicou a MP 905, que desregulamenta o corretor de seguros no Brasil. Na visão dos Arquitetos da Saúde, para o profissional que entrega bons serviços nada muda na prática. O que passa a valer é a qualidade do serviço prestado e não mais o registro para se iniciar a atuação.
De um lado um consumidor de um plano de saúde individual e do outro uma operadora de planos de saúde. É certo, é justo que o agente regulador calcule o reajuste dos planos neste modelo de relação? E as discussões recentes para incluir novas segmentações assistenciais nos planos? É uma alternativa que vale a pena? E a distribuição das dez faixas etárias reguladas pela ANS mais o estatuto do idoso? É certo? Ou é justo?
Qual a motivação de uma empresa para oferecer o benefício do plano de saúde aos seus colaboradores? Cumprimento de obrigações? Retenção de talentos? Para cada resposta existem caminhos a serem pensados. Uma política de benefícios oferece boa parte deles. Sem ela, ao contrário, o produto pode estar desalinhado com o que de fato se quer oferecer. Em outras palavras, a política é a oportunidade da empresa para a construção de um ambiente propício à gestão dos benefícios.
Nesta entrevista, o médico do trabalho, André Fusco, aborda questões como o porquê das pessoas ainda adoecerem em suas relações com o trabalho, a importância do reconhecimento, engajamento, propósito, motivação e estímulo e também sobre a adaptação das empresas às pessoas. Será que o trabalho define tanto do que somos e de onde estamos?
É justo que o consumidor se beneficie dos avanços da tecnologia, ciência e medicina e certo que as operadoras atualizem os produtos refletindo nos preços? A aplicação de coparticipação pode contribuir para gerar acesso já que o preço de entrada menor viabiliza o produto, mas, em função da dosagem, pode se tornar um conceito injusto? A contribuição fixa também pode ajudar a viabilizar o plano de saúde ou até mesmo a mantê-lo no pós-emprego, desde que a política de benefícios seja praticada. Ou seja, em muitos casos, a dosagem é a medida e em temas complexos e delicados é fundamental alinhar o que é certo e o que é justo para evitar mal entendidos.
Em entrevista aos Arquitetos da Saúde, o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar, Leandro Fonseca, compartilha informações sobre atividades e eventos desenvolvidos pela agência reguladora com foco no setor corporativo, aborda o papel do financiador no processo da regulação e fala das iniciativas da ANS para o empoderamento do grande financiador da saúde suplementar, que são as empresas.
Temas polêmicos na área da saúde têm, por um lado, o aspecto técnico muitas vezes não compreendido. Por outro, a necessidade e o desejo. Afinal, em tudo isso, o que é certo e o que é justo? Sob esta ótica, os Arquitetos da Saúde fazem mais uma análise de temas delicados como o Rol de Procedimentos. Um marco regulatório que inclui expectativas e anseios? E o reajuste por faixa etária? O cumprimento de carências? A rescisão unilateral? São temas complexos e delicados, mas são certos? São justos?
Nesta edição, “Repensando a Relação Operadora X Prestador” são discutidas, de forma simples e didática, questões que envolvem a cadeia produtiva do setor de saúde suplementar. Qual a dinâmica para uma melhor relação entre hospitais e operadoras, um exemplo desafiador e de pouca produção efetiva para o sistema. Como mudar? Como construir projetos de valor para quem paga a conta? É preciso ter confiança, competências específicas na gestão da assistência, introduzir políticas de saúde, coordenação do cuidado e acabar com a conjuntura de ineficiências que, no fim, acaba no colo de quem paga a conta.
Este episódio, “O papel dos Hospitais”, traz o clamor do setor pela reestruturação da cadeia produtiva que necessariamente passa pelos hospitais. Estes, por sua vez, já repensam a estratégia em busca de uma evolução que passa pela entrega da assistência, pelo investimento em atenção primária, por um novo modelo de remuneração e também por assumir riscos. As empresas, pagadoras da conta, já perguntam quais são os melhores hospitais e baseado em quê? Cobranças já começam a ser feitas e não fazer nada é o pior cenário possível. Enfim, vivemos um momento de oportunidades e ameaças.
Um estudo apresentado pelo Conselho Nacional de Justiça demostra que entre os anos de 2008 e 2017 as demandas em 1ª instância em saúde aumentaram em 130%. Por um lado, temos um consumidor mais empoderado, consciente dos seus direitos. Por outro lado, no entanto, existem as ações voltadas para que se dê o direito a alguma coisa que não está prevista em contrato. Neste vídeo, os Arquitetos da Saúde fazem uma reflexão sobre a importância de manter-se as regras para preservar os direitos do indivíduo e a sustentabilidade do sistema.
From the publisher's feed