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Plano de saúde empresarial é um benefício caro e cada vez mais exige-se gestão sobre ele. Qual o papel do corretor neste momento? É certo que ele precisa se reinventar como já se observa nos demais elos da cadeia. Empresas têm deixado de ser pagadores para assumir o papel de gestão. Operadoras têm deixado de ser intermediárias financeiras para de fato tornarem-se planos de saúde. Hospitais têm passado a oferecer soluções de saúde. O corretor está inserido nesse rearranjo. Quais as exigências e desafios aos quais ele deve se adaptar?
É possível comparar o comportamento dos custos dos planos de saúde com a inflação geral de preços? O que mede cada índice? A variação dos preços na saúde tem duas matrizes diferentes: a variação de custos de fato e a demanda. Existem ineficiências e incentivos equivocados nesta composição. O que impacta hoje o sistema de saúde no Brasil que resulta no aumento destes custos? Neste episódio, os Arquitetos da Saúde abordam variáveis deste tema tão polêmico.
As entidades de classe têm feito reflexões na defesa de como melhorar o setor. São representantes de hospitais, planos de saúde, médicos etc., todos com os seus legítimos vieses. Observamos evolução, profissionalização e também desafios como crises de confiança, eminência de disrupção e falta de uma agenda positiva. Não há mais espaço para se defender o próprio elo fora de um contexto. É preciso defender a parte boa do todo e não mais o todo da parte.
Neste episódio, os Arquitetos da Saúde analisam as circunstâncias que envolvem a manutenção dos funcionários demitidos e aposentados no plano de saúde empresarial, previstas nos artigos 30 e 31 da Lei dos Planos de Saúde. O que cabe e o que não cabe em cada caso? Algumas empresas desenvolveram ações que contribuíram muito para uma boa gestão da carteira dos inativos, como a cobrança adequada, a conscientização das responsabilidades, as políticas antecipadas e a boa comunicação. Neste vídeo você vai conhecer estas e outras questões sobre o tema.
Contratar o risco pode ser a melhor opção para ter a cobertura com limite técnico diferenciado, partindo da premissa que a empresa conhece as suas despesas. É uma decisão a ser refletida. Inclui reserva técnica, análises, indicativos e cuidados, mas matematicamente o ganho virá. Gestão sobre o sinistro, no entanto, está acima de qualquer modelo e deve existir em qualquer caso.
O individuo não tem um plano de saúde pela empresa. Como escolher um? Qual o melhor? Qual a cobertura adequada? E a abrangência? Qual o momento de se contratar um plano de saúde? O que se traduz, enfim, na melhor assistência? Neste vídeo os Arquitetos da Saúde respondem a estas e outras questões que são os grandes dilemas na hora de escolher um plano de saúde.
Nesta episódio, é feita uma releitura dos indicadores de gestão do plano de saúde por parte das empresas, ou seja, questões às quais elas devem estar atentas para que realmente assumam o protagonismo na gestão da saúde dos seus funcionários. Qual o indicador capaz de medir um plano equilibrado ou desequilibrado? O que é sinistralidade? Prêmio? Sinistro? Como medir e gerenciar indicadores para estabelecer os limites do contrato? O que é um bom contrato?
Temas ligados à saúde geralmente são complexos e delicados. As pessoas ficam confusas entre o que é certo e o que é justo. Mas o que é certo ou justo na prática? O certo é objetivo, está previsto em contrato, de acordo com o rol de procedimentos da ANS e com as regras. Já o justo é o que faz parte dos anseios, uma visão individual muitas vezes relacionada aos sentimentos, desejos e necessidades. Algumas questões não são discutidas entre as partes no momento da compra de um plano, mas em algum momento poderão ser discutidas em um tribunal. Sob esta ótica, os Arquitetos da Saúde fazem uma reflexão neste episódio sobre o certo ou o justo em temas delicados na saúde suplementar como: Aposentados, Reajuste por Faixa Etária e Contratação de Planos Individuais.
Uma entrevista com o arquiteto de referência no desenvolvimento de projetos arquitetônicos para hospitais, João Carlos Bross, que analisa como a arquitetura pode interferir na saúde das pessoas em geral.
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