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  • CNa#041: A Defesa da Vila | Conto de Fantasia Medieval
    A defesa da vila narra um acontecimento junto a vila de Peltri, acontecimento este que nos faz pensar… Um conto para maiores de 14 anos
     
    Contos Narrados. Aqui você encontra mais um conto sonorizado produzido pelo do RPG Next.
    Coloque seu fone de ouvido e curta!
    ▬ Autor:
    Leo Rodrigues.
    ▬ Narração:
    Wevison Guimarães.
    ▬ Masterização, sonorização e edição:
    Rafael 47.
    Contos Narrados apresenta, “A Defesa da Vila”, um Conto de Fantasia Medieval.
    A pequena e pacata vila de Peltri sempre viveu em paz e harmonia, nada de incomum acontecia na vila, até aquele fatídico dia.
    Estava quase na hora do jantar, os moradores da vila voltavam de suas plantações, carregando cestos repletos de frutas e grãos, o sol estava baixo e a temperatura amena. Nas casas, as crianças começavam a acender alguns lampiões e velas e o cheiro de tortas de maçã podia ser sentido a metros de distância.
    Porém, o aroma frutado do ar fora invadido por um fedor incomum, ao Leste da vila, vindo das florestas de Mrots, foram avistadas pequenas criaturas, de pele verde, nariz pontudo e olhos esbugalhados, eram Goblins!
    A população entrou em alvoroço, os pacatos moradores de Peltri nunca tinham visto aquelas aberrações. As crianças mais jovens, os incapacitados e as mulheres grávidas cuidaram de montar barricadas, enquanto todos os demais moradores da vila pegaram seus martelos, foices, enxadas, pás e quaisquer outras ferramentas que pudessem utilizar, e partiram para rechaçar o ataque inimigo.
    Os goblins esganiçaram algumas palavras incompreensíveis, enquanto eram rechaçados pela braveza daqueles fazendeiros. Não tardou até que eles bateram em retirada, retornando para a escuridão das florestas.
    Os fazendeiros logo limparam suas ruas daquela gosma verde e dos corpos pestilentos que ali jaziam inertes e comemoraram sua vitória com um banquete.
    Na tarde seguinte, qual não foi a surpresa, quando novamente os seres repulsivos saíam da floresta a caminho da modesta vila. Desta vez, em menor número, os goblins gritavam e gesticulavam, os humanos notaram aquela afronta e, inflados pela glória do dia anterior, decidiram eliminar todas aquelas criaturas. Iniciaram assim mais um massacre.
    Dessa vez, quando partiram em retirada, os pequenos seres foram seguidos floresta adentro, até chegarem em seu covil. Na pequena aldeia goblin havia barracas de madeira improvisadas com panos e couros servindo de lona, instrumentos de ossos podiam ser avistados por aqueles que chegavam, mas praticamente não havia resistência contra o poderio dos humanos ensandecidos por protegerem suas terras.
    Os fazendeiros foram matando, saqueando e colocando fogo em toda a aldeia, até que chegaram na maior das cabanas, onde estava deitado um pequeno ser de pele verde clara, usando brincos e colares, ele deveria ser o chefe daquela tribo.
    O líder dos humanos percebendo sua glória, e dela desfrutando, possibilitou ao goblin palavras finais, e ele disse: “Nós ter muita fome, só querer comida cheirosa, nós poder pagar”.
    Knut era o nome desse pequeno líder, hoje sua cabeça está empalada na entrada da vila de Peltri, que é reconhecida em todo o mundo como uma vila de bravos guerreiros que defenderam suas terras de forma honrada e nobre.
    FIM.
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    7 min
  • CNa#040: Ruínas Draconatt | Conto de Fantasia Medieval
    Um grupo de aventureiros bastante incomum viajava pelo mundo à procura de lugares novos para conhecer. Depois de terminarem uma longa missão para o rei Assha Sexto, partiram com glória e ouro desbravando continentes. Por onde passavam deixavam esperança. O bardo Kvolt cantava os feitos dos heróis, que mais tarde passariam a ser conhecidos como “Os Heróis de Asahi”. Em uma noite de inverno, na taverna Kobold Adormecido, eles ouviram o rumor de que o vilarejo de Sobral estava correndo perigo. O dragão branco ancião que residia nas ruínas próximas estava atacando e matando pessoas inocentes.
     
    Contos Narrados. Aqui você encontra mais um conto sonorizado produzido pelo do RPG Next.
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    ▬ Autor:
    Herica Freitas.
    ▬ Narração:
    Brendo Santos.
    ▬ Masterização, sonorização e edição:
    Rafael 47.
    Contos Narrados apresenta, “Ruínas Draconatt”, um Conto de Fantasia Medieval.
    A música alegrava o ambiente enquanto Kvolt tocava seu alaúde alegremente, entretendo todas as criaturas dentro daquela taverna. O bater dos pés e as palmas complementavam aquela alegre canção.
    A bruxa capturada, morta e degolada
    Mal nenhum mais causará
    A filha fugida e triste
    Agora reinará
    Isso só possível foi pela bravura incomum
    Lutaram bravamente os heróis
    Destruindo seus inimigos um a um
    Agora eles gritam sob lençóis
    Kvolt era um humano esbelto, pele clara, olhos azuis, cabelos loiros, barba bem feita e lábios carnudos e avermelhados. Ele vestia roupas de seda em tons pastel, estava com o cabelo sempre bem penteado e carregava seu alaúde por todo canto. Por onde passava, o bardo atraía mulheres das mais variadas raças.
    O vento insistia em ultrapassar as barricadas colocadas nas janelas, assobiava pela porta e incomodava quando alguém entrava no Kobold Adormecido. Anões garçons corriam apressados com bebidas quentes e assados, servindo as mesas dos aventureiros esfomeados. Do mesmo modo que todos dentro da taverna, Batrix, Quinn e Gilmor tentavam esquentar-se com as bebidas.
    — Acho que o Kvolt bebeu além da conta — comentou Batrix.
    — Beber alegra corações meu amigo! — exclamou Gilmor, entre soluços.
    — Você deveria beber mais Batrix, assim não ficaria fiscalizando a quantidade de bebidas que seus amigos ingeriram. — Quinn disse logo antes de dar um grande gole em sua caneca.
    — Não é porque o rei nos deu todo esse dinheiro que devemos gastá-lo com bebidas e mulheres. — Ele deu de ombros. — Estarei no meu quarto.
    — Não vai dormir sob a árvore hoje? — Gilmor caçoou.
    Durante a partida de Batrix, Gilmor e Quinn caçoavam e riam do meio elfo. Batrix era um meio elfo franzino, pele queimada de sol, cabelos castanhos e bem cortados, vestes de couro surradas e sempre com seu arco mágico em suas costas. Do lado esquerdo carregava uma aljava com flechas e do lado direito uma bolsa com alguns pertences.
    Gilmor era um anão de aparência bem comum, pele bronzeada, cabelos negros sempre amarrados em rabo de cavalo, barba cheia e emaranhada e olhos negros. Ele vestia uma armadura pesada de couro batido e carregava um grande martelo, mais alto do que ele próprio.
    Quinn era um humano de estatura alta, seus músculos eram bem definidos e completavam sua aparência rústica. Sua pele era, também, queimada de sol, seus cabelos e barba ruivos, olhos verdes e, nas partes do corpo expostas, possuía muitas cicatrizes de batalha. Ele vestia uma armadura pesada de placas, tinha em suas costas uma espada longa acompanhada de um escudo e, em cada um dos lados, uma adaga.
    Assim que Batrix havia partido para o quarto um homem de média idade entrou pela porta, desesperado, ofegante, coberto de neve e tremendo. Não se sabia ao certo se ele tremia de frio ou de medo. Seu rosto estava pálido e seus olhos refletiam um pavor descomunal.
    — Dragão! Dragão! — exclamou o homem.
    Murmúrios foram ouvidos por todos que estavam na taverna, muitos esconderam-se sob as mesas com medo do tal dragão aclamado pelo homem, outros empunharam suas armas. Kvolt colocou seu alaúde nas costas, andou calmamente até o homem, colocou a mão em seu ombro e perguntou:
    — Onde e quando, nobre companheiro?
    — Sobral, o vilarejo ao lado, está sendo atacado por um dragão branco. Peguei meu cavalo e vim o mais rápido que pude. A essa altura ele já deve ter assassinado toda a vila.
    — Certo. Ei, taverneiro — Kvolt chamou pelo anão por detrás do balcão – poderia nos alugar quatro cavalos?
    — Vá chamar Batrix, estamos de partida. — Quinn disse a Gilmor.
    Em seguida os quatro heróis partiram rumo ao pequeno vilarejo de Sobral. Desbravaram a nevasca forte. O frio era tanto que doía, a neve caindo incontrolavelmente dificultava a visão pelo caminho e era impossível estimar a hora da noite em que partiram, pois a aparência hostil foi a mesma da noite até o amanhecer.
    Em algum momento antes do amanhecer a nevasca diminuiu, o vento cessou, mas o frio ainda insistia em penetrar a pele de animal espessa que cada um deles usava. Mais adiante puderam vislumbrar do alto de um morro a vila devastada. As casas davam espaço a amontoados de madeira queimada misturada com pedregulhos destruídos, a neve ao redor do local estava manchada de sangue e fuligem e haviam corpos parcialmente cobertos por neve.
    Entretanto, nem tudo parecia perdido. Uma casa ou outra estavam inteiras e, de dentro delas, era possível enxergar olhares amedrontados e curiosos para os viajantes que chegavam ao local. “Vamos investigar”, Kvolt falou, enquanto amarrava seu cavalo sob uma árvore.
    — Pessoal, nós viemos ajudar. — disse Gilmor.
    — Nada temam, estamos aqui para matar a fera. — Quinn brandiu sua espada.
    Pouco a pouco algumas pessoas saíram das casas semi-destruídas, homens em sua grande maioria. Eles conversaram com os heróis, mostraram a direção para a qual a fera havia partido.
    — Vocês estão em quantos? — Kvolt perguntou ao morador Turec.
    — Somos doze sobreviventes, nobre herói. — Turec respondeu.
    — Nós temos algumas cordas. Poderíamos destruir uma casa e improvisar um trenó para que vocês sigam até o Kobold Adormecido. — Kvolt disse.
    Quando finalmente terminaram a engenhoca os heróis cederam os quatro cavalos para servirem de guias e tracionarem o veículo. Kvolt sugeriu que os homens montassem os cavalos e conduzissem a viagem, enquanto os demais se posicionassem no trenó improvisado. Assim o fizeram e os sobreviventes partiram rumo à taverna do vilarejo vizinho.
    — Batrix vem comigo e Gilmor com Quinn, seguiremos para a montanha a leste e devemos encontrar a criatura em seu covil. Vamos nos dar cobertura em pares. — Kvolt instruiu.
    Naquela manhã cinza e fria eles partiram rumo à batalha, todavia quando chegaram ao pé da montanha, uma hora depois, os pés estavam frios e molhados devido à árdua caminhada sobre a neve densa que caíra na noite passada. Conforme eles subiam sentiam arder suas narinas e seus pulmões pressionados pelo ar rarefeito da montanha.
    — O ar está ficando pesado. — Gilmor disse ofegante.
    — Vamos continuar subindo, em breve encontraremos a fera. — Quinn respondeu.
    — Silêncio! Ouvi alguma coisa. — disse Batrix, enquanto retirava o arco das costas.
    — O que ouviste? — Kvolt perguntou.
    — Parecem roncos, acredito que a criatura esteja dormindo.
    Depois de subirem toda a montanha, chegaram à entrada de uma caverna. Seu interior era escuro e emanava um vapor quente.
    — É aqui — Batrix disse —Aqui está a fera, eu posso sentir. Eles entraram na caverna de forma cautelosa.
    Não fizeram barulho algum, finalmente chegando até um penhasco que levava para dentro da montanha. No fundo da cratera estava um enorme dragão branco, deitado em um imenso amontoado de palha, dormindo.
    — Qual é o plano? — Batrix perguntou.
    — Eu pulo com meu martelo sobre a sua cabeça. — Gilmor disse.
    — Gilmor, se você ainda não percebeu, aquela criatura lá embaixo é um dragão branco, e não um goblin. — Quinn advertiu.
    — Eu posso aprisioná-lo em uma cela mágica. Dessa forma, poderemos descer e não ser pisoteados. — Kvolt disse, enquanto sacava seu alaúde das costas.
    — Eu gostei — Disse Batrix.
    — Eu ainda vou poder dar martelada na cabeça dele? — Gilmor perguntou.
    — Ao seu comando, Kvolt. — Quinn disse.
    Kvolt com seu alaúde olhou para o dragão adormecido, respirou fundo, fechou os olhos, abriu os olhos que agora brilhavam em amarelo e tocou uma música. O dragão acordou com o canto, contudo percebeu que estava preso em uma cela mágica. Seu rugido gutural estrondeou por toda a caverna.
    — Como a gente desce? — Gilmor perguntou.
    — Assim. — Batrix disse, enquanto terminava de bater uma estaca no chão.
    Batrix havia feito uma ancoragem para a corda enquanto Kvolt conjurava a magia no dragão. Ele segurou a corda e correu para o penhasco, pulou e dançou no ar como o pêndulo de um relógio e logo em seguida pousou tranquilamente no chão, enquanto puxava o arco de suas costas.
    Assim que todos estavam no chão, se posicionaram para se esconderem de qualquer sopro que viesse do dragão enfurecido. Seu rugido, agora, ribombava cada vez mais alto. A criatura se debatia dentro daquela prisão mágica apertada. Batrix foi o primeiro a disparar. Carregou uma flecha em seu arco e atirou contra a criatura, mirando por entre as barras da prisão e acertando no meio do corpo do dragão. A flecha enterrou e se perdeu dentro do oponente. Em resposta, o dragão soltou uma rajada de gelo pela boca, inundando o buraco com uma brisa esbranquiçada. Gilmor e Quinn que estavam mais próximos, com sorte, conseguiram esconder-se do ataque direto.
    Gilmor correu feito louco em direção ao dragão enjaulado, levantou seu martelo e o brandiu para cima da criatura, porém, não muito esperto, não se tocou de que as grades da prisão mágica de Kvolt, além de prender, também protegeria o dragão de ataques como esses. “Droga”, ele exclamou e jogou seu martelo de lado, sacou uma espada curta, a empunhou em suas mãos e a lâmina começou a pegar fogo.
    — Gilmor,...
    18 min
  • CNa#039: A Câmara do Terror | Conto de Horror
    A câmara do terror lhe mostra seus maiores medos. Do que você tem medo? Um conto para maiores de 16 anos.
     
    Contos Narrados. Aqui você encontra mais um conto sonorizado produzido pelo do RPG Next.
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    ▬ Autor:
    Leo Rodrigues.
    ▬ Narração:
    Wevison Guimarães.
    ▬ Masterização, sonorização e edição:
    Rafael 47.
    Contos Narrados apresenta, “A Câmara do Terror”, um conto de horror.
    Ricardo não via a hora de chegar à câmara do medo, ele já estava fazendo o tour do parque do terror de North Ville há duas horas ou talvez fossem duas horas e meia, ele não sabia ao certo. Contudo, sabia que nada ali lhe assustara até então.
    Ele ouvira falar a respeito da câmara do terror, diziam que ela lhe mostrava o seu maior medo e, não só isso, tornava-o real. E ele, como muitos adolescentes da sua idade, adorava se colocar à prova e desafiar seus limites. Ricardo gabava-se para os amigos de ser completamente destemido e desejava que eles estivessem ali para que pudesse provar.
    Finalmente chegara a hora, ele entrou na fila do brinquedo, após montanhas russas com robôs realistas sem graça, casa fantasma com atores mal maquiados e labirintos de espelhos que mostravam reflexos tão distorcidos que mais pareciam massas disformes nada assustadoras.
    Assim que chegou, ele pôde ver uma pessoa sendo carregada em uma maca, chegou até a se animar com aquela cena, será que finalmente sentiria medo? Tinham oito pessoas em sua frente, ficou observando o funcionário do parque entregar um pequeno bastão com um botão na ponta para a pessoa que adentraria à câmara, pois, se o medo fosse demais, ela poderia apertar o botão, que acenderia uma luz vermelha do lado de fora e o funcionário abriria a porta, dando fim à experiência.
    O primeiro entrou e Ricardo contou, 1… 2… a luz acendeu, o homem barbado que entrou chorava como um bebê. Foi a vez do segundo, aparentava ter sua idade, 1… 2… 3… acendeu a luz, o garoto não chorava, mas estava pálido como neve fresca. E então, a terceira pessoa, a quarta, a quinta, ninguém aguentava mais que três segundos lá dentro.
    Agora, ele era o terceiro da fila, se desafiou a ficar pelo menos cinco segundos dentro da câmara, deveria ser o recorde do parque e ele, dentre todos, era a pessoa certa para batê-lo. Logo chegou sua vez, e o funcionário lhe explicou as instruções que ele já ouvira diversas vezes enquanto estava na fila. Ao mesmo tempo ansioso e confiante, pegou o pequeno bastão em sua mão direita e adentrou a câmara.
    Enquanto a porta se fechava, ele percebeu dois jatos de gelo seco, dando à sala um clima misterioso. Começou a contar:
    1… nada aparecera até então, o jovem indagou mentalmente se ele realmente não tinha medo algum.
    2… sentiu seu estômago revirando, o coração acelerou.
    3… estava arrepiado dos pés à cabeça e sentia calafrios pelo corpo todo.
    4… finalmente ele entendera, aquele era então o seu único medo, caiu de joelhos, não podia respirar, seu coração já não batia mais e sua visão rodopiava como um peão.
    5… sorriu fracamente, ele bateu o recorde e finalmente sentiu medo de verdade, caiu no chão, com os lábios roxos e inchados, os olhos arregalados, com as pupilas dilatadas e com uma coloração esbranquiçada como leite, a pele fria e pálida.
    Quando abriu a porta e viu aquele corpo estirado no chão, o funcionário reclamou:
    – Puts… Mais um. Jonas! Marcão!
    Dois homens fortes colocaram o corpo de Ricardo numa maca e levaram-no dali. O funcionário exclamou:
    – Próximo!!
    O fim!
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    8 min
  • CNa#038: Chanda Suria, A dançarina | Conto de Horror
    Chanda Suria era uma garota nascida em uma abastada família indiana, educada e criada para ter um bom casamento. O casamento arranjado parecia perfeito, até que a jovem começa a ter sonhos estranhos e seu primeiro contato com o Mundo das Trevas acontece. Esse conto serviu de background para uma caçadora de vampiros utilizada narrações de “Vampiro A Máscara” e se conecta com um conto de seu parceiro, Yamato, O Guerreiro. Indicado para 16 anos ou mais.
     
    Contos Narrados. Aqui você encontra mais um conto sonorizado produzido pelo do RPG Next.
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    ▬ Autor:
    Luis Couzenn - Orik.
    ▬ Narração:
    Wevison Guimarães.
    ▬ Masterização, sonorização e edição:
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    Contos Narrados apresenta, “Chanda Suria, A dançarina”, um conto de “Horror”.
    Chanda Suria, menina obediente, menina saudável, criada para ser uma boa esposa. Seu marido herdaria a grande fortuna de sua família, por isso foi criada e educada para ser simplesmente a melhor de todas e, assim, conseguir um bom herdeiro para tudo.
    Dançava como uma deusa, mas nunca sentia que seu lugar era na dança, sempre houve aquele sentimento de que não havia nascido para isso. Mas, mesmo com toda estranheza que seu preparo para ser uma boa esposa lhe causasse, não queria magoar sua família, pois eles eram os únicos amigos verdadeiros que tinha, jamais poderia decepcioná-los. Entre a alta sociedade, ganhou o apelido de Nartakee (dançarina em Hindi). Em todos os eventos, comandava uma apresentação de dança que encantava a todos, sua beleza, sua graça e sua, tardiamente descoberta, voz eram hipnotizantes para todos.
    Seu casamento se aproximava e quanto mais perto chegava do grande dia, mais sua inquietação aumentava. Iria casar tarde, seu pai quis ter certeza de que tinha escolhido o melhor marido de todos. E depois de saber que o marido havia sido escolhido, os sonhos começaram. Todas as noites, se deitava cedo para preservar sua beleza, e, então, via lugares que nunca havia visitado antes. Prostitutas por todos os lados, tantos perfumes fortes misturados que suas narinas mal aguentavam. Nartakee demorou para entender que olhava através dos olhos de alguém em seu suposto sonho, até que ouviu um nome, um homem alto, muito pálido, se dirigiu diretamente a pessoa cujos sentidos ela utilizava. O homem convocou a pessoa para um aposento privativo, serviu de seu próprio sangue e Nartakee sentiu tudo através do corpo daquela pessoa, seus sentidos aumentaram, seu corpo parecia mais forte, a sensação era de êxtase e, com algumas ordens sendo balbuciadas, a moça despertou ofegante.
    Nartakee com sua voz encantadora conseguiu convencer sua mãe de dizer o nome de seu marido e tudo que ela temia se concretizou. Ela sabia que seus sonhos eram reais, que de alguma forma ela podia ver e sentir o que outra pessoa muito longe estava vendo e sentindo, e ao ouvir de sua mãe aquele nome, tudo fez sentido. Seu futuro marido era a pessoa cujo corpo ela visitava todas as noites e frequentava aqueles lugares imundos e bebia do sangue gélido de outro homem que parecia um fantasma. E foi então que ela decidiu que teria que decepcionar sua família para salvar tudo aquilo que seu avô e seu pai construíram ao longo de anos, não poderia deixar que tudo caísse nas mãos de um depravado, que ainda por cima seria seu marido.
    Chanda contratou um grande detetive, que, em poucos dias, obteve provas suficientes para desfazer seu casamento. Mas, mesmo que o preço pelos serviços do detetive não fosse nada para sua fortuna, o preço que seria cobrado por sua iniciativa de salvar o patrimônio de sua família seria muito mais alto do que ela poderia imaginar.
    Os sonhos se foram. Durante três noites Nartakee dormiu em paz, mas na quarta noite voltou a ver pelos olhos de alguém. Esse alguém estava irado e corria pela rua a uma velocidade desumana, até que ela viu suas mãos e estava novamente no corpo de seu ex-futuro marido, mas ele estava diferente, parecido com aquele homem pálido que ela havia visto. Ao final da corrida, ela viu o portão da propriedade de sua família, e ela sabe o que ele veio fazer, ele estava diferente, mais forte, e iria usar isso contra ela e sua família.
    Nartakee se esforçou para despertar, mas não conseguiu e viu aquele homem massacrar a todos, matar seus pais, tios, todos os empregados que sempre cuidaram dela e então ele parou, em frente à porta de seu quarto.
    Então Nartakee despertou, ela sabia que estavam todos mortos e que não lhe restava mais ninguém. Nos poucos instantes que tinha, antes daquele homem entrar em seu quarto, ela se agarrou a última coisa que possuía, o pingente de Om que sua mãe havia lhe dado quando era criança e começou a recitar seu mantra de proteção (Narasimha Ta va da so hum). E então, ele entrou e ela viu o rosto daquele homem com seus próprios olhos pela primeira vez.
    Tomado pela cólera, o homem avançou alguns passos e, de repente, parou diante da cama dela, parecendo fazer muita força para continuar se movendo. Ele esbraveja alguns xingamentos, sem entender o que estava acontecendo. Mas Nartakee sabia, os deuses a estavam protegendo, ela podia sentir. Nartakee sentiu que tinha poder, sentiu que podia fazer algo que nenhum de seus familiares pôde, ela se levantou com coragem e, junto dela, dezenas de objetos em seu quarto flutuavam, como que incentivando-a a continuar.
    Om Apa-sarpantu Tae bhuta Yei bhuta
    Bhuvi Sam-stitaha
    Yei Bhuta Vigna Kartara
    Stei Gachantu Shiva Ajnaya
    ( Que os espíritos que estão assombrando essa área desapareçam e jamais retornem, por Ordem de Shiva)
    Nartakee mudou seu mantra, sabia que os Deuses têm poder para destruir essa monstruosidade que matou sua família, sabia que os deuses compreendiam sua vontade de se vingar e aceitou ser a espada dos deuses. Ela se aproximou daquilo que já fora um homem, ele ainda esbraveja e cuspia ofensas sem poder se mover, Nartakee empunhou seu pingente de Om na direção dele e de repente pareceu ver dentro da mente daquela criatura. Ela sentiu o medo que ele sentia dela, ouviu seus pensamentos em um turbilhão veloz e indistinguível. Agora, ela estava diante dele, ele era alto, e ainda assim ela se sentia como uma gigante. Nartakee encostou o pingente no peito do não-homem, recitando seu mantra a plenos pulmões. A carne da criatura queimou e se desfez ao contato, ele gritou, seus caninos pontiagudos destacando-se dos outros.
    Nartakee não sorriu, aquilo morreu diante dela, se dobrando ao poder dos Deuses, mas ela não sorriu. Não existia satisfação, este era apenas um pequeno passo, existiam mais monstros como este e agora entendia sua função no mundo, exterminar aquilo que os Deuses não criaram. Ela faria isso, pelos deuses e por sua família assassinada. O monstro morto caiu no chão e começou a se desfazer em cinzas. Nartakee foi invadida por uma sensação de paz e adormeceu em sua cama, exausta.
    Na manhã seguinte ela e alguns conhecidos deram funerais dignos a todos aqueles que morreram na propriedade de sua família. Nartakee entregou o controle da empresa de seu pai a seu amigo de confiança e lhe disse apenas para lhe enviar os lucros que lhe couberem como, agora, dona da empresa. Se isolou e começou a caçada. Para as monstruosidades e todos aqueles que fossem indignos ela seria conhecida apenas como “A Dançarina Nartakee”, seu nome seria restrito.
    Os anos passaram, ela tornou sua dança mortal, confiou seu caminho aos deuses, até que eles colocaram a Sociedade de São Leopoldo em seu caminho. Mesmo acreditando em outro Deus, eles a acolheram, ajudaram-na a controlar seus poderes, que, até então, ela acreditava estarem apenas sob controle dos deuses. Ela encontrou companheiros e percebeu que o mundo era muito mais vasto do que ela imaginava, outros Deuses também tinham poder e demandavam a destruição dos monstros. E, em uma viagem ao Japão, encontrou aquele que seria seu maior parceiro, aquele errante que ela chamou de Yamato.
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    15 min
  • CNa#037: Em nome do Rei | Conto de Fantasia Medieval
    Em um vilarejo remoto, um garoto e sua família enfrentam a crueldade de soldados do rei, que chegam exigindo dinheiro e ameaçando sua mãe. O retorno inesperado de seu pai, um paladino honrado, traz uma esperança efêmera, rapidamente destruída pela traição e a brutalidade dos soldados. O garoto testemunha a morte heroica de seu pai e, com o coração pesado de medo e desespero, vê sua mãe sacrificando-se para que ele e sua irmã possam fugir. Em uma corrida desesperada pela sobrevivência, o garoto se perde em uma caverna desconhecida, onde sombras e criaturas misteriosas aguardam. É uma jornada de coragem, perda e o despertar de uma força interior necessária para vingar sua família e sobreviver em um mundo implacável.
     
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    ▬ Autor:
    Leonardo Kleeman.
    ▬ Narração e Edição:
    Luciano Abel.
    ▬ Pós-Produção:
    Rafael 47.
    Contos Narrados apresenta, “Em Nome do Rei”, um conto de “Fantasia Medieval”.
    (NARRADOR)
    Enquanto o garoto brincava com seus soldadinhos de madeira, sua irmã de pentear uma boneca de milho e sua mãe trabalhava no campo como sempre, ouviu-se um barulho na estrada mais acima. Ele viu soldados do rei vindo em direção a sua casa, eram oito, armados, então foi correndo chamar a sua mãe. Viu a preocupação no olhar de sua mãe, e isso o incomodou. Porque ela estaria preocupada se aqueles homens eram soldados do rei? Eles estavam ali para proteger as pessoas. Quando eles chegaram mais perto ele começou a entender a preocupação de sua mãe, existia maldade nos olhos daqueles homens, e o garoto, não gostou nada disso.
    (DIÁLOGO)
    Espero que você esteja com nosso dinheiro, mulher! - Exclamou o soldado - Porque o pagamento de vocês está muito atrasado.
    Que dinheiro? Nós não devemos nada a vocês, nossos impostos já foram pagos. - Disse a mãe.
    Seu marido nos deve dinheiro por cuidarmos de vocês enquanto ele está fora, afinal alguém poderia machucá-los, e isso seria uma pena. - O Soldado disse gargalhando maliciosamente.
    Meu marido não pediu nada a vocês, eu sei cuidar muito bem de mim e da minha família, então podem ir embora. - Ela respondeu confiante.
    Sabe mesmo? - O Soldado questionou se aproximando da mulher.
    (NARRADOR)
    O soldado a pegou pelo pescoço e a jogou contra a parede com violência. ao ver isso o menino ficou muito assustado, desejou ser forte, mas nada conseguia fazer, percebeu lágrimas correndono seu rosto enquanto ele estava paralizado pelo medo. Os soldados riam com maldade enquanto sua mãe estava caída no chão. Ele precisava fazer alguma coisa, precisava ser forte, mas sentia seu corpo pesado como rocha. Sentiu que seu coração iria explodir no peito pelo esforço de tentar se mexer, ouviu um grito familiar que trouxe alívio aos seus membros. Era o grito do seu pai chamando a atenção dos homens. 
    (DIÁLOGO)
    O que vocês estão fazendo na minha casa? - Disse o pai do garoto com a voz feroz.
    (NARRADOR)
    Seu pai vestia sua armadura de placas prateada, carregava seu grande escudo de paladino em uma das mãos, e a outra já ia em busca da espada. O garoto olhou para ele com muito orgulho, enquanto os soldados estavam visivelmente assustados, pois estavam pálidos. Tudo ficaria bem a partir da chegada de seu pai.
    (DIÁLOGO)
    Respondam! - Disse o paladino -  Acho bom que tenham uma boa explicação para o que está acontecendo aqui, porque o rei vai ficar sabendo que vocês estão ameaçando a família de um de seus paladinos.
    Não estamos ameaçando ninguém, somente estávamos passando para ver se estava tudo bem com a sua família, já que sabíamos que você havia saído em viagem e eles poderiam estar em perigo. - O outro soldado respondeu.
    Sua esposa parece ter se assustado e acabou ofendendo nosso companheiro, que se deixou levar pelos ânimos, mas não tínhamos intenção de machucar ninguém. - Complementou um segundo soldado.
    Um terceiro soldado vociferou: “Cale a boca, você não precisa se encolher na frente dele como um rato. Ele pode ser um paladino do rei, mas afinal é somente um homem, nós podemos dar conta dele e pegar o que queremos.”. 
    (NARRADOR)
    Sem esperar a reação de ninguém ali, o soldado pulou sobre o paladino com uma adaga na mão. Seu pensamento era ser mais rápido do que o paladino poderia se esquivar. Porém, antes que ele pudesse aproximar a adaga de qualquer abertura na armadura, o paladino já havia desviado, e com o movimento do próprio soldado fez com que ele caísse ao chão. O garoto olhava tudo boquiaberto, ele sabia que seu pai era forte, mas não tinha noção de que era tão rápido.
    Quando os outros soldados viram seu companheiro caído, sacaram as suas espadas, e partiram para cima do paladino. O garoto ficou preocupado, não sabia se o seu pai conseguiria se defender contra tantos homens ao mesmo tempo. Mas ele tinha uma postura relaxada, como se aquela situação não fosse um problema. Ele repentinamente bateu no chão com a sua espada e todos eles caíram para trás.
    O garoto estava explodindo de alegria e orgulho, ele não fazia ideia que seu pai era tão forte. Ele correu para abraçá-lo, porém quando o fez ele sentiu uma dor muito forte na testa. Era uma dor que ardia, como se algo tivesse machucado sua pele. Ele afastou a cabeça e passou uma das mãos pela testa, quando notou que tinha sangue na mão, levantou o olhar para o peito do seu pai, e viu a ponta de uma flecha que havia atravessado o seu corpo.
    Por um momento ele se encheu de medo, mas lembrou que seu pai era muito forte, que aquilo não poderia pará-lo. Depois de tudo o que ele viu sabia que ele não iria cair por causa de uma flecha, não importava onde ela tivesse acertado. Então ele percebeu que seu corpo estava ficando mais pesado, apoiando em cima do seu cada vez mais. Ele viu o sangue escorrer da boca de seu pai.
    A cabeça do garoto deu voltas, aquilo não podia ser verdade, não podia ser o que ele estava pensando, o pai dele estava bem, com certeza, devia estar só testando sua força, querendo ver se ele já era capaz de aguentar o peso do seu pai com armadura. Por fim, o garoto não aguentou, e caiu de costas contra o chão sendo encoberto com o corpo de seu pai. A cabeça dele girava, ele não conseguia respirar direito por causa do peso, a ponta da flecha continuava machucando sua testa.
    Quando ele achou que era seu fim, sentiu que o peso foi tirado de cima dele. Era sua mãe, que havia rolado o corpo para o lado, deixando-o livre. Ela chorava apoiada sobre o corpo inerte de seu marido. O garoto olhou em volta com lágrimas nos olhos, tentando descobrir de onde tinha vindo aquela flecha, mas a única coisa que ele viu, foi um vulto se perdendo nas sombras do bosque próximo.
    Os seguintes dias foram cinzas, apesar do tempo estar claro e bonito. Aquele céu parecia uma ofensa para o luto do garoto. Como o sol podia brilhar com tanto atrevimento quando algo tão terrível tinha acontecido? Como o mundo poderia continuar girando? As pessoas rindo, o som dos animais, tudo o irritava naqueles dias.
    De repente, enquanto ele caminhava perto de casa, ouviu um som que gelou seu coração. Passos de guardas vindo na direção da propriedade, mais uma vez. Ele se esgueirou pela lateral da casa, e viu sua mãe recebendo os guardas com um olhar sombrio.
    (DIÁLOGO)
    Em nome do rei, estas terras são confiscadas e a sua família será vendida como escrava, para pagar a indenização correspondente pelo crime de seu marido de ter matado soldados que serviam ao nosso reino. Traga as crianças imediatamente e todos vocês serão escoltados até a cidade. - O Soldado lia um documento para a mulher em posição de sentido.
    Meu marido não cometeu nenhum crime, ele matou aqueles homens para nos defender, eles tentaram matá-lo primeiro! - Ela disse chorosa.
    Temos uma testemunha de muita importância que diz o contrário. - Disse um segundo soldado.
    (NARRADOR)
    Então o garoto viu um homem encapuzado que estava acompanhando os guardas. Ele não conseguia ver seu rosto, mas algo dentro dele gritava que aquele era a sombra que tinha matado seu pai. Mas o que ele podia fazer? Ainda não sabia lutar, como poderia impedir que sua família fosse transformada em escravos? Se isso acontecesse ele nunca poderia vingar seu pai, ficaria preso para o resto da vida.
    Ele já sabia o que tinha que fazer, tinha que fugir. Uma vez seu pai havia dito que em algumas situações, a verdadeira coragem consiste em saber escolher suas batalhas. Ele tinha que continuar livre, tinha que continuar vivendo para poder vingar seu pai, tinha que fugir.  Mas o que fazer com a sua mãe e irmã? Ele teria que levá-las com ele? Ou só atrasariam-no no caminho? Ele tinha que consultar com sua mãe o que fazer, então esperou que ela viesse buscá-lo.
    (DIÁLOGO)
    Meus filhos, vocês têm que fugir daqui. Corram para o bosque, e de lá corram para o norte, corram sem parar e fujam, e não voltem mais para este lugar. Vocês têm que viver livres, e vocês têm que viver longe dessa terra de maldade. - Disse a mãe com lágrimas nos olhos.
    Mas e você mãe? Você vem com a gente? - Ele perguntou
    Não meu filho, se eu for, os guardas vão correr atrás de nós, mas se eu me entregar posso ganhar tempo para que vocês fujam. Você já é bem grandinho, vai saber se cuidar e cuidar da sua irmã. Agora corram, mas vão por trás da plantação para que eles não vejam vocês, e cuidem de não fazer barulho. - Ela beijou-os na testa e voltou-se para a porta, olhando uma última vez para seus filhos.
    (NARRADOR)
    O garoto ficou com muito medo. Ele não devia sentir medo, ele precisava ser forte e corajoso, mas ele não conseguia, ele estava apavorado, e ainda tinha que cuidar da sua irmãzinha. Seu corpo estava mais uma vez pesado como pedra, a respiração estava ofegante e o ar parecia-lhe cortar o peito.
    Lutando contra o medo e as dúvidas, ele pegou a mão de sua irmã e correu por trás da plantação em direção ao bosque....
    16 min
  • CNa#036: Yamato, O Guerreiro | Conto de Horror
    Um guerreiro que viveu para a espada e por aqueles que amava. Porém, nem sempre é possível protegê-los. Um evento envolvendo o Mundo das Trevas tirou tudo dele e o levou para um caminho onde a honra não mais importa. Yamato, O Guerreiro é um conto que serviu de background para um caçador de vampiros utilizado em Vampiro A Máscara e se conecta com o conto “Chanda Suria, A Dançarina”. Indicado para 16 anos ou mais.
    Acesse o conto escrito na íntegra aqui: https://www.rpgnext.com.br/contos/yamato-guerreiro-vampiro-horror/
     
    Contos Narrados. Aqui você encontra mais um conto sonorizado produzido pelo do RPG Next.
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    ▬ Autor:
    Luis Couzenn.
    ▬ Narração:
    Wevison Guimarães.
    ▬ Masterização, sonorização e edição:
    Rafael 47.
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    13 min
  • CNa#035: Sanatório Brower | Conto de Suspense
    Sanatório Brower é um conto escrito a partir de uma aventura one-shot aterrorizante. Durante a ditadura militar, tudo era de fato mais difícil para todos. O jornalismo sem dúvida era oprimido para beneficiar quem estava no poder. Contudo, Ana e Francisco resolvem ir atrás de mais. Juntos partem para uma matéria em um sanatório local cuja história contada não bate com registros reais. Neste sanatório ambos descobrem fatos importantes para o jornalismo, mas ao mesmo tempo se metem em uma confusão que não esperavam. Um conto recomendado para maiores de 16 anos.
    Acesse o conto escrito na íntegra aqui: https://www.rpgnext.com.br/contos/sanatorio-brower-suspense/ 
     
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    ▬ Autora:
    Herica Freitas Silva.
    ▬ Gravação:
    Wevison Guimarães.
    ▬ Masterização, sonorização e edição:
    Rafael 47.
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    26 min
  • CNa#034: A Ruína de Veverell | Conto de Fantasia Medieval
    A Ruína de Veverell relata a história de Yalanda, uma alta elfa da lua que sobreviveu após um ataque dos servos de Lolth em seu reino. É uma história única sobre o passado de uma personagem em uma campanha de Dungeons and Dragons 5 ed. Indicado para 14 anos ou mais.
    Acesse o conto escrito na íntegra aqui: https://www.rpgnext.com.br/contos/a-ruina-de-veverell-elfos-fantasia-medieval/ 
    Contos Narrados: A Ruína de Veverell, uma história de Conto de Fantasia Medieval.
    Aqui você encontra mais um áudio drama roteirizado produzido pelo do RPG Next. Coloque seu fone de ouvido e curta!
    ▬ Autora:
    Herica Freitas Silva.
    ▬ Edição e sonorização por:
    Rafael 47.
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    22 min
  • CNa#033: CrR-E12 – Encruzilhadas | The Gamers
    Aya, um mundo sem deuses, ou demônios, onde as marés do tempo começam a rugir.
    Artefatos antigos que compartilham uma mesma história. Dois grupos longe um do outro enfrentando lutas desesperadas se encaminham para uma encruzilhada.
    Crônicas Ressonantes é uma série de contos originados a partir de aventuras de RPG jogadas na recompensa OS JOGADORES (The Gamers) sendo em seguida roteirizados para o formato áudio-drama. 
    Nas sessões que deram origem a esse conto participaram os padrinhos:
    Carlos Eduardo Medeiros
    Charles Ferreira
    Fábio Palamedi
    Saulo Schmidt
    Thalles d’Enrico Castro
    Thiago Araújo
    Carlos Eduardo Dal Bosco
    George Bezerra
    Lisbino Carmo
    Interpretando os personagens temos as vozes de:
    Fernando Scaff, como Rufus Payton e Manveru PedraLunar;
    Tiago Santos, como Allistar Willhit e Salur Urat;
    Gustavo Zattoni, como Holg Aikido;
    Shelly, como Cassandra O’Brook;
    Vinicius Watzl, como Lysander Grey;
    Lucy Ferrato como Myrna e Luana;
    Pedro Quitete, como Personagens Secundários;
    Vitor Carvalho, como o Guarda da Vila;
    Jonathan Luz, como Taverneiro;
    Raphael Sky, como Inquisidor.
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    46 min
  • CNa#032: CrR-E11 – Entranhas do Mundo | The Gamers
    Aya, um mundo sem deuses, ou demônios, onde as marés do tempo começam a rugir.
    Após o naufrágio o grupo desperta ao som de tambores de guerra e criaturas desconhecidas, nesta ilha vão encontrar muito mais do que esperavam e uma batalha decisiva
    Crônicas Ressonantes é uma série de contos originados a partir de aventuras de RPG jogadas na recompensa OS JOGADORES (The Gamers) sendo em seguida roteirizados para o formato áudio-drama. 
    Na sessão que deu origem a esse conto participaram os padrinhos:
    Carlos Eduardo Medeiros
    Charles Ferreira
    Fábio Palamedi
    Saulo Schmidt
    Thalles d’Enrico Castro
    Interpretando os personagens temos as vozes de:
    Fernando Scaff, como Rufus Payton;
    Tiago Santos, como Allistar Willhit;
    Vinicius Watzl, como Lysander Grey;
    Gabriela Watzl, como Iejirral;
    Wevisson Guimarães, como Sheul Nogard;
    Pedro Quitete, como Personagens Secundários;
    Rômulo Torres, como o Ancião;
    Jonathan Luz, como a Voz Poderosa.
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