As Cunhãs

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As Cunhãs episodes

  • Episódio 38 - As Cunhãs entrevistam Silvero Pereira

    Neste episódio iniciamos um novo quadro, As Cunhãs Entrevistam, em que vamos trazer convidados mais do que especiais pra uma boa conversa sobre política e outras cositas más. Pra iniciarmos esse novo momento, temos um convidado especialíssimo: o ator, diretor e influencer Silvero Pereira. 

    Ator e diretor premiado, Silvero Pereira nasceu em Mombaça, em 20 de junho de 1982, e começou na carreira artística com 17 anos, fazendo teatro.  Além dos diversos trabalhos com grupos cearenses, ele fundou duas companhias em Fortaleza: a Inquieta Cia. de Teatros e o Coletivo Artístico As Travestidas. 

    Durante a pandemia, Silvero não parou, pelo contrário, trabalhou bastante: realizou uma adaptação dos espetáculos Metrópole e Cabaré das Travestidas no digital; criou, escreveu, dirigiu e atuou a peça “Bixa Viado Frango”, completamente pensada para o virtual, fez uma participação do filme “Fluxos”, que tinha produção remota, e também filmes com produções presenciais, como o  “Bem-vindo a Quixeramobim”, do diretor Halder Gomes, e “Me Tira da Mira”, do diretor Hsu Chien, com a Cléo Pires. Fez também lives de casa.

    Entrevista imperdível disponível nos tocadores de podcast e também no Youtube, no canal das Cunhãs.


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    55 min
  • Episódio 37 - Câmara de Fortaleza: polêmicas no início dos trabalhos e o novo estilo da relação com o Executivo

    Nos últimos dias, acompanhamos as confusões envolvendo a sucessão de rodrigo maia na presidência da câmara dos deputados federais, uma disputa repleta de tensão, mas quem disse que esse tipo de situação só acontece em Brasília?

    Por aqui também, na capital cearense, as disputas na Câmara Municipal recém empossada seguem intensas. É indefinição sobre o funcionamento das próprias sessões - se online ou presenciais -, é disputa pela presidência de comissões técnicas, que têm o poder de avaliar a pertinência e a legalidade de projetos, é insatisfação por conta de pautas que desagradam diretamente os servidores municipais. O circo tá pegando fogo e a gente acha interessante trazer isso pra discussão porque, muitas vezes, nós, meros eleitores, não conhecemos as entranhas do poder.

    Entrevistas com o vereador Guilherme Sampaio (PT) e com a co-vereadora Louise Santana (PSol), do mandato coletivo Nossa Cara, além de muitos bastidores.

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    1 hr 10 min
  • Episódio 36 - Conflito na Medicina: entre a ciência e o bolsonarismo

    Desde que começou a pandemia da Covid-19, temos visto cenas comoventes, de profissionais da saúde se doando de corpo e alma para salvar vidas, mesmo diante da total falta de condições. Por outro lado, a atuação de boa parte dos médicos também começou a ser colocada em xeque: o motivo é que muitos passaram a adotar como “protocolo” o receituário do tal Kit Covid para tratamento “precoce” da Covid-19, que junta medicamentos como cloroquina (indicado para lúpus), ivermectina (antiparasitário - remédio para pulga) e azitromicina (antibiótico - ou seja, indicado para infecções bacterianas, e não para vírus). É só aparecerem os primeiros sintomas que podem ser associados à Covid que o médico de urgência passa esse grupo de medicamentos, defendido por ninguém menos do que o doutor Jair Messias Bolsonaro (que deve ter tirado o diploma médico sem ninguém saber).

    Por essas e outras, claramente estamos falando de um posicionamento que tem sido muito mais político do que científico e isso tem afetado até as entidades médicas. de um lado, o conselho federal de medicina decidiu deixar em aberto o uso do tal tratamento precoce, para que médicos e pacientes decidam juntos se devem usar ou não (como se fosse assim que a coisa funciona - médico receita e o paciente toma o remédio, ora). Já a sociedade brasileira de infectologia é absolutamente contra o tal tratamento precoce, alegando que o mundo inteiro busca uma cura para essa doença terrível, mas até agora nenhum medicamento teve a eficácia comprovada, sendo apenas a vacina o caminho para prevenir e evitar o agravamento dos casos. A pergunta que não quer calar é: como é que médicos, cuja formação é tão difícil, longa, e voltada para a ciência, se associam a uma proposta defendida pelo capitão cloroquina e reproduzem um comportamento anti-ciência?

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    57 min
  • Episódio 35 - Brasil de hoje tem de tudo: de gastos públicos absurdos à discussão sobre voto impresso

    No programa de hoje, falamos sobre duas questões técnicas, mas que tem sido usadas com muita intensidade pelo marketing político, para o bem e mal. Primeiro falamos de compras públicas, seja de leite condensado, pizza, goma de mascar, lagosta ou torneiras de ouro. Como evitar que compras governamentais ultrapassem o limite do razoável? E em seguida falamos sobre o voto eletrônico, um dos orgulhos da democracia brasileira, mas que se tornou uma das teorias da conspiração favoritas de Bolsonaro.

    O mote para falarmos sobre compras públicas surgiu na semana passada, quando estourou o escândalo do leite condensado. A partir de uma reportagem do portal Metrópoles, veio à tona o volume imenso de compras de alimentos pelo governo federal: quase R$ 2 bilhões em 2020. O portal fez um levantamento a partir do Painel de Compras do governo federal, disponível na internet, olhando especificamente os alimentos comprados. E, pra surpresa de todo mundo, surgiram itens como leite condensado, chiclete, pizza, pipoca. A imensa maioria dessas compras é feita pelo Comando do Exército - como Bolsonaro alegou, o leite condensado serve pra dar energia pros soldados e o chiclete, para a higiene oral. E ele ainda mandou a imprensa enfiar o leite condensado vocês sabem onde, ao reclamar que ele não comprou nada disso.

    Essa história nos leva a pensar no velho dilema das compras públicas. Muitas e muitas vezes rolam polêmicas, tanto na esfera nacional, como local. Pra demonstrar isso, trouxemos muitas histórias de gastos polêmicos, incluindo alguns aqui do Ceará - você lembra do voo da sogra? E da inauguração do Centro de Eventos com Plácido Domingo? Falamos dessas e de outras histórias.

    Em seguida falamos sobre o voto eletrônico. Afinal, as eleições nos Estados Unidos, há poucos meses, se tornaram meme aqui no Brasil pela demora na apuração - sendo que por aqui nos orgulhamos de ter um sistema eleitoral rápido o suficiente para fazer o levantamento dos votos em poucas horas, quase sempre sem suspeitas de fraudes, graças ao voto eletrônico, implantado no país desde 1996.

    Mas quem disse que esse orgulho nacional é unanimidade. A dúvida sobre a segurança da votação começou a rondar a esfera pública nos últimos anos, alimentada sobretudo por Bolsonaro, que afirma que, mesmo ganhando, foi vítima de fraude na votação e diz que tem provas. Ele inclusive foi intimado a apresentar tais provas pela justiça, mas até agora não mostrou nada.

    Claramente, como Bolsonaro demonstrou em mais de um momento, esse será um dos problemas das eleições de 2022. Ele e seus apoiadores ficarão repetindo aos quatro ventos que a eleição poderá ser fraudada, colocando lenha numa fogueira golpista. Sim, Bolsonaro deixa no ar que pode não aceitar o resultado das eleições, caso não seja implementado o voto impresso, assanhando a turma que defende o golpe de estado. Por isso mesmo, decidimos falar desse assunto. Afinal, podemos confiar mesmo no nosso sistema eleitoral? Como podemos argumentar para demonstrar a seguraça do voto eletrônico?

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    1 hr 9 min
  • Episódio 34 - Popularidade de Bolsonaro derrete, mas será suficiente pro impeachment?

    Em meio ao agravamento da crise da Covid em todo o país e da incapacidade de adquirir vacinas para toda a população, o quanto antes, Bolsonaro vê sua popularidade diminuir, à medida em que crescem os protestos que cobram o seu impeachment. Panelaços, carreatas, iniciativas online e offline estão cada vez mais pressionando o presidente da República. Um futuro próximo imerso na crise econômica e sem o auxílio emergencial traz ainda mais incertezas para a turma de Bolsonaro. Mas será que já existem condições suficientes para abrir um processo de impeachment? 

    Conversamos com três políticos cearenses que atuam no cenário nacional, o senador Tasso Jereissati (PSDB) e os deputados federal José Guimarães (PT) e André Figueiredo (PDT) para ter uma noção do clima do Congresso Nacional para de fato agir contra os desmandos do presidente, e o cenário não é lá muito animador. E também damos os nossos pitacos, em cima de tudo o que tem acontecido no país nos últimos dias. Uma edição inteirinha para pensarmos nessa possibilidade de chegar ou não ao impeachment. 


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    1 hr 1 min
  • Episódio 33 - Guerra da vacina e novidades na Prefeitura de Fortaleza

    Depois de uns dias de descanso, voltamos com um novo episódio de As Cunhãs, com muito assunto pra tratar. Começamos pelo cenário nacional, em que o governador de SP, João Dória, e o presidente Bolsonaro vivenciam uma verdadeira guerra pela vacina contra o coronavírus. A disputa chegou ao seu auge no domingo, durante o verdadeiro espetáculo que se tornou a liberação dos primeiros lotes de vacinas, bem como a vacinação da primeira brasileira, em território nacional. Também falamos das consequências políticas de toda a crise mais recente da Covid para o futuro de Bolsonaro na Presidência, já que a insatisfação popular está cada vez mais evidente. Também falamos da política local, para comentar as primeiras escolhas de José Sarto na Prefeitura de Fortaleza. Ele indicou até um irmão de um bolsonarista para uma secretaria regional. Por fim, temos nossos desabafos, sempre necessários, no "Diz, Cunhã". 

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    59 min
  • Episódio 32 - Ouvintes apontam: retroescavadeira, má condução da pandemia e eleições entre os 10 acontecimentos de 2020

    Neste episódio 32, trazemos uma retrospectiva dos principais fatos políticos de 2020 e, para isso, tivemos a ajuda de cunhãzetes e curumins, que nos mandaram sugestões por nossas redes sociais. Para deixar tudo organizadinho, elegemos nosso Top 10, com acontecimentos locais, nacionais e até internacionais. Teve até menções honrosas, como a lembrança do cururu fake da Inês. Fora lembrar o que passou, para aprendermos com esse passado tão próximo, o programa tá de chorar de rir, pra encerrar a temporada com chave de ouro. Ah, tivemos três participações especialíssimas: a cientista política Monalisa Soares (UFC), a jornalista Jéssica Welma (Sistema Verdes Mares) e o deputado estadual Renato Roseno (PSOL), que além de contar o que considera ter sido o principal fato político de 2020, ainda respondeu aquela pergunta do Célio Studart...

    Ah, esse é o último programa do ano, porque vamos tirar uns dias de férias. Então, feliz 2021 pra todo mundo e até a volta!


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    1 hr 31 min
  • Episódio 31 - Saldo eleitoral, operação contra Arialdo e o falatório de Ciro

    Neste episódio, começamos analisando o que Sarto Nogueira (PDT) deve encontrar na Câmara Municipal de Fortaleza, os sinais demonstrados pela equipe de transição da Prefeitura de Fortaleza, com um olhar especial sobre o papel que poderá ser desempenhado pelo vice, Elcio Batista. Também comentamos a operação da Polícia Federal que mirou o secretário do Turismo do Estado, Arialdo Pinho, com possíveis efeitos a médio e longo prazo, e falamos de Ciro Gomes e sua estratégia (ou falta de estratégia) ao atacar possíveis aliados. Pra provar que, mesmo após a eleição, não faltam assuntos para serem tratados pelas Cunhãs.

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    1 hr 6 min
  • Episódio 30 - Na reta final da campanha, vamos falar sobre os vices?

    Último programa antes do segundo turno das eleições de 2020, decidimos focar em Fortaleza, para comentar os últimos acontecimentos da disputa entre Sarto (PDT) e Capitão Wagner (PROS), nesse estranho embate em que cada um usa os padrinhos do outro para atacar e contra-atacar. Mas, para não ficar apenas nos candidatos, falamos também sobre os vices, figuras que muitas vezes ficam em segundo plano, mas que podem, um dia, ocupar a cadeira titular. De um lado, Elcio Batista (PSB), um pouco mais conhecido no meio político, e de outro Kamila Cardoso (Podemos), ativista dos direitos das pessoas com deficiência, mas estreante no ambiente político-eleitoral. Aproveitamos para convidar pra segunda #livedasCunhãs, que acontece no domingo da eleição, dia 29, no canal das Cunhãs no Youtube.

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    1 hr 5 min
  • Episódio 29 - E deu Sarto e Capitão pro segundo turno. O que isso significa?

    Como era de se esperar, neste episódio fazemos um rescaldo do que rolou na eleição do primeiro turno, dando uma geral em alguns resultados e já fazendo algumas projeções para o segundo turno, tanto aqui de Fortaleza, como de outras regiões. Sobre Fortaleza, começamos discutindo se a chegada de Sarto e Capitão ao segundo turno vai transformar a disputa em um Ciro X Bolsonaro antecipado. Será? Não nos esquecemos de falar dos vereadores eleitos, que são muito importantes também. Também comentamos as derrotas de Bolsonaro, a ascensão de candidaturas de mulheres negras e trans, a imprevisível eleição de São Paulo, enfim, demos uma geral boa no que tá acontecendo de mais importante nas disputas municipais.

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    50 min

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Podcast semanal sobre política cearense e sobre coisas da vida, comandado pelas jornalistas Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila Fernandes. Toda terça-feira, um novo episódio.

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