O risco de longevidade é uma realidade presente em diversas EFPC, que como gestora dos planos de benefícios, deve estar atenta a sua adequada mensuração e formas de mitigação, as quais são essenciais para manutenção de bons níveis de solvência e liquidez, evitando déficits e prejuízos aos participantes e patrocinadores.
Dessa forma, a seguir ficam alguns pontos de reflexão e oportunidades de melhoria para gestão do sistema de previdência complementar fechada brasileiro:
- Estudo de outras variáveis além do sexo e da idade para apuração do risco de longevidade (variáveis socioeconômicas, por exemplo);
- Realização de estudos estocásticos com aplicação de intervalos de confiança para análises de longevidade em adição aos atuais testes determinísticos balizados por valores médios;
- Construção de tábuas de mortalidade que melhor se adequem as características das massas de participantes das EFPC em substituição às hipóteses biométricas construídas em torno da população em geral ou em outros países;
- Utilização de ferramentas como BIG DATA e modelos preditivos para mensuração do risco de longevidade;
- Transferência do risco de longevidade para entidades seguradoras;
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