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  • CARTAS DE UM DIABO A SEU APRENDIZ - C. S. LEWIS

    Irônica, astuta, irreverente. Assim pode ser descrita esta obra-prima de C.S. Lewis, dedicada a seu amigo J.R.R. Tolkien.

    Um clássico da literatura cristã, este retrato satírico da vida humana, feito pelo ponto de vista do diabo, tem divertido milhões de leitores desde sua primeira publicação, na década de 1940.

    Cartas de um diabo a seu aprendiz é a correspondência ao mesmo tempo cômica, séria e original entre um diabo e seu sobrinho aprendiz. Revelando uma personalidade mais espirituosa, Lewis apresenta nesta obra best-seller a mais envolvente narrativa já escrita sobre livre arbítrio, fraquezas humanas e tentações ― e a superação delas.

    5 hr 4 min
  • Demétrio Magnoli

    Demétrio Magnoli é Sociólogo, autor de “Uma Gota de Sangue: História do Pensamento Racial”. É doutor em geografia humana pela USP.

    14 min
  • O Mal Primordial: O Orgulho Nosso de Cada Dia - Leandro Karnal

    Um dia, o mais belo arcanjo, Lúcifer, disse Eu ao invés de Nós. Surgia o ser individual que se destacava da criação e buscava um lugar de consciência de si, onde antes só havia o coletivo da criação. Iniciava-se a história.  Na mitologia religiosa, o mensageiro do Mal preside ao pecado original da soberba e da vaidade. O mundo contemporâneo rebatizou a soberba como autoestima e a necessidade de se amar acima de tudo, como repete o mantra de quase toda a literatura que vende felicidade em drágeas nas bancas dos aeroportos.  A humildade, o recato e a modéstia passaram de virtudes a deficiências de lítio. O encontro trata do mais original e primordial de todos os pecados, o orgulho, capaz de seduzir a todos, especialmente aqueles que se consideram humílimos. De atributo maléfico,  o orgulho virou parte do mundo burguês contemporâneo. A virtude/defeito erigiu estátuas, criou biografias e deleites pessoais.  Perdida a inocência/humildade original, resta o anseio pelo Nós, rejeitado pelo pai da mentira, ou seja, pelo pai de todos nós. Filhos legítimos do individualismo orgulhoso, lutamos pela adoção de um mundo humilde e voltado ao outro, ou seja, o mundo oposto a todos nós. Apátridas, vagamos fixados na miragem do humilde modelo criado por nós, que insiste em estar além do espelho borgiano.  Parte deste Aleph pode ser encontrado ao se destrinçar o fascinante mundo do Orgulho.

    2 hr 1 min
  • Fahrenheit 451 - Ray Bradbury

    Um clássico da distopia com uma mensagem cada vez mais atual
    Guy Montag é um bombeiro. Sua profissão é atear fogo nos livros. Em um mundo onde as pessoas vivem em função das telas e a literatura está ameaçada de extinção, os livros são objetos proibidos, e seus portadores são considerados criminosos. Montag nunca questionou seu trabalho; vive uma vida comum, cumpre o expediente e retorna ao final do dia para sua esposa e para a rotina do lar. Até que conhece Clarisse, uma jovem de comportamento suspeito, cheia de imaginação e boas histórias. Quando sua esposa entra em colapso mental e Clarisse desaparece, a vida de Montag não poderá mais ser a mesma.
    Um clássico da ficção científica e da literatura distópica, Fahrenheit 451 foi escrito originalmente como um conto: "O bombeiro", contido no volume Prazer em Queimar: histórias de Fahrenheit 451. Incentivado pelo seu editor, transformou a ideia inicial em um romance, que se tornou um dos livros mais influentes de sua geração – e também um dos mais censurados e banidos de todos os tempos. Foi adaptado para o cinema duas vezes, a primeira pelas mãos do lendário cineasta francês François Truffaut, e depois para diversos formatos.
    Escrito durante a era do macartismo – a sistemática censura à arte promovida pelo governo americano nos anos 1950 – Bradbury costumava dizer que a proibição a livros não foi o motivo central que o levou a compor a obra, e sim a percepção de que as pessoas passavam a se interessar cada vez menos pela literatura com o surgimento de novas mídias, como a televisão. Com o passar do tempo, Fahrenheit 451 ganhou muitas camadas de interpretação: a história de um burocrata que questiona a vileza do seu trabalho, o poder libertador da palavra, a estupidez da censura às artes.
    Embora soubesse estar testemunhando uma transformação social única, Bradbury afirmava não acreditar que o cenário que imaginou se tornaria realidade tão rápido. Lançado em 1953, Fahrenheit 451 é hoje uma obra de leitura indispensável junto com 1984, de George Orwell, e Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley.

    6 hr 4 min
  • F.W. Nietzsche - Scarlet Marton

    Nietzsche, um dos pensadores mais controvertidos de nosso tempo, deixou uma obra polêmica que continua no centro do debate filosófico. Mas não é apenas aos acadêmicos e estudiosos de filosofia que se dirige. Ele vem pôr em questão nossa maneira de pensar, agir e sentir.

    51 min
  • A História da Arte - Parte 2

    A "história da arte" é uma ciência multidisciplinar que procura estudar de modo objetivo a arte através do tempo, classificando as diferentes formas de cultura, estabelecendo a sua periodização e salientando as características artísticas distintivas e influentes.

    25 min
  • J. Lacan & a Psicanálise do Séc. XXI

    Jacques Lacan ficou conhecido, e ainda assim é visto, como, talvez, o mais importante continuador de Freud, alguém que deu estatuto racional iluminista ao Inconsciente, desde sua famosa formulação do ‘inconsciente estruturado como uma linguagem’. O que pouco, no entanto, se sabe é que nos últimos anos de seu ensino Lacan deu uma guinada de 180 graus em tudo o que tinha feito até então e, como se estivesse pensando contra si mesmo, propôs uma nova clínica, muito diferente da primeira e ainda a mais difundida, uma clínica própria a um homem que iria viver a crise de um mundo globalizado. A desestruturação das relações patriarcais exigiu uma clínica além do Édipo, na qual Freud não mais explica, Freud implica. É a psicanálise de um mundo novo e o que se faz hoje na clínica, à diferença do que se fazia antes, que iremos debater.

    2 hr 9 min
  • A Ilha do Dr. Moreau - H.G. Wells

    Romance de ficção científica de H. G. Wells, A ilha do doutor Moreau foi publicado pela primeira vez em 1896.

    Nesta obra, Wells alia à sua característica crítica social considerações particulares a respeito da teoria da evolução das espécies.

    Nesta narrativa, o náufrago Charles Prendick é levado a uma pequena ilha do Pacífico.

    Nela, conhece o doutor Moreau, expulso da Inglaterra por suas polêmicas experimentações com animais.

    Religião, ética científica, moralidade e a dicotomia do instinto versus a consciência são alguns dos temas trabalhados brilhantemente por Wells em A ilha do Doutor Moreau.

    Mais de cem anos após sua publicação, ainda é considerado um dos livros mais representativos da ficção científica.

    5 hr 20 min

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